Em parceria com a @humanicorretora
Cheguei na porta da sala de aula para buscar o Tom, depois de seu primeiro dia de aula, recebi um carinhoso abraço e perguntei:
– Como foi tua tarde?
– Um sucesso.
(Tomás, 3 anos)
Em parceria com a @humanicorretora
Cheguei na porta da sala de aula para buscar o Tom, depois de seu primeiro dia de aula, recebi um carinhoso abraço e perguntei:
– Como foi tua tarde?
– Um sucesso.
(Tomás, 3 anos)
Estava brincando com a Hanna quando ela começou a fazer uma lista de alimentos e ia adicionando os preços ao lado. Olhei e comentei:
– Nossa, esses preços estão muito caros!
– É. Igual no mercado!
(Hanna, 8 anos)
Conversando com minha sobrinha, comentei:
– Cecília, estou querendo comprar um cachorrinho pra Dadô.
– Ô tia, cachorro não se compra, se adota.
(Cecília, 4 anos)
(Letícia, 3 anos)
Meu marido, minha filha e eu estávamos conversando, quando ele me perguntou:
(Amanda, 8 anos)
– Filha, como foi na escola?
– Mamãe, mudou minha professora de inglês. E você acredita que essa também se chama teacher?!
(Luana, 5 anos)
Meu irmão é super chato com organização e estava reclamando com meu sobrinho porque os brinquedos estavam espalhados. Então eu falei:
– Até parece que você nunca foi criança! Deixa o menino brincar e pare de ser chato.
– Eu nunca tive esse tanto de brinquedo, esses trens, esses carros motorizados… Pra quê tudo isso?
Meu sobrinho, que até então estava sentado comendo sua pipoca, virou e disse:
– Papai, eu te empresto. Eu divido com você.
(Henrique, 3 anos)
Isis ganhou uma cachorrinha recentemente. Conversando com a avó, perguntou:
– Vó, cachorro é cadastrado?
– Cadastrada onde, Isis?
– Cadastrada em algum lugar. Ela é cadastrada?
– Não, cachorro não cadastra. Ela só tem aquele cartão de vacina que você viu.
– Ah, então ela pode ter filhotinho?
(Isis, 6 anos)
– Mãe, eu quero mamilo.
A mãe achou que por ver o irmão mais novo sendo amamentando, João escutou a palavra e associou a mamar. Então ela tirou o “mamilo” pra fora. Ele viu a cena e disse:
– Não, isso é peito! O que eu quero é “milo” (milho)! Eu quero “ma milo” (mais milho)!
(João Vicente, 2 anos)
– Filha, hoje será sua primeira aula de inglês.
– Mamãe, vou falar: hi, hello e thank you.
– Isso mesmo, filha. Fale para sua professora que você aprendeu essas palavras quando foi na casa da sua prima, Ellie, que é americana.
– Ah, mãe! Sabe quem também é americana? A alface! A alface é americana!
(Maria Fernanda, 3 anos)
– Bia, por que você não me falou que tinha sujado a cama inteira com slime?
– Pra você não ficar assim como você está agora.
Mais tarde, escutei um barulho enorme vindo do quarto dela, então perguntei
– Bia, o que foi isso?
– Um barulho!
(Bia, 4 anos)
Catarina estava contando que encontrou duas amiguinhas na missa e a avó perguntou:
– E você brincou com elas?
Ela virou para a mãe e perguntou:
– Pode brincar na missa?
– Não.
– Por quê? Jesus proíbe?
– Não, filha. É uma questão de respeito.
– Mãe, o respeito tem que durar a missa toda?
(Catarina, 4 anos)
Meu marido me deu flores e um cartão de presente. Joaquim, agora que sabe ler, ficou curioso e pegou o cartão. Leu atentamente por alguns segundos e exclamou:
– Nossa, que letra feia!
(Joaquim, 6 anos)
Estava dando aula, quando um aluninho levantou a mão e disse:
– Teacher, sabia que quando chove é porque o Papai do Céu tá lavando a casa dele com mangueira?
– Nossa, não sabia.
– Tá vendo? Você não é a única que sabe ensinar aqui.
(Rafael, 5 anos)
Jasmim, percebendo que a raiz do cabelo da professora estava crescendo e mostrando a cor natural, comentou:
– O seu cabelo está ficando preto. O cabelo da minha mãe era preto antes, agora está ficando branco.
Uma amiga da sala perguntou:
– Como a Elsa?
– Mais como a avó da Elsa.
(Jasmim, 6 anos)
A Lívia veio comer um bolinho no quarto e eu comentei:
– Vai comer na cozinha.
– Mas, por que?
– Pra não vir barata no quarto.
– Mas na cozinha tem barata?
(Lívia, 3 anos)
– Mamãe, o que é “sovia”?
– Onde você ouviu isso?
– É porque toda vez que você paga com o cartão, perguntam: quer sovia?
(João Marcelo, 6 anos)
Estava tentando acordar a Sophia mais cedo e ela reclamou:
– Mãe, eu não sou daquelas pessoas que acordam e vão seguir a vida. Eu sou aquela pessoa que acorda, vira para o outro lado e volta dormir umas 20 vezes.
(Sophia, 6 anos)
Estávamos em uma viagem de avião e começou uma turbulência. Algumas pessoas começaram a gritar e a rezar. De repente, tudo acalmou. Nessa hora, o Felipe começou a bater palma e gritar:
– De novo! De novo!
(Felipe, 3 anos)
Meu sobrinho queria contar que tinha um avô dentista e outro pediatra:
– Eu tenho um avô que é dentista. E o outro psicopata.
(Pedro Henrique, 4 anos)
– Mamãe, hoje na escola foi muito legal. Tive que desenhar o mano.
– Como assim, mano?
– É, mamãe, todas as partes do corpo mano.
(Murilo, 4 anos)
Estávamos brincando com meu sobrinho já fazia um bom tempo quando perguntei:
– Lucas, sua mamãe ainda está dormindo?
– Sim. Já faz 7 mil anos!
– Nossa, então ela é a Bela Adormecida?
– Não, titia, acho que a Bela Adormecida não dormia tanto assim.
(Lucas, 5 anos)
– Crianças, depois da consulta médica dos meninos, a gente pode ir comer um pastel lá na igreja.
Alice ficou pensando e perguntou:
– Nós vamos comer rezando, mãe?
(Alice, 5 anos)
Estava conversando com meu sobrinho sobre a irmã dele e perguntei:
– E a sua irmã, Lucas, ainda está com o namoradinho?
– Não, tia, eles terminaram.
– Mas, já?
– É, tia. Você não sabe que a vida é muito curta?
(Lucas, 5 anos)
Carol adora brincar com nossos cachorros e Kiara, uma das cadelas, adora lamber. Um dia, escutei Carol reclamando:
– Eca!
– O que foi amor? Kiara te lambeu?
– Não. Eu lambi ela. Mas o gosto é ruim!
(Carol, 2 anos)
– Lays, qual é o nome da sua escola?
– É Sonho de Criança… mas, eu nem posso dormir lá!
(Lays, 4 anos)
Passamos em frente a um motel e tinha uma estátua de um casal sem roupa abraçados. O Paulinho ficou olhando e disse:
– Olha, mamãe! Adão e Eva.
(Paulo, 3 anos)
(Helena, 4 anos)
O Júnior foi para a primeira aula de inglês e quando ele chegou em casa, perguntei:
(Júnior, 6 anos)
(Gabi, 9 anos)
(Davi, 4 anos)
(Mateus, 5 anos)
Uma tia nossa olhou para mim e comentou:
(Anna Luíza, 5 anos)
Eu tentando descobrir os apelidos do meu filho na nova escola:
(Leonardo, 3 anos)
(Ruy, 5 anos)
Raul, acabou de ganhar uma irmãzinha.
Com ela no colo, ele falou:
(Raul, 4 anos)
Nós viajávamos para outro estado e, na divisa, o guarda nos parou, desejou bom dia, olhou para dentro do carro e, olhando pras crianças, falou:
(Mel, 5 anos)
Letícia estava distraída enquanto eu a chamava insistentemente. Depois de um tempo, reclamei:
– Filha, eu acho melhor você tirar essas orelhas. Você não escuta a mamãe.
– Mas, mãe, se tirar as orelhas, onde vamos prender a máscara?
(Letícia, 4 anos)
Estávamos a caminho da escola para votar e a Malu perguntou:
– Mamãe, onde nós vamos?
– Vamos votar filha.
– Ah não, mãe! Eu quero ir, não quero “voltar”!
(Malu, 3 anos)
Miguel tinha espalhado todos os brinquedos pela sala e a mãe alertou:
– Meu filho, arruma isso senão seu pai vai comer meu fígado!
Ao que ele respondeu:
– Mas você me dá um pedacinho?
(Miguel, 3 anos)
Pedi para Martina não correr na calçada em direção à rua e ela me ignorou:
– Filha, estou chateada porque pedi pra você não correr e não ir sozinha em direção à rua. Mas você nem me deu bola…
– Mas, eu não tenho uma bola!
(Martina, 3 anos)
Minha filha acordou cedinho e foi para o meu quarto, como de costume:
– Mãe, que dia é hoje?
– Segunda-feira.
– Eita! Era melhor não ter perguntado…
(Angélica, 4 anos)
Acabamos de fazer a oração de sempre antes de dormir e minha filha questionou:
– Mamãe, você diz que a oração é uma conversa com Deus, né?
– Sim.
– Mas Deus não se cansa de escutar a mesma conversa todo dia?
(Manuela, 5 anos)
Miguel recebeu um amigo novo na escola que veio do Rio Grande do Sul e eles falam com um sotaque diferente do nosso:
– Mamãe, tem um menino novo na minha sala.
– Nossa, filho, amigo novo! Já conversou com ele?
– Sim, mamãe. Mas não entendi muito bem, ele fala outro idioma.
(Miguel, 7 anos)
Sou jornalista e, ao entrevistar uma garotinha, perguntei o nome dela.
– É Gabriela.
– Gabriela com um “L” ou dois?
– Com “G”.
(Gabriela, 8 anos)
Fim de dia, abracei meu filho, pedi um carinho e comentei:
– Dá tanto trabalho ser professora!
E ele respondeu:
– Ah, tente descansar um pouco… E arrume esse cabelo assanhado!
(Francisco, 5 anos)
Estava colocando a Sarah para dormir. Ela já estava quietinha, quando escutei um riso dela.
– Sarah, o que foi?
– É que eu estava aqui pensando: e se eu quiser fazer mais de uma coisa quando crescer? Aí, se eu for médica e astronauta e uma paciente me ligar para marcar consulta e eu não puder atender porque eu estou na lua?
(Sarah, 6 anos)
Durante o jantar, a Júlia pediu para a mãe passar o cuscuz.
– Obrigada, mamãe.
– Ao seu dispor, madame!
Depois, já tirando a louça da mesa, a mãe pediu para Julia pegar um dos pratos. Ela ajudou e a mãe comentou:
– Obrigada!
E a Julia:
– Ao seu esporro madame.
(Júlia, 8 anos)
Meu marido colocou uma música que a Helena ama ouvir e comentou:
(Helena, 4 anos)
Cecília passou um tempo desenhando e escrevendo coisas num papel. De tempos em tempos, ela intercalava o lápis em uma mão diferente. Quando veio mostrar o desenho, comentou intrigada:
(Cecília, 7 anos)