NÓS QUE AQUI (AINDA) ESTAMOS…

Meu pai falando sobre sua velhice, disse que os filhos não iam querer ficar limpando a fralda de um velho. Deise, a mais nova, emendou:
– É melhor limpar a fralda de um pai vivo do que o túmulo de um pai morto.

(Deise, 10 anos)

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