Vinicius é apaixonado por animais, principalmente por gatos. Nas férias, fomos com a família para a praia. Quando ele viu a areia, disse:
– Mamãe, aqui é a maior caixa de areia pra gato que existe!
(Vinicius, 6 anos)
Vinicius é apaixonado por animais, principalmente por gatos. Nas férias, fomos com a família para a praia. Quando ele viu a areia, disse:
– Mamãe, aqui é a maior caixa de areia pra gato que existe!
(Vinicius, 6 anos)
Estávamos brincando de polícia e ladrão quando meu filho soltou:
– Mãe, estica os braços. Você está presa em nome da Neidi!
(Romeu, 5 anos)
Giovanna me chamou para brincar de esconde-esconde e disse:
– Eu conto e você esconde.
Enquanto ia me esconder, ela começou:
– Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, “love”, dez.
(Giovanna, 2 anos)
Íamos visitar alguns conhecidos e falei para meu filho se comportar e não falar palavrões:
– Bê, você entendeu? É certo ou certo?
– Certo.
– E o que é certo?
– Certo é quando não temos escolha.
(Bernardo, 7 anos)
– Martim, onde você está indo?
– Vou ver os meus amigos. Vai ficar feliz.
– Quem vai ficar feliz? Você?
– Não, eles.
– Por quê?
– Porque eu vou lá encontrá-los.
(Martim, 2 anos)
Isabela me pediu que eu pegasse o chocolate que compramos e ficou no carro. Peguei e entreguei para ela, que agradeceu:
– Obrigada, mãe, você é muito “infantil” (gentil).
(Isabela, 4 anos)
Outro dia, estava fazendo a lista de compras e perguntei:
– Filha, você quer alguma coisa do mercado?
– Eu quero, mamãe.
– Hum, o quê? Bolacha, balinha, iogurte…
– Não, um carro novo!
(Maria Luiza, 2 anos)
Estava lendo a Bíblia para meu filho e sempre digo de qual livro é cada história. Acabamos o Gênesis e começamos o Êxodo. Quando deu a hora de dormir, paramos a leitura e o Rafael comentou:
– Mamãe, amanhã podemos recomeçar a Bíblia por onde paramos, no Êxtase?
(Rafael, 8 anos)
Sou italiana e moro no Brasil. Um belo dia, estava tentando explicar sobre o fuso horário para a minha sobrinha que mora na Itália.
– Você entendeu, Gaia?
– Sim, tia! Quer dizer que quando aqui é Natal, aí no Brasil é Halloween.
(Gaia, 6 anos)
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
– Victor, como foi a escola? A lição de casa estava certa?
– Sim, mamãe, a prô até me deu um símbolo da Nike!
(Victor, 7 anos)
Estávamos fazendo uma oração e a Mel comentou:
– Mamãe, eu tenho medo dessa oração.
– Por quê?
– Tem lobos do mal nela.
– Como assim, Mel?
– “Mas lobos do mal. Amém!”
– Não, Mel. É “mas livrai-nos do mal. Amém!”
– Ué, mamãe, e os “livros” são do mal?
(Melissa, 4 anos)
– Nicolas, amanhã eu vou tomar a dose de reforço da vacina. Você vai me acompanhar?
– Sim, mamãe. E se você quiser, eu seguro a sua mão pra você não sentir medo!
(Nicolas, 5 anos)
– Mãe, pare de estressar com política! Quando eu crescer, vou virar Presidente e aí você me manda no Whatsapp o que for pra eu fazer.
(Lucas, 8 anos)
Estou grávida e comentei com meu sobrinho em tom de brincadeira:
– Vou para casa dar banho no seu primo.
– Ué, tia, é só tomar água!
(Lorenzo, 4 anos)
Estava lendo a história da morte e ressureição de Jesus para o Vitor e mostrei a ilustração do túmulo vazio com o tecido que o cobria deixado sobre a pedra. Comentei que depois ressurreição, apareceu um anjo para anunciar. Então comentei:
– Filho, o que o anjo veio anunciar?
– Ele veio anunciar que Jesus esqueceu sua blusa!
(Vítor, 3 anos)
Maria estava contrariada e com dificuldade para adoçar o café, quando comentou:
– Tio, meu café é libriano… Ele estava doce, agora está amargo. É um café indeciso. Eu sou libriana, mas não sou indecisa. Ou sou?
(Maria, 8 anos)
Estava lendo um livro com perguntas para o meu filho e chegamos em uma que dizia: “o que você tem medo de perder?”. E ele prontamente:
– A sensação de ser feliz.
(Cassiano, 3 anos)
– Mamãe o que eu mais amo na vida é toddynho.
– Uai, pensei que fosse eu!
– Também. Porque é você que compra toddynho pra mim.
(Luisa, 4 anos)
– Mamãe, sabia que a senhora é linda e maravilhosa?
– Obrigada! E o seu pai?
– Ah, meu pai é só legal mesmo.
(André, 6 anos)
Luisa e Lucas estavam conversando, quando ela comentou:
– Eu nunca vou querer sair de casa.
– Ah, vai sim… espera você fazer oito anos.
(Luisa, 4 anos e Lucas, 8)
Giovanna tem aula na escola sobre sentimentos, quando as crianças comentam sobre como se sentem em diferentes situações. Certo dia, a professora perguntou:
– Giovanna, o que você sente quando duas pessoas estão brigando perto de você?
– Ah, eu fico curiosa!
(Giovanna, 8 anos)
Íamos andar de bicicleta e a Violeta pediu para o avô levá-la na cadeirinha. Ele comentou:
– Olha, eu pensei bem e não me sinto seguro. Tenho medo de cair. Acho melhor não ir.
– Vovô, na vida, é preciso encarar os seus medos. Não dá pra viver assim, não!
(Violeta, 4 anos)
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#frasesdecriancas
Laura estava fazendo tarefa de separar sílabas e apareceu a palavra carambola. Perguntei:
– Filha, você sabe o que é carambola?
– Sei, sim. É a forma educada de dizer puta merda!
(Laura, 5 anos)
– Filha o que você vai ser quando crescer?
– Médica, professora e unicórnio.
(Mariah, 4 anos)
Uma amiga fez uma maquiagem caprichada em mim. Quando fui tomar banho mais tarde, Gustavo perguntou:
– Mamãe, você vai tomar banho agora?
– Sim, filho.
– Mas vai sair toda a maquiagem?
– Sim, filho, vai sair.
– Então é melhor você ficar fedida.
(Gustavo, 3 anos)
Gustavo foi fazer uma cirurgia de adenoides e amígdalas. Quando entrou no centro cirúrgico, falou para a médica:
– Minha garganta está infectada e minhas “amigas” estão doendo.
(Gustavo, 4 anos)
Minha afilhada e a coleguinha estavam conversando por WhatsApp, quando a amiguinha em tom de ironia, a chamou ela de “criancinha”. Ela respondeu:
– Nossa! E você é adulta? Já está trabalhando e pagando boletos por acaso?
(Emanueli, 10 anos)
Cheguei em casa e o Gui veio todo animado dizer que estudou sobre o Régis Egípcio.
– Nossa Gui que legal e o que você aprendeu sobre o Régis?
– Que ele é um mosquito que pica as pessoas…
(Guilherme, 4 anos)
Na escola da minha filha teve um Amigo Oculto literário no evento de final de ano. Ela participou, deu e ganhou um livro de presente. Já em casa, antes de dormir, ela perguntou:
– Mamãe, mas por que o amigo oculto não apareceu?
(Maria Luísa, 3 anos)
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Certa noite depois de me observar organizar a casa, arrumar o almoço do outro dia e colocar o uniforme dela para lavar, Luísa comentou:
– Sabe, mãe, quando eu crescer eu não vou querer ser mãe. Dá muito trabalho! Vou querer ser avó direto!
(Luísa, 6 anos)
Estávamos no carro e começou a tocar a música Belle de Jour do Alceu Valença. Cantamos juntas e quando terminou a música perguntei:
– Filha, você gosta de Belle de Jour?
– Nunca comi!
(Antonia, 7 anos)
Estava tentando ensinar meu filho mais velho a chamar o irmão recém-nascido da forma correta. Ele me perguntou:
– É Adelan?
– Não, é Adrian. Repete comigo: A-dri-an.
Ele repetiu certo. Então falei:
– Agora fala de novo: Adrian.
– Adelan!
– Não, filho. É A-dri-an.
– É melhor chamar de baby, né?
(Thomas, 3 anos)
Maria Antonia, ao ver o mar pela primeira vez:
– Mamãe, mamãe! Meu olho tá “lagrimando”. É lindo!
(Maria Antonia, 6 anos)
Repetindo a oração do Pai Nosso com a gente. Começamos:
– E não nos induza à tentação.
– E não nos induza à tentação.
– Mas livra-nos do mal.
– O livro e o jornal.
(Rafaela, 2 anos)
– Pai, posso brincar de ser rica?
– Mas, você já é rica de saúde, filha.
– Só que podíamos brincar de ser rica de saúde e de cartão de crédito também!
(Amanda, 5 anos)
– Eu te amo, mãe. Só não gosto quando tu briga comigo.
– Mas quando eu brigo é pra te ensinar.
– Mas aí tu só me ensina a brigar.
(Isabela, 4 anos)
– Eu não tenho medo de ficar sozinho no escuro. Eu tenho medo é de não estar sozinho no escuro!
(Lorenzo, 9 anos)
Isabela estava brincando de falar ao telefone:
– Ih, desligou!
– Desligou na tua cara?
– Não, no meu ouvido.
(Isabela, 4 anos)
– Tia, quando eu crescer eu vou ser ‘istonauta’.
– Hahah é astronauta, Théo. Legal! Seja mesmo.
– E eu vou pro Sol.
– Mas, menino, se você for para o Sol, você vai morrer queimado!
– Mas eu vou de noite, tia!
(Théo, 4 anos)
– Tia, se dois papagaios estão juntos e um papagaio fala uma coisa e o outro repete, eles vão ficar repetindo eternamente?
(Henrique, 9 anos)
Estava numa conversa séria com Luís sobre a responsabilidade de escovar os dentes sozinho, sem precisar que eu fique insistindo. No final do sermão, perguntei:
– Então, Luís, você já tem seis anos. O que você quer da vida?
– Ah, eu quero um apocalipse zumbi. Você compra?
(Luís, 6 anos)
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Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
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Lara chega pra mim e disse:
– Pai, estou precisando da sua ajuda urgente. Vamos na cama conversar?
Sentamos na cama e ela disse:
– Pai, como eu faço para transferir o dinheiro que eu tenho na minha mente para a minha conta?
(Lara, 7 anos)
Faltou energia na escola do Mateus. Mais tarde, eu comentei:
– Que bom que eu te mandei de manga curta, porque não dava pra ligar o ar da sala. Alguém foi de manga comprida?
– Não sei.
– Mas tu não repara no que teus colegas vestem?
– Eu reparo no que eles são, não no que eles vestem.
(Mateus, 10 anos)
Heitor, após eu ter ficado brava com ele um pouco mais cedo:
– Mãe, você me ama?
– Amo, Heitor!
– Mesmo quando você está brava?
– Sim, mesmo brava eu te amo.
– E como você consegue?
– Consigo o quê?
– Amar e ficar brava, amar e ficar brava?
– Ah, não sei. Eu te amo em qualquer circunstância.
– Eu não, mãe. Quando você está brava, eu guardo meu amor pra depois!
(Heitor, 4 anos)
Precisei ficar internada por alguns dias e juntei todas as geleias que ganhei no hospital e trouxe para o Lorenzo. Hoje, a geleia acabou e ele me pediu:
– Mamãe, será que você pode ficar doente para ir pro hospital e trazer mais geleia pra mim?
(Lorenzo, 5 anos)
A escola em que minha filha estudava foi comprada por outro grupo e deixou de existir. Sabendo que vai mudar de colégio, ela perguntou:
– Mamãe, eu vou estudar no Matriculas Abertas?
(Júlia, 8 anos)
Minha filha disse que se lembrou de um comercial antigo que mostrei pra ela “do limão na Coca-Cola”. Eu a corrigi e disse:
– Na verdade, é o comercial da Pepsi…
– Ah sim! Eu conheço essa música: “O movimento é Pepsi! O movimento é Pepsi!”
(Amelie, 4 anos)
Pietra deixou que a mãe escolhesse a roupa que ela iria para a escola, mas levou outra escondida na mochila.
Ao retornar, a mãe ficou surpresa por ela estar vestida de outro modo. Então ela explicou:
– Mãe, eu queria fazer a sua vontade, mas eu só consigo fazer a minha.
(Pietra, 4 anos)
Pedro cantando para a irmãzinha na hora de dormir:
– Dorme, bebê, que a puta vai pegar…
(Pedro, 4 anos)
– Se o cachorro entende o que a gente fala, mas a gente não entende o que ele fala, então o cachorro é mais esperto do que nós?
(Renan, 8 anos)