Eu estava fazendo uma oração com a Cecília e concluí dizendo:
– Glória a Deus.
– Mãe, por acaso Glória a Deus não é um tipo de inseto?
– Não, filha. Esse é Louva-a-Deus.
– Isso! Eu sabia.
(Cecília, 8 anos)
Eu estava fazendo uma oração com a Cecília e concluí dizendo:
– Glória a Deus.
– Mãe, por acaso Glória a Deus não é um tipo de inseto?
– Não, filha. Esse é Louva-a-Deus.
– Isso! Eu sabia.
(Cecília, 8 anos)
Passando pelo quintal, fiquei em choque vendo a Isabela bebendo a água do cachorro e já corrigi:
– Isabela, você não pode beber essa água. Ela está suja!
– Ah, mamãe… Então vamos trocar logo porque a Tolly estava bebendo também.
(Isabela, 5 anos)
#publicidade Vamos celebrar os momentos especiais da família, em todos os tipos de família 🙂 Para quem é pai, mãe ou irmã de pet, como a Isabela, todo cuidado é necessário. Porque nossas pérolas soltam suas pérolas nas ocasiões que nem imaginamos. E são nessas experiências que passamos juntos do cotidiano que testemunhamos seus melhores momentos.
A frase de hoje é oferecida pela @tang.brasil, que também participa da rotina de muitas famílias e está sempre nos lugares e espaços onde essas histórias surgem.
*Sobre anúncios no Frases de Crianças: o blog não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de publicidade e parcerias é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos.
#frasesdecriancas
Estávamos no restaurante, quando um rapaz abordou meu filho e perguntou:
– Ei rapaz, pra qual time você torce?
– Moço, eu só tusso quando estou gripado.
(Guilherme, 4 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um up grade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
#humanicorretora #CuidandoDosSeusPlanos
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– Mãe, quem come carne é o quê? Carniça?
(Luna, 6 anos)
Na terapia:
– Vicente, o que te faz feliz? O que te faz sorrir?
– Os dentes.
(Vicente, 5 anos)
Minha filha estava agitada e enrolando para dormir. Então eu a abracei e disse:
– Filha, vamos descansar. Você sabia que amanhã é meu aniversário?
– Mas como você sabe? Eu não contei!
(Isabela, 4 anos)
– Papai, o que a Lua come?
– Ela não come nada, filha!
– Então porque a Lua é cheia?
(Cecília, 4 anos)
Heitor me mostrou uma história em quadrinhos que ele estava criando. Segundo ele, um dos personagens era um ladrão. Perguntei:
– O que pode ser feito com uma pessoa que roubou alguma coisa?
– Perdoar?
(Heitor, 7 anos)
– Mãe, qual meu signo?
– Aquário.
– E quando eu crescer vou ser piscina?
(Ester, 4 anos)
Estava observando a praia com meu afilhado. De repente, ele disse:
– Madrinha, eu vou abrir uma loja, perto da sua casa lá em Recife.
– É mesmo? Mas talvez lá não dê muito dinheiro.
– Não tem problema, madrinha. Eu trabalho mais!
(Benjamin, 4 anos)
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Gustavo tem medo de palhaço. Outro dia voltou da escola dizendo:
– Dinda, você não sabe… hoje teve cineminha na escola.
– E você gostou?
– Mais ou menos.
– Por que?
– Era filme de terror.
– De terro?! Como assim?
– Era do Patati Patatá.
(Luís Gustavo, 4 anos)
Meu filho é autista e demorou muito para falar e só agora solta suas primeiras pérolas. Dia desses, estávamos no mercado e o Davi ficou agarrado na tia, dizendo que a amava. Ela então perguntou:
– E o quanto você ama a titia, Davi?
Não imaginamos que ele iria responder. Depois de um tempo pensativo, ele concluiu:
– Eu te amo do tamanho do amor!
Davi Lucca (5 anos)
#publicidade Um dos nossos brinquedos favoritos quando crianças nos anos 80 e 90 se transformou em sucesso de bilheteria e ganhou as telas em um novo lançamento. Para celebrar a estreia de “Transformers – O Despertar das Feras” nos cinemas a partir de 8 de junho, selecionamos as pérolas de hoje em parceria com a @paramountbrasil.
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***
– Mamãe, se car em inglês é carro e man é homem, então uma pessoa com nome de Carmen é um Transformer?
(Maria Clara, 8 anos)
***
– Tutu, o que são veículos?
– Veículos são meios de Transformers!
(Arthur, 2 anos)
***
Minha filha está encantada com o Transformer Bumblebee. Certo dia, no período do Natal, fomos ao shopping e ela não quis tirar foto com o Papai Noel. Na saída, ela justificava:
– Eu sei que o Papai Noel não é de verdade! Ele é um velhinho fantasiado pra tirar fotos com as crianças…
Enquanto se explicava, já no estacionamento, nos deparamos com um Camaro amarelo próximo ao nosso carro. Ela parou, arregalou os olhos, me chamou e sussurrou:
– Pai, está vendo aquele carro? Na verdade ele é um robô e se você chamar ‘Bumblebee’ ele se transforma e vem te salvar.
(Gabriela, 4 anos)
***
Mayumi estava toda contente mostrando seu brinquedo novo: um robô/carro dos Transformers.
– Olha, tia, o papai comprou pra mim. Tinha esse e a Frozen, mas escolhi esse.
– Ah, e por que não escolheu a Frozen?
Analisando a estrutura do brinquedo foi logo mostrando:
– A Frozen não vira robô! – fez uma pausa e concluiu – E também não vira carro!
(Mayumi, 6 anos)
***
– Eu quero ser médico. E você sabia que meu primo Bernardo também quer ser médico? Mas, o Pedro não.
– Por que ele não quer ser médico?
– Ele só gosta de Transformers.
(Arthur, 4 anos)
Costumo cantar à noite para meu filho dormir. Outro dia, ele comentou:
– Mamãe, acho que já é hora de você parar de cantar pra mim, já estou grande!
– Ah é?
– E acho que já é hora de eu parar de comer caca de nariz também! Já posso limpar com o papel.
(Leonardo, 5 anos)
Durante a madrugada, Heitor foi para minha cama dizendo que não estava conseguindo dormir, pois estava resfriado. Levei remédio, levei água e deitamos novamente:
– Como você está se sentindo, filho?
– Amado. Estou me sentindo amado.
(Heitor, 7 anos)
– Mamãe, coloca sua cabeça perto da minha para escutar a música legal que está tocando dentro dela.
(Paola, 3 anos)
Miguel estava no quintal e voltou com uma flor dente de leão.
– Mãe, assopra e faz um pedido.
Fechei os olhos e assoprei.
– O que você pediu?
– Um beijo do Miguel.
Desapontado, respondeu:
– Era para ter pedido sushi. Deixa que eu busco outra flor.
(Miguel, 5 anos)
Minha irmã conversando com meu sobrinho:
– Filho, vc quer usar chupeta e ficar com o dente torto ou parar de usar pra ficar com o dente bonito?
– Eu quero usar a chupeta e ficar com o dente bonito. Eu gosto muito de chupeta!
Lucca, 3 anos
– Mãe, sabe porque você me adotou?
– Por que, filhinha?
– Porque você é o amor da minha vida.
(Isabela, 5 anos)
– Mamãe, corre aqui pra ver esse vídeo. Olha essa vovó dançando. Dá até vontade de chorar.
– Por que você vai chorar, filho?
– É o vídeo mais lindo que já vi. Dá uma coisa boa no coração.
(Heitor, 7 anos)
Mamãe, sabia que o papai e você poderiam ter um canal no YouTube?
– Sério?!
– Sim! O papai poderia falar sobre como construir coisas. E você… poderia ensinar como cheirar e beijar as pessoas. Gosto muito dos seus beijos e cheiros!
(Miguel, 5 anos)
Eu estava conversando com meu esposo e falei:
– Já agendei meu médico.
A Fernanda rápida e sarcástica, me questionou:
– Mas você tem um médico? É dona dele?
(Fernanda Gabrieli, 3 anos)
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Todos os dias, busco minha filha de 17 anos na escola e dou carona para a Cecília, de 8 anos. Outro dia, no carro, comentei:
– Cici, hoje eu dei bronca na Duda porque ela se atrasou para pegar carona com vocês na ida para a escola.
Ela, que adora a Duda, respondeu:
– Tia, não dê bronca na Duda. A culpa foi do meu elevador. Ele que desceu rápido demais.
(Cecília, 8 anos)
Meu neto se machucou jogando futebol e falei que passaria Gelol:
– Felipe, abaixe a bermuda. Mas, segure o pipi porque vou espirrar perto da virilha.
– Vó, não é “pipi” que fala. É “pix”.
– Que pix, Felipe? Onde você aprendeu isso?
– Minha professora que ensinou.
– Ela não ensinou que era pênis?
– Isso! Pênis.
(Felipe, 7 anos)
Durante a conversa da noite aqui em casa a Olívia estava mostrando uma picada nova no joelho e eu falei:
– Mas filha, a gente passou repelente hoje. Como que o mosquito picou aí?
– Mas é que ele não sabia, mãe.
(Olívia, 3 anos)
Mateus estava fazendo a tarefa de catecismo e diante de uma dúvida eu disse:
– Filho, em primeiro lugar devemos amar a Deus.
Para me certificar do entendimento dele, perguntei:
– Filho, quem você ama em primeiro lugar?
– Deus.
– E em segundo lugar?
– O papai.
– Como assim o papai? Achei que em segundo era a mamãe.
– Ué, era você. Mas você colocou Deus na história.
(Mateus, 6 anos)
Pedro estava chorando porque não queria ir para a casa do pai. A tia viu ele chorando e falou:
– Pedro, você é um falso sábia? Quando não é dia de ir para a casa do seu pai, chora porque quer ir. Quando é dia de ir, chora porque não quer.
– Tia Marina, eu não sou falso! E sabe por quê? Porque eu nem sei o que é isso.
(Pedro, 5 anos)
Catarina chegou na casa da vovó, que perguntou:
– Cadê sua mãe, Cata?
– Tá no trabalho.
– E seu pai?
– Vovó, não se preocupe, eles são adultos.
(Catarina, 4 anos)
– Vovô, sabia que eu gosto mais quando você me busca na escola?
– É mesmo? Então conta isso para a vovó!
– Não! Isso é nosso segredo!
Quando chegaram em casa, encontraram com a avó, que comentou:
– Martim, amanhã é minha vez de te buscar. Mas só porque você disse que gosta mais quando eu te pego na escola!
(Martim, 6 anos)
A filha da minha amiga ficou comigo lendo um livro. Dali a pouco, notei que ela estava no videogame:
– Sara, pode jogar, mas não deixa a sua mãe saber.
– Pois fica aí na janela olhando. O carro dela é cinza, tem 8 na placa e é caolho de noite.
(Sara, 6 anos)
Minha avó estava lendo a Bíblia e meu irmão chegou:
– Vó, o que você tá lendo aí?
– É a Bíblia. Agora eu estou lendo o livro de Coríntios.
– Ahh tá. Aí depois você vai ler Vasco e Flamengo?
(Eduardo, 4 anos)
– Filho, queres dançar na festa junina?
– Não, não quero.
– Por que não dançar?
– Porque não quero querer, pois se eu quiser, eu posso gostar e se gostar, vou querer. E não quero gostar para não querer. Quando eu não puder dançar, vou ficar triste porque querer e não poder é sofrimento.
– Mas você pode dançar, fio!
– Mas eu não quero.
(José Otávio, 9 anos)
Sou psicopedagoga e estava eu explicando com tranquilidade como Beatriz deveria realizar um teste. Ela comentou:
– Você é muito paciente com crianças!
– Beatriz, você entendeu o que é pra fazer?
– Claro que sim! Explicando assim qualquer um entende, vou falar pra minha professora fazer igual você!
(Beatriz, 8 anos)
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– Bah, mãe, que perigo! A gente entrou na piscina à noite e nem passou o protetor lunar.
(Penélope, 7 anos – em memória)
==
– Mãe, eu já contei quase mil cabritinhos e não consegui dormir. Posso trocar por porquinhos pra ver se o sono chega?
(Penélope, 7 anos – em memória)
– Pai, você é de direita ou esquerda?
– Como assim, filha?
– Você escreve com qual mão, direita ou esquerda?
(Lívia, 7 anos)
Ana e Bento dormem no mesmo quarto. Outro dia, ela reclamou:
– Bento, para de roncar!
– Eu não tô roncando, é o meu nariz.
– Ah… então não respira, só dorme.
(Ana, 5 anos e Bento, 3)
Estávamos jogando UNO em família e o Arthur estava sem sorte. A certa altura, ele se irritou e disse:
– Os humilhados serão assaltados.
(Arthur, 8 anos)
Meus filhos estavam discutindo quando a Maria Rita falou:
– Você é um diabético!
O Gabriel, indignado, veio reclamar comigo e perguntei:
– Gabriel, você sabe o que quer dizer a palavra diabético?
– Só pode ser alguma coisa de diabo, né? Diabético!
(Gabriel, 10 anos e Maria Rita, 7)
Estávamos na praia com um grupo. De repente, alguém contou uma piada e todos começamos a gargalhar. A dentadura da amiga de minha mãe caiu no mar. Tentamos achar, mas não conseguimos. Meu padrasto tirou a dele e ofereceu. Mas ela ficou chateada, bateu na mão dele e a dele também caiu na água. Voltaram os dois tristes e desdentados para areia. Ela começou a chorar. Vendo a cena, meu filho tentou consolar:
– Não chora, não, tia. Seu dentinho vai nascer de novo.
(Caio, 4 anos)
Depois de pedirmos inúmeras vezes para o Gabriel ir tomar banho, ele foi meio a contragosto e enquanto estava no chuveiro falou:
– É muito difícil ser criança.
– Ué, por que é difícil ser criança?
– Porque não tem ninguém pra gente mandar.
(Gabriel, 5 anos)
– Bernardo, qual sabor de sorvete você quer?
– Sabor grande!
(Bernardo, 1 ano e 9 meses)
– Mãe, se o shampoo é rosa, por que a espuma fica branca?
(Ana Leticia, 6 anos)
Eu estava no banheiro e sozinha em casa com meu filho. Eu o chamei e ele gritou lá do outro banheiro:
– Tô fazendo cocô!
– Espere aí que eu já vou te limpar.
Logo ele apareceu na porta de onde eu estava e comentou:
– Eu me limpei sozinho e ficou limpinho. Porque depois passei o dedo no bumbum e não sujou!
(Eduardo, 3 anos)
– Vem aqui, bonitinha, para eu te dar um beijo?
– Mamãe, “bonitinha” empobrece a língua portuguesa. É linda!
(Fefe, 8 anos)
– Que saudade de quando você estava na minha barriga e éramos um só.
– Como assim?
– Estávamos o tempo todo juntinhos.
Ele se aproximou e sussurrou no meu ouvido:
– Já sei, mãe, me engole!
(Benício, 7 anos)
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Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link.
#publicidade Normalmente pensamos que somos os únicos responsáveis por ensinar as crianças com quem convivemos, mas muitas vezes não nos damos conta do quanto aprendemos com elas. Isso acontece na expressão de afetos e sentimentos sem filtros, na demonstração de dependência para coisas triviais, na forma como, com sua pureza, nos mostram como à vida pode ser mais simples e também com as pérolas que nos comovem, desconcertam e nos ensinam. Na semana do Dia das Mães, fizemos essa seleção de frases em parceria com @nestleninho para celebrar o aprendizado de todos os dias que nossas crianças nos proporcionam.
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– Você sabia que nós temos 3 fases de infância?
– Temos, Nicolas? Não sabia! Quais?
– Sim. Temos a 1° fase que é quando somos crianças e podemos brincar. A 2° fase é quando somos adultos e podemos brincar com nossos filhos. A 3° fase é quando somos avós e podemos brincar com nossos netos.
(Nicolas, 6 anos)
Era hora de dormir e eu disse:
– Filho, eu te amo daqui até a lua.
– Mamãe, eu te amo daqui até o ventilador.
– Como assim?
– A lua tá muito longe. Eu gosto de te amar de pertinho.
(Isaac, 5 anos)
Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas ao mesmo tempo sem querer podar sua autonomia, comentei:
– Está pronta, filha? Não prefere colocar uma sandália? Acho que fica mais elegante…
– Mãe, a gente se veste elegante para passear, ir em uma festa ou no shopping, não para falar dos nossos sentimentos. Na terapia a gente vai vestido “da gente mesmo”.
(Olívia, 7 anos)
Meu marido, minha filha e eu estávamos conversando, quando ele me perguntou:
– Se você tivesse um único pedido a fazer, o que você pediria?
– Queria meu irmão de volta – meu único irmão que faleceu.
– E você, filha?
– Daria o meu pedido para a mamãe para o desejo dela se realizar mais rápido.
(Amanda, 8 anos)
– Uma menina da sala da Nina fez uma festa e não convidou cinco crianças, entre elas a Nina.
Ela estava bem triste em casa e perguntei:
– Filha, se você fizesse uma festa amanhã, convidaria quem não te convidou?
– Sim. Porque não quero que ela sinta o que eu senti.
(Nina, 11 anos)
Estava ensinando a Maria Alicia a andar de bicicleta sem rodinhas quando ela me pediu para deixá-la ir sem segurar. Quando soltei, ela gritou:
– Eu lembrei que não aprendi a parar!
(Maria Alicia, 5 anos)
– Filho, o que você está estudando em ciências?
– As transformações da água.
– E como chama quando ela passa para o estado líquido?
– Liquidação.
(Davi, 10 anos)
E dessa forma eu fui convidada para minha primeira homenagem de Dia das Mães:
– Mãe, vai ter um dia para as mães no meu colégio e eu tenho que levar uma mãe. Se você quiser ir, pode ser você, viu?
(Leonardo, 3 anos)
Eu estava no quarto fazendo minhas orações há uns 5 minutos e minha filha estava junto. De repente, ela me interrompe:
– Já deu, mãe. Tá na hora de dizer amém e ir fazer minha mamadeira.
(Heloise, 3 anos)