– Mamãe, corre aqui pra ver esse vídeo. Olha essa vovó dançando. Dá até vontade de chorar.
– Por que você vai chorar, filho?
– É o vídeo mais lindo que já vi. Dá uma coisa boa no coração.
(Heitor, 7 anos)
– Mamãe, corre aqui pra ver esse vídeo. Olha essa vovó dançando. Dá até vontade de chorar.
– Por que você vai chorar, filho?
– É o vídeo mais lindo que já vi. Dá uma coisa boa no coração.
(Heitor, 7 anos)
Mamãe, sabia que o papai e você poderiam ter um canal no YouTube?
– Sério?!
– Sim! O papai poderia falar sobre como construir coisas. E você… poderia ensinar como cheirar e beijar as pessoas. Gosto muito dos seus beijos e cheiros!
(Miguel, 5 anos)
Eu estava conversando com meu esposo e falei:
– Já agendei meu médico.
A Fernanda rápida e sarcástica, me questionou:
– Mas você tem um médico? É dona dele?
(Fernanda Gabrieli, 3 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um up grade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
Todos os dias, busco minha filha de 17 anos na escola e dou carona para a Cecília, de 8 anos. Outro dia, no carro, comentei:
– Cici, hoje eu dei bronca na Duda porque ela se atrasou para pegar carona com vocês na ida para a escola.
Ela, que adora a Duda, respondeu:
– Tia, não dê bronca na Duda. A culpa foi do meu elevador. Ele que desceu rápido demais.
(Cecília, 8 anos)
Meu neto se machucou jogando futebol e falei que passaria Gelol:
– Felipe, abaixe a bermuda. Mas, segure o pipi porque vou espirrar perto da virilha.
– Vó, não é “pipi” que fala. É “pix”.
– Que pix, Felipe? Onde você aprendeu isso?
– Minha professora que ensinou.
– Ela não ensinou que era pênis?
– Isso! Pênis.
(Felipe, 7 anos)
Durante a conversa da noite aqui em casa a Olívia estava mostrando uma picada nova no joelho e eu falei:
– Mas filha, a gente passou repelente hoje. Como que o mosquito picou aí?
– Mas é que ele não sabia, mãe.
(Olívia, 3 anos)
Mateus estava fazendo a tarefa de catecismo e diante de uma dúvida eu disse:
– Filho, em primeiro lugar devemos amar a Deus.
Para me certificar do entendimento dele, perguntei:
– Filho, quem você ama em primeiro lugar?
– Deus.
– E em segundo lugar?
– O papai.
– Como assim o papai? Achei que em segundo era a mamãe.
– Ué, era você. Mas você colocou Deus na história.
(Mateus, 6 anos)
Pedro estava chorando porque não queria ir para a casa do pai. A tia viu ele chorando e falou:
– Pedro, você é um falso sábia? Quando não é dia de ir para a casa do seu pai, chora porque quer ir. Quando é dia de ir, chora porque não quer.
– Tia Marina, eu não sou falso! E sabe por quê? Porque eu nem sei o que é isso.
(Pedro, 5 anos)
Catarina chegou na casa da vovó, que perguntou:
– Cadê sua mãe, Cata?
– Tá no trabalho.
– E seu pai?
– Vovó, não se preocupe, eles são adultos.
(Catarina, 4 anos)
– Vovô, sabia que eu gosto mais quando você me busca na escola?
– É mesmo? Então conta isso para a vovó!
– Não! Isso é nosso segredo!
Quando chegaram em casa, encontraram com a avó, que comentou:
– Martim, amanhã é minha vez de te buscar. Mas só porque você disse que gosta mais quando eu te pego na escola!
(Martim, 6 anos)
A filha da minha amiga ficou comigo lendo um livro. Dali a pouco, notei que ela estava no videogame:
– Sara, pode jogar, mas não deixa a sua mãe saber.
– Pois fica aí na janela olhando. O carro dela é cinza, tem 8 na placa e é caolho de noite.
(Sara, 6 anos)
Minha avó estava lendo a Bíblia e meu irmão chegou:
– Vó, o que você tá lendo aí?
– É a Bíblia. Agora eu estou lendo o livro de Coríntios.
– Ahh tá. Aí depois você vai ler Vasco e Flamengo?
(Eduardo, 4 anos)
– Filho, queres dançar na festa junina?
– Não, não quero.
– Por que não dançar?
– Porque não quero querer, pois se eu quiser, eu posso gostar e se gostar, vou querer. E não quero gostar para não querer. Quando eu não puder dançar, vou ficar triste porque querer e não poder é sofrimento.
– Mas você pode dançar, fio!
– Mas eu não quero.
(José Otávio, 9 anos)
Sou psicopedagoga e estava eu explicando com tranquilidade como Beatriz deveria realizar um teste. Ela comentou:
– Você é muito paciente com crianças!
– Beatriz, você entendeu o que é pra fazer?
– Claro que sim! Explicando assim qualquer um entende, vou falar pra minha professora fazer igual você!
(Beatriz, 8 anos)
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– Bah, mãe, que perigo! A gente entrou na piscina à noite e nem passou o protetor lunar.
(Penélope, 7 anos – em memória)
==
– Mãe, eu já contei quase mil cabritinhos e não consegui dormir. Posso trocar por porquinhos pra ver se o sono chega?
(Penélope, 7 anos – em memória)
– Pai, você é de direita ou esquerda?
– Como assim, filha?
– Você escreve com qual mão, direita ou esquerda?
(Lívia, 7 anos)
Ana e Bento dormem no mesmo quarto. Outro dia, ela reclamou:
– Bento, para de roncar!
– Eu não tô roncando, é o meu nariz.
– Ah… então não respira, só dorme.
(Ana, 5 anos e Bento, 3)
Estávamos jogando UNO em família e o Arthur estava sem sorte. A certa altura, ele se irritou e disse:
– Os humilhados serão assaltados.
(Arthur, 8 anos)
Meus filhos estavam discutindo quando a Maria Rita falou:
– Você é um diabético!
O Gabriel, indignado, veio reclamar comigo e perguntei:
– Gabriel, você sabe o que quer dizer a palavra diabético?
– Só pode ser alguma coisa de diabo, né? Diabético!
(Gabriel, 10 anos e Maria Rita, 7)
Estávamos na praia com um grupo. De repente, alguém contou uma piada e todos começamos a gargalhar. A dentadura da amiga de minha mãe caiu no mar. Tentamos achar, mas não conseguimos. Meu padrasto tirou a dele e ofereceu. Mas ela ficou chateada, bateu na mão dele e a dele também caiu na água. Voltaram os dois tristes e desdentados para areia. Ela começou a chorar. Vendo a cena, meu filho tentou consolar:
– Não chora, não, tia. Seu dentinho vai nascer de novo.
(Caio, 4 anos)
Depois de pedirmos inúmeras vezes para o Gabriel ir tomar banho, ele foi meio a contragosto e enquanto estava no chuveiro falou:
– É muito difícil ser criança.
– Ué, por que é difícil ser criança?
– Porque não tem ninguém pra gente mandar.
(Gabriel, 5 anos)
– Bernardo, qual sabor de sorvete você quer?
– Sabor grande!
(Bernardo, 1 ano e 9 meses)
– Mãe, se o shampoo é rosa, por que a espuma fica branca?
(Ana Leticia, 6 anos)
Eu estava no banheiro e sozinha em casa com meu filho. Eu o chamei e ele gritou lá do outro banheiro:
– Tô fazendo cocô!
– Espere aí que eu já vou te limpar.
Logo ele apareceu na porta de onde eu estava e comentou:
– Eu me limpei sozinho e ficou limpinho. Porque depois passei o dedo no bumbum e não sujou!
(Eduardo, 3 anos)
– Vem aqui, bonitinha, para eu te dar um beijo?
– Mamãe, “bonitinha” empobrece a língua portuguesa. É linda!
(Fefe, 8 anos)
– Que saudade de quando você estava na minha barriga e éramos um só.
– Como assim?
– Estávamos o tempo todo juntinhos.
Ele se aproximou e sussurrou no meu ouvido:
– Já sei, mãe, me engole!
(Benício, 7 anos)
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#publicidade Normalmente pensamos que somos os únicos responsáveis por ensinar as crianças com quem convivemos, mas muitas vezes não nos damos conta do quanto aprendemos com elas. Isso acontece na expressão de afetos e sentimentos sem filtros, na demonstração de dependência para coisas triviais, na forma como, com sua pureza, nos mostram como à vida pode ser mais simples e também com as pérolas que nos comovem, desconcertam e nos ensinam. Na semana do Dia das Mães, fizemos essa seleção de frases em parceria com @nestleninho para celebrar o aprendizado de todos os dias que nossas crianças nos proporcionam.
*Sobre anúncios no Frases de Crianças: o blog não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de publicidade e parcerias é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos.
– Você sabia que nós temos 3 fases de infância?
– Temos, Nicolas? Não sabia! Quais?
– Sim. Temos a 1° fase que é quando somos crianças e podemos brincar. A 2° fase é quando somos adultos e podemos brincar com nossos filhos. A 3° fase é quando somos avós e podemos brincar com nossos netos.
(Nicolas, 6 anos)
Era hora de dormir e eu disse:
– Filho, eu te amo daqui até a lua.
– Mamãe, eu te amo daqui até o ventilador.
– Como assim?
– A lua tá muito longe. Eu gosto de te amar de pertinho.
(Isaac, 5 anos)
Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas ao mesmo tempo sem querer podar sua autonomia, comentei:
– Está pronta, filha? Não prefere colocar uma sandália? Acho que fica mais elegante…
– Mãe, a gente se veste elegante para passear, ir em uma festa ou no shopping, não para falar dos nossos sentimentos. Na terapia a gente vai vestido “da gente mesmo”.
(Olívia, 7 anos)
Meu marido, minha filha e eu estávamos conversando, quando ele me perguntou:
– Se você tivesse um único pedido a fazer, o que você pediria?
– Queria meu irmão de volta – meu único irmão que faleceu.
– E você, filha?
– Daria o meu pedido para a mamãe para o desejo dela se realizar mais rápido.
(Amanda, 8 anos)
– Uma menina da sala da Nina fez uma festa e não convidou cinco crianças, entre elas a Nina.
Ela estava bem triste em casa e perguntei:
– Filha, se você fizesse uma festa amanhã, convidaria quem não te convidou?
– Sim. Porque não quero que ela sinta o que eu senti.
(Nina, 11 anos)
Estava ensinando a Maria Alicia a andar de bicicleta sem rodinhas quando ela me pediu para deixá-la ir sem segurar. Quando soltei, ela gritou:
– Eu lembrei que não aprendi a parar!
(Maria Alicia, 5 anos)
– Filho, o que você está estudando em ciências?
– As transformações da água.
– E como chama quando ela passa para o estado líquido?
– Liquidação.
(Davi, 10 anos)
E dessa forma eu fui convidada para minha primeira homenagem de Dia das Mães:
– Mãe, vai ter um dia para as mães no meu colégio e eu tenho que levar uma mãe. Se você quiser ir, pode ser você, viu?
(Leonardo, 3 anos)
Eu estava no quarto fazendo minhas orações há uns 5 minutos e minha filha estava junto. De repente, ela me interrompe:
– Já deu, mãe. Tá na hora de dizer amém e ir fazer minha mamadeira.
(Heloise, 3 anos)
Minha filha gosta dos clássicos de princesas. Estávamos brincando de Cinderela, quando ela deitou no chão, fechou os olhos e disse:
– Agora eu caí num sono profundo.
– Vou te dar um beijinho e você vai acordar, minha princesa!
– Não, beijo não! Me dá comida!
(Beatriz, 3 anos)
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Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
| – Pai, o que é ser um homem de verdade? O pai ficou pensativo e ele mesmo respondeu: – Eu tenho a minha opinião. Um homem de verdade não é só aquele que sustenta a casa. Isso é obrigação. Homem respeita, ajuda os outros… Quando eu crescer, quero ser um homem de verdade, igual a minha mãe. (Kayo, 8 anos) |
| Meu filho ganhou R$ 100,00 da tia e eu sugeri: – Mateus, você aproveita e já compra o meu presente de Dia das Mães. – Nãããão… Seu presente de Dia das Mães vai ser uma apresentação. (Mateus, 9 anos) |
| Meu sobrinho estava passando o fim de semana em minha casa quando, do nada, saiu correndo e desvirou o chinelo. Em seguida, olhou para mim, suspirou e disse: – Ufa! Acho que minha mãe só desmaiou. (Lorenzo Phelipe, 6 anos) |
| – Mãe, sabia que tem gente que tem duas mães namoradas? – Sim. E o que que tem? – Nada, só acho muita sorte porque as mamães sempre cozinham melhor. (Alícia, 5 anos) |
| Minha sobrinha foi criada comigo desde bebezinha e temos uma ligação muito forte. Mas agora eu moro em outro estado. No último Dia das Mães ela me ligou: – Feliz Dia das Mães! – Obrigada! Mas eu ainda não sou mãe. – Ué, você não lembra que também é minha mãe? (Lorena, 6 anos) |
| Estávamos no mercado e a Júlia pediu pra comprar chocolate. Então eu perguntei: – Filha, você gosta mais de chocolate ou da mamãe? – De chocolate! Fez uma breve pausa e completou: – Porque você eu amo! (Júlia, 3 anos) |
| – Filho, cadê meu presente? Tu não comprou nada até agora. – Mãe, só quando o cartão virar. (Antônio Luca, 3 anos) |
| Estava lavando a cozinha, minha filha chegou descalça querendo me ajudar e falei: – Filha, é perigoso. Você pode cair. Ela insistiu e eu retruquei: – Se você cair eu vou dizer “eu te avisei”. Cinco minutos depois, eu cai. Ela me olhou com cara de deboche e disse: – Eu falei, né? (Manuella, 3 anos) |
| João estava me contando que na sala da escola dele tem um menino muito agitado. – Mãe, ele acha que pode fazer o que ele quiser na escola. – Serio, filho? Isso não está certo. – Eu sei, ninguém pode fazer o que quiser, né? Só o que a mãe deixa. (João Alberto, 5 anos) |
| – Mamãe, quero mais um irmão. Mas agora eu quero que venha uma menina. – Ah, sim. Então, você que vai cuidar, trocar fralda, dar a mamadeira e acordar a noite se ela chorar? – Mamãe, eu quero uma irmã, não quero ser mãe. (Maria Luíza, 5 anos) |
Estávamos conversando antes de dormir:
– Eu não quero mais conversar, mamãe.
– Tá certo, Lucca. Então dê boa noite pelo menos.
– Boa noite, pelo menos.
(Lucca, 2 anos)
Nicolas queria mamar. Mas depois que deitou no meu colo, não quis mais. Eu disse:
– Meu amor, assim eu fico confusa…
Luiza, olhando a cena, disse:
– Não, mãe, quem está confuso é ele!
(Luiza, 6 anos e Lucas, 2)
Estava dando banho em meu filho caçula e disse:
– Você é meu tesouro! Minha filha estava brincando e quando ouviu, se levantou e perguntou:
– Mãe, e eu? Sou tua tesoura?
(Louise, 2 anos)
João Pedro tem uma pequena lagoa inflável com alguns patinhos para brincar enquanto toma banho. Hoje, eu sugeri:
– Filho, vamos encher a lagoa para os patinhos nadarem?
– Vamos, mamãe!
– Vamos encher com a mangueira?
– Não mamãe, vamos encher com água.
(João Pedro, 2 anos)
Tarde da noite e eu falo para o Marco:
– Filho, está na hora de parar de brincar e ir tomar banho!
– Não, mãe! Vai você. Primeiro as damas!
(Marco Aurélio, 6 anos)
#publicidade Ser mãe é poder descobrir um novo jeito brincante de levar a vida todos os dias. Que neste domingo todas as mamães se sintam inspiradas e capazes de resgatar o olhar de seus filhos pro cotidiano ficar mais leve e divertido 💙 (e nos outros dias também. Afinal, elas merecem!).
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A professora mandou uma mensagem pedindo às famílias para conversarem com as crianças, pois eles ficavam a aula inteira falando sobre Naruto.⠀
– Igor, a professora tá reclamando que vocês passam o dia todo falando de Naruto. Não pode, filho.⠀
– Mãe, eu tento falar de política com meus amigos, mas eles não entendem nada!⠀
⠀
(Igor, 8 anos)
– Filho, ano que vem não tem mais ovo de páscoa de criancinha. Já vai ser ovo de adulto.
– Que droga, vai ser amargo.
– E ovo de páscoa de adulto é amargo?
– Sim. Porque a vida deles é amarga…
(Miguel, 10 anos)
Em uma conversa sobre a aula de futebol, a avó comentou com a Mel:
– O Anthony falou que vai fazer um chute de bicicleta em você!
– Ah, é? Mas eu vou defender de patinete!
(Mel, 4 anos)
Estávamos em casa e minha filha, inquieta, perguntou:
– Mamãe, onde a gente vai?
– Pra lugar nenhum, minha princesa.
– Ah! Mas eu queria ir pra lugar “algum”!
(Taila, 3 anos)
– Papai, a gente também é animal?
– Sim, filhinha. O ser humano é um animal também.
– Nossa, a gente é bicho?
– Somos animais, só que inteligentes.
– Ah, pai, tá se achando, né?
(Sofia, 6 anos)
– Mãe, esse seu macarrão tá tão bom, que até tá dando vontade de falar palavrão.
(Caetano, 7 anos)
– Mamãe, não quero ficar de cabelo solto.
– Valentina, eu lavei seu cabelo, tem que ficar solto pra secar.
– Eu estou com calor. Faz uma bunda de cavalo no meu cabelo?
(Valentina, 3 anos)
Passamos por uma turbulência no avião e minha filha, dando gargalhadas, perguntou:
– Mamãe, você está pronta para cair?
(Maitê, 4 anos)
– Mãe, eu “ouvo” tudo que a senhora fala.
– Filho, não é “ouvo”, é ouço. Ovo é de galinha.
– E “ouço” é de cachorro, mãe.
(Mayron, 4 anos)
– Mamãe, agora eu sei a diferença entre Brigada Militar e Polícia Civil. Se apareceu um ladrão e se ela viu, é a polícia “se viu”!
(Leônidas, 5 anos)
Fomos algumas vezes na casa de um amigo chamado Reinaldo. Certa vez, meu filho perguntou:
– Por que a casa do Reinaldo não é um castelo?
– Como assim?
– Ué, reis não moram em castelos?
(Giovanni, 4 anos)
– Catarina, o que você vai ser quando crescer?
– Eu vou ser fantástica!
(Catarina, 4 anos)
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Qual é a melhor coisa de ser criança, Martim?
– Soltar pum sem sentir vergonha.
(Martim, 6 anos)
– Filha, como é olhar no espelho e ver que é tão linda?
– Oh, mamãe! Foste tu que me fizeste assim, porque cuidaste muito bem de mim na tua barriga… Mas eu acho que a tua mãe não cuidou muito bem da barriga dela.
(Isabel, 6 anos – Portugal)