O pai chegou na sala e perguntou:
– Aaliyah, você tem lição de casa?
– Não, papai, só lição de escola!
(Aaliyah, 5 anos)
O pai chegou na sala e perguntou:
– Aaliyah, você tem lição de casa?
– Não, papai, só lição de escola!
(Aaliyah, 5 anos)
Depois de jantar, Pedro me perguntou:
– Ná, você não vai jantar?
– Não, estou esperando a azia passar.
– Quem é azia?
– É tipo uma dor de estômago.
– Ah, achei que era alguém que ia passar aqui.
(Pedro, 8 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora.
Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
Fiz uma vitamina de morango com leite para a Liz. Ela não quis tomar e se justificou:
– Dinda, sabe o que é? Eu gosto de leite condensado, não gosto muito de leite “semdensado”.
(Liz, 3 anos)
Passando por uma rua cheia de buracos e pedras, Maitê disse:
– Mãe, lembra quando era pequena eu falava “péda” e era errado?
– Lembro. E agora, como você fala?
– Préda.
(Maitê, 5 anos)
Estávamos num jantar e falei pra Luana dar um beijo na bisavó (que já estava com 97 anos). Sempre muito agitada, ela subiu correndo na cadeira de rodas e pulou no colo da bisa pra dar um beijo.
– Luana, cuidado, assim você vai amassar a sua bisa!
– Mas, mamãe, ela já é toda amassadinha.
(Luana, 4 anos)
Na consulta médica, as meninas estavam brincando e correndo pelo consultório. A médica perguntou para a mais nova:
– Mari, quem é que apronta e dá mais trabalho para sua mãe? Você ou sua irmã?
– O papai.
(Mari, 3 anos)
Sou professora de inglês. Estava em aula e perguntei para minha aluninha:
– What’s your favorite hobby? (Qual seu hobby favorito?)
Ela ficou alguns segundos pensando e eu complementei a pergunta:
– Se você pudesse escolher qualquer coisa para fazer agora, o que faria?
– Sleep! (Dormir!)
(Laura, 8 anos)
Na escola da minha filha aconteceu um evento relacionado a Nossa Senhora de Nazaré. Voltando pra casa, ela perguntou?
– Mãe, eu sou “cólica” ou “angélica”?
*católica ou evangélica
(Ayla, 5 anos)
Estávamos conversando entre primos a respeito dos nossos anos de nascimento. Um deles disse que nasceu em 1986, outro em 1989, outro em 1992. Aí perguntamos para nossa prima de 10 anos:
– De que ano você é?
– Do 5º ano A.
(Loise, 10 anos)
Eu tenho um brinco com um pingente do Divino. Minha filha viu e perguntou:
– Mamãe que pássaro é esse?
– É o Divino Espírito Santo, filha.
– Ele é o pet de Deus?
(Pippa, 5 anos)
Sempre que levo meus alunos ao parque, crio algumas regras para não haver bagunça. Certo dia, antes de sair da sala, esqueci de falar os combinados. Na hora, Lucas parou toda a fila e começou:
– Estamos esquecendo de algo, não é mesmo colegas? Vamos todos sem correr e quando a tia chamar para voltar, não vamos enrolar! Combinado, infantil? Agora vamos, turma!
(Lucas, 4 anos)
Dia desses, fui inventar de pular uma cerca, caí e machuquei a perna. Minha afilhada veio falar comigo:
– Mulher, por que fez isso? Podia ter passado uma perna de cada vez. Olha, quando escutar alguma coisa dentro de você mandando fazer, não faz não, porque tu se machuca todinha.
– Ah, mas e se dentro de mim eu estiver escutando minha intuição?
– Ah, aí tu vai ter que procurar um médico, porque tá ficando doida.
(Manuela, 6 anos)
Maitê viu a foto de uma amiga minha com seu bebezinho no colo e me perguntou:
– Quem é, mamãe?
– É uma amiga da mamãe que teve um bebê.
– Ué, não tem mais?!
(Maitê, 3 anos)
Depois do banho, Daniel me abraçou forte e muito gostoso.
– Filho, agora eu também preciso tomar meu banho para poder deitar. Estou sujinha.
– Mãe, você está cheirosa, com cheirinho de mamãe.
– E como é esse cheirinho?
– Cheirinho do creme de amaciar – hidratante.
(Daniel, 7 anos)
– Filho, vamos nos arrumar, pois hoje é dia de ver o seu irmãozinho no ultrassom.
– Eba! Você também vai?
(Lorenzo, 3 anos)
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Estávamos atravessando uma avenida com minha sobrinha e comentei:
– Quando você atravessar a rua, precisa segurar nas mãos da mamãe, do papai, da titia, da vovó… para poder ficar segura!
– Mas, tia, eu só tenho duas mãos!
(Bruna, 4 anos)
É comum ouvirmos Théo cantando sozinho as canções que aprende na escola. Essa semana ele apareceu com a seguinte versão:
– Se o espírito de Deus se move em mim, eu danço como a Rita Lee!
Levantou e seguiu rebolando pelo quarto:
– Eu daaanço, eu daaanço, eu danço como a Rita Lee!
(Théo, 2 anos)
Ligamos para pedir uma pizza de quatro queijos (a favorita do Antonio), mas não tinham esse sabor. Então perguntei pra ele:
– Filho, não tem quatro queijos. Quer outro sabor?
– Ah, então pode ser de quatro frangos.
(Antonio, 4 anos)
Amanda estava sentada no sofá tomando sorvete e assistindo TV. Passei por ela e vi que o sorvete já tinha derretido:
– Nossa, filha, que gostoso, tomando milk-shake?
Ela ficou brava, olhou pra mim e falou:
– Não é “seu-kshake”, é “meu-kshake”!
(Amanda, 3 anos)
Na reunião de pré-adolescentes da igreja, ensinando sobre o caráter de Deus, o professor perguntou:
– Alguém sabe o que é ser imutável?
A Luiza, levantando a mão, respondeu:
– É quem não paga multa!
(Luiza, 9 anos)
Estávamos conversando sobre ter um segundo filho e meu marido comentou:
– Amor, eu não quero mais filho.
Gabriel estava por perto, escutou a conversa e respondeu, com os olhinhos marejados:
– Então eu também não quero mais pai!
– Calma, Gabriel! O que eu disse é que não quero um outro filho…
E ele, enxugando as lágrimas:
– Então eu também não quero outro pai.
(Gabriel, 3 anos)
Isadora pediu para a mãe contar a história da Bíblia que fala sobre a grande pesca. Ela começou:
– Havia três homens no barco com Jesus: Pedro, Tiago e João. Eles tinham passado a noite toda no mar, mas não pescaram nada…
Ela interrompeu animada:
– Ah, sim, mamãe, igual naquela musiquinha: “Pedro, o Diabo e João no barquinho… no mar da Galileia!”
(Isadora, 4 anos)
Giovanna chegou da aula super emocionada e empolgada:
– Giovanna, o que você aprendeu hoje?
– Eu aprendi a chamar a professora de inglês.
– Sério? E como é?
– Pincher!
(Giovanna, 9 anos)
– Maju, você almoçou na escola hoje?
– Sim.
– O que você comeu de gostoso?
– Arroz, feijão e franguinho desviado.
(Maria Júlia, 3 anos)
Eu havia prometido levar a Marcella para andar de ônibus, mas estava demorando. Certo dia, ela veio com essa:
– Mamãe, você quer que seus sonhos se tornem realidade?
– Claro, filha!
– Então, por falar em realidade, quando eu vou andar de ônibus, hein?
(Marcella, 5 anos)
Meu filho estava jantando e eu perguntei:
– Filho, tá gostoso?
– Eu tô, mamãe. E você?
(Paco, 3 anos)
Estava explicando as placas de trânsito para o Pedro e mostrei a placa de “proibido estacionar e parar” que tem a letra E e dois riscos cruzados. Depois, passamos por uma placa de apenas “proibido estacionar”, que tem a letra E e apenas um risco. Apontei e perguntei:
– E essa? Sabe o que significa?
– Sei! Significa que acabou a tinta!
(Pedro, 6 anos)
Era o aniversário da Marcella. Já era noite, hora de dormir, mas ela ainda queria brincar.
– Mamãe, eu queria que a Terra parasse de girar.
– Por quê, filha?
– Porque eu quero que esse dia nunca acabe.
(Marcella, 5 anos)
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Jader estava no banco de trás do Corcel do seu avô quando perguntou:
– Vô, quando você morrer, dá esse carro pra mim?
– Uai! Dou, menininho.
– Mas… vai demorar muito?
(Jader, 7 anos)
– Mãe, eu tenho uns 10% de medo de você e 90% de amor.
– 10% filha? Mas isso é muito.
– Não é, não. As minhas amigas têm 40% de medo das mães delas. Mas a gente pode reduzir isso aí pra uns 5%… É só você colaborar!
(Ella, 9 anos)
Na loja de brinquedos, Gustavo passou um tempão olhando tudo até que pegou uma boneca e disse:
– Vou levar essa bebezinha, mamãe.
– Você vai levar uma boneca? Mas é de menina!
Ele olhou para a boneca, olhou para mim e depois para o pai que segurava nosso segundo filho no colo e disse:
– Cuidar de bebê não é coisa de menina.
(Gustavo, 3 anos)
Eu e minha mãe estávamos ensinando meu irmão a falar “Doçuras ou Travessuras” na hora de pedir doces no Halloween. Minha mãe pediu novamente para ver se ele tinha aprendido direitinho:
– Como que tem que chegar nas casas mesmo?
– Caminhando.
(Davi, 6 anos)
Fui comer sushi pela primeira vez com meu pai e estava super ansiosa. Notando meu desespero, ele perguntou:
- Bia, por que você está tão nervosa? Calma, filha.
Eu pretendia dar uma resposta com uma palavra bonita pra soar mais inteligente. Eis que lancei:
- Desculpa, pai. É que eu nunca comi essas comidas eróticas.
(Ana Beatriz, 8 anos)
Hoje de tarde fui à capela de casa fazer uma oração com minha filha, minha madrinha e minha afilhada. Eis que sentamos no banco para rezar e minha afilhada começou:
– Santa Marina, mão de Deus, rogai por nós pecadores. Já tá na hora da nossa morte, amém.
(Luara, 4 anos)
Estava lendo um livro pro Davi e nele dizia que as águas vivas estão no planeta há milhares de anos, muito antes dos dinossauros. Ele me interrompeu dizendo:
– Igual a bisa, mamãe!
(Davi, 3 anos)
Estávamos no mercado e minha filha escolheu um Guaraná Antarctica pra beber. Perguntei pro Lucas:
– Filho, qual você vai escolher?
– Quero esse: Guaraná Jesus.
– Guaraná Jesus? Por quê?
– Porque eu sou de Deus.
(Lucas, 7 anos)
– Ana Cecília, tu sabe o que é cio? — temos duas cadelas em casa.
– Claro, Marcela. É o presidente de uma empresa.
(Marcela, 7 e Ana Cecília, 8 anos)
– Pai, vamos viajar de avião?
– Mas você não tem medo de voar de avião, filho?
– Não, eu tenho medo que ele caia.
(Gabriel, 5 anos)
– Mamãe, como fala “batata” em inglês?
– É “potato”, filha.
Depois de alguns segundos refletindo, ela comentou:
– Então é igual ao “poteitô” solar, né?
(Catarina, 2 anos)
Estávamos em uma lanchonete e quando já estava quase no final do hambúrguer, o Gui perguntou:
– O hambúrguer é feito de carne?
– É, sim, filho.
– Não gostei disso!
– Mas, Gui, sem carne o hambúrguer perde a graça.
– Desde quando hambúrguer é piada?
(Guilherme, 6 anos)
Estávamos numa festa de aniversário e as crianças estavam brincando no pula-pula. A certa altura, meus primos trombaram dentro do brinquedo. Minha prima desceu com a mão na barriga e fazendo careta:
– Nossa, o Júnior quase quebrou meu fígado.
(Maria Elena, 9 anos)
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#frasesdecriancas
Sou enfermeira e toda vez que minha filha vai com o pai me deixar no hospital, por segurança, eu não a deixo entrar. Um dia, fui deixá-la na escola e já na porta ela veio despedir. Eu comentei:
– Mas, Ágatha, vou lhe deixar na sala.
– Mamãe, aqui é minha escola. Eu não posso entrar no seu trabalho. Então eu vou sozinha.
(Ágatha, 3 anos)
Estávamos ajeitando as cartas pra jogar UNO e a Alice chamou o pai, que estava fazendo exercícios físicos, para participar:
– Papai, vem jogar com a gente.
Ele respondeu, brincando:
– Mas esse jogo não vai me deixar forte!
– Mas vai te deixar esperto!
(Alice, 6 anos)
Ricardo sempre vai a missa conosco e recentemente começou a mostrar curiosidade sobre a hóstia. A avó explicou que se trata do corpo de Cristo e deixou que ele a acompanhasse no momento da comunhão. Ao ver a hóstia de pertinho, ele reclamou em alto e bom-tom:
– Mas onde está o corpo, vovó? Aqui só tem a cabeça!
(Ricardo, 6 anos)
Hoje passamos em frente a um hotel para pets e vimos uma propaganda de creche para cães que estimulava a socialização dos animais. Comentei com o Ângelo:
– Poderíamos trazer o nosso cãozinho aqui, ele ficar mais social…
– Mas, mãe, eu não quero um cachorro socialista.
(Ângelo, 9 anos)
Miguel está na fase do desfralde. Certa noite, ao sentir dor de barriga, eu disse para ele tentar evacuar no vaso, mas ele estava relutante. Cansada, comentei:
– Meu amor, se você fizer cocô no vaso eu te dou o que você quiser de presente. O que você quer?
– Mamãe, eu quero uma fralda de presente.
(Miguel, 3 anos)
Estávamos ensinando para o Raul que mulheres dizem “obrigada” e homens dizem “obrigado”.
– Mamãe, eu falo “obrigado”?
– Isso, Raul! E a mamãe fala “obrigada”. Vamos treinar. A mamãe vai te agradecer porque você fez algo bom: obrigada, Raul!
– De nado.
(Raul, 3 anos)
Lucca estava chateado comigo e queria expressar sua raiva de alguma maneira. Pensou e soltou:
– Sua… sua… sua… sua lagosta!
(Lucca, 5 anos)
– Gael, você pensa em doar seus órgãos?
– Olha, mãe, eu acho que vou vender.
(Gael, 10 anos)
Théo pegou um livro pra ler:
– Oba! O Gato de Bostas!
(Théo, 4 anos)