Estávamos tomando lanche numa padaria enquanto esperávamos meu marido chegar. A certa altura, ela perguntou:
– Mãe, meu pai é seu marido?
– Sim.
– Seu marido está demorando demais!
(Alice, 4 anos)
Estávamos tomando lanche numa padaria enquanto esperávamos meu marido chegar. A certa altura, ela perguntou:
– Mãe, meu pai é seu marido?
– Sim.
– Seu marido está demorando demais!
(Alice, 4 anos)
– Mamãe, eu tentei segurar minha fome, mas ela fugiu da minha barriga e agora estou com fome de novo!
(João Lucas, 5 anos)
Meu filho estava sendo teimoso e, com tom de ameaça, falei:
– Marcus, eu só vou contar até três!
– Mas, tu não sabe contar até dez, mãe? Eu te ensino.
(Marcus, 3 anos)
– Titia, eu não gosto de mês de eleição porque eles colocam propaganda até no canal infantil e eu não tenho interesse. Eu não voto.
(Alice, 8 anos)
Fui fazer um macarrão e pedi a ajuda do meu filho que gosta de cozinhar. Quando fui colocar a massa na água, expliquei para ele que era só pra “dar um susto” na massa, para ela terminar de cozinhar no molho. Ele respondeu:
– Por quê? A massa com medo fica mais gostosa?
(Marcus, 5 anos)
Maria Luiza cantando o novo hit:
– Desembola! Bate! Joga gelatina!
(Maria Luiza, 3 anos)
Meu marido e eu sempre escutamos o noticiário no rádio pela manhã e, às vezes, reclamamos de políticos que são ladrões. Certo dia, estávamos estacionando o carro em uma rua sugeri que tivesse cuidado porque era um lugar perigoso. Atrás da gente, Enrico perguntou:
– Por que, mamãe? Aqui tem muitos políticos?
(Enrico, 3 anos)
Peguei a Helena no colo e disse:
– Nossa! Eu estou muito forte pra conseguir te carregar assim.
– É porque papai do céu está te dando forças.
(Helena, 4 anos)
Estava trabalhando em casa e, enquanto isso, Lucas e Letícia estavam gritando e correndo pelo quarto. Eu falei:
(Lucas, 6 anos e Letícia, 4)
Na escola, João tem mania de entrar dentro da caixa de brinquedos. Eu disse que a caixa não era forte o suficiente, mas dia desses ele entrou de novo e eu falei:
– João, lembra que a tia te pediu para não entrar mais dentro da caixa? Ela não aguenta você.
– Tia, eu te amo. Mas hoje tá muito difícil de continuar amando você.
(João Pedro, 3 anos)
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Em celebração ao dia das receitas mais gostosas, dos colos mais fofinhos e das tarde inesquecíveis no sofá, segue aqui uma coleção de pérolas que celebram a avolescência. 👴🏼👵🏾🧓🏽
– Você vai tomar banho, vó?
– Vou.
– Deixa eu tomar banho com você?
– Não, Caíque, de jeito nenhum.
– Ah, vó… eu prometo que não vou rir.
(Caíque, 4 anos)
A vovó estava se trocando enquanto cantava e dançava para a neta antes de irem brincar no quintal. Então perguntou:
– Como sua vovó é maluquinha, né Nina?
– Não! Minha vovó é perfeitinha.
(Nina, 6 anos)
Meu pai estava atrasado para sair, quando a Angel lhe pediu:
– Vovô, brinca comigo?
– O vovô está atrasado agora. Mas quando voltar, eu brinco, tá?
Sem pensar muito, ela respondeu:
– Mas eu também tô atrasada pra brincar!
(Angel, 3 anos)
– Davi, essa semana você vai ver a vovó. Ela está com saudade.
– Eu também estou.
– Mas temos que tomar todos os cuidados: lavar as mãozinhas com água e sabão; passar álcool em gel; usar a máscara e, por enquanto, não pode abraçar e beijar a vovó, tá?
– Ué, mas como eu vou amar ela se eu não posso abraçar?
(Davi, 5 anos)
Ceceu, na casa dos avós, atende o telefone.
– Alô, quem tá falando?
Do outro lado da linha:
– É o Jesus. Posso falar com o Seu Ângelo?
Ceceu tira o telefone da orelha e grita:
– Vovô! Papai do Céu quer falar contigo!
(Ceceu, 4 anos)
Depois de ter deixado meu filho durante o fim de semana com os avós pela primeira vez, perguntei:
– Quantos chocolates a vovó te deu?
Ele pensou um pouco e respondeu:
– Mais ou menos bastante, mãe.
(Vinícius, 4 anos)
Helena mudou de cidade e foi morar longe da avó. Certo dia, fiz uma brincadeira com ela em que falava uma palavra e ela tinha que dizer a primeira coisa que lhe vinha à mente:
– Uma alegria…
– Oi, vovó!
– Uma tristeza…
– Tchau, vovó.
(Helena, 5 anos)
Chegou o aniversário do vovô e perguntei ao Miguel o que ele gostaria que eu comprasse para presenteá-lo:
– Quero dar um terno.
– Muito bom, filho. Só isso?
– Um sapato também.
– Ok. Um terno e um sapato.
– E uma caixa de bombom.
– Mas o vovô não come chocolate, filho.
– É, mas toda vez que ele ganha, ele dá pra mim.
(Miguel, 5 anos)
– Mamãe, corre aqui pra ver esse vídeo. Olha essa vovó dançando. Dá até vontade de chorar.
– Por que você vai chorar, filho?
– É o vídeo mais lindo que já vi. Dá uma coisa boa no coração.
(Heitor, 7 anos)
Estávamos brincando no quarto da Babi e ela disse que teríamos que atravessar um portal.
– Eu vou na frente e você fica aqui me esperando.
Ela começou a entrar no guarda-roupa e logo voltou correndo:
– Ah, fica com esse casaquinho aqui pra você porque pode esfriar.
(Bárbara, 5 anos)
Meu marido estava fazendo dever de casa com a Valentina, nossa filha mais velha, quando leu a pergunta:
– Havia 8 lápis na mesa de Mariana. Lucas colocou mais 6 lápis. Quantos lápis ficaram na mesa?
Alice, a mais nova, rapidamente respondeu:
– Vários!
(Alice, 3 anos)
Estávamos no carro e começou a tocar uma música que eu gosto. Aumentei o volume e disse pra minha filha escutar e prestar atenção. Comecei a cantar junto, toda empolgada, até que ela me olhou séria e disse:
– Ô, mãe, deixa a titia cantar sozinha.
(Rafaela, 2 anos)
Estávamos indo para uma festa, mas antes passamos no mercado e compramos duas garrafas de Coca-Cola. Meus filhos ficaram com os refrigerantes no banco de trás brincando que eram seus filhinhos: “Filhinho deita aqui, filhinho coloca o cinto, etc”. No caminho, passamos em frente a uma fábrica da Coca-Cola. Isadora pegou a garrafa, levantou-a e disse:
– Olha aqui, filhinho. Aqui é a maternidade onde você nasceu.
(Isadora, 8 anos e Miguel, 7)
Meu filho foi tomar a segunda dose da vacina contra Covid-19 com o pai. Quando voltou pra casa, a primeira pergunta que me fez foi:
– Mãe, quem tomou a duas doses da vacina já pode abraçar? Eu quero poder abraçar meus amigos.
(João Vinícius, 6 anos)
Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas ao mesmo tempo sem querer podar sua autonomia, comentei:
Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas ao mesmo tempo sem querer podar sua autonomia, comentei:
– Está pronta, filha? Não prefere colocar uma sandália? Acho que fica mais elegante…
– Mãe, a gente se veste elegante para passear, ir em uma festa ou no shopping, não para falar dos nossos sentimentos. Na terapia a gente vai vestido “da gente mesmo”.
(Olívia, 7 anos)
Em parceria com a @humanicorretora
Décimo dia de Guerra entre Rússia e Ucrânia. A TV estava ligada no noticiário e a Manu perguntou:
– Mãe, porque a Rússia está brigando com a Ucrânia?
– O presidente da Rússia é malvado e quer pegar o país da Ucrânia pra ele.
– Mas, se ele quer pegar pra ele porque que está destruindo tudo?
(Manu, 6 anos)
Uma vizinha veio conhecer o Luan, com 5 meses e perguntou à sua irmã:
– Amelie, qual a idade do seu irmãozinho?
– Não sei.
– E qual o nome dele?
– Gostoso de mamãe.
(Amelie, 2 anos)
– O que é empatia, Bernardo?
– Empatia é quando todo mundo ganha uma corrida e vira um empate.
(Bernardo, 4 anos)
Ganhar junto com alguém é sempre melhor. É para celebrar valores como amizade, companheirismo e empatia que no dia de hoje (20/7) comemoramos o Dia do Amigo em nosso país. E a frase desse ano é oferecida por Thomas & Seus Amigos. Se você acompanhava as histórias do trenzinho e seus colegas na tv, deve lembrar que esses valores estavam presentes em cada episódio. Nos perfis de @thomasandfriends e @fisherprice você pode acompanhar tudo sobre o lançamento da nova linha de brinquedos, agora mais realistas e expressivos.
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Minha mãe recebeu uns flertes de um senhor e eu comentei:
– É, mãe, seria bom arrumar um namorado. O que você acha, Bel?
E a Bel respondeu:
– Melhor adotar um gato, vovó.
(Isabel Luiza, 10 anos)
Fiquei totalmente rouca e uma de minhas alunas estranhou muito:
– Prô, sua voz está sem wi-fi.
(Chloe, 2 anos)
Beatriz perdeu mais um dente e estava colocando embaixo do travesseiro quando perguntou:
– Será que a fada do dente faz Pix?
– Mas, Bia, você tem conta no banco para fazerem o Pix pra você?
– Ué, mãe, você vive falando que é muito fácil e dá para abrir até pelo celular! – recentemente abri uma conta no Nubank para mim, para meu esposo e acabei indicando minhas sobrinhas e irmãos.
(Beatriz, 9 anos)
Clarice foi fazer um teste para uma gravação e a entrevistadora perguntou:
– Clarice, se você não conseguir o papel como vai se sentir?
– É a vida, né?
(Clarice, 8 anos)
– Mãe, qual a diferença de hotel para motel?
– As letras. Um começa com H e o outro com M.
– Não é possível que seja só isso. Pra quê mudar as letras para a mesma coisa?
(Gabriel, 9 anos)
Meu sobrinho dormiu com minha mãe na noite passada. Liguei hoje de manhã para saber como ele estava.
– Oi, Jota, dormiu bem?
– Não, titia, a vovó roncou igual a Peppa Pig.
(Jonata, 4 anos)
Na cama, antes de dormir, ele estava deitado no meu colo e disse:
– Mamãe, me abraça? Não me deixe cair desse penhasco.
(João, 3 anos)
– Mamãe, vamos brincar? A brincadeira é dizer três filmes de ação em dez segundos.
– Vamos. Mas, começa primeiro com você. Me diga três filmes de ação em dez, nove, oito…
– Velozes e Furiosos 1, 2 e 3!
(Kevin, 6 anos)
Ontem minha sobrinha observava minha pele despigmentada pelo vitiligo – com as bordas irregulares e esfumadas – e me disse:
– Teté, você tá muito branquinha! Tá parecendo uma nuvem.
(Lara, 4 anos)
PS: Não sei se foi pela brancura ou se pela fofura que ela me associou a nuvem, só sei que foi a coisa mais linda que já me disseram a respeito de minha aparência.
Em parceria com a @humanicorretora
Cadú vai ganhar um irmãozinho e disse:
– Vou dividir todos os brinquedos com ele e não vou brigar.
– Acredito em você, Cadú. Você não mente.
– Só às vezes.
(Cadú, 6 anos)
– Helena, o que você quer ser quando crescer?
– Veterinária que cuida de crianças. Porque eu amo as crianças.
(Helena, 4 anos)
(Samir, 5 anos)
(Alice, 5 anos)
Estávamos viajando pela primeira vez de avião. Quando finalmente pousamos, meu sobrinho olhou para a aeromoça e perguntou:
– Acabou a bateria?
(Pedro Henrique, 4 anos)
Estávamos brincando de fazer formatos de massinha:
– Mamãe, você gosta de cortar as formas?
– Na verdade, eu prefiro construir, filho.
– E na mentira, você gosta de cortar as formas?
(Bernardo, 4 anos)
Dia seguinte à 1a dose da vacina contra o COVID:
– Filho como está o bracinho?
– Mãe, só dói se eu dançar a macarena.
(Rafael, 8 anos)
Meu irmão por parte de pai, mora em outra cidade e perguntei:
– Lipe, você faz aula de natação?
– Não. Só de escreveção!
(Luiz Felipe, 4 anos)
Em parceria com a @humanicorretora
Eu dando aula e certo dia, por engano, colei o adesivo de uma aluna errado e pedi desculpas. Então ela me respondeu:
– Sempre que você errar, eu vou te perdoar.
(Malu, 5 anos)
Cartinha que recebi:
“Querida mamãe,
Gostaria de pedir que, por favor, não desperdice água.
Te amo. Beijos.
Yan”
(Yan, 6 anos)
Estava contando pra Juju sobre o nosso casamento. Que o Papai estava no altar da igreja esperando pela mamãe. E a mamãe entrou de noiva, com um vestido lindo. Então teve uma cerimônia e depois uma festa muito legal!
Ia contando e ela deitadinha escutando e prestando atenção. De repente, ela me olhou e começou a chorar.
– O que foi, minha filha, por que está chorando?! Você ficou emocionada?
– Não, mamãe. Estou triste porque vocês não me convidaram!
(Maria Júlia, 3 anos)
Estava brincando de perguntas e respostas com o Léo e questionei:
– Léo, o que é fotossíntese?
– Ah, Fafá, você sabe que eu ainda não sei inglês.
(Léo, 6 anos)
Como sempre, Vini é muito preocupado com tudo. O pai contou sobre algumas questões financeiras da empresa e ele veio me perguntar:
– Mãe, será que agora a gente vai afundar?
E o Lucas, mais novo, tentou acalmar:
– Não, irmão, eu tenho bóia.
(Vinícyus, 12 e Lucas, 3 anos)
Fernanda voltando de uma das suas primeiras aulas:
– Mãe, hoje eu tive aula com uma professora nova de inglês. Ela me ensinou a falar “hello”.
– Ah é? E como ela chama?
– “Pinscher” Carol.
(Fernanda, 4 anos)
– Mamãe, eu não quero ter filhos e nem casar… dá muito trabalho. Eu quero ser viúva.
(Lara, 6 anos)
Jorge estava na casa da avó, quando a vizinha apareceu e perguntou:
– Cadê seu pai?
– Está trabalhando.
– E a sua mãe?
– Está transando.
– O quê, menino?!
– Está “transando” o cabelo.
(Jorge Emanuel, 4 anos)
– Papai, sabia que agora tem um combinado que toda noite eu vou pra sua cama?
A mãe escuta e pergunta:
– Ah, é? E com quem você combinou isso?
– Ué, com o meu pé, com a minha perna…
(Helena, 4 anos)
Nosso cachorrinho Tobby faleceu há um mês e tem uma foto dele na proteção de tela do meu celular. Maria viu e falou:
– Olha, o Tobbynho! Mas, por que você tem uma foto dele no celular?
– Pra eu nunca me esquecer dele.
– Ah, eu nem preciso de foto. Eu vou lembrar dele pra sempre no meu coração.
(Maria Luiza, 4 anos)
Sempre que vamos ao shopping e passamos em vitrines de brinquedos o Victor pede para eu comprar alguma coisa e respondo:
– Na volta a gente vê.
Ele me olhou firme e falou:
– Só se for na volta de Jesus, né?
(Victor, 7 anos)
A festa de aniversário da Maria Luiza será da Patrulha Canina e perguntamos para ela:
– Malu, você gosta de cachorro?
– Gosto. Mas só de cachorro-quente.
(Maria Luiza, 3 anos)
– Mãe, a teacher fala “open the book” para mandar a gente abrir o livro.
– E para fechar, meu filho, como ela fala?
– Não sei… mas acho que é “desopen the book”.
(Davi, 5 anos)