– Eu vou comprar tudo o que eu quiser com meu dinheiro.
– Filha, você sabe que as coisas tem um preço, né?
– É… eu sei. E eu tenho todos os preços na minha bolsa.
(Cecília, 5 anos)
– Eu vou comprar tudo o que eu quiser com meu dinheiro.
– Filha, você sabe que as coisas tem um preço, né?
– É… eu sei. E eu tenho todos os preços na minha bolsa.
(Cecília, 5 anos)
Fui à feira com minha filha e perguntei ao feirante:
– Moço, quanto custa a caixa de fruta do conde?
– Quinze reais.
Milha filha olhou para ele e perguntou:
– E sem a caixa?
(Laura, 6 anos)
– Tia, qual é o desenho mais bonito?
– Todos são bonitos. Está um mais bonito que o outro!
– Mas qual é o que está mais bonito que o outro?
(Marina, 5 anos)
Certo dia, estávamos jogando ludo e o Victor quis sair da brincadeira porque estava perdendo:
– Victor, volta para o jogo. Você tem que aprender a perder.
E ele, bravo e chorando, disse:
– Eu sei perder, sim. Eu perco toda hora. Eu não sei é ganhar.
(Vitor, 6 anos)
Cecília estava no parquinho e ajeitou sua boneca no colo para descer no escorregador:
– Prepare-se, Sarah! – ela disse.
No final da descida, virou pra boneca e perguntou:
– Você gostou?
E fez uma vozinha, como se a boneca estivesse respondendo:
– Uhuuu!
– Hum, acho que isso foi um “sim”.
(Cecília, 4 anos)
– Gregório, você está me enrolando!
– Mas é com corda de amor, mamãe.
(Gregório, 5 anos)
– Filha, você já vai fazer seis anos. Precisa começar a dormir na sua cama.
– Mamãe, você já tem trinta e ainda dorme com o papai.
(Rafaela, 6 anos)
Estive longe por um tempo. Quando voltei, perguntei para minha sobrinha se ela havia sentido saudades. Ela disse que sim e perguntei se ela sabia o que isso significava:
– Dinda, saudade é quando a gente quer dar um abraço na pessoa e não pode.
(Sofia, 4 anos)
A Fernanda é sapeca e apronta bastante. Depois de uma traquinagem, a irmã mais velha comentou:
– Isso não foi legal, Fernanda! Como a gente deve falar? Des…
– …pacito!
(Fernanda, 2 anos)
Davi sentou no meu colo enquanto eu via TV e fiquei beijando a cabecinha dele. Ele virou e falou:
– Nossa, como é bom o amor.
(Davi, 5 anos)
– Mãe, pega água pra mim beber?
– É para eu beber.
– Pega para nós dois, então.
(Miguel, 7 anos)
– Penultimo é uma coisa que é muito última.
(Oli, 5 anos)
– Para as comidas, a língua é uma mesa.
(Oli, 4 anos)

Estávamos só eu e o Arhur em casa. Ele, brincando fantasiado de Batman e eu vendo TV. Quando minha amiga telefonou, atendi e ela perguntou quem estava em casa:
– Eu e Arthur, respondi.
Ele, ouvindo isso, reclamou comigo:
– Não, mãe! Tá você e o Batman!
(Arthur, 3 anos)
#publi Que tal montar um pouco dos encantos do universo de Harry Potter ou juntar os super poderes dos heróis em sua casa para comemorar o Dia do Orgulho Nerd, que aconteceu na última terça-feira, e o Dia do Brincar, que é justamente hoje!? Com os quebra-cabeças 3D da Multikids, você – e seus pequenos, se precisar de um pretexto 🙂 – podem viver experiências formidáveis e nutrir a imaginação em um momento de descobertas e diversões. Corujas aqui do Frases de Crianças têm desconto de 20% nas compras pelo site da Multikids (www.lojamultikids.com.br) com o cupom CRIANCANERD20!
*Sobre anúncios no Frases de Crianças: o blog não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de publicidade e parcerias é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. O valor arrecadado com essa campanha será doado para a Visão Mundial.
Meu sobrinho e eu estávamos conversando sobre profissões:
– Dan, o que você quer ser quando crescer?
Sem pensar duas vezes, ele respondeu:
– Chefe.
(Daniel, 4 anos)
Tinha um cartaz na escolinha escrito: “Temos bife de fígado. Faça seu pedido.” A Ruth pegou um bife, olhou para o céu e disse:
– Eu quero entrar na escolinha de futebol.
(Ruth, 7 anos)
Cheguei em casa um dia depois do bolinho de 5 anos do João Diogo e ele comentou:
– Mamãe, eu já pensei na minha próxima festa de aniversário. Será no Mangueirão – maior estádio de futebol de nossa cidade – e a senhora vai ter que convidar bastante gente pra encher a arquibancada.
– João Diogo, tu tás pensando o quê?
– Grande!
(João Diogo, 6 anos)
– Gente, ninguém desiste da vida, hein?
(Cecília, 3 anos)
– Mãe, pega água pra mim beber?
– É para eu beber.
– Pega para nós dois, então.
(Miguel, 7 anos)

Estava no meu quarto lendo um livro enquanto meu irmão assistia o casamento real britânico na sala. Extasiado, resolveu me chamar:
– Pamela, vem ver! O casamento do Harry Potter tá passando na tv!
(Juan, 7 anos)
#publi Que tal montar um pouco dos encantos do universo de Harry Potter ou juntar os super poderes dos heróis em sua casa para comemorar o Dia do Orgulho Nerd, que acontece agora em 25/5? Com os quebra-cabeças 3D da Multikids, você – e seus pequenos, se precisar de um pretexto 🙂 – podem viver experiências formidáveis e nutrir a imaginação em um momento de descobertas e diversões. Corujas aqui do Frases de Crianças têm desconto de 20% nas compras pelo site da Multikids (www.lojamultikids.com.br) com o cupom CRIANCANERD20!
*Sobre anúncios no Frases de Crianças: o blog não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de publicidade e parcerias é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. O valor arrecadado com essa campanha será doado para a Visão Mundial.
Estávamos no carro brincado de falar palavras com uma determinada letra e o tema da cidade era com “J”. A Isadora falou:
– Jáu.
Eu falei:
– Jerusalém.
Gargalhando, a Isa confirmou:
– Jerusalém?
– Sim.
– Hum, achei que fosse Jesus Além.
(Isadora, 10 anos)
– Mamãe, eu queria ser índio.
– Que legal, amor. Por quê?
– Porque eles devem comer manga todo dia e eu adoro manga.
(Miguel, 4 anos)
– Mamãe. posso ajudar você a fazer o bolo?
– Claro, filho. Coloca o fermento.
– Mas, mamãe, se cair no meu dedo ele vai crescer?
(Arthur, 4 anos)
Ensinei para a Francielle que não podemos dizer que estamos “cheios” depois das refeições e que o correto era dizer que estamos “satisfeitos”. No dia seguinte, estávamos no ponto de ônibus, dei sinal para o ônibus e ele estava super cheio. Antes de entrar, Francielle disse:
– Mãe, por favor, não quero pegar este ônibus. Vamos esperar outro. Esse está muito satisfeito!
(Francielle, 3 anos)
Guilherme estava cantarolando garota de Ipanema:
– “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça… o Senhor é convosco…”
(Guilherme, 7 anos)
Sofia gosta muito de doce. Estávamos jantando e ela queria chocolate. Eu disse:
– Nem só de doce vive o homem minha filha!
– Mas eu sou garota, mãe.
(Sofia, 5 anos)
– Mãe, o que eu fiz de errado?
– Como assim, filha?
– Na oração, eles falam assim: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a Keila que nos tem ofendido.”
(Keila, 6 anos)
Enquanto Lara e eu brincávamos de fadinhas, ela me perguntou:
– Mãe, qual o seu desejo?
– Eu queria comer um bolo de chocolate inteiro sem ficar doente.
– Ah, não, mamãe! Não dá! Pede pra voar!
(Lara, 4 anos)
– Mãe, eu posso jogar estalinhos no chão da sala?
– Não. Estalinho é pra brincar no quintal ou na rua.
– Mamãe, eu vou jogar e você finge que não viu, tá bom?
(Fernanda, 5 anos)
Mostrei o pote de sorvete napolitano para Helena.
– Filha, qual sabor você quer?
– Quero morango, chocolate e amarelo…
– É creme, filha.
– Creme também.
(Helena, 3 anos)
Estávamos em uma festa de aniversário e minha avó de 89 anos começou uma conversa com um menino de 5 anos:
– Quantos anos você acha que eu tenho?
– Milhares?
(Emanuel, 5 anos)
Meu marido e eu estávamos conversando com meu filho:
– Mamãe, quantas pessoas existem no mundo?
– Sete bilhões, filho.
– Contando nós três?
(Santiago, 5 anos)
– Por que mulher não anda sem camisa na rua, mãe?
– Porque se andarmos vamos ser presas, Daniel.
– Ué, mas homem anda, mulher deveria andar também.
(Daniel, 7 anos)
Cheguei na sala e vi minha prima pintando a parede com canetinha:
– Helena, você não pode pintar a parede com canetinha!
– Mas casa que tem criança tem que ser colorida.
(Helena, 4 anos)
Depois que os catadores de lixo passaram pela rua, Micaela disse para a sua avó:
– Eu quero muito ser lixeira.
– Ah é? E por que você quer ser lixeira?
– Porque a roupa deles é muito legal. É muito bonita.
(Micaela, 3 anos)
Meu afilhado viu o pai fazendo capuccino e perguntou:
– Pai, o que é isso?
– Cravo da Índia.
– Pai, por que as índias te deram isso?
(Gustavo, 4 anos)
Papai e Juju estavam brincando de trava línguas:
– Juju, repete comigo: “O rato roeu a roupa do rei de Roma”.
– Mas eu não consigo.
– Tá. Vamos devagar então: “O rato roeu…”
– A unha!
(Júlia, 3 anos)
Depois de ter deixado meu filho durante o fim de semana com os avós pela primeira vez, perguntei:
– Quantos chocolates a vovó te deu?
Ele pensou um pouco e respondeu:
– Mais ou menos bastante, mãe.
(Vinícius, 4 anos)
– Mamãe, por que a senhora me chama de filho?
– Porque você é meu filho… Você quer que a mamãe te chame do quê?
– De tesouro.
(Augusto, 3 anos)
– Eu vou ser uma costureira muito famosa!
– Amei! Você fará os meus looks, né?
– Se você estiver viva, né? Aí eu faço.
(Ana Carolina, 8 anos)
– Pai, o que é isso?
– É macarrão, filha.
– Macarrão, pai?
– É, filha. Macarrão parafuso.
– Não é, pai. É macarrão “para Alice”.
(Alice, 3 anos)
Enquanto visitávamos um museu, Cecília enxergou uma pequena aranha no chão e gritou:
– Pai, olha a Dona Aranha!
(Cecília, 2 anos)
Ontem à noite, estava ensinando o Lucas a rezar. Ele juntou as mãozinhas, fechou os olhos e repetiu tudo o que eu disse. Ao terminar, ele abriu os olhos, virou e perguntou:
– Papai, não é verdade que eu mandei uma mensagem de voz pro Papai do Céu?
(Lucas, 4 anos)
Em parceria com a @humanicorretora 🙂
Eu desloquei meu joelho e gritei muito de dor. Meu filho ficou desesperado e também chorou demais. Depois, quando perguntei porque ele chorou tanto, ele me respondeu:
- É porque eu pensei que você ia partir dessa para uma pior.
(Gabriel, 5 anos)
Depois da prova, a Júlia soltou:
– Mamãe, qual o nome da esposa do cavalo?
– É a égua, filha.
– Ah, eu sabia que era um palavrão!
– Mas o que você colocou, meu amor?
– Puta.
(Júlia, 6 anos)
– Filha, qual é a primeira coisa que você quer fazer quando mamãe e papai puderem te levar para passear?
– Tomar sorvete de maravilha.
– Mas o que é esse sorvete?
– O sorvete marrom é o de chocolate e o branco é de maravilha (baunilha).
(Manuela, 2 anos)
Depois da prova, a Júlia soltou:
– Mamãe, qual o nome da esposa do cavalo?
– É a égua, filha.
– Ah, eu sabia que era um palavrão!
– Mas o que você colocou, meu amor?
– Puta.
(Júlia, 6 anos)
– Mamãe, como se escreve “tassi”?
– “Tassi”, filha?
– Sim. Vou enviar um WhatsApp para minha tia: “Queria que você tassi aqui.”
(Sara, 6 anos)
– Mãe, como chama mesmo a periquita?
– Que periquita, Beatriz?
Bia, aponta que a “periquita” dela e diz:
– Essa aqui. Não é Regina?
(Beatriz, 5 anos)
– Tchau, Ana, vou trabalhar agora.
– Ué, você trabalha professora?
(Ana, 7 Anos)