Estava tentando ensinar meu filho mais velho a chamar o irmão recém-nascido da forma correta. Ele me perguntou:
– É Adelan?
– Não, é Adrian. Repete comigo: A-dri-an.
Ele repetiu certo. Então falei:
– Agora fala de novo: Adrian.
– Adelan!
– Não, filho. É A-dri-an.
– É melhor chamar de baby, né?
(Thomas, 3 anos)