– Pai, você é o maior amador que eu conheço.
– Ah é? Obrigado, filha. Mas, o que é um amador?
– É uma pessoa que ama muito. E eu te amo por isso.
(Cecília, 9 anos)
– Pai, você é o maior amador que eu conheço.
– Ah é? Obrigado, filha. Mas, o que é um amador?
– É uma pessoa que ama muito. E eu te amo por isso.
(Cecília, 9 anos)
Estava com o filho de uma amiga, quando comentei com ele sobre o quanto o amava. E completei:
– E você é o meu denguinho…
Ele virou sério pra mim, olhou bem na minha cara e soltou:
– Eu não sou um mosquito!
(Luigi, 7 anos)
Helena estava com o dente quase caindo e com medo de arrancar, então Mariane comentou:
– Se você deixar eu tirar o seu dente, prometo te dar três pulseiras.
Helena, muito vaidosa, virou sorridente e disse:
– Jura pela nossa mãe morrida?
(Helena, 6 anos e Mariane, 8)
Estávamos em uma festa de aniversário e comentei com a Aurora:
– Eu tenho que tirar o cravo do beijinho pra comer.
– Por quê?
– Porque eu não gosto. É ruim.
– Eu também não gosto. Ele brigou com a rosa e ela ficou despedaçada…
(Aurora, 2 anos)
Sou rigoroso com alimentação saudável. Outro dia, Lavínia veio me provocar:
– Papai, eu tomei picolé!
– Foi, filha? Tomou picolé de quê?
– Picolé de chocolate. E tomei todo!
– E quem deu e deixou você tomar picolé?
– A mamãe! Mas, papai, não fui eu. Foi minha boca que viu e fez “nhac!”
(Lavínia, 2 anos)
A Julia viu duas partezinhas da planta “pega-pega” grudadas na rede e, olhando com nojo, perguntou:
– Ui, o que é isso?
– É pega-pega.
Ela hesitou por uns segundos e perguntou:
– E como é que eles brincam?
(Julia, 4 anos)
Estávamos na piscina e a Mariana sugeriu mudarmos de lugar:
– Vamos pra outra piscina, mamãe! Vamos!
– Não, vamos ficar aqui mesmo, filha…
– Mas por que? Vamos lá!
– Não quero ir porque estou com vergonha da minha barriga.
– Vai de costas então!
(Mariana, 3 anos)
Lionel estava brincando com Giovana e ela comentou:
– Eu quero montar essas pecinhas.
– Mas é uma escavadeira. Você sabe montar?
– Eu não.
– Eu “sou” de cinco anos e não sei. Você tem mais que isso?
– Eu também tenho cinco.
– Então a gente monta nós dois juntos que aí vai dar.
(Lionel e Giovana, 5 anos)
Helena, apontando para o panetone:
– Eu não gosto desse bolo de legumes!
(Helena, 4 anos)
Theo ficou magoado porque precisou sair da piscina. Ele seguiu bravo para o banheiro, bateu a porta e disse com pura rebeldia:
– Fala sério! Eu não me tranco porque tenho medo. Mas, fala sério!
(Theo, 7 anos)
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
João estava estudando sobre animais em extinção e estávamos pesquisando sobre o gato-maracajá, que está em extinção por conta de caça e queimadas. Expliquei ao João que as queimadas nas florestas provocadas pelos homens matam muitos animais e alguns deixam de existir. E perguntei:
– Então, o que podemos fazer para proteger esses animais?
– Colocar fogo nos homens!
(João, 6 anos)
– Filha, eu fiquei com muita saudade de você. Queria vir embora pra ficarmos grudadinhas!
– Mas não pode, mamãe.
– Por que, filha?
– Porque eu preciso viver a minha vida.
(Alice, 4 anos)
Marina estava brincando de médico com o pai. Ele simulou uma dor de barriga terrível e pediu socorro. Ela o examinou e deu o diagnóstico:
– Vai lavar uma louça!
(Marina, 3 anos)
Minha mãe ajudando o Heitor na tarefa:
– Heitor, para separar as sílabas, você tem que prestar atenção em como você pronuncia a palavra. Por exemplo: você fala lo-u-ça ou lou-ça?
– Na verdade, eu falo vasilha mesmo.
(Heitor, 8 anos)
– Mãe, como se escreve “chão”?
– C-H-Ã-O – soletrei.
Dois minutos depois ela me entregou uma cartinha onde estava escrito “Mamãe você é a ‘paichão’ da minha vida!”
(Luiza, 6 anos)
Beatriz, depois de beijar o pescoço da irmãzinha Serena de quatro meses:
– Mama, ela tem um cheirinho igual ao seu. Cheirinho de amor.
(Beatriz, 5 anos)
A Maria Luiza só leva frutas para a escola e eu comentei com alguns amigos que, na escola, os coleguinhas agora ficam perguntando “Maria, tu só come fruta?”. Então eu a aconselhei:
– Tem que dizer que Papai do Céu deixou várias frutas gostosas pra gente comer e é saudável.
E ela emendou:
– E o capeta ficou com inveja e criou o refrigerante, né mamãe?
(Malu, 7 anos)
– Mami, sabe eca?
– De nojo?
– Não, de Estatuto da Criança e do Adolescente.
(Olivia, 7 anos)
Estava lavando a louça e derrepente me vem ele e me perguntou:
– Mãe, qual o nome daquele filme?
– Que filme, Bryan?
– Aquele filme da macumba! Com a batata!
Ele estava indignado que eu não estava entendendo. E insistiu:
– Mãe, a macumba batata!
– Ahh, “Hakuna Matata”!
(Bryan, 7 anos)
Fui fazer a Eduarda dormir e sempre canto uma música calma que fala que eu a amo e que ela é meu bebê. Então, ela me pediu:
– Mamãe, canta a do Bicho-Papão?
Atendi o pedido dela e comecei a cantar. Até que ela soltou:
– Ah, sim! Bem mais relaxante agora.
(Eduarda, 2 anos)
Fui colocar os meninos para dormir e os dois começaram uma algazarra. Já sem paciência, pedi em voz alta para pararem. Na terceira vez do pedido, levantei da cama. Guco, rindo, pediu desculpa. Já irritada, eu disse:
– Dessa vez não vou desculpar. Todo tempo você pede desculpa e volta a se agitar. Estou cansada.
Ao que Dudu me interrompeu:
– Mas, mamãe, desculpa é amor.
Com um nó na garganta, respondi:
– Você está certo, meu filho. Me desculpe.
– Mas quem te pediu desculpa foi o Guco. Você tem que falar é pra ele.
(Eduardo, 3 anos e Augusto, 2)
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#frasesdecriancas
Estávamos passeando num parque e passamos em frente a uma barraca de caldo de cana. Cecília ficou observando e perguntou:
– Mamãe, por que aquelas pessoas estão tomando sopinha de madeira?
(Cecília, 5 anos)
-Viva! Viva!
-Viva a ansiedade alternativa! Viva!
(Maria de Lourdes, 9 anos)
– Mamãe, eu gosto mais de você e do papai do que de bolacha.
– Oinnn! Mas mais do que de bolacha de damasco?
– Não. Mais do que de bolacha de água e sal.
(Clara, 2 anos)
– A Chloe quer chocolate, tia Pri.
– Chloe, você tem que almoçar primeiro. Depois a tia Pri te dá o chocolate.
– Mas a Chloe quer…
– A tia Pri também quer um monte de coisa na vida.
– Mas a Chloe não quer um monte coisa na vida. A Chloe só quer chocolate.
(Chloe, 2 anos)
Liz estava na casa da avó e a ajudou a limpar o quintal, varrer e jogar o lixo fora. Quando terminaram, a avó disse que estava pronto e podiam entrar. A Liz prontamente respondeu:
– Parabéns! A vovó se comportou direitinho!
(Liz, 2 anos)
Somos alagoanos e minha filha é muito fã de cuscuz. Se dependesse dela, comeria apenas isso todos os dias. Outro dia, numa conversa entre ela e o irmão, eu escutei:
– Tetê, tu não cansa de comer cuscuz?
– Não, né! Eu como sentada.
(Miguel, 9 anos e Estela, 3)
– Mãe, o que é pior: roubar ou quebrar juramento de dedinho?
(Lara, 6 anos)
Estávamos perto do Dias das Mães e meu sobrinho veio até mim e falou:
– Feliz dias das mãe, tia!
– Mas, Brayan, a tia não é mamãe ainda.
Ai ele olhou para mim e disse:
– Então feliz dia da tia Sandra!
(Brayan, 7 anos)
Estava cuidando de uma menininha e ela começou a contar de uma amiguinha que prendeu o dedo na porta. Eu comentei:
– Por isso a gente tem que puxar a porta pela maçaneta.
– Ela chorou muito…
– É porque doi muito prender o dedo.
– É, tia? Como você sabe?
– Porque eu já prendi o dedo na porta.
– Ué, por que você não puxou pela maçaneta?!
(Mariana, 4 anos)
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Helena tem dois irmãos: Enrico, de cinco anos e Gustavo, de um aninho. Ela estava na sala brincando com o Gustavo e eu perguntei:
– Helena, quantos anos você tem?
– Eu tenho três, o Gustavo tem um e o Enrico tem um monte!
(Helena, 3 anos)
Estávamos numa viagem em família pela Itália. Voltando do café da manhã, vi meu filho dando tchau com as mãos para uma funcionária. Depois ele me perguntou:
– Por que ela me chamou de besouro?!
– Besouro?
– Sim, ela disse: besouro!
– Não foi “buongiorno”, filho?
(Dante, 3 anos)
– Filho mas você vai pra escola de calça jeans e bota? Você não acha desconfortável?
– Papai, você não entende, eu sou muito especial pra vestir qualquer coisa!
(Joaquim, 3 anos)
Pedi uma declaração de amor para o Enzo:
– Você é meu dólar!
(Enzo, 8 anos)
A Lívia veio comer um bolinho no quarto e eu comentei:
– Vai comer na cozinha.
– Mas, por que?
– Pra não vir barata no quarto.
– Mas na cozinha tem barata?
(Lívia, 3 anos)
Pedi pro Henri ficar limpando a baba do irmãozinho dele com a fralda enquanto eu fazia o café. Quando voltei, ele passou a mão na testa e me disse:
– Nossa, mãe. Não sabia que cuidar de bebê era tão cansativo. Na próxima me ensina a fazer café, tá bom?
(Henri, 6 anos)
Somos de Sao Paulo. Estávamos no carro e passamos por um túnel:
– Sabe o nome desse túnel, filho?
– Qual?
– Ayrton Senna. Você sabe quem é o Ayrton Senna?
– Sei.
– Quem?
– O túnel!
(Bento, 2 anos)
Estávamos ouvindo músicas antigas em casa, quando começou a tocar “O Grande Amor da Minha Vida” do Gian & Giovani, dizendo “…recebi o convite do seu casamento / com letras douradas no papel bonito / chorei de emoção quando acabei de ler…”. A Cecília ouviu atenta e disse:
– Nossa, que música bonita. Podia tocar no casamento da tia Carol.
(Cecília, 5 anos)
Sou brasileira, casada com um americano. Enquanto assistíamos as Olimpíadas, meu marido perguntou:
– Alec, se o Brasil jogar contra os Estados Unidos, quem vai ganhar?
– Eu!
(Alec, 3 anos)
Íamos viajar e quando o avião e começou a decolar, Cecília segurou no braço da cadeira bem forte e disse:
– Uau, mãe, estamos subindo pro céu! É hoje que vamos conhecer Jesus?
– Espero que ainda não, filha!
(Cecília, 5 anos)
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Estávamos num restaurante e o Gabriel pediu um suco. O garçom perguntou:
– Que suco você quer?
– Suco de macurujá.
– De copo ou de jarra?
– Da fruta.
(Gabriel, 3 anos)
Miguel está tomando um complexo vitamínico chamado Revitam. Hoje, ele me cobrou pedindo:
– Mãe, me dá logo meu Rivotril!
(Miguel, 10 anos)
O carnê do IPTU chegou em casa e minha filha o pegou:
– Filha, larga isso aí agora! Esse livrinho é de gente grande e é muito importante. Não pode perder e nem rasgar.
– Ah, mãe, deixa eu brincar com ele?
– Mariáh, isso é conta pra pagar. Guarde.
Contrariada, ela retrucou:
– Ahh, só eu que não tenho conta para pagar!
(Mariáh, 4 anos)
Estávamos almoçando e a Ana Clara começou a falar dos amigos da sala de aula:
– Ah, a minha amiga gosta tanto de mim que ela fica copiando a minha prova.
(Ana Clara, 5 anos)
A tarefa da escola pedia “cite animais mamíferos”. A Lara começou:
– Boi, cachorro, galinha…
– Galinha, Lara? Galinha não é mamífero.
– É sim! Não tem peito de galinha?
(Lara, 6 anos)
Estávamos na sala de aula, logo pela manhã, quando as crianças vieram me cumprimentar. Me abraçaram e elogiaram meu cabelo. Enquanto passavam a mão, comentaram:
– Seu cabelo está tão lindo, prô. Está enorme!
A Lorena interrompeu dizendo:
– E desidratado!
(Lorena, 6 anos)
– Lulu, quando você for mais velha, o tio Dudu vai te mostrar um monte de música boa!
– Tio Dudu, quando você for bem velhinho, eu vou te mostrar um monte de música de criança pra você lembrar como é bom ser criança.
(Luísa, 3 anos)
Clara pediu para fazer a brincadeira dos cílios que tinha caído do olhinho dela. Mas o cílio sumiu.
– Mamãe, o que você pediu?
– Eu pedi pra nossa família ser feliz. E você, filha?
– Eu pedi para o seu pedido se realizar.
(Clara, 7 anos)
Meu marido e eu saímos e Miguel ficou os avós. Apesar de todas as orientações, cheguei em casa às onze e ele ainda estava acordado conversando. Ao fazê-lo dormir, ele me abraçou e eu perguntei enquanto lhe fazia um carinho:
– Filho, por que você não quis dormir com a vovó?
– Ah, mamãe, porque eu gosto de dormir ouvindo seu coração.
(Miguel, 3 anos)