– Poxa, Marina! Outra anotação na agenda. Por que isso?
– Porque eu sou desatentada?
(Marina, 10 anos)
– Poxa, Marina! Outra anotação na agenda. Por que isso?
– Porque eu sou desatentada?
(Marina, 10 anos)
– Guilherme, venha aqui para a mamãe lhe dar um beijo, meu primogênito!
– Mãe, o que é primogênito?
E antes que eu respondesse, meu caçula falou:
– Guilherme, primogênito é o primeiro nojento!
– Filho, primogênito é o primeiro filho.
– Então se o Guilherme é o primeiro nojento eu sou o segundo nojento!
(Guilherme, 8 anos e Henrique, 5)
Eu estava falando com a minha filha:
– A maternidade às vezes é cansativa, por isso as mães ficam nervosas. Quando você crescer e quiser ser mãe, você vai ver.
– Quando crescer, eu nem quero ser mãe. Quero ser pai!
(Luiza, 4 anos)
Paramos na farmácia pra comprar meu anticoncepcional e o Arthur perguntou:
– Mãe, meu pai vai comprar o quê?
– Meu remédio.
– Remédio pra quê?
– Pra não ter filho.
Segundos de silêncio…
– Então eu vou morrer, mãe!?
(Arthur, 5 anos)
Fomos em uma loja e meu filho me ajudou a escolher um colar. Mais tarde, em casa, coloquei o colar e perguntei:
– O que você achou, filho? Ficou bonito na mamãe?
– Uau, mamãe! Eu amei sua coleira!
(Anael, 3 anos)
Minha filha estava brincando com suas panelinhas, quando virou pra mim e disse:
– Mamãe, estou fingindo que aqui é a minha cuzão!
Olhei perplexa pra ela, mas resolvi perguntar:
– E o que é uma cuzão?
– Uma cozinha bem grande, ué! Não tá vendo que eu sou uma chef?
(Maria Isabella, 4 anos)
– Mãe, como a senhora gosta de tapioca, vou pedir para o papai comprar uma tapiocaria para a senhora. De um lado vai ter o setor das tapiocas e do outro vai ser de formatura.
– Formatura?
– É, a formatura das tapiocas. Forma de jacaré, dinossauro, elefante…
(Benício, 6 anos)
Voltando da escola, Malu me perguntou:
– Mamãe, que palavra você acha mais bonita?
– Ah, filha gosto de tantas. Mas as que mais gosto são: amor, fé, gratidão, amizade! E você, que palavra você acha mais bonita?
– Ah, mamãe, eu gosto da palavra “bosta”. É tão bom falar “ai que bosta!”.
(Maria Luiza, 7 anos)
Todas as noites, antes de ir dormir, fazemos nossas orações juntas. Dessa vez, Mariana pediu para fazer sozinha. Rezou tudo bonitinho, até que:
– Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no príncipe encantado sempre, amém!
(Mariana, 3 anos)
Estávamos na mesa e o papai pediu para o Bernardo fazer uma oração:
– Senhor, abençoe quem não tem comida. Amém.
– Ô loco, Be, só isso? Ora mais.
– Não posso. Estou fazendo oração curta para não gastar a voz.
(Bernardo, 5 anos)
Precisávamos comprar um presente, mas olhei na internet e não chegaria a tempo da festa de aniversário. Eu comentei:
– Ah, que pena, filha! Esse não vai chega a tempo. Vamos ver outro presente.
– Quem sabe vamos até uma loja comprar, mãe? Assim como faziam os antigos.
(Antonella, 8 anos)
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
Lorena chegou em casa comentando:
– Eu ouvi na escolinha que as duas primeiras pessoas da humanidade foram Ladrão e Erva! Preciso falar pro papai pra ele contar para os alunos nas palestras dele…
(Lorena, 6 anos)
– Mamãe, o que é o modo avião?
– É um modo em que você coloca o celular para ele não funcionar dentro do avião.
– Ah, eu achava que se colocasse o celular no modo avião, ele podia voar.
(Bernardo, 5 anos)
Iago não via os avós há uma semana, então pediu pra dormir na casa deles. Logo que chegou, o avô falou:
– Iago, vá comer alguma coisa.
– Não quero, vô.
– Você veio pra cá para passar fome, é?
– Não, vô. Eu vim para passar a saudade.
(Iago, 6 anos)
Minha tia e eu estávamos no parquinho com meu primo e falamos pra ele ir fazer amizade com um grupo de crianças que já estavam lá brincando quando chegamos. Ele levantou e foi. Na tentativa de criar alguma conexão, chegou perto das crianças e lançou:
– E aí, quem peidou?
(Júlio, 4 anos)
Minha filha estava no banheiro quando gritou:
– Mãããeee! Uma barata!
– Grande ou pequena, filha?!
– Adolescente.
(Ana Clara, 4 anos)
– Filho, se eu tenho uma banana e ganho mais uma, eu fico com quantas?
– Com muitas. Porque você disse que se eu tenho dois brinquedos eu tenho muitos.
(Victor, 4 anos)
No restaurante:
– Moça, me vê uma limonada, por favor?
– Desculpe, nós não temos limonada.
– Você pode me ver uma água com gelo e limão espremido?
– Sim.
– E pode me trazer açúcar à parte?
(Cecília, 8 anos)
– Mãe, baleia casa ou namora?
– Não sei, filha. Por quê?
– É que passou na tv que uma baleia morreu encalhada em Búzios.
(Ana Beatriz, 8 anos)
– Maria, como será o seu novo quarto? Quais serão as cores e os móveis?
Ela e respondeu tudo o que perguntei, mas parecia insatisfeita. Questionei:
– Qual o motivo da sua tristeza, Maria?
– Minha mãe está fazendo um quarto para mim, mas meu pai precisa mais do que eu. Ele dorme na cama dela até hoje!
(Maria, 5 anos)
– Uma menina da sala da Nina fez uma festa e não convidou cinco crianças. Entre elas, a Nina. Ela estava bem triste em casa e perguntei:
– Filha, se você fizesse uma festa amanhã, convidaria quem não te convidou?
– Sim. Porque não quero que ela sinta o que eu senti.
(Nina, 11 anos)
Fui babá de três crianças e tínhamos uma regra de que quando começássemos um jogo ninguém poderia sair até que o jogo acabasse.
Certo dia, Victor apelou por estar perdendo e quis sair da brincadeira. Eu disse:
– Victor, volta para o jogo. Você tem que aprender a perder.
– Eu sei perder, sim – ele disse, chorando – eu perco toda hora. Eu não sei é ganhar.
(Victor, 6 anos)
– Lara, o que é o amor?
– Amor é quando alguém te dá coxinha.
(Lara, 7 anos)
Eu estava me arrumando para sair com meu marido e a Maria Luísa apareceu:
– Que bonita, mamãe. Onde você vai?
– Vou sair, filha, mas é um passeio de adulto.
Então ela vira para o pai e diz:
– Papai, a mamãe vai sair num passeio de adulto. E a gente vai aonde?
(Maria Luísa, 2 anos)
– Vó, amor selvagem é muito perigoso?
(João Henrique, 7 anos)
A tia explica para o Bruno a idade que ele precisava dizer que tinha para não pagar a tarifa do ônibus:
– Se alguém perguntar, você tem cinco anos, ok?
Eis que o cobrador perguntou:
– Quantos anos você tem?
– Cinco.
– E quando você faz seis?
– Quando eu descer do ônibus.
(Bruno, 6 anos)
A visão otimista da vida que só as crianças têm… Hoje roubaram meu carro e eu contei para os meninos. Aí, o Gabriel comentou:
– Acho que não roubaram, não, mamãe. Foi alguém que tinha o carro igual e levou sem querer.
(Gabriel, 5 anos)
– Mãe, alguém já viveu mais de 100 anos?
– Sim, várias pessoas.
– E mais de mil anos?
– Não.
– Nem Deus?
– Bom, nem todos acreditam em Deus, eu mesma não acredito e…
– Deus existe, sim!
– E como você sabe?
– Ele é como açúcar no suco: você não vê, mas sente.
(Larissa, 5 anos)
– João, a tia está velha?
Ele me olhou, pensou e respondeu:
– Ahhhhh tia, só a cara.
(João, 5 anos)
Estávamos almoçando e eu não como nenhum tipo de carne. A Duda me observando, perguntou:
– Tia, você é vegetariana?
– Sim, amor, eu sou.
– Ah que legal, eu sou sagitariana.
(Duda, 9 anos)
A escola mandou um bilhetinho para ver quais alunos querem participar da quadrilha esse ano. Eu perguntei para o meu filho:
– Você vai dançar quadrilha?
– Quem é a Drilha?
(Guilherme, 7 anos)
– Clara, eu vou tomar o seu xarope, estou tossindo muito.
– Tome, mãe. E sinta o gosto da maldade.
(Clara, 7 anos)
– Mãe, eu gosto de um menino da minha sala.
– E ele é bonito, Malu?
– Não… Mas ele conta um monte de piadas. Eu gosto dele pela diversão.
(Malu, 6 anos)
– Vó, o que é esse pretinho na comida?
– Tempero querida, chama-se orégano.
– Vó, o orégano do meu prato mexeu as asas.
(Isabela, 4 anos)
Alice é muito parecida com o pai. Achamos uma foto dele criança e ela olhou para foto e ficou apavorada:
– Mãe, eu já fui menino!
– Não, esse é o papai quando era criança.
Ela pôs a mão na boca:
– Meu Deus, ele já foi menina!
(Alice 4 anos)
O Gustavo chegou triste da escola e nem quis almoçar. Perguntei o que havia acontecido e ele não quis falar.
O João, irmão mais velho, respondeu por ele:
– É que a Vitória não quis brincar com ele hoje, mãe. E o Gustavo não tira a Vitória da cabeça.
Ouvindo o João falar, o Gustavo replicou:
– Não, João! A Vitória não está na minha cabeça. Ela está no meu coração.
(Gustavo, 5 anos e João, 7)
– Mãe, tem uma menina na minha sala que só me irrita, corta minha conversa e briga comigo. Tô vendo que vou ter que virar amiga dela para ela parar de fazer isso comigo.
(Maria Eduarda, 7 anos)
– Quando eu crescer quero ser igual ao meu pai que gosta de livros e igual a você, mãe, que é interesseira!
– Ahn, como assim?!
– É, mãe, você é interesseira porque gosta de saber da vida dos outros.
– Ahn, como assim?! – de novo
– Mãe, você não é psicóloga? Então você gosta de saber da vida dos outros!
(Isadora, 9 anos)
Brincando com a minha prima, dei um beijo em sua testa e ela fez como quem estivesse limpando o beijo, então perguntei:
– Júlia, você está limpando meu beijo?
– Não, Lelê. Eu estou espalhando.
(Júlia, 8 anos)
Fui à feira com minha filha e perguntei ao feirante:
– Moço, quanto custa a caixa de fruta do conde?
– Quinze reais.
Minha filha olhou pra ele e perguntou:
– E sem a caixa?
(Laura, 6 anos)
– Pai, você sabia que no bolo de laranja coloca-se suco de laranja em vez de leite?
– Não, filho. Eu não entendo nada de culinária.
– Mas você não trabalha na Receita Federal?!
(Luiz, 9 anos)
– Mãe, por que ‘reunião de pais’ se só vão as mães?
(Laura Helena, 5 anos)
– Sophia, você é mais introvertida ou extrovertida?
– Eu sou intrometida.
(Sophia, 7 anos)
Insisti para que a Carolina provasse tangerina. Ela ficou enrolando e nada. De tanto insistir, acabei perdendo a paciência e disse:
– Carolina, pare de ser fresca e coma logo a tangerina!
– Eu não sou fresca, mamãe, sou peculiar!
(Carolina, 7 anos)
Certo dia, estava levando minha filha para a escola, quando ela me olhou e disse:
– Mamãe, você é tão bonita… Parece a galinha do Cocoricó.
(Lara, 4 anos)
– Mamãe, vamos brincar?
– Filha, tô sem coragem.
– Mas não vai ter monstros!
(Isabel, 4 anos)
Eu estava na cozinha cuidando da comida e o Bernardo observando. Quando tirei um prato do forno, queimei o dedo e soltei:
– Ai, Canário!
E ele:
– Que palavra feia, mãe!
– Canário é um pássaro, filho.
– Esse pássaro é muito mal-educado!
(Bernardo, 4 anos)
Meus filhos estavam conversando, quando um deles perguntou:
– Tu lembra quando mamãe brigou com você porque você falou palavrão? Qual era o palavrão mesmo?
– Lembro! Mas não vou repetir que é palavrão, né?
– Então repete em inglês.
(Lívia, 5 anos e Isaac, 8)
Meu afilhado nos acompanhou no cemitério no Dia de Finados. Curioso, ficou lendo os significados das palavras, comentava sobre os nomes e as frases que via pela frente. Num dado momento, olhando as lápides, nos chamou e disse admirado:
– Olha, aquele ali até diz do que morreu… Ele morreu de eterna gratidão!
(Bernardo, 8 anos)
Pietro estava gripado e conversando muito perto do irmão recém-nascido. Então eu alertei:
– Pietro, não fala muito perto do seu irmão senão vai passar a gripe pra ele.
E ele prontamente:
– E aí eu saro?
(Pietro, 6 anos)
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#frasesdecriancas
– Diogo, arrume essa bagunça agora!
– Eu não gosto de arrumar bagunça. Eu gosto de entretenimento.
(Diogo, 5 anos)
– O mundo é redondo. Por isso, às vezes a gente tropeça.
(Antonio, 5 anos)
Deitei com Cecília para fazê-la dormir. Ela estava de olhos fechados e fazendo carinho no meu rosto. De repente, ela abriu os olhinhos e disse:
– Mamãe, sabia que meu super poder é te amar?
(Cecília, 3 anos)
Minha avó morreu e eu herdei um anel dela. Maria viu e perguntou:
– Mamãe, por que você está com o anel da bisa?
– Porque para onde ela foi não se usa jóia.
– Porque lá ela é que é a jóia, né?
(Maria Heloísa, 4 anos)
Minha sobrinha veio passar as férias com meus pais e soube que a prima vinha para o Natal. Então chegou para o meu pai e perguntou:
– Vovô, já tomou seu remédio de pressão hoje?
– Não, por quê?
– Então tome! A Esther está vindo pra cá e nós vamos gritar muito!
(Valentina, 7 anos)
Estávamos vendo fotos do Benjamin bebezinho quando ele comentou:
– Nossa, nessa época vocês tiraram meus dentes! Por isso eu falava errado.
(Benjamin, 5 anos)
Minha prima estava reclamando de dor de cabeça, até que falamos que iríamos comer uma pizza. Ela então comentou:
– Tenho certeza que a pizza e uma esfiha de chocolate vão sarar a minha dor de cabeça
(Sophia, 3 anos)
Fui à padaria com meu filho e quando estávamos saindo, ele disse:
– Mamãe, aqui na padaria vende um negócio chamado Prudence, o que é isso?
Eu comecei a rir e falei
– É camisinha.
– Ahhh!
– Quer que eu explique o que é?
– Não, porque eu sei que não deve ser da minha conta.
(Miguel, 10 anos)
A mãe estava com dengue e Joaquim fez uma oração por ela:
– Papai do Céu, por favor dê muita, mas muita, mais muuiita “saudade” para minha mamãe melhorar.
(Joaquim, 3 anos)
– Cecilia, pede pra Alexa me lembrar de fazer o chocolate?
Ela foi até a Alexa e deu o comando:
– Alexa, lembre o papai de fazer o chocolate.
– Ok! Quando você quer que o lembre?
– Quando ele esquecer.
(Cecilia, 10 anos)
Na hora do banho, perguntei para a Cecília:
– Cecília, você quer tomar banho com a mamãe ou com o papai?
– Com água!
(Cecília, 1 ano)
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Ísis chegou assustada, apontando para a própria coluna:
– Mamãe, eu comi um graveto e foi parar nas minhas costas!
(Ísis, 3 anos)
A mãe, recém-habilitada, comentou:
– Gui, amanhã nós vamos buscar o papai, tá?
– Ué, mas você não sabe usar o carro.
– Eu vou tentar. Você me ajuda?
– Ah mãe, podemos ir de Uber?
– Me ajuda, filho. Por favor.
– É que eu assusto mãe. Você não vê os buracos…
(Guilherme, 4 anos)
Na saída da escolinha, com Ana e João no carro:
– Mamãe, quando a gente chegar em casa, eu vou contar um segredo para você. Mas só lá em casa. É uma coisa que está na minha mochila. Mas eu só vou contar no seu ouvido, porque o João não pode saber porque é um segredo só de menina e mulé. É um perfume rosa! Ah não… contei!
(Ana Clara, 3 anos)
– Mãe, você me colocou no mundo. E o papai?
– O papai ajudou. Sem ele, você não estaria aqui.
– O papai me ensinou a viver!
(Antonio, 7 anos)
Estamos há nove meses morando em outro país e, hoje, durante o café manhã, meu filho soltou essa:
– Mamãe, tô com saudade.
– E você sabe o que é saudade?
– Sim, é quando a gente quer ver a família que foi embora.
(Benjamin, 3 anos)
A avó estava colocando churrasco no prato da Heloisa e perguntou:
– Você quer arroz?
– Arroz eu já como todo dia em casa.
(Heloisa, 6 anos)
João falou que precisava de um dicionário e a Duda perguntou:
– O que é um dicionário?
E ele respondeu:
– É tipo um Google, só que livro!
(Duda, 5 anos)
Estávamos numa loja de brinquedos e o Antonio viu uma caixa com os Vingadores e perguntou:
– O que é isso, mamãe?
– É um quebra-cabeça, mas é 100 peças.
– Se é “sem” peças como é que monta?
(Antonio Augusto, 4 anos)
– Bom dia, mamãe. Já acordou?
– Bom dia, meu amor. Sim, acordei. A mamãe te ama tanto!
– Ama, mas não tem coragem de me dar uma pipa…
(Luma, 3 anos)
Minha filha teve apendicite. Eu estava cuidando dela no pós-operatório e disse:
– Filha, a mamãe queria estar no seu lugar para você não passar o que está passando.
– Ah, eu também, mamãe.
(Beatriz, 5 anos)
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Minha sobrinha estava na minha casa e estávamos fazendo um lanchinho quando ela perguntou:
– Dinda, quanto tempo falta para eu ir para casa?
– Ainda falta um tempinho, meu amor. Mas quando a gente se diverte muito, parece que o tempo passa mais rápido…
– Dinda, então vamos nos divertir um pouquinho menos?
(Camila, 7 anos)
– Tia, se você tiver pedra nos rins, é só comer papel, porque papel destrói a pedra.
(Isaque, 6 anos)
– Mãe, hoje eu ouvi “calar” na música da Moana. “Calar” é palavrão?
– Não, filha.
– Se “calar” não é palavrão e “boca” também não, então por que “calar a boca” é palavrão?
(Luísa, 5 anos)
Olívia pediu pra ir ao banheiro fazer xixi. Eu falei:
– Filha, entra aqui nesse banheiro feminino!
– Tá doida, mamãe? Eu não posso! O meu banheiro é fe-menina!
(Olívia, 5 anos)
Benício estava com diarreia e o pai o ajudou a ir no banheiro. Depois perguntou:
– Tudo certo, filho?
– Sim, obrigado. Quanto deu?
(Benicio, 3 anos)
Perdi uma competição para meu filho e fingi que estava triste. Ele, docemente, me disse:
– Calma, mãe. Amanhã você perde de novo.
(Cael, 3 anos)