Chamei a Rebeca de princesa e ela respondeu:
– Eu sou uma princesa, mas quero me transformar em uma mãe!
– Por que você quer ser uma mãe?
– Porque eu gosto de mandar nas pessoas.
(Rebeca, 3 anos)
Chamei a Rebeca de princesa e ela respondeu:
– Eu sou uma princesa, mas quero me transformar em uma mãe!
– Por que você quer ser uma mãe?
– Porque eu gosto de mandar nas pessoas.
(Rebeca, 3 anos)
Comprei uma roupa para meu sobrinho, mas ficou muito grande e ele comentou:
– Tia, você tem que comprar uma roupa pequena pra mim. Aquela não serviu.
– É verdade, eu esqueço que você ainda é pequenininho.
– Eu não sou pequenininho, tia! Eu preciso de uma roupa pequena para meninos grandes.
(Otávio, 4 anos)
Durante a aula de Língua Portuguesa, estava explicando sobre Figuras de Palavra, mais especificamente sobre as comparações (tanto, como, quanto…). Para melhor entendimento da turma, dei o seguinte exemplo:
– Açaí é tão bom “quanto” chocolate. Agora podem me dar outro exemplo utilizando a palavra “como”?
Depressa, um aluno levantou a mão bem alto e disse:
– Professora, eu “como” açaí!
(Tauan, 9 anos)
– Tom, já está na hora de tomar banho!
– Essa é a sua opinião.
(Tom, 3 anos)
Em casa, temos o hábito de rezar à noite e ao final da oração, agradecemos por algo que nos deixou felizes naquele dia. Certa noite, disse para meu filho (ele está no espectro autista):
– Filho, agora é sua vez de agradecer por algo maravilhoso do seu dia.
– Eu agradeço por você, mãe.
(Davi, 5 anos)
– Mamãe, sabe aquele bichinho que voa e brilha?
– Sei, filho. Qual é?
– O vaga-bundo.
(Marcelo, 4 anos)
Estava conversando com a minha filha e explicando que ela não deve empurrar e nem bater nos amiguinhos, porque ela é uma menina carinhosa e doce. Ela olhou pra mim e disse:
– Eu não sou doce, mamãe. Eu sou brigadeiro.
(Manuela, 2 anos)
Henrique estava brincando com os amigos quando machucou o pé. Então ele me chamou dizendo:
– Mamãe, vem aqui, machuquei meu pé! Trás aquele spray e um “bandido”.
(Henrique, 7 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora.
Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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#humanicorretora #CuidandoDosSeusPlanos
*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
Manu seria dama de honra em um casamento pela primeira vez e comentou apreensiva:
– Tô muito nervosa, tia! Tem aquela parte em que o padre fala “se alguém tem algo contra esse casamento, que fale agora ou cale-se para sempre…”. E se alguém falar!?
(Manu, 9 anos)
– Mamãe, quando a gente pula, a gente sai e volta pra Terra.
(Leonardo, 4 anos)
– Mãe, meu professor pediu para levar um caderno pra fazer pornografia.
– Pornografia, filho?
– É, mãe, aquele exercício de português…
– Ah, ortografia!
(Gabriel, 9 anos)
Estava conversando com Thomaz e perguntei o que ele gostaria de fazer quando crescer:
– Eu vou ser professor!
Eu achei um amor e disse pra ele que era uma profissão maravilhosa. Então perguntei o motivo e ele respondeu
– Ah, acho que eu fico bem usando óculos.
(Thomaz, 8 anos)
Estava ensinando meu aluninho a ler e escrever e pedi para ele desenhar algo que tivesse as letras “US”. Ele prontamente respondeu:
– Fusca! Pode ser profe?
– Sim.
– E a profe quer normal ou rebaixado?
(Arthur, 7 anos)
Sou professora de inglês. Outro dia, entrei na sala e cumprimentei os alunos:
– Hello guys!
Rapidamente, Antônio virou pra mim e disse:
– Teacher Malu, você parece um homem que passa lá na porta de casa e fica dizendo “olha o gás!”.
(Antonio, 8 anos)
Sophia na aula online hoje:
– Professora, se a pessoa não entendeu algo em inglês, explicar em inglês não adianta nada.
(Sophia, 10 anos)
Estávamos conversando sobre o presente do dia dos professores:
– Mamãe, o que vou dar de presente pra Tia Bruna?
– Não sei ainda, filho. Mas quero dar algo bem original.
– Compra uma caixa de giz, mamãe!
(Enrico, 7 anos)
– Mãe, meu professor pediu para levar um caderno pra fazer pornografia.
– Pornografia, filho?
– É, mãe, aquele exercício de português…
– Ah, ortografia!
(Gabriel, 9 anos)
Estava ensinando meu aluninho a ler e escrever e pedi para ele desenhar algo que tivesse as letras “US”. Ele prontamente respondeu:
– Fusca! Pode ser profe?
– Sim.
– E a profe quer normal ou rebaixado?
(Arthur, 7 anos)
Theo estava andando de motoca enquanto comia uma crepioca. Com a mão que estava livre, ele quis começar a fazer a bicicleta, que estava parada, andar. Com medo dele se machucar, falei:
– Pare, Theo. Deixa a bici quieta.
E ele prontamente:
– Não é “biciqueta”, mãe. É bicicleta.
(Theo, 4 anos)
– Mãe, você sabia que não tem mamãe pra dar beijo em Star Wars? É por isso que o Darth Vader não sabe amar.
(Arthur, 4 anos)
Meu namorado combinou com minhas enteadas de fazerem uma festa de aniversário surpresa para mim. Quando eu acordei, a Laura apareceu e falou:
– Bom dia, papai. Bom dia, tia Mona.
– Filha, já deu o feliz aniversário da tia Mona? Hoje é aniversário dela, esqueceu?
– Ué, mas não ia ser surpresa?
(Laura, 7 anos)
Luís estava ouvindo o pai conversar com a irmã mais velha a respeito da importância de se escolher boas amizades. O pai falou:
– É, minha filha, diga me com quem tu andas que te direi quem és.
E o Luís imediatamente replicou:
– É, meu pai, diga aonde você vai, que eu vou varrendo.
(Luis Antônio, 4 anos)
– Mamãe, eu nunca quero virar adulta.
– Mas, por que?
– Por que ser adulto deve ser muito chato. Você e o papai não tem nenhum brinquedo nessa casa!
(Duda, 5 anos)
Meu priminho tem uma fantasia de médico e chegou pra “examinar” meu avô. Quando perguntei como estava o coração dele, o Rafa respondeu:
– Tá velho, mas tá batendo.
(Rafael, 4 anos)
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#frasesdecriancas
Na hora do almoço:
– Mamãe, coloca farofa no meu prato?
– Peça com gentileza, Benjamin.
– Coloca gentileza com farofa no meu prato, por favor?
(Benjamin, 3 anos)
A escolinha me ligou para falar sobre as conversas excessivas da Sarah. Dei uma bronca nela e conclui a conversa dizendo:
– Eu te dou mais uma chance. Se não reduzir as conversas, vou tirar você da escola.
– Mamãe, com uma chance eu não consigo. Eu preciso de quatro!
(Sarah, 4 anos)
– Mamãe, com as outras crianças eu consigo dividir brinquedos, roupas e até o meu irmão. Mas, comida não dá.
(Gabriela, 4 anos)
– Manu, você quer um cachorrinho?
– Quente?
(Manuela, 3 anos)
– Mãe, se na escola não é pra dormir, então casa não é pra estudar!
(Alice, 6 anos)
Pedi à Beatriz para me ajudar a dar papinha para a irmã, que está na fase de introdução alimentar. Falei que é importante ela demonstrar que a comida é gostosa. Ela pegou a colher com banana amassada e disse:
– Come, amore mio, é gostosa! Eu não gosto porque tenho nojo da banana amassada assim, mas é boa.
(Beatriz, 5 anos e Serena, 6 meses)
– Filha, vai dar uma volta na casa pra se acalmar.
– Não, eu tenho medo.
– Mas é a nossa casinha, não precisa ter medo. Todos os cômodos são seguros, só tem a gente aqui.
– Não, mãe. Não é medo de assombração, é medo de barata! Eu sempre quis conhecer uma assombração.
(Maria Paula, 7 anos)
Minha mãe deu o apelido carinhoso de “oião” para meu namorado, Alan. Certo dia, no momento da oração familiar, ela decidiu pedir para que Nossa Senhora tirasse todos os “olhos grandes” que rodeiam a nossa família. Miguel então perguntou:
– Olho grande igual do Alan?!
(Miguel, 8 anos)
– Filha, vamos jogar o jogo da velha?
– Sim, mamãe! Eu sou a nova e você a velha, né?
(Antonia, 5 anos)
Moramos na Itália e eu estava conversando com a minha filha a respeito:
– Filha, você tem muita sorte por ser dos dois países mais lindos do mundo: Brasil e Itália.
– E o Brasil é mais legal porque tem melancia o ano inteiro!
(Beatriz, 5 anos)
Depois de brincar no parquinho com uma amiguinha nova, Lorena perguntou:
– Mãe, autista é quando a criança é alta?
(Lorena, 7 anos)
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Estava tentando explicar para Ana sobre o privilégio que ela tem por poder ter cadernos com figurinhas, coleção de canetas e tantos objetos de material escolar e que eu nunca pude ter isso quando criança. Ela escutou e me respondeu:
– Mãe, você precisa superar isso, fazendo terapia.
(Ana Clara, 9 anos)
Valentina escutou no jornal uma notícia que dizia “ele morreu de causas naturais!”. Ela pensou um pouco e comentou:
– De certo ele comeu muita fruta!
(Valentina, 6 anos)
Minha filha prendeu o dedo na porta do carro e machucou bastante. O médico pediu para que ela nao escrevesse por alguns dias, então a assistente de classe se prontificou a escrever para ela enquanto ditava as lições. No final da aula, ela virou para a professora e comentou:
– Tia Ana, o dia de hoje foi bom para você ver como uma criança sofre tendo que escrever a manhã toda na escola…
(Emanuella, 7 anos)
Enzo e Lívia estavam brincando juntos. A certa altura, Lívia o machucou. Conversei com os dois e ele me pediu um beijo, enquanto ela me pedia um abraço. Fiz o que me pediram e pedi aos dois para pedirem desculpas. Depois, eu estava na cozinha quando ele chegou e comentou:
– Tem que perdoar, né mamãe? Temos que ficar com o coração leve.
(Enzo, 4 anos e Livia, 2)
Anna Laura estava apontando um lápis e depois de terminar assoprou o apontador. A tia, que a ajudava com a tarefa, alertou:
– Não faça assim, senão fica cego – referindo-se ao apontador.
– Não se preocupe, tia. Estou de óculos.
(Anna Laura, 7 anos)
Passando no caixa do mercado, a moça falou o valor da compra. Assim que escutou o preço, Wenderson ficou indignado e disse:
– Tudo isso?! Desse jeito eu vou ter que pedir para a prefeitura fechar esse supermercado.
Eu, com vergonha, perguntei o motivo e ele devolveu:
– Ué, mãe, propaganda enganosa! Porque na propaganda diz que “é barato todo dia” mas a compra ficou cara.
(Wenderson, 7 anos)
– Filha, eu te amo muito.
– Pai, eu amo mais.
– Te amo do tamanho do universo.
– Ah, se o universo soubesse o quanto eu te amo, ele teria vergonha de ser tão pequeno.
(Ana Clara, 9 anos)
Calleb se machucou:
– Mamãe, vai lá comprar um ‘bandido’ pra colocar no meu dodói?
(Calleb, 3 anos)
Estava conversando com o meu filho sobre a avó Cida que tinha morrido. Ele comentou:
– Eu tenho medo da morte e dessa coisa de ser enterrado debaixo da terra…
Pra amenizar a situação, expliquei que as pessoas também podem ser cremadas e suas cinzas jogadas em lugares especiais, onde as pessoas gostavam de ir. Gaël ouviu atento e me respondeu:
– Eu gosto do shopping, mãe. Mas o segurança iria reclamar, né?
(Gaël, 5 anos)
– A tia Glória (madrasta) nunca vem quando eu estou aqui.
– Ô, filho, não é verdade. Ela sempre está aqui. Só neste fim de semana é que ela está em um compromisso.
– Mas, pai, o compromisso dela é com a gente.
(Arthur, 6 anos)
Depois de visitarmos um aquário e ver Cecília encantada, puxei conversa:
– Filha, qual é sua espécie de animal favorita?
– Preciso pensar… mas, por quê?
– Porque eu percebi que no aquário, você adorou ver os peixes. Mas, na rua, gosta de cachorros e gatos. Quando fizemos uma trilha, você pegou até um sapo nas mãos. E ainda fica pedindo pra ver cavalos… Parece que gosta de todo tipo de bicho.
– Então acho que você já tem sua resposta, certo?
(Cecília, 8 anos)
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#frasesdecriancas
– Pai, você é o maior amador que eu conheço.
– Ah é? Obrigado, filha. Mas, o que é um amador?
– É uma pessoa que ama muito. E eu te amo por isso.
(Cecília, 9 anos)
Estava com o filho de uma amiga, quando comentei com ele sobre o quanto o amava. E completei:
– E você é o meu denguinho…
Ele virou sério pra mim, olhou bem na minha cara e soltou:
– Eu não sou um mosquito!
(Luigi, 7 anos)
Helena estava com o dente quase caindo e com medo de arrancar, então Mariane comentou:
– Se você deixar eu tirar o seu dente, prometo te dar três pulseiras.
Helena, muito vaidosa, virou sorridente e disse:
– Jura pela nossa mãe morrida?
(Helena, 6 anos e Mariane, 8)
Estávamos em uma festa de aniversário e comentei com a Aurora:
– Eu tenho que tirar o cravo do beijinho pra comer.
– Por quê?
– Porque eu não gosto. É ruim.
– Eu também não gosto. Ele brigou com a rosa e ela ficou despedaçada…
(Aurora, 2 anos)
Sou rigoroso com alimentação saudável. Outro dia, Lavínia veio me provocar:
– Papai, eu tomei picolé!
– Foi, filha? Tomou picolé de quê?
– Picolé de chocolate. E tomei todo!
– E quem deu e deixou você tomar picolé?
– A mamãe! Mas, papai, não fui eu. Foi minha boca que viu e fez “nhac!”
(Lavínia, 2 anos)
A Julia viu duas partezinhas da planta “pega-pega” grudadas na rede e, olhando com nojo, perguntou:
– Ui, o que é isso?
– É pega-pega.
Ela hesitou por uns segundos e perguntou:
– E como é que eles brincam?
(Julia, 4 anos)
Estávamos na piscina e a Mariana sugeriu mudarmos de lugar:
– Vamos pra outra piscina, mamãe! Vamos!
– Não, vamos ficar aqui mesmo, filha…
– Mas por que? Vamos lá!
– Não quero ir porque estou com vergonha da minha barriga.
– Vai de costas então!
(Mariana, 3 anos)
Lionel estava brincando com Giovana e ela comentou:
– Eu quero montar essas pecinhas.
– Mas é uma escavadeira. Você sabe montar?
– Eu não.
– Eu “sou” de cinco anos e não sei. Você tem mais que isso?
– Eu também tenho cinco.
– Então a gente monta nós dois juntos que aí vai dar.
(Lionel e Giovana, 5 anos)
Helena, apontando para o panetone:
– Eu não gosto desse bolo de legumes!
(Helena, 4 anos)
Theo ficou magoado porque precisou sair da piscina. Ele seguiu bravo para o banheiro, bateu a porta e disse com pura rebeldia:
– Fala sério! Eu não me tranco porque tenho medo. Mas, fala sério!
(Theo, 7 anos)
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#humanicorretora #CuidandoDosSeusPlanos
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#frasesdecriancas
João estava estudando sobre animais em extinção e estávamos pesquisando sobre o gato-maracajá, que está em extinção por conta de caça e queimadas. Expliquei ao João que as queimadas nas florestas provocadas pelos homens matam muitos animais e alguns deixam de existir. E perguntei:
– Então, o que podemos fazer para proteger esses animais?
– Colocar fogo nos homens!
(João, 6 anos)