Estava abraçadinha com meu filho quando perguntei:
– Filho, você me ama?
E ele:
– Sim e não. É uma mistura.
(Henrique, 4 anos)
Estava abraçadinha com meu filho quando perguntei:
– Filho, você me ama?
E ele:
– Sim e não. É uma mistura.
(Henrique, 4 anos)
Os priminhos estavam brincando na sala da madrinha e quebraram uma ampulheta de vidro que estava de enfeite na estante. Ao perguntar para o meu filho o que havia acontecido, ele respondeu em tom de piada:
– Então, mamãe, o tempo acabou!
(Joaquim, 5 anos)
Estou grávida e com a memória fraca. Eu tinha duas coisas pra contar pra minha mãe, mas esqueci as duas. Perguntei pro meu filho:
– Joaquim, o que eu ia falar mesmo?
– Sei lá. Eu não sou os divertidamente da sua cabeça.
(Joaquim, 8 anos)
– Eu não entendo a mãe! Quando eu falo que não quero mais comer a comida “normal”, a senhora diz: come tudo agora! Mas quando eu falo que não quero mais meu pedaço de pizza, a senhora fala: então me dá!
(Alice, 6 anos)
Maitê ao provar uma mexerica azeda:
– Mamãe, essa está muito azeda. A gente comprou uma mexerica de limão.
(Maitê, 3 anos)
Estava brincando com meu filho no parquinho e ele achou um graveto de árvore:
– Olha, papai, uma varinha!
– Que legal, filho! Que magia você vai fazer?
– Vou fazer você ficar bonito.
(Leonardo, 4 anos)
Chegando na escola em um dia com muito trânsito:
– Que bom! Chegamos ao nosso intestino.
(Benício, 4 anos)
Na aula de inglês, falávamos sobre nossos sentimentos quando um dos alunos perguntou à professora:
– How are you feeling today?
– Good… – ela respondeu.
Ele ficou em dúvida, mas logo um amigo ajudou:
– Ela está se sentindo gostosa.
Todos congelaram. Até que ele continuou:
– Minha mãe fala “very good” toda vez que come algo muito gostoso.
(Pietro, 6 anos)
Já eram onze da noite e nossos dois filhos e o cachorro ainda estavam com muita energia. O pai estava com a mão na cabeça pedindo para que parassem e já sem paciência. Minutos depois, a Maria parou repentinamente, olhou para ele e o chamou:
– Pai, dois é difícil, né?
(Maria Clara, 5 anos)
Otávio voltou para a escola e comentou:
– Padrinho, eu tenho duas notícias: uma boa e uma ruim. Qual você quer ouvir primeiro?
– As duas. Me conta?
– A ruim é que minha mãe achou um piolho na minha cabeça e ele estava vivo. A boa é que ela achou outro e ele estava morto.
(Otávio, 5 anos)
Meu sobrinho vivia pedindo para ter um coelho de estimação. Certo dia, ele insistiu tanto que a explicação da mãe para não comprar o coelho foi:
– O coelho vai dar muito trabalho. Vai fazer cocô, vai querer brincar, precisa tomar banho…
Um tempo depois, ele voltou:
– Mãe, coelho tem mãe?
– Tem, Pedro, claro.
– Então compra a mãe dele também.
(Pedro, 4 anos)
Meu esposo estava conversando com o Rafael sobre amar e cuidar das pessoas:
– E se um dia a vovó ficar doente, o que você vai fazer?
– Vou levar ela no veterinário, ué.
(Rafael, 3 anos)
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#frasesdecriancas
Um carrossel especial para lamen… celebrar a volta às aulas.
– Bê, e qual a parte que você mais gosta da escola?
– As férias.
(Bernardo, 7 anos)
– Gui como foi na escola?
– Muito legal. Tenho uma professora nova.
– Que bom, filho. Como ela se chama?
– Hum… É o mesmo nome quando queremos contar algo… Lembrei! É Notícia.
– O nome da professora é Letícia?
(Guilherme, 7 anos)
– Theo, o que você vai falar que fez nas férias quando a professora perguntar?
– Nada, mãe, senão ela vai ficar com vontade.
(Theo, 7 anos)
Estava explicando para o meu filho que as aulas iriam retornar e ele comentou:
– Mas eu não posso ir. Tô doente.
– Doente de quê? Qual a sua doença?
– Férias.
(Vitor, 2 anos)
Conversando com o Theo sobre a volta às aulas:
– Theo, essa semana vou conhecer sua professora. Quer saber quem é?
– Não, mãe. A coordenadora disse que é surpresa, então é assim que deve ser.
Em seguida ele retoma o assunto:
– Mãe, quando conhecer, só me diz uma coisa?
– Claro, filho, o que você quer saber?
– Me conta se ela é feliz? Quero muito que ela seja feliz.
(Theo, 6 anos)
No meio das férias, a seguinte conversa:
– Davi, quando voltarem as aulas a gente volta a rotina.
– É verdade, eu estou desrotinado mesmo, nem sei mais que dia da semana é hoje.
(Davi, 7 anos)
Minha mãe comprou alguns presentes de volta as aulas para os netos. Clara ganhou uma mochila, mas minha mãe não encontrou do personagem que o Samuel gosta e perguntou:
– Qual mochila você gostaria de ganhar?
– Ah, vó, não precisa comprar mochila pra mim, não.
– Então o que você quer, Samuel?
– Pode ser um PlayStation.
(Samuel, 7 anos)
– Como foi seu primeiro dia de aula?
– Foi tão bom que eu nem lembrei que você existia!
(Lionel, 5 anos)
Meu primo insistia em dizer que não queria ir pra escola, porque queria dormir um pouco mais. Certa vez, eu disse:
– Dormir é para os fracos, os fortes estudam!
– Então eu durmo com os fracos.
(Guilherme, 4 anos)
Volta às aulas e perguntei:
– E aí, Caetano, você encontrou o Miguel hoje?
– Ah não, ele agora tá na outra cela.
(Caetano, 3 anos)
Lucas soltou um pum muito alto. Na sequência, ele deu risada e falou:
– Ah, eu fico muito feliz quando eu faço isso!
(Lucas, 5 anos)
Meu sobrinho faz cara feia ao ver o avõ molhando o pão com manteiga no café com leite antes de comer.
– Eca, vovô!
– Faz igual pra tu ver como é bom.
Resistente, mas curioso, ele molhou o pão no leite com chocolate, comeu e com cara de surpresa respondeu:
– Vovô! Isso é tão bom que parece que o mundo está se partindo!
(Miguel, 4 anos)
– Vovô, qual é o nome dessas árvores?
– Eucalipto.
João ficou mudo e o vovô falou:
– Vamos lá, repita a palavra para você aprender: eu-ca-lip-to.
E o João:
– Vo-cê-ca-lip-to.
(João, 3 anos)
À noite, antes de dormir, Luara falou para o pai:
– Eu te amo, pai.
– Que lindo, Luara! Mas o que é o amor pra você?
– Ah, pai. É aquilo que eu sinto quando você lava a louça pra mamãe.
(Luara, 6 anos)
– Mamãe, o que é chantagem?
– É quando você só faz uma coisa por estar interessado em ganhar algo em troca.
– Ah, entendi. Igual a um ter um emprego.
(Bernardo, 7 anos)
Helena mudou de cidade e foi morar longe da avó. Certo dia, fiz uma brincadeira com ela em que falava uma palavra e ela tinha que dizer a primeira coisa que lhe vinha à mente:
– Uma alegria…
– Oi, vovó!
– Uma tristeza…
– Tchau, vovó.
(Helena, 5 anos)
Fomos em uma festa de aniversário e a Isabela conheceu duas amiguinhas gêmeas. Na volta, comentando sobre o evento com o pai, ela disse:
– Papai, sabe aquelas amigas de vestido vermelho? Elas vieram repetidas.
(Isabela, 3 anos)
– Filho, vamos dormir com o papai?
– Sim!
Nessa hora, a mãe estava no banho. Quando ela saiu, o Raul virou para o pai e disse:
– Papai, eu acho que quero dormir com a mamãe.
– Poxa, filho, por que? Você é meu amigão, meu melhor amigo…
– Você também é meu melhor amigo. Mas você é duro e a mamãe é macia e confortável.
(Raul, 3 anos)
As frases de hoje são um oferecimento de Humani Corretora.
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#frasesdecriancas #DiaDosAvos #Vô #Vó #Vovô #Vovó
No final da oração:
– Ah, e traga minha avó de volta…
Então pensou um pouco e continuou:
– Mas só se ela voltar normal. Se for como zumbi, pode deixar ela aí.
(Manoel, 4 anos)
– Gustavinho, vamos levantar para tomar café.
– Não vou tomar café, vovó.
Meu pai disse que vem me buscar depois do café.
(Gustavo, 5 anos)
Cecília pediu a chupeta, insistiu. A contragosto, a avó deu. Depois perguntou:
– Cecília, o que tem nessa chupeta? Ela é gostosa?
– Sim.
– Sei… e que gosto tem essa chupeta?
– Tem gosto de vovó.
(Cecília, 2 anos)
– Mãe, quando o dente cai, a Fada dos Dentes traz dinheiro, né?
– Traz, filho.
– Ah! Então meu avô é rico.
(Miguel, 5 anos)
A avó do Carlos chegou em casa, viu ele comendo e disse:
– Mastigue direitinho para poder engolir, igual a vovó. A vovó mastiga direitinho.
– Com a sua dentadura?
– Quem disse que eu uso dentadura?
Tentando contornar, ele respondeu:
– Mas toda moça bonita da sua idade usa dentadura.
(Carlos, 6 anos)
Toda terça e quinta a avó vai buscar o Bento na escola.
Certa quinta, vovó teve de viajar e apenas o avô foi buscá-lo.
Indignado com a ausência da avó no compromisso, Bento pediu para que o avô ligasse para ela.
Feliz com a ligação do neto, a avó explicou calmamente o porquê da sua ausência…
Com voz firme e pouco amigável, Bento questionou:
– Vó, onde você está?
– Meu querido, a vovó teve de viajar à trabalho, mas nos veremos no final de semana.
– Você não foi me buscar na escola hoje, é isso que você quer da sua vida?
(Bento, 4 anos)
O brinco da Esther havia caído durante uma brincadeira com seu avô. Ele tentando procurar o brinco no chão, sentiu a neta muito ansiosa e perguntou:
– O que foi, Esther?
– Vai logo, vô. Se você demorar mais um pouco o buraquinho fecha e eu viro menino.
(Esther, 3 anos)
Caio olha para seu bisavô sentado na poltrona e pergunta:
– Por que seu braço tá murcho?
O bisavô começa a chorar e diz:
– Tô velho. Tem que jogar fora, no lixo…
– Nããão. Eu gosto de braço murcho.
(Caio, 4 anos e seu bisavô 89)
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– Mamãe, por que eu amo a vovó?
– Não sei, meu filho. Você que tem que saber. Eu não sei, não.
– Mas eu já nasci assim… com ela dentro de mim!
(Ruy, 5 anos)
A Nina está passando o feriado no interior, na casa da avó. Acordou de manhã e avisou:
– Vovó, é bom você aproveitar muito bem esse dia, porque amanhã eu vou embora.
(Nina, 5 anos)
Vovó, finge que você é uma pessoa normal.
(Gustavo, 7 anos)
– Angelina, cadê sua avó?
– Foi para a igreja e depois ela vai sair com as amigas para beber cerveja sem álcool.
(Angelina, 5 anos)
Iago não via os avós há uma semana, então pediu pra dormir na casa deles.
Logo que chegou, o avô falou:
– Iago, vá comer alguma coisa.
– Não quero, vô.
– Você veio pra cá para passar fome, é?
– Não, vô. Eu vim para passar a saudade.
(Iago, 6 anos)
– Tia, a bisavó é maior chata, né?
– Por que a bisa é chata, Matheus?
– Por que eu pedi benção para ela.
– E o que ela respondeu?
– Deus te abençoe.
(Matheus, 4 anos)
A avó chegou em casa cansada, cheia de coisas para fazer e falou consigo mesma:
– Meu Deus, nem sei onde estou.
A Laura de longe, ouvindo tudo, chegou perto e disse olhando nos olhos dela:
– Tá difícil! Você está em casa! Esta aqui é a sua casa!
(Laura, 5 anos)
Rafaella foi à missa com sua vó. A avó decidiu tomar a hóstia e foi para a fila. Rafaella foi junto pois estava muito curiosa sobre o que estava acontecendo. Após ver a avó receber a hóstia, ela perguntou:
– Vó, o que é isso que está comendo?
– É o corpo de Cristo.
A Rafaella ficou brava e disse:
– Vó, você é vegetariana. Não pode!
(Rafaella, 7 anos)
Minha avó morreu e eu herdei um anel dela. Maria viu e perguntou:
– Mamãe, por que você está com o anel da bisa?
– Porque para onde ela foi não se usa joia.
– Porque lá ela é que é a joia, né?
(Maria Heloísa, 4 anos)
Estávamos assistindo o comercial de um supermercado quando apareceu: “Patinho resfriado por R$ 28,90”. Murilo comentou:
– Tadinha da carne, mãe. Tá doente! Existe médico para carne?
(Murilo, 5 anos)
O Gabriel e o Tito estavam tocando o terror no avião, quando encontraram uma garotinha igualmente bagunceira, que perguntou:
– Qual seu nome?
Silêncio…
– Eu sou Gabriel, o forte. E este é o Tito, o veloz!
(Tito, 1 ano e Gabriel, 6)
– Daniel, o que você quer de sobremesa?⠀
– Uma coisa que começa com A.⠀
– Abacate? Abacaxi?⠀
– Não, vovó. A-bre a caixa de BIS!⠀
⠀
(Daniel 4 anos)
– Ana, quando o seu primo nascer, você vai ajudar a trocar a fralda?
– Cada um com seus BO, tia.
(Ana Clara, 4 anos)
Estava sentada com Léo brincando de perguntas e respostas e questionei:
– Léo, o que é fotossíntese?
Ele imediatamente respondeu:
– Ah, Fafá! Você sabe que eu ainda não sei inglês!
(Leonardo, 6 anos)
– Tito, qual é o seu brinquedo favorito do mundo todo?
– Qualquer um que você brinque comigo.
(Vitor, 2 anos)
Estava preparando meu filho para dormir e, como ele ainda usa fralda à noite, perguntei:
– Quando você vai deixar de usar fralda?
– Amanhã, quando eu virar o meu pai… Aí eu vou ter um pezão, uma pernona e uma cabeça oca.
(Felipe, 3 anos)
– Mamãe, o que você tem?
– Cólica! Geralmente sinto essa dorzinha todo mês.
– Mas que azarada você é, né?
(Gael, 5 anos)
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– Poxa, Marina! Outra anotação na agenda. Por que isso?
– Porque eu sou desatentada?
(Marina, 10 anos)
– Guilherme, venha aqui para a mamãe lhe dar um beijo, meu primogênito!
– Mãe, o que é primogênito?
E antes que eu respondesse, meu caçula falou:
– Guilherme, primogênito é o primeiro nojento!
– Filho, primogênito é o primeiro filho.
– Então se o Guilherme é o primeiro nojento eu sou o segundo nojento!
(Guilherme, 8 anos e Henrique, 5)
Eu estava falando com a minha filha:
– A maternidade às vezes é cansativa, por isso as mães ficam nervosas. Quando você crescer e quiser ser mãe, você vai ver.
– Quando crescer, eu nem quero ser mãe. Quero ser pai!
(Luiza, 4 anos)
Paramos na farmácia pra comprar meu anticoncepcional e o Arthur perguntou:
– Mãe, meu pai vai comprar o quê?
– Meu remédio.
– Remédio pra quê?
– Pra não ter filho.
Segundos de silêncio…
– Então eu vou morrer, mãe!?
(Arthur, 5 anos)
Fomos em uma loja e meu filho me ajudou a escolher um colar. Mais tarde, em casa, coloquei o colar e perguntei:
– O que você achou, filho? Ficou bonito na mamãe?
– Uau, mamãe! Eu amei sua coleira!
(Anael, 3 anos)
Minha filha estava brincando com suas panelinhas, quando virou pra mim e disse:
– Mamãe, estou fingindo que aqui é a minha cuzão!
Olhei perplexa pra ela, mas resolvi perguntar:
– E o que é uma cuzão?
– Uma cozinha bem grande, ué! Não tá vendo que eu sou uma chef?
(Maria Isabella, 4 anos)
– Mãe, como a senhora gosta de tapioca, vou pedir para o papai comprar uma tapiocaria para a senhora. De um lado vai ter o setor das tapiocas e do outro vai ser de formatura.
– Formatura?
– É, a formatura das tapiocas. Forma de jacaré, dinossauro, elefante…
(Benício, 6 anos)
Voltando da escola, Malu me perguntou:
– Mamãe, que palavra você acha mais bonita?
– Ah, filha gosto de tantas. Mas as que mais gosto são: amor, fé, gratidão, amizade! E você, que palavra você acha mais bonita?
– Ah, mamãe, eu gosto da palavra “bosta”. É tão bom falar “ai que bosta!”.
(Maria Luiza, 7 anos)
Todas as noites, antes de ir dormir, fazemos nossas orações juntas. Dessa vez, Mariana pediu para fazer sozinha. Rezou tudo bonitinho, até que:
– Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no príncipe encantado sempre, amém!
(Mariana, 3 anos)
Estávamos na mesa e o papai pediu para o Bernardo fazer uma oração:
– Senhor, abençoe quem não tem comida. Amém.
– Ô loco, Be, só isso? Ora mais.
– Não posso. Estou fazendo oração curta para não gastar a voz.
(Bernardo, 5 anos)
Precisávamos comprar um presente, mas olhei na internet e não chegaria a tempo da festa de aniversário. Eu comentei:
– Ah, que pena, filha! Esse não vai chega a tempo. Vamos ver outro presente.
– Quem sabe vamos até uma loja comprar, mãe? Assim como faziam os antigos.
(Antonella, 8 anos)
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#frasesdecriancas
Lorena chegou em casa comentando:
– Eu ouvi na escolinha que as duas primeiras pessoas da humanidade foram Ladrão e Erva! Preciso falar pro papai pra ele contar para os alunos nas palestras dele…
(Lorena, 6 anos)
– Mamãe, o que é o modo avião?
– É um modo em que você coloca o celular para ele não funcionar dentro do avião.
– Ah, eu achava que se colocasse o celular no modo avião, ele podia voar.
(Bernardo, 5 anos)
Iago não via os avós há uma semana, então pediu pra dormir na casa deles. Logo que chegou, o avô falou:
– Iago, vá comer alguma coisa.
– Não quero, vô.
– Você veio pra cá para passar fome, é?
– Não, vô. Eu vim para passar a saudade.
(Iago, 6 anos)
Minha tia e eu estávamos no parquinho com meu primo e falamos pra ele ir fazer amizade com um grupo de crianças que já estavam lá brincando quando chegamos. Ele levantou e foi. Na tentativa de criar alguma conexão, chegou perto das crianças e lançou:
– E aí, quem peidou?
(Júlio, 4 anos)
Minha filha estava no banheiro quando gritou:
– Mãããeee! Uma barata!
– Grande ou pequena, filha?!
– Adolescente.
(Ana Clara, 4 anos)
– Filho, se eu tenho uma banana e ganho mais uma, eu fico com quantas?
– Com muitas. Porque você disse que se eu tenho dois brinquedos eu tenho muitos.
(Victor, 4 anos)
No restaurante:
– Moça, me vê uma limonada, por favor?
– Desculpe, nós não temos limonada.
– Você pode me ver uma água com gelo e limão espremido?
– Sim.
– E pode me trazer açúcar à parte?
(Cecília, 8 anos)
– Mãe, baleia casa ou namora?
– Não sei, filha. Por quê?
– É que passou na tv que uma baleia morreu encalhada em Búzios.
(Ana Beatriz, 8 anos)
– Maria, como será o seu novo quarto? Quais serão as cores e os móveis?
Ela e respondeu tudo o que perguntei, mas parecia insatisfeita. Questionei:
– Qual o motivo da sua tristeza, Maria?
– Minha mãe está fazendo um quarto para mim, mas meu pai precisa mais do que eu. Ele dorme na cama dela até hoje!
(Maria, 5 anos)
– Uma menina da sala da Nina fez uma festa e não convidou cinco crianças. Entre elas, a Nina. Ela estava bem triste em casa e perguntei:
– Filha, se você fizesse uma festa amanhã, convidaria quem não te convidou?
– Sim. Porque não quero que ela sinta o que eu senti.
(Nina, 11 anos)
Fui babá de três crianças e tínhamos uma regra de que quando começássemos um jogo ninguém poderia sair até que o jogo acabasse.
Certo dia, Victor apelou por estar perdendo e quis sair da brincadeira. Eu disse:
– Victor, volta para o jogo. Você tem que aprender a perder.
– Eu sei perder, sim – ele disse, chorando – eu perco toda hora. Eu não sei é ganhar.
(Victor, 6 anos)
– Lara, o que é o amor?
– Amor é quando alguém te dá coxinha.
(Lara, 7 anos)
Eu estava me arrumando para sair com meu marido e a Maria Luísa apareceu:
– Que bonita, mamãe. Onde você vai?
– Vou sair, filha, mas é um passeio de adulto.
Então ela vira para o pai e diz:
– Papai, a mamãe vai sair num passeio de adulto. E a gente vai aonde?
(Maria Luísa, 2 anos)
– Vó, amor selvagem é muito perigoso?
(João Henrique, 7 anos)
A tia explica para o Bruno a idade que ele precisava dizer que tinha para não pagar a tarifa do ônibus:
– Se alguém perguntar, você tem cinco anos, ok?
Eis que o cobrador perguntou:
– Quantos anos você tem?
– Cinco.
– E quando você faz seis?
– Quando eu descer do ônibus.
(Bruno, 6 anos)
A visão otimista da vida que só as crianças têm… Hoje roubaram meu carro e eu contei para os meninos. Aí, o Gabriel comentou:
– Acho que não roubaram, não, mamãe. Foi alguém que tinha o carro igual e levou sem querer.
(Gabriel, 5 anos)
– Mãe, alguém já viveu mais de 100 anos?
– Sim, várias pessoas.
– E mais de mil anos?
– Não.
– Nem Deus?
– Bom, nem todos acreditam em Deus, eu mesma não acredito e…
– Deus existe, sim!
– E como você sabe?
– Ele é como açúcar no suco: você não vê, mas sente.
(Larissa, 5 anos)
– João, a tia está velha?
Ele me olhou, pensou e respondeu:
– Ahhhhh tia, só a cara.
(João, 5 anos)
Estávamos almoçando e eu não como nenhum tipo de carne. A Duda me observando, perguntou:
– Tia, você é vegetariana?
– Sim, amor, eu sou.
– Ah que legal, eu sou sagitariana.
(Duda, 9 anos)
A escola mandou um bilhetinho para ver quais alunos querem participar da quadrilha esse ano. Eu perguntei para o meu filho:
– Você vai dançar quadrilha?
– Quem é a Drilha?
(Guilherme, 7 anos)
– Clara, eu vou tomar o seu xarope, estou tossindo muito.
– Tome, mãe. E sinta o gosto da maldade.
(Clara, 7 anos)
– Mãe, eu gosto de um menino da minha sala.
– E ele é bonito, Malu?
– Não… Mas ele conta um monte de piadas. Eu gosto dele pela diversão.
(Malu, 6 anos)
– Vó, o que é esse pretinho na comida?
– Tempero querida, chama-se orégano.
– Vó, o orégano do meu prato mexeu as asas.
(Isabela, 4 anos)
Alice é muito parecida com o pai. Achamos uma foto dele criança e ela olhou para foto e ficou apavorada:
– Mãe, eu já fui menino!
– Não, esse é o papai quando era criança.
Ela pôs a mão na boca:
– Meu Deus, ele já foi menina!
(Alice 4 anos)
O Gustavo chegou triste da escola e nem quis almoçar. Perguntei o que havia acontecido e ele não quis falar.
O João, irmão mais velho, respondeu por ele:
– É que a Vitória não quis brincar com ele hoje, mãe. E o Gustavo não tira a Vitória da cabeça.
Ouvindo o João falar, o Gustavo replicou:
– Não, João! A Vitória não está na minha cabeça. Ela está no meu coração.
(Gustavo, 5 anos e João, 7)
– Mãe, tem uma menina na minha sala que só me irrita, corta minha conversa e briga comigo. Tô vendo que vou ter que virar amiga dela para ela parar de fazer isso comigo.
(Maria Eduarda, 7 anos)
– Quando eu crescer quero ser igual ao meu pai que gosta de livros e igual a você, mãe, que é interesseira!
– Ahn, como assim?!
– É, mãe, você é interesseira porque gosta de saber da vida dos outros.
– Ahn, como assim?! – de novo
– Mãe, você não é psicóloga? Então você gosta de saber da vida dos outros!
(Isadora, 9 anos)
Brincando com a minha prima, dei um beijo em sua testa e ela fez como quem estivesse limpando o beijo, então perguntei:
– Júlia, você está limpando meu beijo?
– Não, Lelê. Eu estou espalhando.
(Júlia, 8 anos)
Fui à feira com minha filha e perguntei ao feirante:
– Moço, quanto custa a caixa de fruta do conde?
– Quinze reais.
Minha filha olhou pra ele e perguntou:
– E sem a caixa?
(Laura, 6 anos)
– Pai, você sabia que no bolo de laranja coloca-se suco de laranja em vez de leite?
– Não, filho. Eu não entendo nada de culinária.
– Mas você não trabalha na Receita Federal?!
(Luiz, 9 anos)
– Mãe, por que ‘reunião de pais’ se só vão as mães?
(Laura Helena, 5 anos)
– Sophia, você é mais introvertida ou extrovertida?
– Eu sou intrometida.
(Sophia, 7 anos)
Insisti para que a Carolina provasse tangerina. Ela ficou enrolando e nada. De tanto insistir, acabei perdendo a paciência e disse:
– Carolina, pare de ser fresca e coma logo a tangerina!
– Eu não sou fresca, mamãe, sou peculiar!
(Carolina, 7 anos)
Certo dia, estava levando minha filha para a escola, quando ela me olhou e disse:
– Mamãe, você é tão bonita… Parece a galinha do Cocoricó.
(Lara, 4 anos)
– Mamãe, vamos brincar?
– Filha, tô sem coragem.
– Mas não vai ter monstros!
(Isabel, 4 anos)