PASSADO DO PRESENTE

Precisávamos comprar um presente, mas olhei na internet e não chegaria a tempo da festa de aniversário. Eu comentei:
– Ah, que pena, filha! Esse não vai chega a tempo. Vamos ver outro presente.
– Quem sabe vamos até uma loja comprar, mãe? Assim como faziam os antigos.

(Antonella, 8 anos)

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#frasesdecriancas

ICLOUD

– Mamãe, o que é o modo avião?
– É um modo em que você coloca o celular para ele não funcionar dentro do avião.
– Ah, eu achava que se colocasse o celular no modo avião, ele podia voar.

(Bernardo, 5 anos)

15 ANOS

Iago não via os avós há uma semana, então pediu pra dormir na casa deles. Logo que chegou, o avô falou:
– Iago, vá comer alguma coisa.
– Não quero, vô.
– Você veio pra cá para passar fome, é?
– Não, vô. Eu vim para passar a saudade.

(Iago, 6 anos)

Minha tia e eu estávamos no parquinho com meu primo e falamos pra ele ir fazer amizade com um grupo de crianças que já estavam lá brincando quando chegamos. Ele levantou e foi. Na tentativa de criar alguma conexão, chegou perto das crianças e lançou:
– E aí, quem peidou?

(Júlio, 4 anos)

Minha filha estava no banheiro quando gritou:
– Mãããeee! Uma barata!
– Grande ou pequena, filha?!
– Adolescente.

(Ana Clara, 4 anos)

– Filho, se eu tenho uma banana e ganho mais uma, eu fico com quantas?
– Com muitas. Porque você disse que se eu tenho dois brinquedos eu tenho muitos.

(Victor, 4 anos)

No restaurante:
– Moça, me vê uma limonada, por favor?
– Desculpe, nós não temos limonada.
– Você pode me ver uma água com gelo e limão espremido?
– Sim.
– E pode me trazer açúcar à parte?

(Cecília, 8 anos)

– Mãe, baleia casa ou namora?
– Não sei, filha. Por quê?
– É que passou na tv que uma baleia morreu encalhada em Búzios.

(Ana Beatriz, 8 anos)

– Maria, como será o seu novo quarto? Quais serão as cores e os móveis?
Ela e respondeu tudo o que perguntei, mas parecia insatisfeita. Questionei:
– Qual o motivo da sua tristeza, Maria?
– Minha mãe está fazendo um quarto para mim, mas meu pai precisa mais do que eu. Ele dorme na cama dela até hoje!

(Maria, 5 anos)

– Uma menina da sala da Nina fez uma festa e não convidou cinco crianças. Entre elas, a Nina. Ela estava bem triste em casa e perguntei:
– Filha, se você fizesse uma festa amanhã, convidaria quem não te convidou?
– Sim. Porque não quero que ela sinta o que eu senti.

(Nina, 11 anos)

Fui babá de três crianças e tínhamos uma regra de que quando começássemos um jogo ninguém poderia sair até que o jogo acabasse.
Certo dia, Victor apelou por estar perdendo e quis sair da brincadeira. Eu disse:
– Victor, volta para o jogo. Você tem que aprender a perder.
– Eu sei perder, sim – ele disse, chorando – eu perco toda hora. Eu não sei é ganhar.

(Victor, 6 anos)

– Lara, o que é o amor?
– Amor é quando alguém te dá coxinha.

(Lara, 7 anos)

15 ANOS

Eu estava me arrumando para sair com meu marido e a Maria Luísa apareceu:
– Que bonita, mamãe. Onde você vai?
– Vou sair, filha, mas é um passeio de adulto.
Então ela vira para o pai e diz:
– Papai, a mamãe vai sair num passeio de adulto. E a gente vai aonde?

(Maria Luísa, 2 anos)

– Vó, amor selvagem é muito perigoso?

(João Henrique, 7 anos)

A tia explica para o Bruno a idade que ele precisava dizer que tinha para não pagar a tarifa do ônibus:
– Se alguém perguntar, você tem cinco anos, ok?
Eis que o cobrador perguntou:
– Quantos anos você tem?
– Cinco.
– E quando você faz seis?
– Quando eu descer do ônibus.

(Bruno, 6 anos)

A visão otimista da vida que só as crianças têm… Hoje roubaram meu carro e eu contei para os meninos. Aí, o Gabriel comentou:
– Acho que não roubaram, não, mamãe. Foi alguém que tinha o carro igual e levou sem querer.

(Gabriel, 5 anos)

– Mãe, alguém já viveu mais de 100 anos?
– Sim, várias pessoas.
– E mais de mil anos?
– Não.
– Nem Deus?
– Bom, nem todos acreditam em Deus, eu mesma não acredito e…
– Deus existe, sim!
– E como você sabe?
– Ele é como açúcar no suco: você não vê, mas sente.

(Larissa, 5 anos)

– João, a tia está velha?
Ele me olhou, pensou e respondeu:
– Ahhhhh tia, só a cara.

(João, 5 anos)

Estávamos almoçando e eu não como nenhum tipo de carne. A Duda me observando, perguntou:
– Tia, você é vegetariana?
– Sim, amor, eu sou.
– Ah que legal, eu sou sagitariana.

(Duda, 9 anos)

A escola mandou um bilhetinho para ver quais alunos querem participar da quadrilha esse ano. Eu perguntei para o meu filho:
– Você vai dançar quadrilha?
– Quem é a Drilha?

(Guilherme, 7 anos)

– Clara, eu vou tomar o seu xarope, estou tossindo muito.
– Tome, mãe. E sinta o gosto da maldade.

(Clara, 7 anos)

– Mãe, eu gosto de um menino da minha sala.
– E ele é bonito, Malu?
– Não… Mas ele conta um monte de piadas. Eu gosto dele pela diversão.

(Malu, 6 anos)

15 ANOS

– Vó, o que é esse pretinho na comida?
– Tempero querida, chama-se orégano.
– Vó, o orégano do meu prato mexeu as asas.

(Isabela, 4 anos)

Alice é muito parecida com o pai. Achamos uma foto dele criança e ela olhou para foto e ficou apavorada:
– Mãe, eu já fui menino!
– Não, esse é o papai quando era criança.
Ela pôs a mão na boca:
– Meu Deus, ele já foi menina!

(Alice 4 anos)

O Gustavo chegou triste da escola e nem quis almoçar. Perguntei o que havia acontecido e ele não quis falar.
O João, irmão mais velho, respondeu por ele:
– É que a Vitória não quis brincar com ele hoje, mãe. E o Gustavo não tira a Vitória da cabeça.
Ouvindo o João falar, o Gustavo replicou:
– Não, João! A Vitória não está na minha cabeça. Ela está no meu coração.

(Gustavo, 5 anos e João, 7)

– Mãe, tem uma menina na minha sala que só me irrita, corta minha conversa e briga comigo. Tô vendo que vou ter que virar amiga dela para ela parar de fazer isso comigo.

(Maria Eduarda, 7 anos)

– Quando eu crescer quero ser igual ao meu pai que gosta de livros e igual a você, mãe, que é interesseira!
– Ahn, como assim?!
– É, mãe, você é interesseira porque gosta de saber da vida dos outros.
– Ahn, como assim?! – de novo
– Mãe, você não é psicóloga? Então você gosta de saber da vida dos outros!

(Isadora, 9 anos)

Brincando com a minha prima, dei um beijo em sua testa e ela fez como quem estivesse limpando o beijo, então perguntei:
– Júlia, você está limpando meu beijo?
– Não, Lelê. Eu estou espalhando.

(Júlia, 8 anos)

Fui à feira com minha filha e perguntei ao feirante:
– Moço, quanto custa a caixa de fruta do conde?
– Quinze reais.
Minha filha olhou pra ele e perguntou:
– E sem a caixa?

(Laura, 6 anos)

– Pai, você sabia que no bolo de laranja coloca-se suco de laranja em vez de leite?
– Não, filho. Eu não entendo nada de culinária.
– Mas você não trabalha na Receita Federal?!

(Luiz, 9 anos)

– Mãe, por que ‘reunião de pais’ se só vão as mães?

(Laura Helena, 5 anos)

– Sophia, você é mais introvertida ou extrovertida?
– Eu sou intrometida.

(Sophia, 7 anos)

PERIQUITA

Eu estava na cozinha cuidando da comida e o Bernardo observando. Quando tirei um prato do forno, queimei o dedo e soltei:
– Ai, Canário!
E ele:
– Que palavra feia, mãe!
– Canário é um pássaro, filho.
– Esse pássaro é muito mal-educado!

(Bernardo, 4 anos)

MODA FOCA

Meus filhos estavam conversando, quando um deles perguntou:
– Tu lembra quando mamãe brigou com você porque você falou palavrão? Qual era o palavrão mesmo?
– Lembro! Mas não vou repetir que é palavrão, né?
– Então repete em inglês.

(Lívia, 5 anos e Isaac, 8)

FÉ NA COVA

Meu afilhado nos acompanhou no cemitério no Dia de Finados. Curioso, ficou lendo os significados das palavras, comentava sobre os nomes e as frases que via pela frente. Num dado momento, olhando as lápides, nos chamou e disse admirado:
– Olha, aquele ali até diz do que morreu… Ele morreu de eterna gratidão!

(Bernardo, 8 anos)

MÁ INFLUENZA

Pietro estava gripado e conversando muito perto do irmão recém-nascido. Então eu alertei:
– Pietro, não fala muito perto do seu irmão senão vai passar a gripe pra ele.
E ele prontamente:
– E aí eu saro?

(Pietro, 6 anos)

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TUDO PODE

Deitei com Cecília para fazê-la dormir. Ela estava de olhos fechados e fazendo carinho no meu rosto. De repente, ela abriu os olhinhos e disse:
– Mamãe, sabia que meu super poder é te amar?

(Cecília, 3 anos)

VÓLIOSA

Minha avó morreu e eu herdei um anel dela. Maria viu e perguntou:
– Mamãe, por que você está com o anel da bisa?
– Porque para onde ela foi não se usa jóia.
– Porque lá ela é que é a jóia, né?

(Maria Heloísa, 4 anos)

BOTANDO PRESSÃO

Minha sobrinha veio passar as férias com meus pais e soube que a prima vinha para o Natal. Então chegou para o meu pai e perguntou:
– Vovô, já tomou seu remédio de pressão hoje?
– Não, por quê?
– Então tome! A Esther está vindo pra cá e nós vamos gritar muito!

(Valentina, 7 anos)

OLLA, PREVENIDO!

Fui à padaria com meu filho e quando estávamos saindo, ele disse:
– Mamãe, aqui na padaria vende um negócio chamado Prudence, o que é isso?
Eu comecei a rir e falei
– É camisinha.
– Ahhh!
– Quer que eu explique o que é?
– Não, porque eu sei que não deve ser da minha conta.

(Miguel, 10 anos)

POST-IT

– Cecilia, pede pra Alexa me lembrar de fazer o chocolate?
Ela foi até a Alexa e deu o comando:
– Alexa, lembre o papai de fazer o chocolate.
– Ok! Quando você quer que o lembre?
– Quando ele esquecer.

(Cecilia, 10 anos)

DE CARA LAVADA

Na hora do banho, perguntei para a Cecília:
– Cecília, você quer tomar banho com a mamãe ou com o papai?
– Com água!

(Cecília, 1 ano)

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COMBINADO NÃO SAI CARRO

A mãe, recém-habilitada, comentou:
– Gui, amanhã nós vamos buscar o papai, tá?
– Ué, mas você não sabe usar o carro.
– Eu vou tentar. Você me ajuda?
– Ah mãe, podemos ir de Uber?
– Me ajuda, filho. Por favor.
– É que eu assusto mãe. Você não vê os buracos…

(Guilherme, 4 anos)

NÃO DEU PRO CHEIRO

Na saída da escolinha, com Ana e João no carro:
– Mamãe, quando a gente chegar em casa, eu vou contar um segredo para você. Mas só lá em casa. É uma coisa que está na minha mochila. Mas eu só vou contar no seu ouvido, porque o João não pode saber porque é um segredo só de menina e mulé. É um perfume rosa! Ah não… contei!

(Ana Clara, 3 anos)

A PARTE QUE FALTA

Estamos há nove meses morando em outro país e, hoje, durante o café manhã, meu filho soltou essa:
– Mamãe, tô com saudade.
– ⁠E você sabe o que é saudade?
– ⁠Sim, é quando a gente quer ver a família que foi embora.

(Benjamin, 3 anos)

CIRÚRGICA

Minha filha teve apendicite. Eu estava cuidando dela no pós-operatório e disse:
– Filha, a mamãe queria estar no seu lugar para você não passar o que está passando.
– Ah, eu também, mamãe.

(Beatriz, 5 anos)

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DIVAGAR

Minha sobrinha estava na minha casa e estávamos fazendo um lanchinho quando ela perguntou:
– Dinda, quanto tempo falta para eu ir para casa?
– Ainda falta um tempinho, meu amor. Mas quando a gente se diverte muito, parece que o tempo passa mais rápido…
– Dinda, então vamos nos divertir um pouquinho menos?

(Camila, 7 anos)

NA BOCA MIÚDA

– Mãe, hoje eu ouvi “calar” na música da Moana. “Calar” é palavrão?
– Não, filha.
– Se “calar” não é palavrão e “boca” também não, então por que “calar a boca” é palavrão?

(Luísa, 5 anos)

NÃO É POSSÍVEL

Eu tive um aluno, o Pedro, que era muito bagunceiro. Um dia, eu coloquei a cadeira dele do meu lado para ele prestar atenção na aula. No dia seguinte, ele chegou com a cadeira…
– Pedro, por que você trouxe essa cadeira?
– Porque hoje eu estou impossível e preciso ficar do seu lado, teacher.

(Pedro, 3 anos)

FADA SENSATA

Perguntei para minha sobrinha o que ela quer ser quando crescer:
– Quero ser uma fada!
– Mas, Helena, você tem que trabalhar com algo que dê dinheiro.
– Vou ser a fada do dente, então. Ela sempre tem moedas!

(Helena, 4 anos)

SEMPRE PASSA

Eu estava triste e calada, um amigo querido havia falecido. Miguel veio saber o que eu tinha…
– Eu tô triste, filho, às vezes não sei lidar com a tristeza.
– Eu sei lidar com a minha tristeza, mamãe!
– Ah, é? Como você faz?
– Eu fico com ela até ela ir embora. Ela sempre vai.

(Miguel, 6 anos)

VITA “MENAS”

– Filho, vem pro quintal tomar um pouco de sol. Nosso corpo precisa de vitamina D, lembra?
– Mãe, eu tô cansado de ficar no sol todo dia. Qual vitamina que tem na sombra?

(Rafael, 5 anos)

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VIRUNDUM

– Mamãe, por que no Hino Nacional eles falam “piranha”? Não é palavrão?
– Piranha? Como assim, Maria Alice?
– É, porque tem aquela parte “ouviram da piranha margens plácidas…”.

(Maria Alice, 7 anos)

DIA DOS NAMORADOS

– Filho, temos que ver se vai ter futebol na sexta porque é feriado
– Feriado de quê?
– Sexta-feira da Paixão.
– Hummm… Dia dos Namorados!

(Davi, 9 anos)

– Peraí, hoje é o Dia dos Namorados e a gente não planejou nada?!

(Bernardo, 8 anos)

Cecilia foi da sala até a cozinha e no caminho soltou um pum. Parou no mesmo instante e disse:
– Pai, você não tem vergonha de soltar pum no Dia dos Namorados?!

(Cecilia, 5 anos)

– Mas, Lucas, você nem está namorando mais com a Bia. Você me disse que ela terminou com você.
– A gente voltou.
– Sério? E como foi?
– Quando eu fui embora, ela me deu tchau.

(Lucas, 8 anos)

– Como foi seu dia, filha?
– Eu tenho uma novidade! A Livia tá namorando o Rafa.
– Como assim, eles namoram?!
– Ai, mãe, é assim: a Liva manda e o Rafa obedece. Toda vez ela fala “pega a minha garrafinha de água” ou “agora faz um desenho bem bonito para mim” e ele sempre faz tudo que ela manda.
Ainda sem acreditar no que estava escutando, perguntei:
– E você, namora alguém?
– Não tem ninguém interessante. Só tem bebezinho da mamãe.

(Cecília, 4 anos)

– Davi, alguém na sua escola já namora?
– Pelos cálculos da minha fofoca, não.

(Davi, 6 anos)

– Vó, que dia é hoje?
– Hoje é dia 12. Dia dos Namorados.
– Eita, vó, não comprei nada pro papai!

(Lorena, 6 anos)

DIA DOS NÃOMORADOS

– Mamãe, amanhã é Dia dos Namorados, né?
– Sim, filho. Por quê?
– E o que a gente vai fazer?

(Bernardo, 5 anos)

Era Dia dos Namorados e eu estava dando aula de ballet para meninas quando a Nicole perguntou:
– Profe, a senhora vai sair com o seu namorado hoje?
– Não vou, querida. Não tenho namorado.
Ao que a Valentina respondeu:
– Nem toda princesa precisa de um príncipe.

(Nicole, 7 anos e Valentina, 6 anos)

Dia dos Namorados e meu aluno chegou com uma orquídea linda e falou que me amava. Agradeci e comentei:
– Quando você crescer, vou casar com você!
– Até lá você já morreu.

(Pedro Paulo, 5 anos)

– Mamãe, o que você ganhou de Dia dos Namorados?
– Nada.
– Mas, o que você comprou pro papai?
– Nada, filha. Seu pai gosta de coisas muito caras.
– Compra uma coisa bem baratinha e troca o preço. Ele vai adorar.

(Giovanna, 5 anos)

– Mãe, minha amiga disse que a mãe dela queria ganhar um perfume de Dia dos Namorados.
– Ah é?
– E eu falei que você queria ganhar paciência, porque todo dia você fala “me dá paciência, senhor!”

(Luiza, 6 anos)

No Dia dos Namorados estávamos conversando sobre namoro, ao que Pedro falou:
– Primeiro, eu vou focar nos estudos, depois vou procurar uma rainha pra completar o coração do rei aqui.

(Pedro, 11 anos)

Estava na casa do meu namorado com meu sobrinho e meu namorado foi ao banheiro. Ele estava demorando e comentei:
– Nossa, que demora!
E meu sobrinho disse:
– Ô, tia Fran, a mãe dele não vai subir pra limpar ele, não? Acho que ele tá esperando…

(João Victor, 5 anos)