– Papai, a gente também é animal?
– Sim, filhinha. O ser humano é um animal também.
– Nossa, a gente é bicho?
– Somos animais, só que inteligentes.
– Ah, pai, tá se achando, né?
(Sofia, 6 anos)
VAI TOMATE CRU
– Mãe, esse seu macarrão tá tão bom, que até tá dando vontade de falar palavrão.
(Caetano, 7 anos)
SELADOR
– Mamãe, não quero ficar de cabelo solto.
– Valentina, eu lavei seu cabelo, tem que ficar solto pra secar.
– Eu estou com calor. Faz uma bunda de cavalo no meu cabelo?
(Valentina, 3 anos)
ASES INDOMÁVEIS
Passamos por uma turbulência no avião e minha filha, dando gargalhadas, perguntou:
– Mamãe, você está pronta para cair?
(Maitê, 4 anos)
SEM SENTIDOS
– Mãe, eu “ouvo” tudo que a senhora fala.
– Filho, não é “ouvo”, é ouço. Ovo é de galinha.
– E “ouço” é de cachorro, mãe.
(Mayron, 4 anos)
PAISANA
– Mamãe, agora eu sei a diferença entre Brigada Militar e Polícia Civil. Se apareceu um ladrão e se ela viu, é a polícia “se viu”!
(Leônidas, 5 anos)
CARA E COROA
Fomos algumas vezes na casa de um amigo chamado Reinaldo. Certa vez, meu filho perguntou:
– Por que a casa do Reinaldo não é um castelo?
– Como assim?
– Ué, reis não moram em castelos?
(Giovanni, 4 anos)
– Catarina, o que você vai ser quando crescer?
– Eu vou ser fantástica!
(Catarina, 4 anos)
A frase de hoje é oferecida por Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um up grade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
🤩 siga @humanicorretora
Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
CHEIO DE GÁS
Qual é a melhor coisa de ser criança, Martim?
– Soltar pum sem sentir vergonha.
(Martim, 6 anos)
PLACENTA LÁ, CLAUDIA
– Filha, como é olhar no espelho e ver que é tão linda?
– Oh, mamãe! Foste tu que me fizeste assim, porque cuidaste muito bem de mim na tua barriga… Mas eu acho que a tua mãe não cuidou muito bem da barriga dela.
(Isabel, 6 anos – Portugal)
SOFRÊNCIA
Eu estava vendo um vídeo da nova música do Gusttavo Lima onde dizia que a cada fase da vida do filho, ele estaria lá. Então mostrei para minha filha dedicando a ela, esperando uma resposta fofa, comentei:
– Tá vendo, filha? Eu vou estar sempre lá, em cada fase da sua vida.
– Ô, mãe, você é o Gusttavo Lima?
(Marina, 6 anos)
INDEPENDÊNCIA… E MORTE
– O que teve no dia 07 de setembro, Alice?
– É a comemoração da independência do Brasil.
– E o que D. Pedro I fez?
– Morreu.
(Alice, 7 anos)
XI, KIM JONG!
João estava lendo sobre a Coreia do Norte e comentou:
– É igual aqui em casa, né mãe?
– Como?
– Onde você cria as regras e eu só obedeço. Zero democracia.
(João Rodrigo, 9 anos)
INTERCESSÃO
Em casa sempre fazemos as orações juntos e houve uma época em que estávamos orando pela saúde de uma pessoa da nossa igreja. Naquele dia, era a vez do Rafael orar:
– Papai do céu, abençoa o irmão Francisco. Dê saúde e perdoe todos os pecados dele… Que são muitos!
(Rafael, 7 anos)
CL-TRETA
Criança não trabalha, criança dá trabalho, já diria o Palavra Cantada. Mas qualquer rotina profissional ficaria mais leve se a gente pudesse ter nossos pequenos participando das tarefas. Feliz Dia do Trabalho por aí.
– Mamãe, quando eu crescer, eu não vou querer trabalhar.
– Por que, Ana Luíza?
– Porque dá muito trabalho.
(Ana Luíza, 6 anos)
– Filho, amanhã é dia de retornar para a creche, né?
– Sim
– Bem que podia ter creche para adultos…
– A creche dos adultos é o trabalho!
(Enzo, 3 anos)
– Mãe, ir para a escola deveria ser igual ter um trabalho.
– Por quê? – imaginando que a resposta dele seria sobre receber um salário.
– Pra poder pedir demissão!
(Raul, 6 anos)
– Filho, o que você vai ser quando crescer?
– Lindo da mamãe e do papai.
– Não, filho. A mamãe está perguntando de trabalho, de um emprego…
– Ah, sim… o Thor ou o Capitão América.
(Rafael, 2 anos)
– Anita, agora vou trabalhar e preciso de sossego!
– Hum, não sou muito boa nisso não…
(Anita, 4 anos)
– Papai, amanhã você vai ter trabalho?
– Não, filho, amanhã é domingo e o papai não tem trabalho.
– Eba! Amanhã é meu dia de sorte.
(Miguel, 5 anos)
– Bê, o que você quer ser quando crescer?
Depois de pensar bem, respirando fundo, ele disse:
– Ai, mãe, acho melhor eu não ser nada. Dá muito trabalho.
(Bernardo, 4 anos)
– Pai, posso ver sua coleira?
– Mas, filha, isso é um crachá…
(Cecilia, 3 anos)
POR UM FIO
– Mãe, “filha da puta” é palavrão?
– Sim, filho.
Depois de um tempo:
– Mãe, fio é palavrão?
– Não filho.
Eis que mais tarde ele surge falando:
– Fio da puta!
(Lucas, 4 anos)
LACTO VACILOS
No supermercado, Sophia olhou na geladeira e perguntou:
– Mãe, por que aquele Yakult tem a embalagem verde?
– Porque é feito para adultos com mais de 40 anos.
– Hum… Tem álcool?
(Sophia, 10 anos)
ESCOVADA
Esses dias, eu estava penteando o cabelo da Liz e ela disse:
– Mamãe, você está doendo meu cabelo.
– Filha, então você precisa aprender a cuidar do seu próprio cabelo.
– E você precisa aprender a tomar cuidado.
(Liz, 7 anos)
SOFT SKILLS
– Pai, qual é a sua filha favorita? Eu ou a Nina?
Antes que eu pudesse falar algo, ela emendou:
– Só não esquece que eu consigo chutar meu próprio bumbum e ainda corro mais rápido.
(Cecília, 8 anos)
CHOC…ADA
– Ô, mãe, eu tô pensando seriamente em cuidar da minha própria vida! É que você se preocupa demais com a saúde… Se eu cuidar de mim, vou comer chocolate todo dia.
(Isadora, 7 anos)
A frase de hoje é oferecida por Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um up grade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
🤩 siga @humanicorretora
Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
NA VOLTA A GENTE COMPRA
– O papai vai no supermercado?
– Sim.
– Posso ir com ele?
– Melhor não. Estamos com pressa. Vamos esperar.
– Esperar é muito difícil, mamãe!
(Maria Laura, 3 anos)
IRMÃOS DADAS
Miguel e o Raphael estavam brincando quando Miguel pegou um brinquedo que Raphael também iria pegar. Como toda criança, Raphael já fez aquele bico de choro e uma carinha triste. Vendo que o irmão ficou triste, Miguel falou:
– Rapha, você é meu parceiro, meu irmão e meu amigo. Fica assim, não. Eu divido com você.
(Miguel, 4 anos e Raphael, 3)
DOCE DE-LEITE
Hora do café da manhã e o Antônio comentou:
– Mamãe, tô com uma fominha.
– Senta aqui, filho. Tem pão, leite…
– Mas, mamãe, eu queria pão de mel e balinha.
– Filho, isso não dá saúde.
– Não, mas isso dá alegria!
(Antônio, 7 anos)
SE DER NA TELHA
– Filha, tô preocupada porque isso pode cair na prova e você não estudou.
– Mãe, o teto da escola é de cimento. Não vai cair nada, fique tranquila!
(Maitê, 6 anos)
NO SEU PAPEL
A Eduarda tinha acabado de ir ao banheiro fazer cocô e, como de costume, me chamou para limpá-la. Alguns momentos depois, eu fui ao banheiro fazer xixi. Ela entrou no banheiro e disse:
– Mamãe, quando você terminar me chame para eu te limpar.
(Eduarda, 3 anos)
MANDA QUEM PODE…
Eu e o meu esposo estávamos conversando sobre algumas questões domésticas e eu falei:
– Tudo bem, vamos fazer como tu quer.
Ao escutar essa frase, Olívia veio até a cozinha e disse:
– Mãe, pode dizer pro meu pai que a mandona da casa sou eu! E eu decido que ele tem razão.
(Olívia, 4 anos)
COM TODAS AS LETRAS
Meu marido e eu somos um casal gay. Na primeira visita à casa dos meus pais com a Panda – nossa nova cachorrinha – encontramos o Vicente, meu sobrinho. A cachorrinha cheia de energia pulava muito, ele já não queria mais brincadeira e falou:
– Panda, vai lá com o Tio Dinho, o seu pai!
A Panda nem deu bola. Passou mais um tempo e ele ficou mais impaciente:
– Panda! Vai lá com o Tio Léo… sua mãe!
(Vicente, 3 anos)
PAGANDO COM A MESMA MOEDA
Meu filho, sentado na mesa para almoçar, demorou um bom tempo para terminar o prato. Quando finalizou disse:
– Terminei, agora quero um doce.
– Agora eu vou ficar enrolando um tempão para te dar o doce, igual você fez com a comida.
– Mas mãe, não pode imitar as pessoas. É muito feio!
(Lorenzo, 4 anos)
XEQUE-MATE
Estávamos falando sobre quem é criança e quem é adulto, quando o papai disse:
– O papai e a mamãe são adultos e você é…
– …um amor!
(Heitor, 3 anos)
E FINISH
– Ai, mãe… tô tão entediada!
– Vai lavar aquelas louças para ajudar a mamãe.
– Eu não! Lavar louça não traz felicidade.
(Hadassa, 8 anos)
DOCE MENTIRA
– Papai, palavrão é tipo uma guloseima, é pra gente falar só de vez em quando, né?
(Lara, 6 anos)
ADULTESSÊNCIA
Conversando com a Thaís, perguntei:
– O que criança gosta de fazer?
– Brincar, correr, pular, sonhar…
– E os adultos?
– Comer, dormir e mexer no celular.
(Thais, 7 anos)
AMBI-HEART
Sofia colocou a mão do lado direito do meu peito e disse:
– Deixa eu escutar seu coração.
– Meu coração é do lado esquerdo, Sofia!
– Ah é mesmo, você é canhota!
(Sofia, 10 anos)
Oferecimento @humanicorretora
BOA COREGA
– Vó, quando eu crescer, vou ser dentista.
– Mas por que dentista?
– Pra arrumar seu dente e o dente do vovô!
(Miguel, 4 anos)
GOD DU SOLEIL
Estava lendo a história de Jonas na bíblia para Julia e Helo. Quando a Helo perguntou:
– Mas Deus sabia onde Jonas estava?
E Júlia prontamente respondeu:
– Deus sabe de tudo, sabe até dar mortal!
(Julia, 7 anos e Helo 4)
BEAT ACELERADO
Aquele agito imenso na hora de dormir.
– Filha, presta atenção na sua respiração. Como ela está?
– Ela está afogante, mamãe.
(Catarina, 5 anos)
CRUZ CREDO
Cantando no chuveiro:
– Bate o sino pequenino, sino de Belém. Já nasceu “Deus me livre” para o nosso bem. Paz na terra, pede o sino, alegre a soar. Abençoe “Deus me livre” esse é o nosso lar.
(Lorena, 3 anos)
DEUS ME LIVRO, MAS QUEM ME DERA
Fizemos uma seleção de pérolas, em uma parceria editorial entre Frases de Crianças (@frasesdecriancas) e Gama (@gamarevista) para mostrar o quanto a leitura é importante desde a infância – o hábito de ler ajuda os pequenos em muitos aspectos, como no desenvolvimento da concentração, da interpretação, da linguagem, da memória, do pensamento crítico e do raciocínio, além de estimular a criatividade.
Por isso, aproveitamos o Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado nesta terça-feira (18), para trazer cinco dicas de como incentivar a garotada a ler mais.
1. Pai, mãe, cuidador: crie um cantinho e um momento especial para a leitura. Pode ser antes de dormir, por exemplo, aconchegados na cama. Assim, o hábito de ler vai, aos poucos, sendo estabelecido.
2. Puxe papos com a criança sobre a história que estão lendo juntos. Isso estimula a memória e aguça o desejo de chegar ao fim da leitura.
3. Faça passeios a lugares que tenham os livros como atração principal, como bibliotecas e espaços culturais que promovam eventos literários.
4. Que tal criar um clube do livro? Junte os colegas da escola, os primos, os vizinhos. A leitura pode ser feita em conjunto ou individualmente e, no fim da história ou ao término de cada capítulo, as crianças se encontram para comentar sobre o que leram.
5. Deixe os livros em locais acessíveis, seja numa prateleira baixinha ou em um cesto, para que a criança possa pegá-los a qualquer momento.
Agora, confira as pérolas aqui
PESQUE & PAGUE
– Helena, a mamãe está dodói. Estou muito gripada.
– Vai ficar tudo bem mamãe. Você já tomou o remédio Dipiranha?
(Helena, 4 anos)
DISK-CEGONHA
Minha tia queria ter um segundo filho, mas o marido dela não. Então ela falou para a filha dela:
– Laura, quando chegarmos em casa, peça para o papai te dar um irmãozinho.
– Ah, mamãe, mas eu queria pedir pizza.
(Laura, 4 anos)
FÉ
– Mamãe, a bicicleta está trancada na casinha.
– Está, filha. Desça da bicicleta e dê uma rezinha nela que destranca.
– Tá bom, mamãe.
Nisso ela desce da bicicleta, junta as mãozinhas e começa a rezar.
(Betina, 3 anos)
ESPAÇO GRATUITO
– Mamãe, deixa eu baixar um jogo no seu celular?
– Não dá, Alice. Não tem espaço.
– Como não, mamãe? Só estamos nós duas aqui no quarto.
(Alice, 3 anos)
MAS EU ME MORDO DE CIÚMES
Uma aluna minha vai ter um irmãozinho, então eu fui falar com ela:
– Parabéns, Clarinha, pelo seu irmãozinho.
– Eu não tenho um irmão. Ele não é meu irmão.
– Ah, claro que é! Por que não?
– Não é! Eu quero teste de MMA!
(Clara, 7 anos)
ME ENGANA QUE EU GOSTO
Brincando com a minha prima, dei um beijo em sua testa e ela fez como quem estivesse limpando o beijo, então perguntei:
– Júlia, você está limpando meu beijo?
– Não, Lelê. Eu estou espalhando.
(Júlia, 8 anos)
Cecília contando sobre um amigo que se machucou:
– A perna dele ficou enorme porque tinha muita inflação.
(Cecília, 8 anos)
A frase de hoje é oferecida por Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um up grade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
🤩 siga @humanicorretora
Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
#humanicorretora #CuidandoDosSeusPlanos
*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
Em uma conversa sobre os cuidados de higiene em tempo de Covid a vó comentou:
– Precisamos lavar os sapatos com água sanitária.
Helena escuta a conversa e já demonstra sua indignação:
– Água do vaso, vovó?
(Helena, 7 anos)
Um dia antes do aniversário de sete anos da Elisa, escuto:
– Mamãe, agora estou pertinho dos 50 anos.
(Elisa, 6 anos)
Estava conversando com minha filha sobre comer alimentos mais saudáveis, dizendo que antes ela comia muito mais banana e ela me respondeu:
– Mãe, a Laura do passado não é a Laura do presente e nem do futuro.
(Laura, 6 anos)
CONSOLO
Conversando com os meus filhos sobre o meu pé quebrado, escuto o Gabi me consolando:
– Mãe, não se preocupe. O seu pé logo vai melhorar.
E a Sarah, tentando ajudar, completou:
– É… daqui uns 40 anos fica bom.
Ao ver minha cara de decepção com o tempo me dado pela Sarah, Gabi falou:
– Tá louca, Sarah? Daqui 40 anos a mamãe já vai ter morrido.
(Gabriel, 8 anos e Sarah, 6)
EU NÃO TENHO LIMITES
Alguns amigos foram jantar em casa e, passando pela sala, resolvi brincar com o filho deles e fiz cócegas em sua barriga. Pra quê… o menino saiu correndo atrás de mim, pulou no meu pescoço e começamos uma “lutinha” ali mesmo. Passados alguns minutos, resolvi pedir “arrego” e eu soltei:
– Ufa! Mas você tá forte, hein!? Mas agora é hora de parar, né?
– Não tio, não adianta. Eu não tenho limites. Eu nunca sei a hora de parar…
(Vitor, 7 anos)