Estavamos na igreja orando pelas pessoas que estavam doentes. Uma das crianças começou a orar e ficamos prestando atenção. De repente, ela soltou:
– Papai do Céu, que o dedo do meu avô caia e nasça outro no lugar. Amém.
(Yasmin, 5 anos)
Estavamos na igreja orando pelas pessoas que estavam doentes. Uma das crianças começou a orar e ficamos prestando atenção. De repente, ela soltou:
– Papai do Céu, que o dedo do meu avô caia e nasça outro no lugar. Amém.
(Yasmin, 5 anos)
– Mamãe, agora me dá minha sobremesa?
– Ué, o iogurte já era sobremesa…
– Mas eu queria o chocolate branco.
– Tá bom. Só hoje eu vou te dar essa colher de chá, hein?! Toma aqui o chocolate, filha.
– Tá, agora me dá a colher de chá.
(Giovanna, 4 anos)
Rezando com meu filho antes de dormir, perguntei se queria dizer algo para o Papai do Céu.
– Papai do Céu, que meus papais virem avós logo pra tomarem a vacina do corona!
(Matheus, 4 anos)
Na hora do lanche, a professora percebeu duas crianças discutindo e foi ver o que era.
– Por que vocês estão brigando?
Então a criança, lendo o rótulo do salgadinho, perguntou:
– Tia, não é que glúten é bunda?
(Letícia, 6 anos)
Eu e minha filha estávamos a caminho do meu trabalho. Quando passamos em frente ao ponto de ônibus, ela ficou observando e em seguida me perguntou:
– Mamãe, por que as pessoas dão oi pro ônibus?
(Isadora, 9 anos)
Lucas soltou um pum muito alto. Na sequência, ele deu risada e falou:
– Ah, eu fico muito feliz quando eu faço isso!
(Lucas, 5 anos)
Eu estava fazendo exercícios para o braço e a Isabela estava me acompanhando. Depois de um tempo, ela mostrou seus bíceps e falou que eram fortes. Fui mostrar os meus e ela comentou:
– Tia, eu sou forte em cima do braço… e você é forte embaixo.
(Isabela, 5 anos)
– Mamãe, corre! Eu sou uma Tiranossauro Sexy!
(Mariáh, 4 anos)
Estava abraçadinha com meu filho quando perguntei:
– Filho, você me ama?
E ele:
– Sim e não. É uma mistura.
(Henrique, 4 anos)
– Vovô, por que você matou a barata?
– Porque a barata é suja, Malu. Vem do esgoto, suja nossa casa e nossa comida com suas patinhas.
– Vovô, você não tem que matar a barata. Tem que mandar ela tomar banho.
(Maria Luísa, 3 anos)
Em casa, estavamos pintando a parede do escritório e o Enzo estava ajudando com um pincel. Então ele disse:
– Nossa, eu sou um pintudo!
(Enzo, 4 anos)
Sou enfermeira em uma unidade de saúde e ao atender uma criança, perguntei:
– Me conte, André, quando você completa 5 anos?
– No meu próximo aniversário, tia.
(André, 4 anos)
– Arthur, você gosta de Galinha Pintadinha?
– Ui, eu não! Galinha Pintadinha é coisa de criança. Eu gosto é de Patati Patatá!
(Arthur, 4 anos)
Somos alagoanos e minha filha é muito fã de cuscuz. Se dependesse dela, comeria apenas isso todos os dias. Outro dia, numa conversa entre ela e o irmão, eu escutei:
– Tetê, tu não cansa de comer cuscuz?
– Não, né! Eu como sentada.
(Miguel, 9 anos e Estela, 3)
Eu tive um aluno, o Pedro, que era muito bagunceiro. Um dia, eu coloquei a cadeira dele do meu lado para ele prestar atenção na aula. No dia seguinte, ele chegou com a cadeira…
– Pedro, por que você trouxe essa cadeira?
– Porque hoje eu estou impossível e preciso ficar do seu lado, teacher.
(Pedro, 3 anos)
– Vovô, qual é o nome dessas árvores?
– Eucalipto.
João ficou mudo e o vovô falou:
– Vamos lá, repita a palavra para você aprender: eu-ca-lip-to.
E o João:
– Vo-cê-ca-lip-to.
(João, 3 anos)
No dia anterior ao feriado, a professora mandou um recado dizendo:
– Amanhã é feriado de Tiradentes, então não teremos aula.
A Helena ficou desesperada e respondeu:
– Mamãe, não é melhor deixar cair sozinho, não?
(Helena, 6 anos)
Meu sobrinho faz cara feia ao ver o avõ molhando o pão com manteiga no café com leite antes de comer.
– Eca, vovô!
– Faz igual pra tu ver como é bom.
Resistente, mas curioso, ele molhou o pão no leite com chocolate, comeu e com cara de surpresa respondeu:
– Vovô! Isso é tão bom que parece que o mundo está se partindo!
(Miguel, 4 anos)
Eu estava borrifando um produto numa plantinha para matar o fungo que estava atacando as folhas, quando Thais se aproximou:
– O que a senhora tá fazendo, titia?
– Estou tentando matar os fungos e salvar a plantinha.
– Mas, pra planta viver, por que o fungo tem que morrer?
(Thais, 4 anos)
Estávamos tomando café com a TV ligada quando a repórter anunciou que um político foi preso com R$ 30 mil na cueca. A Letícia começou a rir:
– Hahaha na cueca?! Por que? Ele não tinha bolso?
(Letícia, 5 anos)
– Mãe, se um dia alguém pudesse ir tão alto, mas tão alto que pudesse tocar num arco-íris, ia conseguir pegá-lo ou seria tipo um holograma?
(Manuela, 6 anos)
Estávamos almoçando e a Ana Clara começou a falar dos amigos da sala de aula:
– Ah, a minha amiga gosta tanto de mim que ela fica copiando a minha prova.
(Ana Clara, 5 anos)
À noite, antes de dormir, Luara falou o pai:
– Eu te amo, pai.
– Que lindo, Luara! Mas o que é o amor pra você?
– Ah, pai. É aquilo que eu sinto quando você lava a louça pra mamãe.
(Luara, 6 anos)
Estava no supermercado escolhendo chocolates com meu sobrinho e disse:
– Acho que vou levar esse Alpino meio amargo, Davi.
Ele rapidamente pegou um chocolate branco e disse:
– E eu vou levar esse albino.
(Davi, 7 anos)
– Vó, eu quero bolo de cenoura com cobertura de chocolate!
– Mas você não pode comer doce.
– Cenoura é legume, vó!
(Lívia, 5 anos)
Estávamos na piscina pela manhã e o sol começou a ficar muito forte. Comentei com a Loren:
– Vamos sair em 5 minutinhos, ok? O sol está forte e nós somos duas branquelas!
Ao que ela respondeu:
– Não somos branquelas, mamãe! Somos maravilhosas!
(Loren, 2 anos)
Maria e a tia dela estavam brigando por causa de uma bolacha. Então comentei:
– Maria, Deus nos mandou dividir as coisas.
– Mamãe, Deus mandou dividir o pão e não a bolacha.
(Maria Clara, 5 anos)
– Filha, mais um dia com você acordando ao meio-dia!
– Mamãe, é que eu não vi que já era dia.
(Amabilli, 5 anos)
Pedi uma declaração de amor para o Enzo:
– Você é meu dólar!
(Enzo, 8 anos)
– Mamãe, posso fazer chocolate quente? Aqui na lata tá dizendo para adicionar duas colheres de sopa, mas sopa não é salgada?
(Sofia, 8 anos)
No rádio do carro estava tocando Ivete Sangalo: “Às vezes a distância ajuda. E essa tempestade um dia vai acabar…”
E o Bernardo, no banco de trás:
– É mesmo, mamãe! Na pandemia, a distância ajuda.
(Bernardo, 5 anos)
– Filho, você é meu tesouro.
– Mamãe, você é minha tesoura.
(Miguel, 3 anos)
Estávamos no aniversário do avô da Sophia, cantamos parabéns e depois ficamos conversando. Até que a Sophia comentou:
– Ai, ai… Tô ficando ansiosa!
– Sophia, e tu lá sabe o que é ficar ansiosa?
– Sei, sim. É querer comer bolo de chocolate e os adultos ficarem conversando.
(Sophia, 5 anos)
Olívia e eu estávamos deitadas no quintal olhando um avião no céu e ela me perguntou:
– Tia, por que avião deixa esse rastro no céu?
– Eu não sei, Lili. O que você acha que pode ser?
– Eu acho que ele faz isso pra não esquecer o caminho de casa.
(Olivia, 5 anos)
Durante a aula online de Educação Física, o professor pediu para os alunos levantarem da cadeira e fazerem dez polichinelos. Tiago, desconfortável, respondeu:
– Sem querer ofender professor, mas quem manda no nosso corpo é a gente.
(Tiago, 8 anos)
Coloquei uma camisolinha sexy e me sentindo o máximo fui até a sala e perguntei para Manu e meu marido o que eles tinham achado. Ela respondeu:
– A camisola é bonita, mas não te serviu.
– Não está pequena. É meu número.
– Talvez seu numero tenha mudado, mãe.
– Meu número não mudou, Manu. O modelo é assim mesmo. Mas, diga, eu fiquei feia?
– Ah, se for só pro pai, tá de bom tamanho.
(Manu, 6 anos)
Fiz um bolo de cenoura com cobertura de chocolate, Mariana virou pra mim e falou:
– Tia, por que você não faz um bolo de chocolate com cobertura de cenoura?
(Mariana, 4 anos)
Estávamos reunidos em família comentando nossas preferências alimentares e minha filha comentou:
– Hum, meu prato preferido começa com a letra X.
Como ela é pequena, começamos a dizer nomes de pratos que iniciam com CH:
– Chocolate? Churrasco?
– Não! É “xalgadinho”.
(Valentina, 5 anos)
– Valentina, não abra esse ovo porque é de chocolate amargo.
Passado um tempo, ela voltou:
– Mãe, esse ovo não é de chocolate amargo!
– Como você sabe?
– Eu abri e lambi. Mas eu não comi! Eu não sou desobediente.
(Valentina, 3 anos)
Estávamos contemplando o céu e o Yan comentou:
– Olha, mãe, tá noite.
– Sim, está! Você gosta mais da noite ou do dia?
– Da noite!
– Mas o dia é tão lindo, alegre…
E ele, como sempre, me matou e disparou:
– Mas à noite você não trabalha!
(Yan, 3 anos)
Chegou o aniversário do vovô e perguntei ao Miguel o que ele gostaria que eu comprasse para presenteá-lo:
– Quero dar um terno.
– Muito bom, filho. Só isso?
– Um sapato também.
– Ok. Um terno e um sapato.
– E uma caixa de bombom.
– Mas o vovô não come chocolate, filho.
– É, mas toda vez que ele ganha, ele dá pra mim.
(Miguel, 5 anos)
– Filho, o que você vai ser quando crescer?
– Lindo da mamãe e do papai.
– Não, filho. A mamãe está perguntando de trabalho, de um emprego…
– Ah, sim… o Thor ou o Capitão América.
(Rafael, 2 anos)
Minha mãe e eu estávamos com minha sobrinha quando a avó sugeriu:
– Catarina, pede para a titia Rhay um Ovo de Páscoa…
– Não, vovó. Eu quero churrasco!
(Catarina, 2 anos)
Nossa cachorrinha estava fazendo muito xixi e eu comentei:
– Ai, filho, eu não aguento mais xixi da Fluffy. O que a gente faz?
– Limpa.
(Thomas, 2 anos)
Nicole estava fazendo a lição e o irmão mais novo foi perturba-lá. O pai vendo a cena disse:
– Lucas, não atrapalhe sua irmã.
E ela prontamente respondeu:
– Não, papai, ele não atrapalha. É a lição que tá me atrapalhando.
(Nicole, 6 anos)
A Luara viu a avó de 61 anos fazendo abdominais com uma bola de pilates e comentou:
– Eu não consigo fazer isso. Acho que as avós são mais flexíveis.
(Luara, 7 anos)
Cecília estava assistindo um desenho no YouTube e de repente gritou:
– Mamãe, como se escreve “gays”?
– Mas o que você está querendo saber sobre gays, filha? Pode me perguntar.
– Eu quero saber como se escreve portu-gays.
(Cecília, 6 anos)
– Filho, qual foi a coisa mais alegre do seu dia hoje?
– Comer chocolate!
– E qual a coisa mais difícil do seu dia?
– Ganhar chocolate!
(Igor, 3 anos)
Eu e minha filha somos bem parecidas. Ao passarmos pelo espelho, vimos que estávamos com cabelos e óculos iguais e ela comentou:
– Olha, mamãe, somos iguaizinhas.
Abrimos um sorrisão. E ela continuou:
– Só falta seus dentes cairem pra ficar banguela igual a mim!
(Isadora, 5 anos)
Estávamos na mesa conversando quando o assunto chegou em Covid-19 e a Alana me perguntou:
– Se a gente mata o vírus com álcool em gel, por que não usamos isso na vacina?
E a Lara rapidamente respondeu:
– Porque senão todo mundo vai ficar alcoolizado!
(Alana, 10 anos e Lara, 13)