– Mamãe, a gente mora em casa ou apartamento?
– Em apartamento, filha.
– Ah, então eu não vou precisar fazer o dever de casa!
(Isabela, 4 anos)
– Mamãe, a gente mora em casa ou apartamento?
– Em apartamento, filha.
– Ah, então eu não vou precisar fazer o dever de casa!
(Isabela, 4 anos)
Davi estava passando a mãozinha pelo meu rosto. Ele contornou os olhos, depois a boca, segurou minha cabeça com carinho e disse:
– Mamãe, você tem uma cara de dinossauro.
(Davi, 2 anos)
– Mãe, porque você toma tanto chá?
– Pra ficar calminha, filha.
– Então não está resolvendo, né?
(Pietra, 8 anos)
– Que delícia esse chocolate! Vamos comer mais um para comemorar?
– Comemorar o quê?
– Que a gente gostou do chocolate.
(Julia, 4 anos)
Estava conversando com minha tia e meu primo estava ao nosso lado. Comentei que minha avó tinha ido ao INSS fazer prova de vida. Ao que ele perguntou:
– E ela tem quanto tempo ainda?
(Rhyam, 11 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora.
Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
Daniel estava teimando com a avó, quando foi repreendido pela tia:
– Daniel, olha o respeito com a tua avó, ela já tem sessenta anos nas costas.
– E na frente quantos ela tem?
(Daniel, 6 anos)
Estávamos olhando fotos do aniversário da minha filha e eu estava salvando no celular conforme olhávamos, quando ela me pediu:
– Mamãe, o que você está fazendo?
– Salvando as fotos.
– Mas de quem elas estão fugindo?
(Clara, 5 anos)
– Quando eu era bebê, eu era minúsculo, né? Mas agora que eu já sou grande, sou maiúsculo!
(Ricardo, 5 anos)
Mamãe estava tomando a lição:
– Ceci, o que é metamorfose?
– Sabe o make up? Então, é tipo isso, só que nos animais.
(Cecília, 9 anos)
Pensativo, enquanto segurava um livro, Heitor perguntou:
– Mãe, quem deu minha voz foi o papai do céu?
– Sim, filho.
– E como faz pra pedir pra ele trocar? É na missa?
– Como assim, trocar de voz? Você não gosta da sua?
– É, mãe, não gosto da minha porque minha voz não sabe ler. Todo mundo sabe ler, menos eu. Quero uma voz que leia.
(Heitor, 5 anos)
A atividade da escola para o Dia das Mães era desenhar a mulher mais importante da vida. Eu falei:
– Theo, você precisa desenhar a mulher mais importante da sua vida.
– Tá certo.
Depois que desenhou eu perguntei:
– Quem é, filho?
– A Mônica.
– Ahh. E quem é a segunda mais importante da sua vida?
– A Magali, né mãe?
(Theo, 3 anos)
Lucas fez um trabalho na escola sobre o Monte Fuji em que eles construíram e pintaram uma montanha pequena com argila. Chegando em casa, ele contou todo animado:
– Mãe, hoje eu fiz um Fuji!
– Que legal, filho, o monte?
– Não, mãe, eu fiz só um.
(Lucas, 4 anos)
Já era a terceira vez que eu chamava a atenção do Daniel para não brincar na terra, pois já estava de banho tomado. Na quarta, o chamei para conversar, abaixei, olhei em seus olhos e perguntei:
– Daniel, o que a mamãe fala e te ensina todos os dias? – imaginando que responderia sobre cumprir combinados.
– Você me ensina a ser feliz!
(Daniel Ricardo, 5 anos)
Depois de derrubar suco na mesa e molhar quatro pessoas, a Alice soltou:
– Ufa! Pelo menos não caiu em mim.
(Alice, 3 anos)
O porquinho-da-índia do meu sobrinho morreu e ele ficou inconformado. A mãe tentou consolá-lo dizendo:
– Ele virou uma estrelinha no céu.
– Então fala pra ele cair que eu seguro.
(Lorenzo, 3 anos)
Minha irmã está aprendendo as sílabas na escola. Em casa, eu a ensino a ler algumas palavras. Peguei um livro velho e a coloquei para ler a frase “caro aluno”. Ela foi tentando e quando conseguiu, comentou:
– Isso significa que o aluno é rico, né?
(Gizelly, 5 anos)
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#frasesdecriancas
Estávamos no início da campanha de vacinação contra raiva e falei pro meu filho:
– Brayan, temos que levar a Lulu pra tomar vacina contra raiva.
– Pra quê, mãe? A Lulu não tem raiva de ninguém. O menino da vizinha até já a chutou e ela continua brincando com ele.
(Brayan, 10 anos)
– Papai, eu quero um livro daqueles para ler e aprender as palavras. É… um Dinossauro!
(Marina, 4 anos)
Hoje, em celebração ao Dia dos Avós, estamos publicando mais uma postagem em colaboração entre @frasesdecriancas e @gamarevista. Pérolas que refletem a relação das crianças com aqueles que fazem a melhor comida, tem o melhor perfume e dão sempre o colo mais macio.
Lições de vida, o amor compartilhado pela música, o abraço que só um avô querido é capaz de dar. Em homenagem à data, Gama convidou netas e netos para contar quais aprendizados tiveram com matriarcas e patriarcas da família. Leia mais na edição especial.
#frasesdecriancas #gamarevista #diadosavos
– Iago, vai comer alguma coisa!
– Não quero, vô.
– Você veio pra cá pra passar fome, é?
– Não, vô, eu vim pra passar a saudade.
(Iago, 6 anos)
—
Francisco perguntou para a avó:
– Vó, a senhora que é uma pessoa antiga, chegou conhecer Jesus?
(Francisco, 7 anos)
—
– Você vai tomar banho, vó?
– Vou.
– Deixa eu tomar banho com você?
– Não, Caíque, de jeito nenhum.
– Ah, vó… eu prometo que não vou rir.
(Caíque, 4 anos)
—
Meu pai estava atrasado para sair, quando a Angel lhe pediu:
– Vovô, brinca comigo?
– O vovô está atrasado agora. Mas quando voltar, eu brinco, tá?
Sem pensar muito, ela respondeu:
– Mas eu também tô atrasada pra brincar!
(Angel, 3 anos)
—
Depois de ter deixado meu filho durante o fim de semana com os avós pela primeira vez, perguntei:
– Quantos chocolates a vovó te deu?
Ele pensou um pouco e respondeu:
– Mais ou menos bastante, mãe.
(Vinícius, 4 anos)
– Puxa, Miguel, seu irmãozinho rasgou seu livro e você ainda nem aprendeu a oração.
– Não tem problema, mamãe.
– Mas, e se em algum momento você precisar fazer uma oração?
Ele, cheio de confiança:
– Eu improviso minha oração se eu precisar, mamãe.
(Miguel, 9 anos e Rafael, 2)
Ensinamos para a Bia que existe diferença entre a água da banheira e “água de beber”. Dia desses, durante o banho:
– Pai, tô com sede.
– Ok, a mamãe vai te trazer água de beber.
– Não quero água de bebê! Quero água de criança!
(Beatriz, 2 anos)
Samuel já aprendeu a ler. Enquanto digitava uma mensagem para uma amiga, ele via o que eu escrevia e perguntou:
– Mãe, por que você colocou um “RS” no final? É por que você achou só um pouquinho engraçadinho?
(Samuel, 4 anos)
Bento estava brincando de massinha e reclamou que não conseguia fazer uma bolinha.
– Filho, é assim mesmo. Você está aprendendo e quanto mais treinar, melhor vai ficar.
– Poxa, pelo visto eu só vou conseguir quando chegar o Antônio.
– Que Antônio?
– O Antônio dos dias, mamãe!
– Antônio dos dias?!
– É! O Antônio, Inverno a Primavera…
(Bento, 3 anos)
Maria Helena foi escovar os dentes e veio com essa:
– Mamãe, eu escovei os dentes, botei o enxaguante e já “gargalhei”.
(Maria Helena, 6 anos)
Depois, de três dias de férias no sítio da família, o Caio foi até o galinheiro do vizinho e disse:
– Galo, dá pra você mudar de música?
(Caio, 5 anos)
– Mamãe do que são feitos os puns?
– São feitos de gases.
– Uau, você tem falas incríveis!
(Otávio, 4 anos)
Olívia aprendeu os dias da semana e estava falando sozinha:
– Amanhã é sábado, depois de amanhã é domingo… e depois de domingo é chato.
(Olívia, 8 anos)
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Estávamos conversando sobre livros e leituras, quando minha amiga disse:
– Eu não gosto de ler, faz tempo que não leio livros.
A Maria Eduarda olhou para ela, passou a mão na cabeça dela e disse:
– Nossa como você deve ser triste.
(Maria Eduarda, 10 anos)
Meu filho escreveu uma carta para a fada do dente, pois ela esqueceu de deixar o dinheiro para ele.
– Fada, sua safada, eu quero o meu dinheiro.
(Murilo, 6 anos)
Anna cantando com o vovô:
– “Sambalelê precisava é de uma boa palmada! Samba, samba, sambalelê…”
– Anna, você já ganhou umas palmadas?
– Já!
– Ah, é?!
– Sim, vovô, no meu aniversário. Cantaram parabéns e me deram palmadas!
(Anna, 3 anos)
– Filho, você sabe o que é cadeia alimentar?
– Sim, o lugar onde os ladrões comem.
(João, 5 anos)
Vinicius é apaixonado por animais, principalmente por gatos. Nas férias, fomos com a família para a praia. Quando ele viu a areia, disse:
– Mamãe, aqui é a maior caixa de areia pra gato que existe!
(Vinicius, 6 anos)
Estávamos brincando de polícia e ladrão quando meu filho soltou:
– Mãe, estica os braços. Você está presa em nome da Neidi!
(Romeu, 5 anos)
Giovanna me chamou para brincar de esconde-esconde e disse:
– Eu conto e você esconde.
Enquanto ia me esconder, ela começou:
– Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, “love”, dez.
(Giovanna, 2 anos)
Íamos visitar alguns conhecidos e falei para meu filho se comportar e não falar palavrões:
– Bê, você entendeu? É certo ou certo?
– Certo.
– E o que é certo?
– Certo é quando não temos escolha.
(Bernardo, 7 anos)
– Martim, onde você está indo?
– Vou ver os meus amigos. Vai ficar feliz.
– Quem vai ficar feliz? Você?
– Não, eles.
– Por quê?
– Porque eu vou lá encontrá-los.
(Martim, 2 anos)
Isabela me pediu que eu pegasse o chocolate que compramos e ficou no carro. Peguei e entreguei para ela, que agradeceu:
– Obrigada, mãe, você é muito “infantil” (gentil).
(Isabela, 4 anos)
Outro dia, estava fazendo a lista de compras e perguntei:
– Filha, você quer alguma coisa do mercado?
– Eu quero, mamãe.
– Hum, o quê? Bolacha, balinha, iogurte…
– Não, um carro novo!
(Maria Luiza, 2 anos)
Estava lendo a Bíblia para meu filho e sempre digo de qual livro é cada história. Acabamos o Gênesis e começamos o Êxodo. Quando deu a hora de dormir, paramos a leitura e o Rafael comentou:
– Mamãe, amanhã podemos recomeçar a Bíblia por onde paramos, no Êxtase?
(Rafael, 8 anos)
Sou italiana e moro no Brasil. Um belo dia, estava tentando explicar sobre o fuso horário para a minha sobrinha que mora na Itália.
– Você entendeu, Gaia?
– Sim, tia! Quer dizer que quando aqui é Natal, aí no Brasil é Halloween.
(Gaia, 6 anos)
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Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
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#frasesdecriancas
– Victor, como foi a escola? A lição de casa estava certa?
– Sim, mamãe, a prô até me deu um símbolo da Nike!
(Victor, 7 anos)
Estávamos fazendo uma oração e a Mel comentou:
– Mamãe, eu tenho medo dessa oração.
– Por quê?
– Tem lobos do mal nela.
– Como assim, Mel?
– “Mas lobos do mal. Amém!”
– Não, Mel. É “mas livrai-nos do mal. Amém!”
– Ué, mamãe, e os “livros” são do mal?
(Melissa, 4 anos)
– Nicolas, amanhã eu vou tomar a dose de reforço da vacina. Você vai me acompanhar?
– Sim, mamãe. E se você quiser, eu seguro a sua mão pra você não sentir medo!
(Nicolas, 5 anos)
– Mãe, pare de estressar com política! Quando eu crescer, vou virar Presidente e aí você me manda no Whatsapp o que for pra eu fazer.
(Lucas, 8 anos)
Estou grávida e comentei com meu sobrinho em tom de brincadeira:
– Vou para casa dar banho no seu primo.
– Ué, tia, é só tomar água!
(Lorenzo, 4 anos)
Estava lendo a história da morte e ressureição de Jesus para o Vitor e mostrei a ilustração do túmulo vazio com o tecido que o cobria deixado sobre a pedra. Comentei que depois ressurreição, apareceu um anjo para anunciar. Então comentei:
– Filho, o que o anjo veio anunciar?
– Ele veio anunciar que Jesus esqueceu sua blusa!
(Vítor, 3 anos)
Maria estava contrariada e com dificuldade para adoçar o café, quando comentou:
– Tio, meu café é libriano… Ele estava doce, agora está amargo. É um café indeciso. Eu sou libriana, mas não sou indecisa. Ou sou?
(Maria, 8 anos)
Estava lendo um livro com perguntas para o meu filho e chegamos em uma que dizia: “o que você tem medo de perder?”. E ele prontamente:
– A sensação de ser feliz.
(Cassiano, 3 anos)
– Mamãe o que eu mais amo na vida é toddynho.
– Uai, pensei que fosse eu!
– Também. Porque é você que compra toddynho pra mim.
(Luisa, 4 anos)
– Mamãe, sabia que a senhora é linda e maravilhosa?
– Obrigada! E o seu pai?
– Ah, meu pai é só legal mesmo.
(André, 6 anos)