Enquanto eu estacionava o carro, minha filha estava no banco de trás toda eufórica para um passeio. Eu disse:
– Maria, sossega. Pare um pouco.
– Mamãe, não dá pra parar de ser feliz!
(Maria Fernanda, 5 anos)
Enquanto eu estacionava o carro, minha filha estava no banco de trás toda eufórica para um passeio. Eu disse:
– Maria, sossega. Pare um pouco.
– Mamãe, não dá pra parar de ser feliz!
(Maria Fernanda, 5 anos)
O Gustavo chegou triste da escola e nem quis almoçar. Perguntei o que havia acontecido e ele não quis falar. O João, irmão mais velho, respondeu por ele:
– É que a Vitória não quis brincar com ele hoje, mãe. E o Gustavo não tira a Vitória da cabeça.
Ouvindo o irmão falar, Gustavo replicou:
– Não, João! A Vitória não está na minha cabeça. Ela está no meu coração.
(Gustavo, 5 anos e João, 7)
Guilherme estava cantarolando garota de Ipanema:
– Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça… o Senhor é convosco…
(Guilherme, 7 anos)
Alice perguntou para vovó:
– Vovó, como era o nome do vovô mesmo?
– Orozimbo.
– Vovó, é o nome dele, não da doença que ele morreu.
(Alice, 6 anos)
– Mamãe, galinha solteira bota ovos?
(Aldemar, 8 anos)
– Samuel, qual a palavra você mais fala o dia todo?
– Mamãe.
– Por que, meu filho, você me chama tanto?
– Porque quando eu te vejo meu coração bate, mamãe.
(Samuel, 6 anos)
– Mãe, você se lembra que ontem você perdeu seu celular e ligou para ele para encontrar?
– Lembro.
– Então liga pra minha chupeta?
(Cecília, 3 anos)
– Mãe, eu vou ser padre!
– Tá bom, filho. Mas, padres não podem namorar…
Depois de alguns instantes:
– Mãe, acho que vou servir a Deus de outro jeito!
(Rafael, 10 anos)
– Mãe, você tem sua vida, né? E eu tenho a minha.
– Isso.
– Mas, se a vida é minha, então porque é você quem manda nela?
(Alice, 5 anos)
– Mamãe, vamos jogar o jogo do idoso?
– Desconheço esse jogo!
Ele veio no meu ouvido e disse:
– Mamãe, é o jogo da velha. Mas eu sou um rapazinho educado, não posso falar assim!
(Aldemar, 8 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
Meu marido e eu evitamos comer doces na frente das crianças. Certa noite, comemos chocolate e esquecemos a embalagem na cabeceira da cama. Na manhã seguinte, Helena veio até o quarto e quando viu a embalagem, comentou:
– Nossa, a vida é generosa por aqui, hein?
(Helena, 8 anos)
Alice é muito parecida com o pai. Achamos uma foto dele criança e ela olhou para foto e ficou apavorada:
– Mãe, eu já fui menino!
Eu disse:
– Não, esse é o papai quando era criança.
Ela pôs a mão na boca:
– Meu Deus, ele já foi menina!
(Alice 4 anos)
– Mãe, pega água pra mim beber?
– É para eu beber.
– Pega para nós dois, então.
(Miguel, 7 anos)
– Tia, ser humano só pode casar com ser humano?
– Ué, Larah, você tá querendo casar com o quê?
– Com esse empadão!
(Larah, 9 anos)
– Mãe, por que você não deixa seu cabelo cacheado?
– Porque seu pai não gosta, filho.
– Mas, é o seu cabelo. Quem tem que gostar é você!
(Danilo, 8 anos)
Depois de um banho de mangueira, eu disse:
– Bernardo, vai torcer a cueca enquanto eu preparo seu banho.
Quando voltei, o encontrei todo animado, gesticulando e cantando em coro:
– Cueca! Cueca! Cueca!
Não entendi, mas deixei para lá. Instantes depois, ele veio intrigado:
– Mamãe, por que você me pediu para torcer pra cueca?
(Bernardo, 6 anos)
Cauã e Yasmin conversando:
– Meu pai é policial e vai para a delegacia. A minha mãe é arquiteta.
– O que é arquiteta?
– Não sei… Acho que é quem vai pra academia.
(Cauã, 4 anos e Yasmin, 5)
Estávamos conversando com o padre após a missa e ele pediu para o Miguel rezar a oração que ele mais gostava. Então ele começou:
– Creio em Deus pai…
E lá no meio:
– …nasceu da Virgem Maria, padeceu sobre todos pelados.
(Miguel, 3 anos)
Em conversa com meu filho, perguntei:
– Qual é o planeta Saturno?
– É o que tem o bambolê!
(Enzo, 5 anos)
À noite, na hora do banho:
– Filha, ajude o papai a levar seus brinquedos lá pra cima?
– Coragem, papai! Você consegue.
(Barbara, 3 anos)
Eu estava em um momento bem complicado, com repetidas crises de ansiedade. Minha mãe e meu irmão vieram me visitar. Ele notou que eu chorava muito, então se aproximou e disse:
– Irmã, vamos lá pra nossa casa dormir com a gente. Lá tem amor, carinho e remédio.
(Davi, 6 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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Em casa, estávamos conversando sobre o Natal e comentei:
– Sabe, acho que nem deveríamos ganhar presentes no Natal. O aniversário é de quem?
– De Jesus.
– Então quem deveria ganhar o presente?
– Ah… Mas Jesus não está dentro de nós?
(Miguel, 4 anos e André, 10)
– Mãe, hoje a professora ensinou a letra B.
– Ah, legal. B de bola e de bicicleta, né?
– Não, mãe. B de bolo e de brigadeiro, que eu queria comer agora.
(Matheus, 4 anos)
– Mãe, a senhora vai fazer o Enem?
– Sim, meu bem.
– Tomara que a senhora passe. Mas se não passar, não tem problema. O importante é que a senhora tentou.
(Emanuel, 7 anos)
– Mãe, quantos dias faltam para o Natal? Eu quero muito meu videogame.
– Vai demorar, filho. Mas seu aniversário está chegando. O papai e eu podemos te dar de presente.
– Não, mãe, é muito caro. Eu espero o Natal porque é de graça.
(Rodrigo, 7 anos)
– Mãe, eu não gosto de beijinho, tá?
Um pouco triste, perguntei:
– O beijinho da mamãe, filho?
– Não! Aquele outro beijinho, o primo do brigadeiro.
(Murilo, 7 anos)
O pai foi brigar com o cachorro que fez xixi no lugar errado. O Santiago entrou na frente e disse:
– Não, pai, Pistache (nome do cachorro) é minha jurisdição.
– Jurisdição? Filho, como você conhece essa palavra com 7 anos?
– Eu tenho 7 anos só por fora. Por dentro, tenho 50.
(Santiago, 7 anos)
– Julia, que bichinho a mamãe parece? Uma gatinha, um cachorrinho ou uma coelhinha?
– Uma vaca. Você parece uma vaquinha rosa bem linda.
(Julia, 6 anos)
Maria e eu estávamos deitadas e abraçadas para dormir:
– Filha, qual o maior animal do mundo?
– A girafa… e o elefante.
– Então eu te amo do tamanho de uma girafa e de um elefante.
– Eu te amo do tamanho de um cachorro, mamãe.
– Nossa, filha, um cachorro é pequenininho.
– Não, mamãe, é porque dentro do cachorro cabe muito amor.
(Maria Beatriz, 3 anos)
Minha sobrinha fez aniversário e depois nos enviou uma mensagem pelo celular que dizia:
– Muito obrigada para quem me mandou feliz aniversário. Eu não queria fazer nove anos porque estou crescendo eu não quero ter que pagar conta de luz, nem de água.
(Patrícia, 9 anos)
– Mamãe, por que as pessoas negras são mais pobres?
– Quem te disse isso?
– Eu vejo!
(Tobias, 6 anos)
– Tia, vamos tomar banho de chuva?
– Não, eu tô gripada.
– Mas, tia, você já está gripada. Se tomar banho de chuva ou não a senhora vai continuar gripada.
(João, 8 anos)
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– Mamãe, eu te amo tanto, mas tanto, que não aguento mais você em meu coração.
(Julia, 4 anos)
Luiz estava transcrevendo um livro:
– Mãe, pra quê serve a vírgula?
– Filho, serve para dar uma pausa no que a gente tá lendo.
Dois minutos depois, ele parou e deitou no tapete.
– O que foi, Luiz?
– É que apareceu a vírgula e eu vim dar uma pausa.
(Luiz, 6 anos)
O Benício acabou de ganhar um priminho e o apelidou de Coxinha. Achamos curioso e resolvi perguntar:
– Benício, por que você chama o Bernardo de coxinha?
– Porque ele é lindo!
(Benício, 5 anos)
Nickolas tinha acabado de aprender a ler. Super empolgado, estava lendo tudo. Sem hesitar, falou:⠀
– Eu já sei ler! Sou o maior leiteiro do mundo.⠀
⠀
(Nickolas, 6 anos)
Minha sobrinha estava brincando com um carrinho azul, quando a bisavó perguntou:
– Azul é cor de menino ou de menina, Sofia?
– É de menina, vovó. Já que esse carrinho é meu…
(Sofia, 5 anos)
– Podcast é um filme na caixinha de som, mas não dá pra ver os personagens.
(Benjamin, 4 anos)
Moramos em NY. Nossa filha mais velha tem uma amiga chamada Ish. Certa vez, Elisa, nossa mais nova, a abordou e comentou:
– Ish, você sabia que seu nome em português quer dizer “oh God!”?⠀
(Elisa, 7 anos)
– Filha, com quem você fica na hora do recreio?
– Com o lanche, mamãe!
(Manuela, 6 anos)
Estava voltando do parquinho com minha irmã e ela reclamou:
– Ai! Ai!
– O que foi, Sabrina?
– Tem areia no meu sapato.
– Tire o sapatinho e bata ele no chão pra tirar a areia.
– Eu não quero.
– Não? Mas por que se tá doendo?
– Eu vou usar meu sofrimento pra fazer uma pérola.
(Sabrina, 5 anos)
Separando alguns brinquedos para doação, Alice propôs:
– Mãe, quero doar o Migue – o irmãozinho – já cansei de brincar com ele.
(Alice, 3 anos)
Meu primo pegou a filha no colo e ela se virou e limpou o nariz na camiseta dele. Ele viu e perguntou:
– Você tá pensando que eu sou o quê?
– Papai higiênico.
(Ana, 3 anos)
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– Filha, você dormiu bonitinha na casa da titia?
– Não sei, papai.
– Como assim não sabe?
– Eu estava de olhos fechados!
(Lívia, 3 anos)
– Maria, por que você não gosta do professor de educação física?
– Ah, ele não respeita a minha elegância de bailarina.
(Maria Eduarda, 4 anos)
Hoje, o Miguel me perguntou:
– Como o ser humano pode ser tão burro pra destruir a si mesmo? Como não percebemos que destruindo a natureza estamos fazendo mal para a própria humanidade?
Indignado, ele completou:
– Somos uma vergonha da natureza.
(Miguel, 9 anos)
Constantemente abraço, beijo e falo que amo muito minha filhinha. Outro dia, fui beijá-la, mas ela me afastou um pouquinho e disse:
– Mamãe, pare. Você já está me amando muito.
(Maria Izabel, 2 anos)
Às seis da manhã…
– Mãe, eu já acordei faz um tempão.
– E o que você estava fazendo desde que acordou?
– Ah, aproveitei para dormir mais um pouco.
(Julia, 6 anos)
– Filha quando estiver na casa da vovó nada de fazer bagunça, tá bom? Se a vovó me contar, eu vou te buscar na mesma hora.
– Eu só vou ter uma chance?
– Sim, só uma.
– Vou perder, não vai ter jeito.
(Larissa, 6 anos)
– A vovó me chamou pra dormir na casa dela.
– Por quê?
– Acho que ela e o vovô brigaram…
– E você perguntou o motivo?
– Não
– Por quê?
– Porque não é da minha conta.
(Theo, 5 anos)