Alegria de viver

Minha filha estava no banco de trás com a prima mais velha que ela adora. Entre mil perguntas, elogios e frases eufóricas eu interrompi:
– Filha, dá uma trégua para a Natalia.
Um silêncio pairou e na mesma energia ela disse:
– Mamãe, na sua bolsa não está. Onde eu acho? Você sabe onde está, Ná? Você gosta de trégua? Podemos brincar de trégua juntas?

(Riemi, 5 anos)

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