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Fila

-Mãe, quando eu crescer vou me casar.
-É minha filha?! Que bom.
-Sim, vou me casar com o papai.
-Ué Lara, mas eu já sou casada com ele.
-Então, daí vai ser a minha vez!

(Lara, 4 anos)

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Teste vocacional

-Nina, cuidado. Você está cortando demais o cabelo dessa boneca.
-Calma, vovó. Eu nasci para ser cabeleireira, cozinheira, médica, veterinária, artista e dona de pet shop.

(Nina, 7 anos)

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Ensinando os números

A tia estava ensinando os números para o sobrinho.
– Que número é esse, Pedro?
– “Deiz”.
– O certo é dez. E que número é esse?
– “Trêis”.
– O certo é três. E que número é esse?
– Não sei.
– Esse é o número dois.
– Não tia Silvinha, o certo é “dos”.

 (Pedro, 6 anos)

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Baby Metal

Encontrei uma menininho na fila de um show de rock em um estúdio fechado. Ele me chamou atenção porque usava jaqueta de couro e uma camiseta de rock.
-Nossa que bonitinho que você é. Você veio pro Rock?
-Não! Eu vim pro Metal.
-Olha só. E você vai tocar aí hoje?
-Se eu não dormir…

(Menino, 6 anos)

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Aula de filosofia

Paula, filosofando perto da prima Giovana:
-“Só sei que nada sei.”
Giovana questiona:
– Qual é o seu nome?
– Uai Gigi, é Paula.
– Então, tá vendo como você sabe alguma coisa?!

(Giovana, 5 anos)

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Estalo

– Mãe, sabia que agora eu já consigo estalar os dedos?
– Não sabia, filha. Que legal, deixa eu ver?
– Então, eu já aprendi. Mas agora só falta fazer barulho.

(Isabel, 4 anos)

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Panela velha

Durante o jantar, o papai fala para a mamãe:
 – Hummm, esse macarrão está animal.
Eis que a Bia o repreende:
 – Papai, não pode falar animal, é palavrão.
E a mamãe:
 – Não, Bia, animal não é palavrão. Pode falar, sim.
 Bia fica pensativa, em silêncio e alguns minutos depois fala com empolgação:
– Hummm… esse macarrão tá animal pra car@*&#%*lho!!!

(Beatriz, 2 anos)

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Beijo de mãe

A mamãe estava cozinhando quando o Arthur entrou na cozinha desesperado e gritando:
– Meu dedo! Meu dedo!
Sem entender o que tinha acontecido eu beijei o dedinho dele e o desespero passou imediatamente. Pensei um tanto orgulhosa: “Beijo de mãe cura tudo!”
Então perguntei:
– Filho, o que aconteceu com o seu dedinho?
– Meleca!

 (Arthur, 2 anos)

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Judó…

O Vitor chegou na casa dos tios durante um evento de família todo empombado, com seu kimono aberto e uma medalha de bronze no peito. O tio viu o orgulho estampado na cara do menino e disse com ironia:
– Nossa, Vitor! Medalha de bronze, hein, cara! Parabéns! – e o Vitor se sentindo importante – Quantos competidores tinham? 3?
– Não! 4… Eu e o terceiro ganhamos medalha!

(Vitor, 7 anos)

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Agente literária

– O que você tá fazendo, pai?
– Estou escrevendo uma história.
– Pra quem?
– Para as pessoas.
– E pra mim?
– Também, filha.
– E é legal?
– Ah, não sei, acho que sim. Tomara.
– Você que tá inventando, pai! Você é que sabe se é legal ou não!
(Nina, 6 anos)
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A coisa

A mãe espirrou bem alto. O filho, por perto, levou um baita susto e avisou:
– Mamãe eu não tenho medo de bicho. Tenho medo é de catarro.

(Gabriel, 3 anos)

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Imparcial

A Nina viu alguma cena na televisão e ficou impressionada.
– Mamãe, um dia você vai se separar do papai?
– Não, filha. Fique tranquila, a mamãe nunca vai se separar do papai.
– Até porque você ia sentir muito a minha falta, né?

(Nina, 5 anos)

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Embaladinha

Eu estava me arrumando para sair com meu marido e a Maria Luísa apareceu:
– Que bonita, mamãe. Onde você vai?
– Vou sair filha, mas é um passeio de adulto.
Então ela vira para o pai e diz:
– Papai, a mamãe vai sair num passeio de adulto. E a gente vai aonde?

(Maria Luísa, 2 anos)

Enviado pela Flávia Trigueiro

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Pink

– Filha, quer um pedaço de queijo branco?
– Não, mamãe, obrigada. Prefiro rosa!

(Valentina, 2 anos)

Enviado pela Inês Gianni

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Glutão

A família toda estava reunida para o almoço num restaurante elegante e a mãe, preocupada com o comportamento dos quatro filhos, resolveu se prevenir. Dentre os conselhos, disparou:

– Por favor, mastiguem de boquinha fechada. Vocês sabem o que acontece com quem mastiga de boca aberta? Entra mosca!

O João, todo macho, emendou de peito estufado:

– Pode deixar que eu engulo a mosca!

(João, 3 anos)

Enviado pela Gabi Burcci

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Castidade

Eu estava deitado no sofá, assistindo tv e o João Victor chegou:

– Daniel você é virgem?
Engoli seco, fiquei paralisado, não sabia o que responder. Então devolvi a pergunta:
– Tu é virgem, guri?
Ele imediatamente me respondeu:
– Nããoooo… Eu sou católico!
(João Victor, 5 anos)
Enviado pelo Daniel Hugo, via Facebook
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Ufa!

– Mãe, lembra quando a gente saiu e eu disse pra você que vi alguns extraterrestres do outro lado da rua?
– Lembro.
– Então, era mentira. Só queria te assustar.

(Natália, 6 anos)

Enviado pela Katiusca Arruda

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Mãe Diná

A mãe chega em casa à noite e encontra um bilhete:

“Mãe, o Rafa e a Ana não quiseram me falar que dia foi depois de amanhã.
Boa noite.
Beijos e abraços.
Natália”

(Natália)

Enviado pela Ana Julia Zecchin

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O segredo

Certa vez estava cuidando da minha priminha, Valentina. Como ela estava muito agitada resolvi achar uma brincadeira em que, ao menos, ela ficasse sentada. Chamei ela e disse:
– Vem cá, vou te contar um segredo.
Com a mão em concha me aproximei do ouvido e disse:
– Te amo.
Valentina riu muito e pediu para que contasse outro segredo. Repeti a frase:
– Te amo – e ela riu.
Assim foram algumas vezes. Ela pedindo para eu falar segredos e eu repetindo a frase. Num determinado momento, disse que era a vez dela me contar um. Ela se aproximou de minha orelha com a mãozinha em concha, e num sussurro disse:
– “Seguedo”

(Valentina, 2 anos)

Enviado pela Joyce Noronha

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Centrífuga

A Maria Eduarda estava brincando com água e eu alertei:
– Vê se não molha o cabelo, hein?
Passados alguns minutos, ela volta com a franjinha toda molhada e se explicando:
– Mãe, eu molhei a franja sem querer. Mas eu já torci…

(Maria Eduarda, 6 anos)

Enviado pela Malu Almeida

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What?

– Filho, agora você tem aulas de inglês, né? Me fala, como se chama a sua professora?
– Teacher, mãe, ela se chama Teacher.

(André, 6 anos)

Enviado pela Silvia Piva

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Lavar roupa todo dia, que alegria!

Eu estava verificando meus e-mails, quando a máquina terminou de lavar a roupa. Minutos depois, vi uma cabecinha passando ao meu lado. Miguel, com uma bacia cheia de roupas na mão, se encaminhava para o varal. Parou, virou para mim e reclamou:
– Será possível que tenho que fazer todo o seu trabalho enquanto você passa a manhã aí no computador?!

(Miguel, 5 anos)

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Salva-vidas

Meu marido e eu estávamos colocando um termômetro digital na nossa filha, Luísa, na época com 1 ano. Enquanto eu a segurava, meu marido tentava manter o termômetro nas axilas dela. Uma amiguinha da minha sobrinha que estava assistindo a cena, na maior inocência perguntou:
– Uai, porque vocês estão colocando esse pendrive na menina?

(Isabella, 7 anos)

Enviado pela Nayara Grosskopf

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O castelo acidentado

A Nina ganhou um radinho de presente. Ela ficou tão encantada que passava o dia todo com o aparelhinho, para cima e para baixo. Certa hora, estávamos no carro e ela, lá atrás, ouvia algo atentamente. Até que interrompeu nossa conversa e alertou:
– Gente, teve um acidente… Um caminhão bateu… num castelo!!*

*Castello Branco é uma rodovia em São Paulo

(Nina, 5 anos)

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Supervisão

Estávamos indo dormir, eu, o Gui e a Bia e começamos nossa oração antes de deitar:
– Senhor cuide dos nossos pais, e primos. Sabemos que o Senhor consegue enxergar a todos nós…
Nesse instante, o Gui interrompeu a oração e perguntou:
– Tia, Deus consegue ver todo mundo, todo mundo mesmo, até quem mora lá no 15 (bairro onde vivem os primos dele)?
– Sim, Deus consegue.
– Nossa, Deus tem um óculos muito bom então.

(Guilherme, 4 anos)

Enviado pela Luciana Antão

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Lady Ellen

– Filha, você é uma lady, precisa se comportar.
– Mas eu não sou lady. Eu só quero ser eu mesma.

(Ellen, 3 anos)

Enviada pelo Sérgio Centeno

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Alien

– Pai, eu vou entrar na sua barriga!
– Não, na minha não!
– Então eu vou entrar sozinha na minha barriga!

(Ellen, 3 anos)

Enviada pelo Sérgio Centeno

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Árvore genealógica

No sábado passado, estávamos eu e Bia vendo umas fotos antigas e dentre elas estava a foto de um gatinho que eu tive antes dela nascer. Quando ela viu, parou tudo e com a foto em mãos foi procurar nosso atual gatinho:
– Floquinho! Floquinho! Vem ver a foto dos seus antepassados!

(Bia, 9 anos)

Enviado pela Luciana Luz

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De carne e osso

Miguel, brincando com seu dinossauro de pelúcia, comenta:
– Olha, mãe, como ele é fofinho…
– E você, meu filho, é fofo também?
– Não! Eu tenho esqueleto!!!

(Miguel, 3 anos)

Enviado pela Valéria Arauz