Minha filha, ouvindo uma conversa entre eu e o pai dela sobre a polêmica da Copa do Mundo ser no Catar. Em um momento falei:
– Sempre me confundo, onde fica o Catar mesmo?
E ela respondeu:
– No nariz, mamãe.
(Alice Manuella, 2 anos)
Minha filha, ouvindo uma conversa entre eu e o pai dela sobre a polêmica da Copa do Mundo ser no Catar. Em um momento falei:
– Sempre me confundo, onde fica o Catar mesmo?
E ela respondeu:
– No nariz, mamãe.
(Alice Manuella, 2 anos)
Fui fazer compras e levei o Guilherme comigo. Enquanto eu escolhia, ele quis saber da vendedora qual era o nome dela.
A moça respondeu:
– Socorro
O menino ficou na dúvida, franziu a testa e arriscou:
– A sua mãe não gostou de ter você?
(Guilherme, 6 anos)
Em 1994, na época da Copa do Mundo, estava contando a história da Branca de Neve e falei o nome dos anões:
– Soneca, Atchim, Dengoso, Dunga. Quais são os outros mesmo, filha?
– Dunga, Bebeto, Romário e Raí.
(Hanna, 4 anos)
– Mamãe, o Neymar é rico?
– Sim, filha. Ele é milionário.
– Mamãe, você podia fazer assim: ir lá na casa do Neymar e pedir a ele para me dar um fazendinha.
E continuou..
– Fazendinha, não. Ele vai achar que é pequeninha e aí não vai caber meu cavalo. Fala fazenda mesmo.
(Manuela, 7 anos)
Sou professora de uma turma de primeiro ano do fundamental e fiz a seguinte pergunta para um aluno:
– Você gosta de futebol?
– Gosto.
– E do Neymar ?
– Claro, né, tia. Eu tenho até a camisa do Messi.
(Miguel, 7 anos)
– Hoje vamos falar sobre as lendas folclóricas. Quais são exemplos de lendas?
Os alunos responderam:
– Saci Pererê, Mula sem cabeça, etc.
Gabriel levantou a mão e falou:
– Tia, eu conheço uma lenda, mas me esqueci. Vou ligar pro meu tio que ele sabe.
Uns segundos depois:
– Ah, lembrei: o Neymar. É uma lenda!
(Gabriel, 6 anos)
Ensinando uma atividade para Maria Eduarda, perguntei:
– Você sabe quem foi Oscar Niemeyer?
– O primo do Neymar?
(Maria Eduarda, 6 anos)
– Nossa, com esse cabelo o Neymar tá parecendo aquele passarinho.
– Qual?
– O proparoxítona.
– É calopsita, Yasmin.
(Yasmin, 11 anos)
Enquanto eu me arrumava para o meu baile de Direito, já aprovada na OAB, minha sobrinha me ajudava a fechar o vestido, quando soltou do nada:
– Pronto, titia, agora você já pode defender o Neymar.
(Letícia, 10 anos)
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Estava assistindo a um documentário da Copa de 2002 e meu filho pegou o controle e começou a bater na mão. Perguntei:
– O que você está fazendo?
– A imagem está ruim, papai. É da sua época?
(Lucca, 5 anos)
– Arthur, o que você e seu irmão querem de Dia das Crianças? Figurinhas da Copa?
– Preferimos Pix. Vamos viajar e acho que é melhor, entende?
(Arthur, 8 anos)
Meu filho chega da escola cantarolando:
– Wakka Wakka ê ê! Jabiraca ê ê! Vamos pra África!
(Arthur, 8 anos)
Minha mãe é manicure e estava atendendo uma cliente que fala muito palavrão. Minha irmã ouviu e perguntou:
– Cristina, você gosta de falar palavrão?
– Gosto.
– Então fale na sua casa. Na minha, não, porque é feio.
(Sophia, 5 anos)
Hyuri ganhou de sua irmã uns pacotinhos de figurinha. Ele abriu todos de imediato e quando notou ter tirado a figurinha da bola, ficou muito feliz. No mesmo dia, ele perdeu essa figurinha e ficou bem triste. Dias depois, estávamos sentados à mesa, jantando e eu perguntei:
– Hyuri, você perdeu mesmo a figurinha da bola, né?
– É, a vida nem sempre é um morango, mamãe.
(Hyuri, 7 anos)
Bernardo resistente em fazer as tarefas de casa:
– Ninguém pode ser culpado por algo que não fez. Se eu não fizer o tema, não posso ser culpado por isso.
(Bernardo, 7 anos)
– O que é Copa do Mundo?
– É quando vários países se juntam para fazer uma guerra.
(Valentina, 5 Anos)
Na correria da casa, meu marido estava fazendo perguntas e eu respondia apenas “sim” ou “não”. Então ele me perguntou:
– O que você tem, que está respondendo de forma tão ríspida?
– Nada, não.
E o José, escutando tudo, olhou pra mim e disse:
– Mamãe, você tem, sim!
– Tenho o quê?
– Problemas!
(José Pedro, 4 anos)
Meu pai estava assistindo aos melhores momentos do jogo da Copa e falou:
– Senegal.
Minha filha ouviu e disse:
– Não, isso não é “legal”, vovô!
(Aira, 3 anos)
– Dinda, essa é a primeira Copa que eu vou entender como funciona. Eu já sei o nome de todos os times e os nomes dos jogadores do Brasil. Será que eu vou continuar a gostar do Brasil depois da Copa?
(Barbara, 8 anos)
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Ao abrir a geladeira, minha mãe comentou que o suco de uva estava passado e precisava ser jogado fora. Anna Isabel, fazendo tarefa na cozinha, olhou para a minha mãe e disse:
– Ah, então é suco de uva-passa.
(Anna Isabel, 8 anos)
Sou psicóloga e para explicar minha profissão para meu enteado, disse que quando alguém está triste pode conversar com um psicólogo para melhorar. Essa semana, comentei em casa que estou atendendo um garoto de 13 anos e que ele também está colecionando figurinhas da Copa. Rafael me escutou falando isso e perguntou:
– Mas, tia, ele coleciona figurinhas e não está feliz?!
(Rafael, 6 anos)
Yonah perguntou para a Alexa (assistente de voz):
– Alexa, quantos anos eu tenho?
– Pela sua voz, você deve estar na flor da idade.
Ela foi até a mãe e perguntou:
– Mãe, o que é flor da idade?
– Hum, boa pergunta, filha. Com quantos anos será que se chega na flor da idade?
– Não sei, mãe… mas você já passou.
(Yonah, 8 anos)
Meu irmão está viciado no álbum de figurinhas da Copa e me perguntou:
– Irmã, sabe quais são meus jogadores preferidos?
– Não. Quais?
– Neymar e Cristiano Ronaldo. Qual é o time de Cristiano Ronaldo mesmo?
– Eita, irmão. Eu sei mais não estou lembrada. Tá na ponta da língua…
– Saliva?
(Henrique, 6 anos)
Isabela, depois de jantar, comer uma maçã e beber água:
– Nossa, mamãe, olha como minha barriga está enorme! Acho que vai nascer uma boneca!
(Isabela, 3 anos)
Estávamos em frente ao balcão do posto de saúde e tinha uma caixa de camisinhas. Camila viu e logo me perguntou:
– Mãe, pra quê serve esse remédio?
– É pra não ter neném, Camilla.
– Ah! Ainda bem que você não tomou. Senão eu ia estar presa na sua barriga até hoje.
(Camilla, 5 anos)
Manuela estava assistindo TV em um volume muito baixo e perguntei:
– Manu, você está conseguindo ouvir alguma coisa neste volume?
– Sim. Eu sou nova e ainda não tenho pelos no ouvido.
(Manuela, 8 anos)
Manuela me viu amamentando e perguntou:
– Tia, seu leite sai sem nada?
– Como assim, sem nada?
– Ué, você não sabe fazer com nescauzinho? Coitadinha da Marina.
(Manuela, 6 anos)
O Asafe estava brincando e de repente parou sentindo uma dorzinha na barriga. Fui logo preocupada, perguntar o que ele estava sentindo e se já havia melhorado. Ele, seriamente, me respondeu:
– Mamãe, não precisa ficar assim, eu tô bem. Se preocupe com a sua saúde.
(Asafe, 4 anos)
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– Daniel, você teve natação ontem?
– Natação de piscina ou de futebol?
– De piscina.
– Não.
– E de futebol?
– Também não.
(Daniel, 4 anos)
Depois que acabava de fazer as tarefas da escola, o Eduardo descia para jogar futebol com os amigos no parque. Um dia, ao voltar, imundo, suado e com aquele cheirinho debaixo do braço, se jogou em cima da minha cama para ver TV. Então eu disse:
– Filho, vai tomar um banho. E depois do banho, passa o desodorante do papai debaixo dos braços.
E ele respondeu:
– Ah, não mãe! Lá se foi minha infância!
(Eduardo, 11 anos)
Entrei na loja com o Enrico, ele viu um caminhão de brinquedo e ele me pediu pra comprar. Eu falei:
– Filhinho, hoje não tenho o dinheiro. Vamos orar e pedir para o Senhor Jesus nos abençoar.
Chegando em casa, ele esperou um pouquinho e falou:
– Mamãe, olha aí se Jesus já te passou o Pix.
(Enrico, 5 anos)
– Em que você quer trabalhar quando crescer?
– Quero ser arquiteta.
– E o que arquiteta faz?
– Desenha casas. E se quiser, às vezes pinta.
(Helena, 8 anos)
Cecília revirando as gavetas:
– Pai, você sabe onde estão minhas moedas?
– Não sei, filha.
– Me ajuda a encontrar?
– Claro. Tô pensando aqui onde elas podem estar…
– Pai, porque em vez de ficar pensando, você não vem me ajudar a procurar?
(Cecília, 7 anos)
Francisco cantando a música da Xuxa:
– “Tudo que eu quiser, o cara de galinha vai me dar…”
(Francisco, 3 anos)
– Mãe, hoje a professora brigou comigo.
– E só com você, filho?
– Não, mãe. Ela sempre briga com ela mesma.
(Vitor, 5 anos)
Uma amiga precisou deixar os dois filhos dela comigo para resolver assuntos numa cidade próxima. Estava um lindo dia de sol e resolvi levar os meus dois filhos e os dela para tomar banho no rio. Conversando com as crianças os combinados do nosso passeio, me dirigi aos filhos da minha amiga, falei que eu estava cuidando de todos, que os pais deles tinham confiado em mim e, por motivo de segurança, todos precisavam ficar atentos ao que eu orientasse. Foi nesse momento que o caçula falou:
– Sim tia, vou obedecer. Eu respeito você porque gosto de você.
(Augusto, 4 anos)
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Passando pelo quintal, fiquei em choque vendo a Bela bebendo a água do cachorro e logo a corrigi:
– Isabela! Você não pode beber essa água, ela está suja!
Ainda mais assustada do que eu, ela respondeu:
– Ai, mamãe, então vamos trocar porque a Tolly (nossa cadela) estava bebendo também!
(Isabela, 5 anos)
Estava fazendo penteado na minha filha e a virei de frente pra mim para ficar mais fácil. Ela comentou:
– Mãe, sua barriga parece uma uvinha.
– É, filha? Por que uma uvinha?
– É, mamãe. Uma uvinha amassada, uma uvinha passa!
(Alice, 3 anos)
– Vittorio, por que é legal ser criança?
– Ah, porque tu pode brincar, tu pode ver Netflix, tu pode comer e não precisa fazer tua comida…
(Vittorio, 6 anos)
Luna passou o domingo na piscina e estava com muita preguiça de tomar banho e fazer a tarefa da escola.
– Quer ajuda, Luna? Sobre o que é o trabalho?
– Bom, o que você sabe sobre o Zumbi do Palmeiras?
(Luna, 10 anos)
Lara chegou em casa cantando:
– “Maria, cheia de graça e com sono! Venha caminhar…”
– Filha, o certo é “Maria cheia de graça e consolo”…
– Ah, mamãe, pensei que a Maria estava rindo porque estava com muito sono.
(Lara, 5 anos)
Estava conversando com meu pai sobre mercado financeiro, quando a Julia perguntou:
– O que é mercado financeiro?
– As pessoas que trabalhavam com dinheiro, como eu, trabalhavam no mercado financeiro.
Ela pensou um pouco, lembrou dos mercados que já conheceu e falou:
– Você é caixa do supermercado?
(Julia, 4 anos)
O Lorenzo está na fase de alfabetização e já está começando a ler. Na hora do almoço, tinha uma garrafa de chá gelado na mesa. Ele começou a ler a embalagem e em tom de espanto, comentou:
– Que horror, esse chá diz: mate o leão!
(Lorenzo, 7 anos)
– Mãe, eu não gosto de comer salgadinho que já está aberto.
– E você acha que meu dinheiro dá em árvore?
– Do que é feito do dinheiro?
– De papel…
– E de onde vem o papel?
– Da árvore.
– Então…
(Joaquim, 4 anos)
Dia desses, minha mãe disse para minha sobrinha que ela era o elo da nossa família. Hoje, enquanto brincávamos, eu a chamei de “pintinha” e ela respondeu:
– Não, eu sou um remelo!
– De onde você tirou isso?
– Foi a vovó. Ela falou que eu era o remelo da família.
(Alice, 6 anos)
Vitor rezando:
– Papai do Céu, por favor protege meu amigo Lucas, meu primo Rafael, obrigado por eu ver desenho todos os dias… Ah, por favor, destrói os noticiários!
(Vitor, 5 anos)
Cecília chegou da escola com os pés sujos de terra e queria subir na minha cama:
– Filha, não pode subir na cama, vai sujar os lençóis. Você precisa tomar banho primeiro.
Repeti por quatro vezes e continuava ela subindo, até que cheguei mais perto e falei:
– Quantas vezes eu tenho que falar que não pode subir com os pés sujos até tu entender?
– Quatro.
(Cecília, 2 anos)
Estávamos vendo fotos da Helena quando era bebê e eu disse:
– Ah, queria você bebê assim de novo!
Ao que ela respondeu:
– Mas aí você não ia me ouvir falar que te amo todo dia.
(Helena, 8 anos)
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Fomos ao mercado e no meio do caminho lembrei que tinha esquecido o dinheiro:
– Ana, vamos ter que voltar!
– Nossa, porque Deus não fez a gente como aquelas pessoas de cabeça boa que nunca perdem e não esquecem de nada…
(Ana Vitória, 5 anos)
Estávamos deitados para dormir, quando escutei:
– Mamãe, você é psicóloga né?
– Sou, filho!
– E seu trabalho é acolher as pessoas?
– Sim, filho!
– E como é que você ganha dinheiro com isso?
(Tom, 6 anos)
– Filho, os pais da Olívia estavam na festa de aniversário dela na escola?
– Mãe, ela não tem pais. Tem um pai só. Tem um pai e uma mãe.
(Pedro, 3 anos)
Estávamos numa conversa falando sobre as partes do corpo e identificando quais partes de outras pessoas não devemos tocar. Perguntei para o Ídris:
– E qual é uma parte íntima do papai?
– O coração.
(Ídris, 2 anos)
Meu filho Gael é autista não verbal, mas entende tudo. Certo dia, ele queria colo a todo momento e sempre que podia, eu o pegava. Mas houve um momento em que fui fazer comida e não consegui pegá-lo quando pediu. Ele então veio até mim e tentou me pegar no colo. Não falou, mas me deu um ótimo recado.
(Gael, 4 anos)
– Isa, vamos brincar de mamãe e filhinha?
– Vamos!
– Você é a mamãe e eu sou a filhinha.
– Ah, não! Ser mãe é difícil…
(Isabelle, 3 anos)
Meu pai e minha irmã estavam indo fazer compras e eu gritei:
– Gabi, pede para o pai comprar absorvente!
E ela:
– Papai, a Lalá pediu para comprar sorvete!
E o sorvete veio.
(Gabi, 7 anos)