Eduardo estava brincando com os óculos de proteção para aplicação de laser. O tio, achando estiloso, brincou:
– Dudu, quanto estilo! Vamos cantar um rap?
Dudu nem titubeou:
– Birthday?
(Eduardo, 3 anos)
Eduardo estava brincando com os óculos de proteção para aplicação de laser. O tio, achando estiloso, brincou:
– Dudu, quanto estilo! Vamos cantar um rap?
Dudu nem titubeou:
– Birthday?
(Eduardo, 3 anos)
Estamos em Portugal e minha filha fez amizade com uma criança no parque. Conversaram muito. Em seguida, ela veio se apresentar pra gente e disse orgulhosa:
– Estás a ver? Estou a conversar bem com sua filha porque sei falar um bocadinho de brasileiro!
(Matilde, 5 anos)
Durante meu tratamento de quimioterapia, quando meu cabelo começou a crescer novamente, Isabelle comentou:
– Mamãe, você está parecendo um sorvete de baunilha com granulado… E eu amo sorvete de baunilha!
(Isabelle, 5 anos)
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– Olha, filho, uma Maria Fedida.
– Uau! Uma Maria fudida, gente!
(Otávio, 2 anos)
– Mãe, quando crescer quero ser “jardinheiro”.
– O certo é jardineiro.
– Não, mãe. É “jardinheiro” que planta dinheiro.
(Daniel, 5 anos)
Theo teve uma diarreia. Constrangido, disse:
– Papai, fui soltar um pum e meu bumbum explodiu!
(Theo, 3 anos)
Minha sobrinha queria abrir um pacote de salgadinhos, como não gosto de dar essas coisas para ela comer, sugeri:
– Fecha os olhinhos e pergunta pro seu estômago se é fome ou vontade de comer.
Ela fechou os olhos e disse:
– É vontade de comer.
– Entendi. Mas vontade dá e passa, né?
Ela fechou os olhos de novo, respirou e disse:
– Tia, não passou.
(Nalú, 5 anos)
Conversando com a Majú, comentei que mudaria de profissão e passaria a trabalhar para mim mesma. Ela disse:
– Quando eu crescer e for médica, vou trabalhar para os outros. Se eu não gostar, me demito.
– Mas, quando você for médica, poderá ter sua própria clínica.
– Não! Pra isso precisa de muito dinheiro!
– Mas você vai ter muito dinheiro.
– Eu vou trabalhar pra ganhar dinheiro, não pra gastar!
(Majú, 6 anos)
Maria foi apresentada a um cachorro na pracinha chamado Farofa. Chegou perto, olhou para ele, olhou para mim e falou:
– Igual minha comida!
(Maria, 2 anos)
Um dia, eu estava cuidando do meu neto e, meio estressada, dei uma bronca nele e fiquei reclamando. Ele saiu de perto e foi atrás do meu celular. Quando cheguei no quarto, escutei ele falando:
– Ok, Google! Como acalmar uma vovó estressada que tem um neto chamado Gabriel?
Sai de mansinho e daqui a pouco ele chegou:
– Vovó, você precisa ter mais tranquilidade…
(Gabriel, 4 anos)
José tem dislalia (troca o R pelo L). Como parte do tratamento, nós o ajudamos a corrigir as trocas das letrinhas. Outro dia, ele pediu:
– Mamãe, quero um chocolate Diamante Neglo.
– É Diamante Negro.
– Diamante Neglo.
– Diamante Negro.
– Mamãe, me dá um Bis?
(José, 5 anos)
– Professora, posso te fazer uma pergunta?
– Sim.
– Pode desmatar as árvores?
– Não, prejudica o meio ambiente. As árvores melhoram o clima e produzem o oxigênio.
– Mas, de quê é feito o papel?
– Das árvores.
– E o dinheiro?
– Do papel.
– Reflita!
(Maria Helloísa, 9 anos)
Certa vez, eu estava na janela do nosso apartamento chorando. O Renan notou, se aproximou e me pediu colo. Então apontou para o pôr-do-sol e falou:
– Olha, mãe, lá se vai o sol… sem problemas, sem tristeza, sem dinheiro e sem nada. E amanhã ele volta.
(Renan, 3 anos)
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A frase de hoje é oferecida por Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um up grade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
No apagar das luzes desse ano, segue aqui a seleção com as 10 frases mais curtidas aqui na página ao longo de 2022. Que venha Dois Mil e Vinte Trevas!
– Meri você sabe nadar?
– Não, mas eu sei aprender.
(Meri, 2 anos)
– Filho, você seria um psicólogo quando crescer?
– Não!
– Mas, por quê?
– Eu sou muito fofoqueiro.
(Enzo, 9 anos)
Fiquei admirando a beleza do meu filho e disse:
– Como você é lindo!
E ele respondeu:
– Devo ser parecido com Deus, porque com a minha família que não é.
(Lucas, 9 anos)
Pedi para que minha filha cantasse o Hino Nacional e ela:
– Ó Pátria Amada, eu tô lascada, salve salve!
(Manu, 5 anos)
Depois de levar uma bronca, meu filho soltou essa:
– Quando crescer, eu vou ter a minha esposa e aí quem vai mandar em mim, vai ser ela.
(Eduard, 6 anos)
Quantos anos você tem, Elis?
– Três.
– E que dia você faz aniversário?
– No dia que minha mãe fizer a festa.
(Elis, 3 anos)
Estava tudo em silêncio em casa, quando de repente escutei:
– “Escravos de Jó, jogavam Satanás…”
(Alice, 2 anos)
Meu marido e eu estávamos brincando e ele me chamou de palhaça. Rapidamente, meu filho retrucou:
– Papai, minha mãe não é palhaça!
– Não, filho, a mamãe é linda.
– Ela não é linda… ela é feia, mas é a minha mãe.
(Viccenzo, 3 anos)
Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas, ao mesmo tempo, sem querer podar sua autonomia, comentei:
– Está pronta, filha? Não prefere colocar uma sandália? Acho que fica mais elegante.
– Mãe, a gente se veste elegante para passear, ir em uma festa ou no shopping, não para falar dos nossos sentimentos. Na terapia a gente vai vestido “da gente mesmo”.
(Olívia, 7 anos)
– Mãe, Deus é tão bom.
– Por que, Helena?
– Porque ele fez as mães tão quentinhas!
(Helena, 3 anos)
Fui deitar com o Gabriel e ele me pediu:
– Mãe, conta a história do Pelé? – o pai conta sempre para ele.
– Conto. O Pelé foi um jogador de…
– Futebol!
– Isso!
– E ele jogava no Jesus!
– Jesus? Não, filho. Ele jogava no Santos.
(Gabriel, 2 anos)
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O pai estava conversando com a Alice e começou a falar sobre o futuro.
– Um dia você vai crescer, se casar, ter seus filhos e vai ir morar em outra casa…
De repente, ela começou a chorar. Preocupado, ele perguntou:
– Filha, por que você está chorando?
– Ah, papai… eu tô chorando de alegria!
(Alice, 4 anos)
Ao ver uma aluna descascando uma banana fora do horário do lanche, a professora logo perguntou:
– Maria, por que você está descascando essa banana? Não é hora do intervalo ainda.
– É porque a banana tá com calor!
(Maria, 3 anos)
Estava numa conversa séria com Luís sobre a responsabilidade de escovar os dentes sozinho, sem precisar que eu fique insistindo. No final do sermão, perguntei:
– Então, Luís, você já tem seis anos. O que você quer da vida?
– Ah, eu quero um apocalipse zumbi. Você compra?
(Luís, 6 anos)
– Mel, foi você que passou batom na parede?
– Foi! Agora só falta a sombra!
(Melissa, 5 anos)
Estava fazendo almoço quando o Lorenzo se aproximou e disse:
– Mamãe, posso trabalhar com o papai quando eu crescer?
– Pode, Lorenzo!
– Aí, mamãe, eu quero ganhar muito dinheiro pra dar tudo pra você!
– Dar todo o seu dinheiro pra mim por quê?
– Porque eu não aguento mais te pedir alguma coisa e toda vez você falar que não tem dinheiro.
(Lorenzo, 4 anos)
Em casa, numa sexta-feira antes do feriado, escutei:
– Ah, pai, feliz dia dos pais! Quando for.
(Cecília, 5 anos)
– A galinha faz co-co-ri-có, a vaquinha faz muuuuu, o cachorro faz au au, o gatinho faz miauuuu… E o Francisco faz como?
– Faz assim: mãe, mamãe, mamããããe!
(Francisco, 2 anos)
– Ai, tia, estou com dor de cabeça…
– Puxa, sério? Vou te dar um remedinho.
– Minha mãe sempre fala mesmo: se está com dor, tem que tomar no vagina!*
(*Novalgina)
(Daniela, 8 anos)
Esperamos que a ceia tenha sido boa! Você também ganhou presente no aniversário de outra pessoa? Para celebrar esse dia, segue mais seleção de pérolas para embalar o almoço requentado, animar os corações cansados, comemorar mais um ano de Jesus e mandar o Papai Noel de vez para o pólo norte. Feliz Natal!
#frasesdecriancas #frasesnatalinas #natal
Segunda-feira, depois do Natal, cheguei do trabalho, a Isis correu em minha direção e disse:
– Meu presente!
– Que presente?
– Você é meu presente!
(Isis, 3 anos)
Época de Natal. O pai estava colocando o Arthur na cadeirinha do carro, quando ele começou a cantar:
– Bota o cinto! Bota o cinto! Cinto de Belém…
(Arthur, 2 anos)
Minha sobrinha me pediu a chupeta durante o dia e eu sugeri:
– O Natal já está chegando e você pode entregar sua chupeta pro Papai Noel.
– Ué, mas é ele que me dá presente, não eu que dou pra ele!
(Alice, 4 anos)
No encontro de Natal, as mulheres estavam conversando sobre os meninos, que quase sempre são arteiros. Eis que a Cora dispara:
– Tia Camila, dizem que quando a gente castra, eles sossegam um pouco!
(Cora, 10 anos)
Minha mãe voltou da casa dos meus avós com a minha irmã mais nova e notou que nem eu e nem meu pai acendemos as luzes do pisca-pisca na varanda:
– Nossa, Rafa, ninguém ligou as luzinhas aqui de casa…
– Que triste, mamãe. Eles não têm coração de criança.
(Rafaela, 7 anos)
Pedro resolveu parar de fazer cocô no banheiro porque descobriu que vai para o esgoto e polui o rio. Como está na época do Natal, o pai falou que se ele conseguisse voltar a usar o banheiro, poderia ganhar o tênis que queria no Natal. Os dois foram me contar:
– E aí, Pedrinho, o que você pode ganhar no Natal?
– O tratamento do esgoto.
(Pedro, 3 anos)
Véspera de Natal, fui explicar ao Benício que durante a madrugada o Papai Noel viria deixar o seu presente, aí ele disse:
– Acho que ele não vem, mãe!
– Por que, filho?
– Porque ele vai estar cansado, ele trabalha muito no shopping.
(Benício, 3 anos)
Fizemos um bingo pra brincar no Natal e Ana Clara ganhou um ralador.
– O que eu vou fazer com um ralador?
Ana Julia, ao lado, respondeu:
– Você nunca ouviu que quanto mais a gente rala, mais a gente cresce?
(Ana Clara, 10 anos e Ana Julia, 8)
Resolvi falar a respeito do real sentido do Natal e expliquei que em 25/12 celebramos o aniversário de Jesus. Beatriz ficou curiosa e perguntou:
– Quantos anos Jesus fará esse ano?
– Ele fará 2022 anos.
– Nossa, ele é beeem velhinho, né?
(Beatriz, 4 anos)
Feliz Natal! No melhor espírito natalino, segue uma seleção de pérolas para animar a ceia, aquecer o coração, celebrar Jesus e tirar o sossego do bom velhinho.
– Que horas a gente pode abrir os presentes? Tô ansiosa!
– Somente à meia-noite, se acalma!
– Eu trouxe um presente pra você, tia.
– Sério? O que é?
– Só vai abrir à meia-noite! Dói esperar, né?
(Lorena, 9 anos)
– Mamãe, eu vi as amigas do papai hoje.
Eu logo perguntei:
– Que amigas, filha?!
– Aquelas que ficam dançando com ele de vestido.
– Não entendi, filha. Que amigas são essas?
Aquelas que ajudam ele a entregar os presentes de Natal…
– Ah tá, filha… as amigas do Papai Noel.
(Isadora, 4 anos)
– Filho, por favor, pare de ficar pedindo presente de Natal para as pessoas!
– Mas, mãe, se eu não falar o que eu quero, só vou ganhar cueca e meia…
(Gustavo, 12 anos)
Estava com dificuldade para estacionar o carro e levar a Maria para ver as luzes de Natal. Ela, no banco de trás, estava agitada. Eu disse:
– Maria, sossega, filha. Pare um pouco!
– Mas, mamãe, não dá pra parar de ser feliz!
(Maria Fernanda, 5 anos)
A avó queria dar para a Manu um presente que ela precisasse e perguntou:
– Manu, do que você está precisando?
Manu respondeu:
– Paciência.
(Manuela, 8 anos)
Meu filho estava brincando com minha mãe e ela disse:
– Bê, mais tarde nós vamos montar a árvore!
– A árvore de Natal, vovó?
– Sim, Bê. Você vai ajudar?
– Eu vou colocar as bolinhas.
– E eu?
– Você vai colocar os presentes.
(Bernardo, 3 anos)
Estava no shopping com meu filho. Ao observar a decoração, ele disse:
– Mãe, o Natal está atropelando a Copa.
(Matheus, 5 anos)
Neste período de Natal, estamos fazendo uma missão para cada dia do calendário do advento.
– Vovó, lê pra mim a missão de hoje?
– Arrumar o quarto.
Luca pegou o papel da mão da vovó, virou e devolveu:
– Estava de cabeça pra baixo. Lê de novo!
(Luca, 4 anos)
Estávamos no carro e minha filha comentou sobre presente que pediu ao Papai Noel. Antônio estava em silêncio, até que decidi perguntar:
– E você, Antônio, o que vai querer de Natal?
– Eu quero um Hulk! E o papai vai querer o Homem Aranha.
O pai, escutando, replicou:
– Eu não quero isso, não!
E o Antonio:
– Então eu fico com os dois.
(Antônio, 3 anos)
– Asafe, amanhã é o aniversário de Jesus. Vamos todos comemorar.
– Não sei se eu quero ir, não. Como a gente vai pra lá?
– Como assim, Asafe?
– Pra gente ir pro céu tem que morrer!
(Asafe, 5 anos)
Estávamos recebendo outra família em nossa casa e Cecília foi para o banheiro. Quando terminou, ao invés de chamar “mamãe”, como sempre faz, ela gritou meu nome:
– Emmanuelle! Emmanuelle!
Estranhei e fui até lá. Quando cheguei para limpa-lá, perguntei:
– Filha, por que você gritou meu nome e não me chamou de mamãe, como sempre faz?
– Ah, mãe, vai que eu chamo “mamãe” e uma outra mãe vem me limpar?
(Cecília, 5 anos)
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Eu estava cantando para meu filho uma música do Tim Maia que diz “não quero dinheiro, eu só quero amar, só quero amar!”. Ele escutou e comentou:
– Mamãe, eu quero dinheiro.
– Pra quê, filho?
– Pra comprar você!
(Airumã, 2 anos)
Logo que a Lis acordou, fui até o quarto e disse:
– Bom dia, filha! Me dá um abraço?
Ainda na cama, ela respondeu:
– Não, papai. Senão vou te passar preguiça!
(Lis, 5 anos)
Estava na porta do colégio, minha filha adolescente entrou no carro e comentei com ela:
– Nossa, filha, como aquele menino é bonito!
– Ele é bonito mesmo, mãe. Mas é tão bobo, tadinho. A turma toda o ignora.
Então minha filha mais nova, no banco de trás, comentou:
– Nina, convide ele para ir lá em casa. Eu vou dar atenção. O que ele precisa é de um amigo de verdade.
(Cecília, 7 anos)
– Mamãe, tive uma ideia: que tal comprar um presente para o Papai Noel?
– Por que presente para ele, Gustavo?
– Ele não ganha presente de ninguém… E se ganhar, vai ficar feliz e trazer mais brinquedos para mim!
(Gustavo, 4 anos)
Entramos no carro a caminho da escola e comentei:
– Filha, eu vou colocar umas músicas que falam de Deus, ok? São as músicas que escuto antes de ir para o trabalho.
– Mãe, um dia eu estava com a vovó no carro, tocou uma música de Deus e isso abriu meu coração.
(Cecília, 7 anos)
– Vovô, é engraçado, né? Tem palavras que tem o mesmo significado para coisas diferentes!
– Como o quê?
– Como toco, por exemplo! Tem o toco de sentar e também o toco de “to com fome!”
(Beatriz, 6 anos)
Podem nos chamar de brega, mas domingo aqui em casa nós assistimos ao programa do Silvio Santos.
Num domingo destes estávamos na igreja assistindo ao culto, o pastor estava dando os recados quando de repente a Stella vira para o meu marido e fala:
– Papai, aquele não é o “Filvio”!?
(Stella, 3 anos)
A Maria Fernanda foi viajar com os pais. Toda empolgada, acordou cedo, foi até a janela do quarto, olhou o tempo e falou:
– Mamãe, hoje o céu está “dublado”.
(Maria Fernanda, 4 anos)
Theo saiu do jogo de futebol e eu comentei:
– Filho, no jogo, você tem que ir atrás da bola.
– Não. Eu não quero mostrar minhas habilidades.
(Theo, 5 anos)
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O André pergunta pra mãe se ela tem pipi. A mãe responde que não! Ele olha sério para ela e diz:
– Então vai comprar um prá você!
(André, 2 anos)
Eu e o tio do Breno estávamos ajudando a colar as figurinhas no álbum da Copa do Mundo. Fui brincar com meu esposo e mostrei uma figurinha com um jogador loiro, olhos azuis e sorriso lindo. Eu disse:
– Olha, amor, que jogador mais lindo!
Breno, incomodado, foi prontamente defender seu tio:
– Calma, tio Diego, fica tranquilo… Ele só parece com o Thor dos Vingadores!
(Breno, 6 anos)
– Mamãe, quelo íííto.
– Ahn?
– Quelo íííto.
– O quê, filha?!
– Í-í-í-to!
– Ahhh, você quer um pirulito?
– É – sorrindo satisfeita.
(Nina, 2 anos)
As crianças chegaram da escola e eu pedi para se arrumarem rápido para irmos assistir à estreia do Brasil na Copa. Thiago ficou todo saltitante, dizendo que eu era a melhor mãe do mundo. Entramos no carro e fomos para a casa de nossos amigos. Chegando lá, ele desceu, me olhou com a maior cara de decepção e disse:
– Mas, mamãe, nós vamos assistir o jogo pela televisão?
(Thiago, 4 anos)
Paula andava na rua com a mãe quando passou por uma mulher e ficou intrigada. Ela esperou a moça se distanciar um pouco, cutucou a mãe e disse:
– Mãe, olha lá aquela moça. Ela é lésbica…
– Lésbica? Não, Paula, ela é estrábica!
(Paula, 9 anos)
– Eu vou torcer para Camarões.
– Camarões? Eu sou alérgica a camarão.
(Camila, 9 anos)
A gente acabava de chegar de viagem e meu filho caçula estava apertado para fazer xixi. Entrou em casa correndo, bateu a porta do banheiro e, algum tempo depois, apareceu na sala explicando:
– Puxa, estava com a ‘gengiva’ cheia.
(Gustavo, 4 anos)
Minha filha, ouvindo uma conversa entre eu e o pai dela sobre a polêmica da Copa do Mundo ser no Catar. Em um momento falei:
– Sempre me confundo, onde fica o Catar mesmo?
E ela respondeu:
– No nariz, mamãe.
(Alice Manuella, 2 anos)
Fui fazer compras e levei o Guilherme comigo. Enquanto eu escolhia, ele quis saber da vendedora qual era o nome dela.
A moça respondeu:
– Socorro
O menino ficou na dúvida, franziu a testa e arriscou:
– A sua mãe não gostou de ter você?
(Guilherme, 6 anos)
Em 1994, na época da Copa do Mundo, estava contando a história da Branca de Neve e falei o nome dos anões:
– Soneca, Atchim, Dengoso, Dunga. Quais são os outros mesmo, filha?
– Dunga, Bebeto, Romário e Raí.
(Hanna, 4 anos)
– Mamãe, o Neymar é rico?
– Sim, filha. Ele é milionário.
– Mamãe, você podia fazer assim: ir lá na casa do Neymar e pedir a ele para me dar um fazendinha.
E continuou..
– Fazendinha, não. Ele vai achar que é pequeninha e aí não vai caber meu cavalo. Fala fazenda mesmo.
(Manuela, 7 anos)
Sou professora de uma turma de primeiro ano do fundamental e fiz a seguinte pergunta para um aluno:
– Você gosta de futebol?
– Gosto.
– E do Neymar ?
– Claro, né, tia. Eu tenho até a camisa do Messi.
(Miguel, 7 anos)
– Hoje vamos falar sobre as lendas folclóricas. Quais são exemplos de lendas?
Os alunos responderam:
– Saci Pererê, Mula sem cabeça, etc.
Gabriel levantou a mão e falou:
– Tia, eu conheço uma lenda, mas me esqueci. Vou ligar pro meu tio que ele sabe.
Uns segundos depois:
– Ah, lembrei: o Neymar. É uma lenda!
(Gabriel, 6 anos)
Ensinando uma atividade para Maria Eduarda, perguntei:
– Você sabe quem foi Oscar Niemeyer?
– O primo do Neymar?
(Maria Eduarda, 6 anos)
– Nossa, com esse cabelo o Neymar tá parecendo aquele passarinho.
– Qual?
– O proparoxítona.
– É calopsita, Yasmin.
(Yasmin, 11 anos)
Enquanto eu me arrumava para o meu baile de Direito, já aprovada na OAB, minha sobrinha me ajudava a fechar o vestido, quando soltou do nada:
– Pronto, titia, agora você já pode defender o Neymar.
(Letícia, 10 anos)
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Estava assistindo a um documentário da Copa de 2002 e meu filho pegou o controle e começou a bater na mão. Perguntei:
– O que você está fazendo?
– A imagem está ruim, papai. É da sua época?
(Lucca, 5 anos)
– Arthur, o que você e seu irmão querem de Dia das Crianças? Figurinhas da Copa?
– Preferimos Pix. Vamos viajar e acho que é melhor, entende?
(Arthur, 8 anos)
Meu filho chega da escola cantarolando:
– Wakka Wakka ê ê! Jabiraca ê ê! Vamos pra África!
(Arthur, 8 anos)
Minha mãe é manicure e estava atendendo uma cliente que fala muito palavrão. Minha irmã ouviu e perguntou:
– Cristina, você gosta de falar palavrão?
– Gosto.
– Então fale na sua casa. Na minha, não, porque é feio.
(Sophia, 5 anos)