Vicenzo estava com um pouco de febre e tossindo muito e foi passar a noite na casa da avó. Na manhã seguinte, ela perguntou:
– Oi, querido, bom dia! Dormiu com Deus?
– Dormi, mas não passei muito bem, não!
(Vicenzo, 5 anos)
Vicenzo estava com um pouco de febre e tossindo muito e foi passar a noite na casa da avó. Na manhã seguinte, ela perguntou:
– Oi, querido, bom dia! Dormiu com Deus?
– Dormi, mas não passei muito bem, não!
(Vicenzo, 5 anos)
Minha mãe estava preocupada por causa de um dinheiro de outra pessoa que havia sumido. Meu sobrinho então comentou:
– Vó, não se preocupe, você não fez nada de errado. Você é confiável. Já tá comigo há 10 anos!
(Samuel, 10 anos)
Fui colocar uma calça na Valetina e notei que estava com um furo entre as pernas.
– Poxa, vamos ter que costurar rapidinho pra você pode usar. Onde você furou?
– Foi no cu, mamãe!
– O que, Valentina?!
– Foi no “curregador” da escola, mamãe!
(Valentina, 4 anos)
– Ester, o que você quer ser quando crescer?
– Uma borboleta!
(Ester, 5 anos)
***
O comentário abaixo foi enviado por quem compartilhou essa frase com a gente:
*Ester é uma criança que sofria maus tratos. Foi abandonada pela mãe e morava com o pai e com a madastra. Com eles, passava fome, era agredida física e verbalmente, era até proibida de usar o próprio banheiro, sendo obrigada a fazer suas necessidades na rua.
Hoje, ela vive com os tios. Está frequentando terapia psicológica, se alimentando bem, brincando bastante. Ganhou roupas e sapatos novos, cortou cabelo, vai ao salão de beleza e ao dentista. Mas o que não tem preço é ver o sorriso da Ester!
Eu simplesmente chorei quando ela disse que queria ser uma borboleta! Eu não estava esperando por essa resposta! Pensei que talvez ela quisesse ser modelo, professora, médica… é o que geralmente respondem. Mas, Ester é especial. Entendi que ela quer ser livre e poder voar por aí. Bem linda e realizada. Seja lá o que Ester for, ela com certeza será uma linda borboleta!”
João Gabriel estava pulando no sofá de molas.
– Filho, pare de pular no sofá!
– Mas como, meu Deus?!
(João Gabriel, 2 anos)
Cecília me perguntou:
– Mãe, lembra aquele dia em que eu comi muito macarrão e vomitei?
– Lembro não, filha.
Dudu, ao lado, ficou surpreso e comentou:
– Nossa, mãe! Como você não se lembra?
– Não lembro, uai.
– Acho que a memória dos adultos não é tão boa.
– Deve ser por que nós gastamos muito a nossa cabeça com preocupações.
E o Dudu arrematou:
– O cérebro é um chiclete… Nós estamos começando a saborear e o dos adultos já está, assim, meio sem doce.
(Cecília 6 anos, Dudu 9)
Estava deitada com minha irmãzinha, prontas para dormir, quando ela disse:
– Didi, eu te dou muito trabalho. Você precisa me mandar tomar banho, escovar os dentes e quando eu vou no shopping, gasto todo o seu dinheiro.
– Mas eu te amo muito, Maria. E quando a gente ama muito, a gente não se importa com essas coisas.
– Ah, Didi, então eu acho que eu não te amo tanto.
(Maria Fernanda, 9 anos)
Saímos para um jantar e eu me esqueci do suco. Comentei com meu marido:
– Teremos que voltar… Esqueci o suco. Eu estou com dor de cabeça, então é bom porque eu já pego um dipirona.
Minha filha ouviu e soltou:
– E eu quero um “digoiaba”.
(Helena, 3 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora.
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
Durante a oração antes de dormir:
– …e Deus, por favor, mude o coração dos vilões.
(Nina, 6 anos)
Estava no supermercado com a minha sobrinha quando ela me pediu um chocolate e eu deixei ela pegar. Já no carro, ela virou e falou:
– O que está escrito aqui, tia Duda?
– Chocolate de amendoim.
– Preciso aprender a ler… odeio chocolate de amendoim!
(Gabriela, 5 anos)
– Mamãe, agora que eu já tenho 20 dentes, consigo falar mais alto né?
(Théo, 3 anos)
Estávamos contemplando o céu e o Yan comentou:
– Olha, mãe, tá noite.
– Sim, está! Você gosta mais da noite ou do dia?
– Da noite!
– Mas o dia é tão lindo, alegre…
E ele, como sempre, me matou e disparou:
– Mas à noite você não trabalha!
(Yan, 3 anos)
Evelyn estava subindo um muro e a mãe alarmada chamou sua atenção:
– Filha, desce daí. É perigoso!
– Mãe, eu rio na cara do perigo!
(Evelyn, 4 anos)
A Bia me perguntou se a gente podia ser fã de alguém que não é famoso. Eu respondi que sim e ela, super feliz, disse:
– Que bom! Porque eu sou a sua maior fã, mamãe.
(Beatriz, 6 anos)
Eu dava aula em um centro de reforço e um dos alunos chegava todos os dias tomando um sorvete que comprava de um dos vendedores ambulantes. Um dia, perguntei:
– Esse sorvete é bom mesmo, hein? Tu toma todo dia…
– Tia, eu nem gosto de sorvete.
– Ué? Por que você compra então?
– Para ajudar o homem do sorvete, tia. Ele trabalha nesse sol quente.
(Arthur, 6 anos)
– Quando eu crescer, eu quero trabalhar na NASA.
– Nossa, que legal! Você vai ser uma astronauta?
– Não, eu vou ser ET.
(Catarina, 3 anos)
Estava preparando o jantar e meu marido estava para chegar do trabalho. Então pedi ajuda para meu filho:
– Filho, por favor, coloque a toalha do papai no banheiro e depois vem aqui ajeitar a mesa para ele.
Depois de fazer tudo, ele olhou para mim e disse:
– Mamãe, sabia que quando eu crescer quero ser assim igual meu pai?
– É? Assim como?
– Assim… muito folgado.
(Pedro Victor, 5 anos)
Fui ao dentista com a Luísa. Expliquei que a cárie era um bichinho e precisávamos tirar. No meio do procedimento ela pergunta para a doutora:
– Que barulho é esse?
– É desse aparelho que estou usando
– Aah sim, pensei que era a cárie gritando.
(Luísa Rocha, 6 anos)
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#frasesdecriancas
– Mãe, o que eu fiz de errado?
– Como assim, filha?
– Na oração, eles falam assim: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a Keila que nos tem ofendido.”
(Keila, 6 anos)
– Mamãe, por que a senhora me chama de filho?
– Porque você é meu filho… Você quer que a mamãe te chame do quê?
– De tesouro.
(Augusto, 3 anos)
Andando na rua com meu irmão:
– Gui, se você fosse um animal, que animal você seria?
– Um urubu.
– Credo, um urubu? Mas urubu come bicho morto.
– Você também come bicho morto. Frango morto. Boi morto. Porco morto…
(Guilherme, 4 anos)
– Mamãe, vai ter apresentação de Dia das Mães e Dia dos Pais na escola de novo?
– Não, filha. Vai ter apenas no Dia das Crianças.
– Então vocês é que vão apresentar?!
(Helena, 4 anos)
Meu primo foi apresentar um jogral na igreja para o Dia das Mães. Assim que se organizaram no palco, a tia colocou o microfone em sua boca e perguntou baixinho no ouvido dele:
– Rafa, sabe falar de cabeça?
E ele, bem alto:
– Sim! De cabeça!
(Rafael, 3 anos)
– Lala, não jogue os brinquedos no chão.
– Tá bom, mamãe. Mas, é que tem pensamentos no meu cérebro mandando eu fazer isso. Mas serei forte.
(Lavínia, 5 anos)
Miguel perguntou ao pai se caixa de supermercado ganha muito dinheiro. O pai, com toda paciência, respondeu que ele poderia trabalhar com isso se quisesse, mas que para ganhar muito dinheiro precisaria estudar muito.
– Então você não estudou, né papai?
(Miguel, 6 anos)
Lucas este ano está em uma escola nova e sempre chega com novidades. Outro dia, comentou:
– Ontem, tive aula de triatlo.
– Nossa, que escola completa!
Um pouco mais tarde, descobri que era aula de teatro…
(Lucas, 10 anos)
Helena está indo na psicóloga, que ela chama de “doutora que brinca”. Cheguei do trabalho outro dia e falei:
– Helena, hoje vamos na doutora que brinca.
– Que bom! Ela faz as crianças se sentirem melhor, brincando, né mãe?
(Helena, 5 anos)
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Dia desses, por conta de aborrecimentos no trabalho, perdi a paciência com minha filha e a tratei mal. Depois, já de cabeça fria, eu a chamei pra conversar, pedi desculpas e entre outras coisas, comentei:
– Eu ainda estou a ser mãe…
– Ainda?! – com cara de espanto – mas há quanto tempo eu sou sua filha?
(Maya, 5 anos)
Estava em uma conversa com minha filha e ela me disse:
– Mãe, minha avó disse que quando estamos com dor de estômago é bom tomar água com gás para não dar prisão de vento.
– Ainda bem, né? Prender o vento é só com a polícia.
(Melissa, 11 anos)
– Arthur, o que você quer ser quando crescer?⠀
– Piloto de avião!⠀
– Pra ser piloto de avião precisa estudar muito.⠀
– Ah, tia, acho que vou ser só passageiro mesmo.⠀
⠀
(Arthur, 5 anos)
Eu estava trabalhando de casa e cuidando da minha afilhada, mas ela estava muito bagunceira. A certa altura, virei pra ela e falei:
– Pérola, chega. Você está cansando a minha beleza.
– A sua o quê, tia?
– A minha beleza.
– Mas você não é bonita, tia.
(Pérola, 4 anos)
A minha prima conversando com a avó:
– Vó, quando a pessoa arruma um namorado tem que se cuidar, né!? Tomar remédio e usar camisinha pra não pegar H2O.
(Dyanna, 10 anos)
Estávamos em casa e a Joana chegou correndo:
– Mamãe, esse lápis é meu?
– Não reconheço filha, alguém deve ter esquecido aqui.
– E o que que está escrito aqui?
– Tilibra.
E com a cara mais sentimental do mundo ela disse:
– Ai, tadinha, a Tilibra esqueceu quando veio aqui.
(Joana, 4 anos)
– Esse negócio de trabalho de escola não faz sentido! A professora explica tudo, aí você tem que escrever o que ela explicou pra ela ler o que ela já sabe!
(Arthur, 6 anos)
Ao ver uma figura de unicórnio desenhada em um livro.
– Olha, filho, um unicórnio!
– Não, mamãe. Unicórnios não existem. É um cavalo com chapéu de aniversário.
(Otto, 3 anos)
Sou psicóloga e, certo dia, durante uma sessão com Pedro, ele refletiu:
– Para tudo tem jeito. Só não tem jeito para a vida!
(Pedro, 6 anos)
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Voltando da escola, o Lucas comentou que sentiu dor de cabeça de novo. Eu disse:
– Na segunda-feira vamos ao oftalmologista. Poder ser problema de visão.
– Hum, mamãe, será que eu tenho “estragamachismo”?
(Lucas, 10 anos)
Estávamos dentro do carro e comentei:
– Bom, agora vou ler a cartinha de dia das mães que o papai escreveu para mim.
Ao que ele completou:
– Esse ano eu mandei a sua cartinha por e-mail.
No banco de trás, a Cecília interrompeu:
– E meio? E a outra metade? Você vai mandar no aniversário dela?
(Cecília, 9 anos)
Eu estava trocando a Ana depois do banho e ela olhando pra mim:
– Mamãe, que bonito seu peito.
– Quando você crescer o seu vai ser assim também, sabia?
– Ah é? Assim pra baixo?
(Ana Clara, 4 anos)
– Papai, você sabe como se fala mortadela em inglês?
– Não, filho!
– Presunto.
(Daniel, 4 anos)
– O que vocês vão dar de presente de dia das mães pra mim?
– Obediência… Foi o que você pediu.
– Então por que você já não está sendo obediente?
– Porque ainda não é dia das mães.
(Julia, 10 anos)
Arthur entra no banheiro, faz o número dois e grita:
– Acabei!
Chego ao banheiro me arrastando e escuto:
– É… vida de mãe não é fácil!
(Arthur, 4 anos)
– Théo, o namorado da sua mãe é o que seu?
– Inimigo.
(Théo, 4 anos)
– Raul, falta pouco para que mamãe não consiga mais te pegar no colo.
– Então aproveita, mamãe.
(Raul, 5 anos)
No dia das mães:
– Tia, Feliz dia das Mães. A senhora não é mãe ainda mais um dia vai ser.
(Ângelo Gabriel, 6 anos)
Após minha filha ter tomado banho num dia frio, saímos do banheiro e tentei aquecê-la o mais rápido possível. Sequei o corpo todo, enrolei o cabelo dela na toalha e coloquei a roupa e as meias nos pés. Abracei-a e perguntei:
– Você quer um casaquinho também?
– Sim.
E acrescentou:
– Mamãe, você me conhece tão bem!
(Lavínia, 5 anos)
Théo acordou e disse:
– Feliz dia da mãe.
– Filho, é dia “das mães”.
– Mais eu só tenho uma.
(Théo, 4 anos)
– Mas gente! Como foi que tudo começou? O mundo, as pessoas…? Como nasceu a primeira pessoa? Ela chegou sozinha na Terra? Era bebê? E quem cuidou? Não é possível! Já tinha que ter pelo menos uma mãe por aqui antes!
(Vicente, 5 anos)
Filipe estava com febre e me pediu colo. Eu disse que só poderia ficar um pouco com ele no colo e ele respondeu:
– Mamãe, do ponto de vista psicológico, seu colo é o melhor remédio.
(Filipe, 7 anos)
Meu filho aprendeu o que era um clone e me disse:
– Mãe, queria muito clonar você!
– Ué. Mas, por quê?
– Porque aí eu mandava o clone trabalhar e ficava em casa com a mãe verdadeira.
(Wayne, 5 anos)
Com cara de espanto, Liz me pergunta:
– Tia, você chama a sua mãe de mãe?
– Sim, todos os filhos chamam suas mães de mãe.
– Não, o papai chama a vovó de “veia”.
(Liz, 7 anos)
– Mamãe, por que o sol fica no céu?
– Porque ele precisa iluminar o mundo inteirinho, filho.
– Mas por que ele faz isso?
– Ah, pensa como tudo ficaria sem graça sem ele…
– Então você é o meu sol, né?
(Arthur, 7 anos)
– Mamãe, pra que serve o sol?
– Ah, pra deixar a gente quentinho e feliz…
– Igual você, mamãe?
(Alice, 6 anos)
#publicidade Ser mãe é ser o Sol na vida de quem mais se ama. É ser aquela pessoa que move montanhas pela segurança e pela saúde de seus pequenos, que acompanha e ilumina cada passo deles. Mas até o Sol, com toda a sua magnitude, precisa de cuidados de vez em quando. Em alguns desses momentos, você pode contar com Novalgina, que age rápido* na dor e dura por horas**. Feliz Dia das Mães para todos os Sóis que nunca deixam de brilhar! ☀💚@novalginaoficial
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NOVALGINA® (dipirona monoidratada). Indicação: analgésico e antitérmico. M.S.: 1.8620.0018. O USO DO MEDICAMENTO PODE TRAZER ALGUNS RISCOS. Leia atentamente a bula. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Maio/2024.
MAT-BR-2402023.
Trabalho em uma escola. Certo dia, Augusto veio me mostrar que ganhou um relógio novo. Elogiei o relógio, mas notei que horário estava errado:
– Quer que eu ajuste pra você?
– Não precisa, tia. Cada um tem seu tempo…
(Augusto, 6 anos)
– Bernardo, estás com soluço?
– Sim, mãe.
– Você quer água?
– Sim. Um copo d’água e um susto.
(Bernardo, 4 anos)
– Eu vou tomar o Patatá, dançar, curtir, ficar de boa!
(Zayn, 5 anos)
Estávamos no Uber eu conversava com o pai da Bela. No meio da conversa, eu disse:
– Isso é fácil de resolver: uma tabela, com todas as infor…
Ela me interrompeu:
– Me matar?! Por quê?!
– Como assim?
– Você disse: um mata a Bela.
(Bela, 3 anos)
André vinha conversando com Uber:
– O que você vai ser quando crescer?
– Jogador de futebol.
– E em que posição você joga?
– Em pé.
(André Luis, 5 anos)
Qual é a melhor coisa de ser criança, Martim?
– Soltar pum sem sentir vergonha.
(Marlim, 6 anos)
Minha filha, para uma colega de trabalho:
– Eu posso fazer um desenho pra você. Você quer?
– Quero, claro! Que desenho vai fazer?
– Eu vou fazer você. Mas só tenho uma pergunta: você gosta de azul, lilás ou rosa?
– Eu gosto de lilás.
– Ah, que bom! Porque eu não tenho canetinha branca para fazer o seu cabelo.
(Adelle, 5 anos)
Moramos no interior do Pará e nossa região está muito seca e com muitas queimadas. Passamos em um local pegando fogo outro dia e a Luna falou assustada:
– Misericórdia, mãe, quanto fogo! Sangue do “carneiro”!
(Luna, 6 anos)