Heitor, após eu ter ficado brava com ele um pouco mais cedo:
– Mãe, você me ama?
– Amo, Heitor!
– Mesmo quando você está brava?
– Sim, mesmo brava eu te amo.
– E como você consegue?
– Consigo o quê?
– Amar e ficar brava, amar e ficar brava?
– Ah, não sei. Eu te amo em qualquer circunstância.
– Eu não, mãe. Quando você está brava, eu guardo meu amor pra depois!
(Heitor, 4 anos)