TESTE DO PEZINHO

Anunciei para minha família que estava grávida. Um tempo depois, minha sobrinha me perguntou:
– Tia, de onde vem as crianças?
– Ah, Jhuli… elas são um presente de Deus.
– Mas, porque então ele não te deu um calçado?

(Jhuli, 9 anos)

E AÍ, BELEZA?

Estava levando minha filha para a creche e ela me viu triste.
– Mamãe, por que você está assim?
– Ah, filha. Estou triste.
– Por que você está triste?
– Estou me sentindo feia.
– Mamãe, eu te acho bonita.
– Ah, obrigada filha!
– Todo mundo te acha feia, mas eu te acho bonita.

(Flor, 4 anos)


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ETERNO ENQUANTO DURE…

Estava colocando meus filhos para dormir e sempre falo para eles o quanto os amo. Certa noite, Antônio respondeu:
– Te amo daqui até a galáxia mais longe, mãe.
Ao que Rafael completou:
– E eu te amo até o Beleléu!

(Antônio, 6 anos e Rafael, 3)


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A gata do César saiu correndo da casa e foi atropelada por uma moto na rua (não aconteceu nada grave). A mãe, aproveitou ocorrido para reforçar que ele não pode sair na rua sozinho em razão do perigo de acontecer algo semelhante. Ele respondeu:
– Mas, mãe, ela não olhou para os dois lados da rua antes de correr. Foi por isso que não viu a moto.

(César, 7 anos)


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– Eu gostaria que só houvesse crianças no mundo.
– E quem iria cuidar de todas essas crianças?
– Papai do céu!

(Letícia, 4 anos)


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– Mamãe, toca a música “a toa, a toa”?
– Que música é essa, Aurora?
– “Como poderei viver? Como poderei viver? Sem ‘a toa’, sem ‘a toa’, sem ‘a toa’ companhia”.

(Aurora, 2 anos)

Fiz um jantar de aniversário e, no final, meu enteado me ajudou a abrir os presentes. Quando terminamos, ele me perguntou:
– Você não ganhou nenhum doce?
– Não, meu amor! Adultos não ganham doces no aniversário.
Ele correu no quarto dele, pegou um doce que tinha ganhado no Natal e me entregou:
– Agora ganham!

(Davi, 8 anos)

O João acordou gritando e chorando no meio da noite:
– A Ana pegou! A Ana pegou!
Fui até ele e tentei explicar que era só um sonho, mas ele pulou em cima da Ana, que estava dormindo, ao que ela acordou gritando:
– É meu!

(João 2 anos e Ana, 4)

Estávamos no parquinho com nossos filhos, a avó e uma priminha. Eis que Emília pediu ao meu esposo:
– Você pode balançar mais alto?
Meu esposo pegou mais impulso e ela tornou a pedir mais velocidade, mais algumas vezes seguidas. Meu esposo então soltou:
– Mais alto? Tá doida? Assim você vai sair voando.
– Eu não sou doida, eu só gosto do perigo!

(Emília, 6 anos)

Outro dia, João Lucas levantou a blusa e disse:
– Mamãe, eu sou marrom.
Eu levantei a minha e perguntei:
– E eu, filho?
– Você é barriguda.

(João Lucas, 4 anos)

DIVANDO

– Mamãe, você é médica?
– Não, Agatha.
– Mas você trabalha no posto de saúde.
– A mamãe é psicóloga. A mamãe cuida dos sentimentos das pessoas.
– Ah! Então você é tipo uma médica do coração. Porque a gente sente com o coração.

(Agatha, 3 anos)

VELHA INFÂNCIA

– O que você tem, mamãe?
– Nada, filha. É coisa de adulto.
– Mas, você nunca me fala o que tem!
– Porque é coisa de gente grande. Quando você for um pouco mais velha…
Não terminei de falar e ela emendou:
– Você não vai falar porque vai ser coisa de idoso.

(Clara, 10 anos)

COREGUINHAS

Lorenzo estava fazendo tratamento odontológico. Certa tarde chegou em casa depois de uma extração e a tia perguntou:
– Arrancou o dente?
– Arranquei.
Conhecendo bem a peça, ela perguntou de novo:
– E o escândalo?
– Escandelei.

(Lorenzo, 6 anos)

AUTO LÁ

Gael é autista não verbal e aos poucos está aprendendo a se expressar. Outro dia, no caminho da escola, passamos em frente de uma oficina mecânica e ele perguntou:
– O que é isso?
– É uma oficina mecânica, filho.
Notei que ele ficou insatisfeito com minha resposta, então completei:
– É igual um hospital. No hospital se cuida de pessoas e na mecânica, de carros.
– Tadinhos dos carros, né mamãe?
Não sabia se ria ou se chorava. Para uma mãe atípica, é tudo poder ouvir o filho falar e fazer associações.

(Gael, 2 anos)

POLARIZA-SÔ!

Fomos comprar presente para um amigo do Rafa que faria aniversario.
– Pai, olha que copo legal! Vamos comprar um copo do Cruzeiro pra ele?
– Mas, Rafa, eu acho que ele é atleticano. Desse copo, você iria gostar. Que tal levarmos um copo do Galo pra ele?
A mãe interrompeu:
– Gente, peraí. Vocês não sabem para qual o time que ele torce?
E o Rafael:
– Gente, não vamos entrar nessas questões políticas polêmicas. Melhor escolher outro presente!

(Rafael, 7 anos)

JINGLE DE NINAR

– Mãe, o Natal acabou?
– Sim. Agora só ano que vem. Vamos dormir?
– Sim, mas canta uma música pra mim?
– Qual, filha?
– Aquela que diz assim: “dois hambúrgueres, alface, queijo molho especial, cebola, picles num pão com gergemlim”.

(Anna Luiza, 4 anos)

FELIZ DIA DOS NÃOMORADOS ;)

Criança não namora, mas tem opinião pra tudo.

Busquei minha filha na escola e era Dia dos Namorados. Ela veio dizendo:
– Mãe, meu amigo deu um chocolate de coração para minha amiguinha.
– É porque hoje é Dia dos Namorados.
– Então! Hoje é Dia dos Namorados, não das crianças.

(Helena, 5 anos)

Era Dia dos Namorados e eu estava dando aula de ballet para as meninas, quando Nicole perguntou:
– Professora, a senhora vai sair com o seu namorado hoje?
– Não vou, querida. Não tenho namorado.
Ao que a Valentina respondeu:
– Nem toda princesa precisa de um príncipe.

(Nicole, 7 anos e Valentina, 6)

– Filha, hoje é Dia dos Namorados. Posso arranjar um namorado pra ganhar um presente?
– Não, mamãe. Não! Você já tem o Dia das Mães e o Dia da Mulher. Já tá bom, chega.

(Laura, 7 anos)

– Mãe, quer ser minha namorada pra sempre?
– Aceito.
– Só Alelo, mãe.

(Elis, 3 anos)

– Mãe, quando eu for adulto, quero ter uma namorada “lelista”.
– E o que é uma namorada “lelista”, Caik?
– É uma namorada que lê livros!

(Caik, 5 anos)

– Mãe, quando eu crescer quero ser padre e ter uma namorada.
– Mas padre não pode namorar.
– E príncipe, pode?
– Príncipe sim.
– Então eu vou ser príncipe.

(Miguel, 4 anos)

– Filho, quando você crescer e estiver grandão, você vai dirigir, fazer compras e vai até ter namorada.
– Não, mamãe. Não quero ter namorada. Quero ter dinheiro!

(Augusto, 4 anos)

Professor falou pra Luiza:
– Hoje é meu primeiro Dia dos Namorados sem namorada.
– Estou no meu oitavo.

(Luiza, 8 anos)

– Elisa, o que eu dou ao tio B. de presente Dia dos Namorados? Não pode ser nada caro! Estou sem dinheiro!
– Hum! Não sei. Acho que uma blusa!
– Não! Blusa eu já dei e é caro!
– Ah, então um relógio!
– Não, muito caro! Tem que ser barato, lembra?
Elisa fala já irritada:
– Pois então dá sal. É barato!

(Elisa, 4 anos)

Alice disse que estava namorando com um amiguinho da igreja e a avó logo avisou que iria contar pro pai dela. Na mesma hora, ela disse:
– Não, vovó, você não entendeu! Eu disse que eu NÃO MORO com ele…

(Maria Alice, 4 anos)

Estava tomando café da manhã com minha enteada, quando ela falou:
– A ex ex ex ex ex ex-namorada do meu pai brincava que eu era um gatinho.
– Nossa! Seu pai tem muitas namoradas!
– Não, ele tem muita ex namorada.

(Julia, 7 anos)

O QUE É O AMOR?

Uma seleção de pérolas para aquecer essa manhã fria e derreter os corações mais duros 🙂 Feliz Dia dos Namorados 🙂

– Tia, vamos falar sobre coisas de crianças?
– Vamos. Começa você.
– O que é amor?

(Lais, 6 anos)

– O que é amor?
– É quando uma pessoa ajuda muito a outra, fala coisas bonitas e trata muito bem!

(Lanna, 8 anos)

– O que é amor?
– Amor é um negócio que faz a gente sorrir.

(Pedro, 3 anos)

Eduarda estava montando um quebra-cabeça e pegou uma peça que tinha um coração:
– Olha, tia, coração de amor!
Resolvi perguntar:
– Eduarda, o que é amor?
– Amor é lá em casa.

(Eduarda, 4 anos)

Estávamos falando “eu te amo” uma pra outra, então perguntei:
– Mercedes, fala pra mamãe, o que é amor?
– Amor é a vida!
– E o que é a vida?
– É da vida que eu gosto!

(Mercedes, 2 anos)

– O amor surge de repente.
– Mas, Lis, o que é amor?
– É quando gostamos muito de uma pessoa e as brincadeiras ficam melhor quando ela está junto.

(Lis, 7 anos)

– Amor é quando uma pessoa sente a outra pessoa.

(Marina, 6 anos)

Estava sem encontrar minha sobrinha por um ano em função da pandemia. Em uma chamada de vídeo, ela disse:
– Titia, estou com tanta saudade de você. Te amo muito.
– Também estou com muita saudade e amo muito você.
Na sequência, perguntei:
– O que é amor para você?
– É pensar em você no almoço, de tarde, no chuveiro e até a hora de dormir.

(Marianna, 5 anos)

Estávamos deitadas vendo um filme e de repente ela falou:
– Dinda, eu te amo.
– Eu também te amo, minha princesa. E você sabe o que é “eu te amo”?
– Eu te amo é amor.
– E o que é amor?
Ela revirou o olho e respondeu:
– Dinda, amor é de sentir e não de falar.

(Valentina, 3 anos)

– Filho, para você o que é amor?
– Ah, faz uma pergunta mais fácil, mãe.

(Theo, 6 anos)

TÔ FRITAS

Gabi estava contando sobre as férias para uma amiga:
– Eu fui dormir na casa da minha tia. Aí, meu tio colocou um mundo de batata frita no meu prato. E eu ia fazer o quê? Comer, né?

(Gabriela, 8 anos)

É PISTOLA

Sempre que vamos ao shopping e passamos em vitrines de brinquedos o Victor pede para eu comprar alguma coisa e respondo:
– Na volta a gente vê.
Ele me olhou firme e falou:
– Só se for na volta de Jesus, né?

(Victor, 7 anos)

OLHARES

Ontem minha sobrinha observava minha pele despigmentada pelo vitiligo – com as bordas irregulares e esfumadas – e me disse:
– Teté, você tá muito branquinha! Tá parecendo uma nuvem.

(Lara, 4 anos)

NÁRNIA

Estávamos brincando no quarto da Babi e ela disse que teríamos que atravessar um portal.
– Eu vou na frente e você fica aqui me esperando.
Ela começou a entrar no guarda-roupa e logo voltou correndo:
– Ah, fica com esse casaquinho aqui pra você porque pode esfriar.

(Bárbara, 5 anos)

NÃO FREUD

Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas ao mesmo tempo sem querer podar sua autonomia, comentei:
– Está pronta, filha? Não prefere colocar uma sandália? Acho que fica mais elegante.
– Mãe, a gente se veste elegante para passear, ir em uma festa ou no shopping, não para falar dos nossos sentimentos. Na terapia a gente vai vestido “da gente mesmo”.

(Olívia, 7 anos)

ZUMBIDOS

Meu marido colocou uma música que a Helena ama ouvir e comentou:
– Filha, essa música é ao vivo! Olha que diferente. Dá até pra escutar o violão!
Ela escutou e quando terminou de tocar:
– Papai, eu gosto mais dessa música ao morto! Coloca ao morto pra mim, por favor?

(Helena, 4 anos)

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NADICA DE NOTHING

O Júnior foi para a primeira aula de inglês e quando ele chegou em casa, perguntei:
– Júnior, como foi a primeira aula? Aprendeu alguma coisa?
– Não aprendi nada, Tatá.
– Nem uma palavrinha em inglês?
– Nenhuma.
– E qual o nome da professora?
– Teacher.

(Júnior, 6 anos)

ORA, BOLAS

Acabamos de fazer a oração de sempre antes de dormir e minha filha questionou:
– Mamãe, você diz que a oração é uma conversa com Deus, né?
– Sim.
– Mas Deus não se cansa de escutar a mesma conversa todo dia?

(Manuela, 5 anos)

SÓ TEM UMA

– Gabi, se eu não fosse sua mãe e você pudesse escolher em sua nova mãe algo que eu não tenho, o que você ia querer?
Ela pensou por alguns instantes e disse:
– Mãe, eu ia querer que essa nova mãe me colocasse no orfanato e que depois você me adotasse.

(Gabi, 9 anos)

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ALL FACES

– Filha, hoje será sua primeira aula de inglês.
– Mamãe, vou falar: hi, hello e thank you.
– Isso mesmo, filha. Fale para sua professora que você aprendeu essas palavras quando foi na casa da sua prima, Ellie, que é americana.
– Ah, mãe! Sabe quem também é americana? A alface! A alface é americana!

(Maria Fernanda, 3 anos)

PATETA

– Mãe, eu quero mamilo.
A mãe achou que por ver o irmão mais novo sendo amamentando, João escutou a palavra e associou a mamar. Então ela tirou o “mamilo” pra fora. Ele viu a cena e disse:
– Não, isso é peito! O que eu quero é “milo” (milho)! Eu quero “ma milo” (mais milho)!

(João Vicente, 2 anos)

PEQUENOS MILAGRES

Meu marido, minha filha e eu estávamos conversando, quando ele me perguntou:
– Se você tivesse um único pedido a fazer, o que você pediria?
– Queria meu irmão de volta – meu único irmão que faleceu.
– E você, filha?
– Daria o meu pedido para a mamãe para o desejo dela se realizar mais rápido.

(Amanda, 8 anos)

BABY SAURO

Estávamos em uma viagem de avião e começou uma turbulência. Algumas pessoas começaram a gritar e a rezar. De repente, tudo acalmou. Nessa hora, o Felipe começou a bater palma e gritar:
– De novo! De novo!

(Felipe, 3 anos)

CAPAZ!

Miguel recebeu um amigo novo na escola que veio do Rio Grande do Sul e eles falam com um sotaque diferente do nosso:
– Mamãe, tem um menino novo na minha sala.
– Nossa, filho, amigo novo! Já conversou com ele?
– Sim, mamãe. Mas não entendi muito bem, ele fala outro idioma.

(Miguel, 7 anos)