Gustavo, fazendo a lição de casa e respondendo algumas perguntas:
Nome: Gustavo Rodrigues
Idade: 7 anos
O que gosta de fazer: jogar video-game
Sexo: nunca fiz
(Gustavo, 7 anos)
Gustavo, fazendo a lição de casa e respondendo algumas perguntas:
Nome: Gustavo Rodrigues
Idade: 7 anos
O que gosta de fazer: jogar video-game
Sexo: nunca fiz
(Gustavo, 7 anos)
– Isabela, quer comer um milho verde cozido?
– Não, vovó. Pode ser milho amarelo mesmo!
(Isabela, 5 anos)
– Mãe, o retrovisor do carro mostra o passado, né?
(Caio, 8 anos)
-Vamos fazer alguma coisa útil, Leda?
-Vamos sim, Nina. O que é “útil”?
(Nina e Leda, 5 anos)
-Pai, porque a gente não pode ficar de férias todos os dias? Aí, além de cair chuva, também cairia dinheiro do céu!
-Mãe, vou pentear seu cabelo!
Depois de estar toda descabelada, eu disse:
-Deixa eu ver no espelho… Tô bonita? Tô parecendo com quem?
-Tá linda, tá parecendo a Branca de Neve!
-Owmm… Obrigada! E o pai, tá parecendo com quem?
-Ele tá lindo. Tá parecendo com os sete anões!
(Joaquim, 4 anos)
O Victor estava com a mãe e a irmãzinha, quando a mãe lhe pediu um favor:
-Victor, espera um pouco que vou trocar a sua irmã.
E ele suplica:
-Troca não mãe, eu gosto muito dela.
(Victor, 5 anos)
– Nina, calma aí, você tá colocando muita cola nesse desenho!
– Hum, isso é arte, papai. É arte.
(Nina, 5 anos)
Comercial da rede sueca IKEA.
– A mãe não falou que a gente não deve aceitar coisas de estranhos?
– Sim, Dudu.
– Mas e o leite?
– O que tem o leite?
– Você conhece essa vaca, que deu o leite?
(Eduardo, 11 anos)
Aniversário da Nicolly, hora de cortar o bolo:
– Filha, de quem vai ser o primeiro pedaço?
– Meu.
Insisti para ela oferecer o primeiro pedaço, mas ela estava irrevogável:
– É meu.
Então expliquei que o bolo todo era dela, mas que ela tinha que dar o primeiro pedaço para alguém. E tentei uma alternativa:
– De quem é que você gosta mais?
Ela, sem exitar, respondeu:
– Do bolo!
(Nicolly, 3 anos)
O que acontece em casa quando a mamãe sai para trabalhar…
A mãe tinha um filho de 5 anos e filhos gêmeos de 8 meses. Ela costumava vesti-los com cores diferentes e os deixava um de frente para o outro no berço, com brinquedinhos no meio para se entreterem. Certa vez, ela foi ao banheiro e pediu ao mais velho que olhasse os irmãos. Quando saiu, um dos gêmeos, sem muita firmeza, perdeu o equilíbrio e caiu com a cabeça entre as pernas do outro, que então começou a bater no irmão. O garoto mais velho correu em pânico para avisar a mãe:
– Mãe, vem ligeiro porque o azul tá batendo no vermelho!
Enviado pela Michelle Freire
Apresentando a cidade:
– Olha, ali fica a igreja, mais pra frente tem um barzinho e ali é onde o meu pai trabalha.
– Que perto! Ele deve vir trabalhar à pé.
– Ah, quando não chove, ele vem tranquilo, sim.
– E quando chove, vem nervoso!?
(Vinícius, 3 anos)
– Nina, é pra você ir dormir filha. Já são dez horas.
– Mas papai, hum, sabe o que é, o que aconteceu… Não é que tá tarde, é que hoje escureceu cedo.
(Nina, 5 anos)
– Pai.
– Oi, filha.
– O que é preciso pra ser presidente?
– É assim: as pessoas que se acham capazes se candidatam, daí o Brasil inteiro vota. O que tiver mais votos será o Presidente.
– Eu queria que você e a mamãe fossem candidatos
– Ah, obrigado, filha!
– É porque daí a gente não ia precisar pagar por nada.
(Ellen, 6 anos)
Rock and roll!
O Daniel pegou o folder de uma loja na mão e começou a analisar:
– Mãe, eu já sei o que é isso.
– O que é, filho?
– É um fogão. E isso é uma geladeira, isso é um secador, isso é uma chapinha e… e isso aqui mãe?
– Isso é um jogo de panelas.
– Mas, mãe, como é que se joga um jogo de panelas?
(Daniel, 2 anos)
– Mamãe gosto tanto de deitar na sua cama!
– É, filho? Eu também gosto.
– É que quando deito no seu travesseiro só penso coisas boas.
(Vinicius, 8 anos)
Na piscina:
– Mãe, passa mais um pouco de protetor celular em mim?
(Pietra, 4 anos)
Enviado pela Gabrielle
Estávamos passeando de carro quando o Konrado perguntou:
– Mãe, carro fica doente?
– Doente, não! A gente diz que ele tá doente quando tá com algum defeito…
– Então por que naquela oficina de carro tá escrito “Injeção”?
(Konrado, 7 anos)
Li o livro “Lino” na escola e disse às crianças que quem o escreveu foi André Neves. No dia seguinte reli o livro e perguntei:
– Quem é o autor do livro?
E o Wenderson gritou todo animado:
– Branco… Branca… Branca de Neve!
(Wenderson, 5 anos)
Enviado pela Erica Bosi
Um gif engraçadinho tirado do blog do Alexandre Matias.
O Henrique sempre bebe um copo de leite antes de dormir, mas certa noite ele insistiu para tomar mais cedo:
– Mamãe, eu quero tetê
– Henrique, você tem que esperar o horário chegar
– Mas se o horário não chegar, você pode fazer a tetê por ele?
(Henrique, 2 anos)
O Murilo encontrou o cartão de vacinas da nossa cadela e veio perguntar:
– Tia, o quê é isso?
– É da Mel tomar vacina, Lilo.
– Hum… vacina de quê?
– De raiva.
– Mas e vacina de bonzinho?
(Murilo, 4 anos)
– Mamãe, por que o seu cachorro quente é o melhor e mais gostoso do mundo?
– Porque eu faço com amor, meu filho!
– Ah é? Mas e como faz pra colocar ele lá dentro?
(Gahel, 7 anos)
– Mãe, por que feijão tem ferro se ele é mole?
(Pedro, 5 anos)
Enviado pela Carina Bernardes
A Nina viu alguma cena na televisão e ficou impressionada.
– Mamãe, um dia você vai se separar do papai?
– Não, filha. Fique tranquila, a mamãe nunca vai se separar do papai.
– Até porque você ia sentir muito a minha falta, né?
(Nina, 5 anos)
Eu estava me arrumando para sair com meu marido e a Maria Luísa apareceu:
– Que bonita, mamãe. Onde você vai?
– Vou sair filha, mas é um passeio de adulto.
Então ela vira para o pai e diz:
– Papai, a mamãe vai sair num passeio de adulto. E a gente vai aonde?
(Maria Luísa, 2 anos)
Enviado pela Flávia Trigueiro
– Mãe, escova meus dentes?
– Filha, você já tem 5 anos e já aprendeu a escovar os dentes. Eu estou ocupada procurando a sua tarefa que, aliás, não estou encontrando.
– Não vai me dizer que você desistiu, mãe…
(Nina, 5 anos)
– Filha, quer um pedaço de queijo branco?
– Não, mamãe, obrigada. Prefiro rosa!
(Valentina, 2 anos)
Enviado pela Inês Gianni
A família toda estava reunida para o almoço num restaurante elegante e a mãe, preocupada com o comportamento dos quatro filhos, resolveu se prevenir. Dentre os conselhos, disparou:
– Por favor, mastiguem de boquinha fechada. Vocês sabem o que acontece com quem mastiga de boca aberta? Entra mosca!
O João, todo macho, emendou de peito estufado:
– Pode deixar que eu engulo a mosca!
(João, 3 anos)
Enviado pela Gabi Burcci
A Nina está passando o feriado no interior, na casa da avó. Acordou de manhã e avisou:
– Vovó, é bom você aproveitar muito bem esse dia, porque amanhã eu vou embora.
(Nina, 5 anos)
Eu estava deitado no sofá, assistindo tv e o João Victor chegou:
– Mãe, eu já tenho R$ 100,00 no meu cofrinho. Será que já dá pra comprar um tanque de guerra?
(Raphael, 7 anos)
Enviado pela Karina Piane
A Isabella jogou o celular da mãe no chão e acabou indo ficar de castigo. Trinta segundos depois, a mãe olhou para ela e questionou:
– Mãe, minha garganta tá doendo!
– É que ela está irritada.
– Ela tá brava, mãe?
(Marianna, 5 anos)
Enviado pela Daniela Zanelatto
A família toda no carro, a Nina chama lá de trás:
– Mamãe?
– Oi, filha.
– Você tem orgulho do seu pai?
– Tenho, sim, Nina. Tenho muito orgulho do meu pai. E você?
– Eu também.
E o pai, que dirigia, sorriu todo cheio.
– Mamãe?
– Oi.
– O que é orgulho?
(Nina, 5 anos)
– Mãe, lembra quando a gente saiu e eu disse pra você que vi alguns extraterrestres do outro lado da rua?
– Lembro.
– Então, era mentira. Só queria te assustar.
(Natália, 6 anos)
Enviado pela Katiusca Arruda
A mãe chega em casa à noite e encontra um bilhete:
“Mãe, o Rafa e a Ana não quiseram me falar que dia foi depois de amanhã.
Boa noite.
Beijos e abraços.
Natália”
(Natália)
Enviado pela Ana Julia Zecchin
– Papá, existem mais planetas?
– Sim filho, existem.
– Então porque é que as pessoas vivem todas no nosso?
Estávamos numa livraria comprando um presente para a mamãe e eu resolvi checar o preço do livro num daqueles leitores de código de barras. Coloquei o livro, esperei e o preço apareceu na tela. Então, me dirigi à fila do caixa pra pagar. Quando olhei para trás, a Nina estava ali parada em frente ao equipamento passando a mãozinha pelo leitor.
– Vem, Nina, vem logo!
Desapontada, ela olhou pra mim e se lamentou:
– Puxa, minha mão não vale nem 1 real!?
(Nina, 5 anos)
– Nina, desce de cima do sofá, por favor!
– Você quis dizer “Majestade”, né mamãe?
(Nina, 5 anos)
Dia desses, houve uma conversa entre o Pedro e a Luiza, que estava curiosa sobre uma música que tocava no rádio.
– Não foi essa música que ganhou o Oscar?
– Oscar? Mas não é “Gremlin”?
(Pedro e Luiza)
Enviado pelo Jair
– Nossa, mamãe, eu tô rosa-escuro de fome!
(Nina, 5 anos)
A Maria Eduarda estava brincando com água e eu alertei:
– Vê se não molha o cabelo, hein?
Passados alguns minutos, ela volta com a franjinha toda molhada e se explicando:
– Mãe, eu molhei a franja sem querer. Mas eu já torci…
(Maria Eduarda, 6 anos)
Enviado pela Malu Almeida