– Mãe, o vovô sempre comprava biju pra mim, né?
– Sim, Ceci.
– Como era mesmo o nome da loja em que ele comprava? Bijuteria?
(Cecília, 5 anos)
Siga @frasesdecriancas e saiba sempre que sair uma pérola nova.
– Mãe, o vovô sempre comprava biju pra mim, né?
– Sim, Ceci.
– Como era mesmo o nome da loja em que ele comprava? Bijuteria?
(Cecília, 5 anos)
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– Miguel, o que você quer ser quando crescer?
– Policial.
– Uau, que legal! E você, Madalena?
– Zé Gotinha!
(Madalena, 3 anos e Miguel, 4)
– Papai, não gostei dessa banana. Tá com gosto esquisito.
– Hum. Deve ser porque está verde ainda, filha.
– Ah, entendi. A próxima vez você pode comprar a banana amarela? É mais gostosa.
(Sofia, 7 anos)
– Mamãe, além de socorro, o que mais você vai pedir de Natal?
(Lucca, 5 anos)
Estávamos montando o presépio e fui relembrando os personagens para o Bernardo:
– Essa é a Maria, esse é o José e esse bebezinho aqui é o menino Jesus.
Aí peguei o Anjo Gabriel e perguntei:
– E esse, tu lembra quem é?
– Sim! É a Fada do Dente.
(Bernardo, 5 anos)
Voltando de viagem com as crianças, deixamos a Sofia em casa. Depois, no carro, comentamos que a Sofia era muito calada. Então o Ibrahim interrompeu:
– A Sofia não está aqui.
– É, amor. Já deixamos a Sofia em casa.
– Sofia não está aqui. E vocês tão falando dela.
(Ibrahim, 4 anos)
O Rafa tem acordado quase sempre às cinco da manhã. Ele não desperta, mas fica se mexendo para todo lado. De manhã, eu disse pra ele:
– Filho, por que você fica acordando tanto de madrugada?
– É pra te ver, mamãe!
(Rafael, 4 anos)
Chamei o Miguel três vezes para almoçar e todas às vezes me ignorou porque estava brincando com seus bonecos.
– Miguel, quantas vezes vou ter que lhe chamar para vir almoçar?
– Sei lá.
– Isso é jeito de falar com sua mãe, Miguel?
– Desculpa. Umas 14 vezes.
(Miguel, 7 anos)
Emilia insistiu muito para entrarmos no mar. Lá dentro, ela sorriu e disse:
– Mãe, o mar… alimenta meu corpinho!
(Emília, 3 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora.
Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
Mariana para o irmão:
– Deita comigo na minha cama até eu dormir?
– Eu tenho que dormir cedo por que vou levantar cedo amanhã!
– Pra quê?
– Porque eu tenho confissão – em preparação para a Primeira Eucaristia.
– O que é confissão?
– É quando você conversa com o padre para contar todos os pecados que você já cometeu!
– Eu é que não vou nunca comer essa bolachinha!
(Mariana, 6 anos)
Minha filha olhou para o espelho, levantou o braço e falou:
– Estou igual à mulher segurando o sorvete!
– Que mulher filha?
– Aquela com o braço esticado que fica nos Estados Unidos.
– A Estátua da Liberdade?
(Cecília, 7 anos)
Sou professora de educação infantil e na escola, toda a vez que a Lara me vê, ela vem correndo para um abraço. Eu a encho de beijos até ela cansar e dizer:
– Pára, pára, paaara!
No mesmo momento em que eu paro, ela me olha, franzindo a testa e diz:
– Continua, pelo amor de Deus!
(Lara, 2 anos)
– Mãe, olha!
– Eu estou olhando.
– Então não muda de “olhamento”!
(Emília, 4 anos)
– Mamãe, acho que meu pum tá meio gripado.
– Como assim?!
– Saiu um barulho diferente. Acho que eu ouvi “atchim!”
(Laís, 3 anos)
Era véspera de Natal e minha sobrinha estava perguntando a que horas sairíamos celebrar e ver o Papai Noel. Então perguntei:
– Melissa, você está ansiosa para o Natal?
– Não. Eu estou linda.
(Melissa, 3 anos)
– Pai, joga Minecraft comigo, vai.
– Cici, eu não gosto de jogar Minecraft porque não tenho coordenação motora pra controlar tudo aquilo…
– Eu posso te ajudar a superar isso, papai.
(Cecília, 8 anos)
Mãe, meu cabelo tá desprezado. Prende pra mim?
(Cecília, 7 anos)
Estávamos ouvindo “Apenas um rapaz latino americano” do Belchior e minha sobrinha comentou:
– Mas que coisa sem sentido: “latindo americano”! Nunca vi um cachorro latir em inglês. Ele nasceu nos Estados Unidos?
(Marina, 7 anos)
Catarina estava brincando com seus bichinhos na banheira. Notei que ela colocava um na água, brincava, tirava e colocava o outro. Curioso, perguntei:
– Por que você está fazendo isso?
– É para não ter aglomeração, pai!
(Catarina, 3 anos)
O pai foi pegar o remédio para dar para o Kauã, quando a tia perguntou:
– Mas, está na hora do remédio?
– Vou dar antes para não dar junto com o outro…
E o Kauã emendou:
– É pra pegar as bactérias de surpresa!
(Kauã, 12 anos)
Estava na sala com o Gabriel e a Emanuele quando ela pegou um livro meu da universidade e eu disse:
– Vocês não podem pegar meus livros!
E o Gabriel prontamente respondeu:
– Você tem que aprender dividir seus brinquedos!
(Gabriel, 3 anos e Emanuele, 2)
– Mamãe, diabetes vem do diabo?
(Beatriz, 9 anos)
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#frasesdecriancas
– Filha, se fosse para ter um animal de estimação, eu preferia ter um gato do que uma gata.
- Por que, mãe?
– Porque as gatas ficam grávidas e tem filhotinhos. Precisam ficar perto deles pra cuidar. Dão mais trabalho. Os gatos não.
– Hoje em dia não é mais assim! Os gatos cuidam dos filhos enquanto as gatas saem para trabalhar. É responsabilidade deles também.
(Alice, 6 anos)
– Pai, eu já sei o que eu quero ganhar de Natal.
– Ah é? O quê, filha?
– Um rim.
– Um rim? Legal. Mas você já tem dois, Cici. O que você vai fazer com mais um?
– Não. Eu quero um Rim Piano.
– Oi?
– Ai, não. Eu quero um órgão!
(Cecília, 8 anos)
Minha mãe foi buscar meu sobrinho na escola e dentro do carro comentou:
– Nossa, Pedro! O carro está marcando 38° de temperatura.
– Nossa, vovó! Seu carro está com febre!
(Pedro, 5 anos)
– Papai, quando eu crescer também vou trabalhar na prefeitura.
– Você vai ser Procurador igual o papai?
– Sim. Aí quando minha irmã se perder, eu acho ela.
(Lucca, 5 anos)
Sempre falamos os nomes dos carros e motos para o Bernardo, é uma diversão e distração no trânsito. Dias desses, ele falou:
– Nunca mais passou uma Motogrilo por nós, né?
Depois de um tempo, resolvemos confirmar:
– Você quis dizer uma Vespa, né?
(Bernardo, 6 anos)
– Mãe, na verdade, não tem problema falar palavrão. Isso é uma invenção.
– O quê?!
– Palavrão é só uma forma feia que alguém inventou de a gente tirar a raiva do nosso corpo.
(Luna, 6 anos)
Estávamos jogando no computador e a Ellen comentou:
– Desse jeito é mais bom.
– É melhor, Ellen.
– Ah, desse jeito é mais melhor.
(Ellen, 5 anos)
– Sofia, o que você quer ser quando crescer?
– Herdeira.
(Sofia, 4 anos)
Bernardo e a irmã mais velha estavam rezando. Ela citava a frase e ele repetia. Outro dia, rezando Ave Maria, ele soltou:
– Ave Maria, cheia de graça, o senhor é “gostoso”. Bendito é o fruto do vosso “vento” Jesus.
(Bernardo, 6 anos)
João e minha avó estavam conversando sobre bichos de estimação. João disse:
– Eu tenho um cachorro e uma preá.
– Na sua idade eu tinha um…
– Um dinossauro!
(João, 8 anos)
O Caio me pediu para fazer leite achocolatado para ele e respondi:
– Na sua idade, eu já fazia pra mim e até pro meu irmão!
– Ah, já que você fazia pra ele, pode fazer pra mim também.
(Caio, 7 anos)
A Duda vem correndo me mostrar a língua:
– Tia, minha língua tá roxa porque eu tomei suco de uva!
Logo em seguida, vem o Lipe:
– Olha, tia, eu tomei suco de maracujá!
O Vinicius observa tudo ao meu lado e decide mostrar a língua:
– E a minha, de que cor tá?
– De nenhuma cor, Vini. Você escovou os dentes?
– Sim! Ontem!
(Vinicius, 3 anos)⠀⠀
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#frasesdecriancas
Era Natal, reunião da família, muita gente conversando ao mesmo tempo e, de repente, ouvimos uma voz aguda e alta:
– Seu pintudo!
Silêncio total e todos os olhares se voltaram para a mesa onde nossa priminha de cinco anos estava jogando cartas com outros dois primos e rindo. Sua mãe perguntou:
– Mas, por quê, Gabi?
– Porque ele é cheio de pintinhas – e apontou pro rosto dele, mostrando as sardas.
(Gabi, 5 anos)
Estava olhando o caderno do Caio, quando vi o desenho de uma casa.
– Que casa bonita, meu filho!
– É, mãe. A professora pediu para eu desenhar a minha família.
– Mas por que você não desenhou sua família?
– Ué, a minha família tá dentro da casa!
(Caio, 7 anos)
Bento e Alice estavam no carro. Ele começou a cantar, mas logo foi interrompido:
– Ô, Bento, você cantou tudo errado!
– Cantei nada. É que a música era em inglês.
(Bento e Alice, 3 anos)
Meu sobrinho chegou em casa e minha mãe não viu quando ele entrou. Quando o viu na sala, perguntou:
– Uai, Arthur, você está aqui?
– Não, saí pra comprar leite.
(Arthur, 2 anos)
Estávamos a caminho de casa e disse pro Theo:
– Filho, vamos passar rapidinho na padaria pegar um sonho pro papai.
– Mamãe, o papai já tem sonhos! Vamos levar um pão de queijo!
(Theo, 5 anos)
A avó entra no quarto e vê a Bia esparramada na cama, com ar de exaustão. Ela então pergunta porque ela está daquele jeito, no que ela responde na mesma hora:
– Estou morta de cansada!
– Mas você não fez nada, Bia!
– Fiz sim, vó! Olha a quantidade de bonecas que eu brinquei e de DVD’s que eu vi!
(Bia, 8 anos)
Numa manhã de sábado, assim que eu e Arthur acordamos, pedi a ele que fosse até a sala e ligasse o aparelho de som. Ele tentou, tentou e não conseguiu, pois a tomada não estava conectada. Então, de lá mesmo ele gritou:
-Ih, mamãe, acho que faltou gasolina no som!
(Arthur, 3 anos)
– Mãe, liga desenho na TV?
– Não, filha. Vai brincar com a sua irmã… ou faz uma comidinha pra mamãe.
– Nossa, mãe, só você pode ficar “de boa”?
(Maria Clara, 4 anos)
Estávamos em família quando a priminha do meu namorado me perguntou:
– Dani, por que as pernas dos adultos tem pelos e as das crianças são lisas?
– Porque a partir de uma certa idade nosso corpo começa a desenvolver mais hormônios e…
– Olha, vó! A Dani disse que quando crescer eu vou ter demônio!
(Júlia, 9 anos)
Minha sogra estava revendo fotos de sua viagem para a Itália no celular. Virou para o Tomás e mostrou a Torre de Piza. Comentei:
– Tomás, você sabe que torre é essa? É a torre de Piza, aquela torre que é torta!
– Afinal, a torre é de pizza ou é de torta?
(Tomás, 6 anos)
Meu sobrinho queria brincar de correr. Cansada e querendo fugir da brincadeira, sugeri:
– Arthur, vamos brincar de outra coisa porque a tia já está muito velhinha e fica cansada de correr.
– Que isso, tia! Você está na flor da idade. Só perdeu algumas pétalas.
(Arthur, 8 anos)
Guilherme é apaixonado por carros e só pensa nisso. À noite, antes de dormir, minha tia rezava com ele e ele repetia cada frase. Sempre saia assim:
– Ave Maria, cheia de graça, o Senhor vem de Volks…
(Guilherme, 4 anos)
Estava no final da gestação e liguei para minha mãe pra avisar que minha bolsa amniótica havia rompido.
– Mãe, a minha bolsa estourou.
E o João grita lá, no fundo:
– Compra outra!
(João Lucas, 8 anos)⠀
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#frasesdecriancas
O Arthur chegou da escola e me contou que, na hora do lanche, havia tomado refrigerante. Como não tinha mandado refrigerante no lanche dele, reclamei:
– Filho, não devemos aceitar nada de estranhos.
Ele disse que havia recebido o refrigerante da professora. E completou:
– E ela não é estranha. Ela é normal!
(Arthur, 4 anos)
A família estava no carro, seguindo para São Paulo, quando a Vitória reclamou no banco de trás:
– Ai, mãe, tô com fome! Vamos parar num restaurante?
Nessa, o irmão mais velho interveio:
– Pra variar, né, Vitória?
– Pra variar não, é pra comer mesmo!
(Vitória, 4 anos)
Estela brincando com a bola no chão:
– Vamos jogar “chutebol”? Você é o “golzeiro” e eu sou a “chuteira”, tá bom?
(Estela, 4 anos)