– Estou me sentindo feia, filha.
Ela fez um carinho no meu rosto e respondeu:
– Mamãe, não se preocupe. O papai do céu ama as pessoas feias também.
(Letícia, 3 anos)
– Estou me sentindo feia, filha.
Ela fez um carinho no meu rosto e respondeu:
– Mamãe, não se preocupe. O papai do céu ama as pessoas feias também.
(Letícia, 3 anos)
Isabela chegou em casa dizendo que ia ser a Dorothy na peça da escola. Surpresa, perguntei:
– Nossa, filha! E como foi que te escolheram?
– Ué! O professor de teatro perguntou quem queria ser a Dorothy, e eu levantei a mão.
(Isabela, 5 anos)
Eu estava gripada e falei:
– A mamãe não pode deitar com você porque está gripada.
– E com o papai você pode?
(Bernardo, 4 anos)
Estava lavando os pratos, quando meu irmão vem bem alegre falando:
– Hoje já é quarta-feeeira.
– Já tá pensando na sexta, menino?!
– Claro que não né, Alline. Estou pensando no sábado!
(Arthur, 10 anos)
– Filha, minha barriga está doendo. Acho que foi aquele sorvete.
– Ô mãe, por que você não deixou o sorvete só pra mim?
(Alice, 3 anos)
– Mãe, feedback é um palavrão?
(Helena, 6 anos)
Eu pedi para as minhas filhas, gêmeas, arrumarem o quarto delas e quando vi, a Manuela estava sentada assistindo TV.
– Manuela, por que você não está ajudando a sua irmã arrumar o quarto?
– Mamãe, estamos brincando de mãe e filha. Eu sou a mãe e mandei a Sofia arrumar o quarto.
(Manuela e Sofia, 4 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora.
Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
🤩 Siga @humanicorretora
Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
#humanicorretora #CuidandoDosSeusPlanos
*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
– Maria, posso te contar um segredo?
– Tia, pelo amor de Deus, não! Sempre fico com a boca machucada quando sei um segredo.
– Como pode? Por quê?
– Porque fico mordendo a boca pra não falar.
(Maria Gabriela, 5 anos)
Luiza lendo uma receita de biscoito que ela queria fazer:
– Mãe, aqui em casa tem sopa de baunilha?
– Sopa de baunilha? Nunca ouvi falar. Onde você viu?
– Aqui na receita está dizendo que precisa de 2 colheres de sopa de baunilha.
(Luiza, 8 anos)
– O papai é japonês e a mamãe, não. Aí eu nasci assim… metade com olho puxado e metade vesgo.
(Mateus, 6 anos)
No velório da bisavó, perguntamos para a Rafaela:
– Rafa, o que é a morte?
– Ah, é tipo quando você dorme no sofá e acorda na cama.
(Rafaela, 9 anos)
– Mel, tá cheio de pernilongo. Eles não estão te picando, não?
– Não. Eu estou calma.
– Como assim?
– Quando você está calmo, nada atrapalha.
(Melina, 10 anos)
Estava com a minha Irmã e a chamei:
– Heloísa!
Ela fingiu não ouvir, então chamei de novo:
– Helo!
Ela me respondeu:
– Estou indisponível no momento. Por favor, tente mais tarde.
(Heloísa, 8 anos)
– Mãe, posso tomar banho de colinho?
– Tá bom, Arthur. Só um pouquinho.
Coloquei ele no colo e com um sorriso no rosto, concluiu:
– Isso que é vida!
(Arthur, 3 anos)
O Theo derrubou macarrão na cadeirinha do bebê. Como a mamãe ficou brava, enquanto estava limpando a cadeirinha falou:
– Theo, torce pra limpar.
E o Theo começa a gritar:
– Limpa! Limpa! Limpa!
(Theo, 4 anos)
Conversando com o Arthur sobre ansiedade:
– Filho, a mamãe queria tanto que hoje já fosse terça-feira, para ter respostas que só terei na próxima semana…
– Sei como é, mãe. Isso se chama criancice. Para nós, crianças, é muito difícil esperar uma coisa que não vai acontecer agora.
(Arthur, 8 anos)
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#frasesdecriancas
Eu estava arrumando a Catarina pra escola quando ela me perguntou:
– Mamãe, como é mesmo aquela música da moça que veio no Kinder Ovo?
Não entendi nada, eu fui investigando e fazendo perguntas até descobrir que a música ela queria cantar:
– “O nome dela é Jenifer! E eu encontrei ela no “Kinder”.
(Catarina, 4 anos)
#publicidade Nossas crianças nos surpreendem o tempo todo. Com suas graças, tiradas, fofuras e também quando, na inocência, soltam frases que nos desconcertam. Boas surpresas não precisam ser extravagantes. Essas pequenas pérolas a gente encontra no dia-a-dia juntos, no meio da rotina, escondido em algo precioso. Assim também, é sempre muito bom quando podemos parar um pouco e surpreendê-las com algo de que elas gostam. Uma brincadeira, um programa juntos, um chocolate.
A pérola de hoje é uma parceria com a @kinder.brasil que adoça nossa rotina com ovos e surpresas que fazem tudo brilhar mais. Tem um pequeno ou pequena aí por perto? Então aproveite e #SurpreendaComKinder 😉
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#frasesdecriancas

Estava me arrumando pra sair com minha filha:
– Estou bonita, filha?
– Sim.
– Muito bonita?
– Não. Muito, não. Só bonita mesmo.
(Olivia, 2 anos)
– Pai, você poderia me demitir da escola? Aí eu fico em casa e cuido dela direitinho.
(Paloma, 5 anos)
#publicidade O Ryder está chamando! A seleção de pérolas de hoje é uma parceria com a @paramountbrasil para promover o lançamento de Patrulha Canina: Um Filme Superpoderoso. O filme estreia no dia 5 de outubro, mas neste fim de semana (dias 30/9 e 1/10) os ingressos estarão a R$ 12,00 nos cinemas.
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#frasesdecriancas





Estávamos no supermercado e Heitor viu um carrinho com produtos perto do vencimento. Ele chegou perto, mexeu nos produtos e comentou:
– Mãe, acho muito errado o produto com prazo de validade ser chamado de “vencido”. Ele deveria ser chamado de “perdido”.
(Heitor, 8 anos)
Meu esposo voltou a trabalhar e ficou doente novamente. Meu filho então perguntou:
– Mãe, será que ele está com alergia de trabalho?
(Rijkaard, 10 anos)
– Helena, o que você quer fazer quando crescer?
– Você tem que adivinhar, mamãe.
– Bióloga? Jornalista? Cientista?
– Não. Mas começa com “C”.
– Não sei, filha. O que é?
– Sereia!
Helena, 5 anos
Meu filho não queria colocar um casaco porque insistia que não era bonito e ia estragar seu penteado. O pai, para dar uma lição de moral disse:
– Tem crianças que não tem nenhum casaco para vestir!
– Então vou dar esse pra ela.
(Caio Lucas, 7 anos)
A Marina quis apostar comigo e falou:
– Vai. Quem ganhar, ganha!
(Marina, 4 anos)
Estava mostrando para minha prima uma área como uma grande quantidade de fumaça. Quando sugeri:
– Maria, onde tem fumaça tem…??
Ela pensou por um instante e respondeu super animada:
– Churrasco!
(Maria Antônia, 5 anos)
Guilherme brincando de fazer cosquinha no suvaco do Felipe, que o corrige:
– Suvaco não. Axila.
– É inglês?
(Guilherme, 6 anos)
– Lívia, como você gosta que te chamem?
– De linda!
– E o que mais?
– Gosto quando me chamam pra comer!
(Lívia, 3 anos)
Sou dentista e minha filha queria muito ser atendida no consultório. Certo dia, reservei um horário e a atendi, com tudo o que tem direito, inclusive o “motorzinho”. Ela se mostrou muito comportada e corajosa. À noite, já em casa, perguntei:
– E aí, filha, você gostou da experiência?
– Gostei, mamãe. E fui muito corajosa, né? Talvez, no dia em que eu for em uma dentista de verdade, eu tenha medo…
(Roberta, 4 anos)
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Estávamos tomando um chá de princesas quando a Valentina disse:
– Mamãe, eu sou a Rapunzel e você é a Cinderela, porque você trabalha muito!
(Valentina, 3 anos)
– Lulu, o que tu quer ser quando crescer?
– Piloto de avião, cantora, guitarrista, DJ e unicórnio.
(Luísa, 6 anos)
A mãe da Beatriz e eu temos uma amizade de longa data, então ela e o irmão cresceram me chamando de tia. Certo dia, ela estava em casa e enquanto nos arrumávamos para sair, ela viu meu perfume e pediu para usar:
– Tia, posso usar seu perfume?
– Claro, Bia, vou passar um pouco em você – e borrifei no pescoço dela – agora sinta o cheiro.
Ela parou por um momento e ficou me olhando, então perguntei:
– Tem cheiro de quê?
Fez uma pausa e respondeu:
– Tem cheiro de família.
(Beatriz, 3 anos)
Estava dando banho na minha sobrinha depois da festa de aniversário dela, quando ela comentou:
– Ei, o que que a minha outra toalha tá fazendo aqui?
– É sua? Me desculpa, eu usei. Achei que fosse de visitas. Você me empresta?
– Claro! Você é minha titia… E a gente tava na mesma festa, então temos o mesmo tipo de sujeira!
(Marina, 5 anos)
Estávamos conversando sobre desenhos animados e a Luísa comentou:
– Eu suspeito que o Pateta seja apaixonado pela Clarabela.
– Mas, se o Pateta é um cachorro e a Clarabela é uma vaca, como isso vai funcionar?
– Sabe, mãe, o amor deles fica acima das leis.
(Luísa, 9 anos)
Jonas passou o fim de semana fora e quando retornou, comentou:
– Mamãe, senti tanta saudade de você que eu quase chorei. Mas aí eu coloquei as lágrimas pra dentro.
(Jonas, 6 anos)
– O que você quer ser quando crescer?
– Médico.
– Então você quer cuidar das crianças que estiverem doentes?
– Não. Você não sabe que crianças não morrem? Eu vou cuidar dos avós pra eles não morrerem também!
(Máximus Vinícius, 5 anos)
Um amigo do trabalho estava de mudança e me ligou pedindo ajuda. Por morar com a mãe, não iria levar muita coisa. Miguel, ouvido a conversa, perguntou:
– Mãe, seu amigo tem quantos anos?
– Acho que uns 30.
– E ainda mora com a mãe?
(Miguel, 8 anos)
– Mamãe, você é pai também?
– Claro que não, Leo! Eu sou mãe e o papai é pai.
– Então por que quando é papai e mamãe juntos vira “país”?
(Leonardo, 4 anos)
– Mamãe, a matéria que eu tô mais travada na escola é História. Porque às vezes eu confundo os indígenas com os “carambolas” – quilombolas.
(Ester, 8 anos)
Estávamos num restaurante com parquinho e tinha várias roupas de super-heróis e princesas. O Gui passou um bom tempo escolhendo, vestiu várias e escolheu uma roupa do Homem-Aranha com saia (no caso, feminina). A tia do parquinho o repreendeu:
– Mas essa é uma roupa de menina!
– Não, tia. Essa roupa é de tecido.
(Guilherme, 4 anos)
Estávamos cantando: “Ei, Larissa, desse jeito você acaba com a minha vida…”. E o João:
– A Larissa está poluindo o planeta?
(João, 5 anos)
Falei pra minha filha que a levaria ao médico. Quando percebi, vi que ela estava quase chorando, pensando que iria para o hospital. Então eu disse:
– Não, filha, você vai lá no titio. Aquele que você gosta!
Como adora o médico dela, sorriu aliviada e disse:
– Ah! No veterinário!
(Maria Júlia, 3 anos)
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#frasesdecriancas
Estávamos no trânsito e um carro entrou na minha frente sem dar seta. Eu já ia xingar, mas lembrei que estava com minha sobrinha no carro. Ela percebeu e me perguntou:
– O que foi, titia?
– É que eu ia falar um palavrão.
– Mas você é assim mesmo, né tia? Você pode falar essas coisas.
– Eu sou assim mesmo como, Isa?!
– Sem educação.
(Isadora, 3 anos)
Ana Beatriz me perguntou sobre seu presente de Natal e para brincar com ela, perguntei:
– O que é melhor, que a gente te dê o presente ou que eu mande o dinheiro para o Papai Noel e ele traz?
– Eu acho que seria mais emocionante o Papai Noel trazer, mesmo que eu não acredite mais…
– Sério? Você não acredita? E quem te disse que ele não existe?
– Mãe, eu descobri sozinha, né? Comecei a raciocinar e percebi que era impossível ele passar por chaminés, renas voarem e outras coisas. Já faz um tempo.
– Sério? Mas no ano passado você ainda acreditava!
– Ou talvez eu já não acreditasse mais.
– E por que você não disse nada?
– Para não acabar com a graça de vocês!
(Ana Beatriz, 9 anos)
Estávamos no elevador e o vizinho entrou com um cachorro. A Laís apontou:
– Au au! Au au gandão!
– Esse é grandão. A nossa é pequenininha, né Laís? – comentei.
O vizinho perguntou:
– Ah, é? E como é o nome da sua?
– Laís, conta pra ele como se chama a nossa?
– A Nossa Senhora!
(Laís, 1 ano)
– Mãe, tu sabias que os dentes do ser humano já foram fortes e pontudos como os de um jaguar? Porque a gente, lá beeeeeeeem antigamente, precisava comer carne crua, rasgar e mastigar. Daí alguém cozinhou a carne e por causa disso, o ser humano “atualizou os dentes”.
– Atualizou?
– É, fez upgrade, entendeu?
(Dante, 6 anos)
Meu filho foi se despedir do tio que havia falecido:
– Filho, vai lá, pede bença pro tio, ele vai pro céu.
Mais que depressa, ele foi e disse:
– Bença, tio. E toma cuidado pra não cair lá do céu.
(João Pedro, 5 anos)
Estávamos estudando sobre ditados populares e fábulas:
– Filha, olha esse: “é melhor ter um pássaro na mão do que dois voando”.
– Não.
– Claro que é, Sophia.
– É melhor os dois voando. Passarinho tem que ficar livre.
(Sophia, 9 anos)
Sou babá de uma menininha de cinco anos e entre uma brincadeira e outra, perguntei:
– Nina, o que você quer ser quando crescer?
– Quero ser babá!
– Mas, por quê? – perguntei, surpresa.
– Porque babás são adultas, mas continuam sorrindo e brincando!
(Marina, 5 anos)
Durante a pandemia, tivemos uma reunião online pais e alunos. A diretora, toda animada, perguntou:
– E aí, Davi, todos na sua casa estão se cuidando? Usando máscara e álcool em gel?
– Sim! Principalmente o meu vovô. Sabe por quê? Ele bebe álcool!
(Davi, 8 anos)