-Mãe, quando eu crescer vou me casar.
-É minha filha?! Que bom.
-Sim, vou me casar com o papai.
-Ué Lara, mas eu já sou casada com ele.
-Então, daí vai ser a minha vez!
(Lara, 4 anos)
-Mãe, quando eu crescer vou me casar.
-É minha filha?! Que bom.
-Sim, vou me casar com o papai.
-Ué Lara, mas eu já sou casada com ele.
-Então, daí vai ser a minha vez!
(Lara, 4 anos)
-Nina, cuidado. Você está cortando demais o cabelo dessa boneca.
-Calma, vovó. Eu nasci para ser cabeleireira, cozinheira, médica, veterinária, artista e dona de pet shop.
(Nina, 7 anos)
No carro indo ao parque o tio pergunta:
-Lucas, quem te ensinou a fazer este barulho?
Então o Lucas respondeu:
-Eu me ensinei, tio.
(Lucas, 4 anos)
-Pai, quantos anos você tem?
-Adivinhe, filho. Eu tenho qua…
-Quatrocentos!!
(Murilo, 5 anos)
-Julia, você sabe o que é saudade?
-Sei. É quando as pessoas vão embora e depois elas voltam.
(Julia, 4 anos)
A tia estava ensinando os números para o sobrinho.
– Que número é esse, Pedro?
– “Deiz”.
– O certo é dez. E que número é esse?
– “Trêis”.
– O certo é três. E que número é esse?
– Não sei.
– Esse é o número dois.
– Não tia Silvinha, o certo é “dos”.
(Pedro, 6 anos)
(Menino, 6 anos)
Na turma do quarto ano, nós conversávamos sobre viagens.
-Tia, eu vou para a Disney, sabia?
-Que legal, Júlia! Quando?
-Quando minha mãe tiver dinheiro.
(Júlia, 9 anos)
Paula, filosofando perto da prima Giovana:
-“Só sei que nada sei.”
Giovana questiona:
– Qual é o seu nome?
– Uai Gigi, é Paula.
– Então, tá vendo como você sabe alguma coisa?!
(Giovana, 5 anos)
– Mãe, sabia que agora eu já consigo estalar os dedos?
– Não sabia, filha. Que legal, deixa eu ver?
– Então, eu já aprendi. Mas agora só falta fazer barulho.
(Isabel, 4 anos)
Durante o jantar, o papai fala para a mamãe:
– Hummm, esse macarrão está animal.
Eis que a Bia o repreende:
– Papai, não pode falar animal, é palavrão.
E a mamãe:
– Não, Bia, animal não é palavrão. Pode falar, sim.
Bia fica pensativa, em silêncio e alguns minutos depois fala com empolgação:
– Hummm… esse macarrão tá animal pra car@*&#%*lho!!!
(Beatriz, 2 anos)
A mamãe estava cozinhando quando o Arthur entrou na cozinha desesperado e gritando:
– Meu dedo! Meu dedo!
Sem entender o que tinha acontecido eu beijei o dedinho dele e o desespero passou imediatamente. Pensei um tanto orgulhosa: “Beijo de mãe cura tudo!”
Então perguntei:
– Filho, o que aconteceu com o seu dedinho?
– Meleca!
(Arthur, 2 anos)
Coloquei o leite para ferver mas não vi que subiu e estava derramando. Meu filho, desesperado, saiu gritando:
– O leite tá fugindo! O leite tá fugindo, mamãe!
(João Pedro, 3 anos)
– Mamãe, vamos naquele supermercado que é um cachorro e um planeta?
– Qual, filho?
– “Au Marte”, mãe.
(Pietro, 4 anos)
O Vitor chegou na casa dos tios durante um evento de família todo empombado, com seu kimono aberto e uma medalha de bronze no peito. O tio viu o orgulho estampado na cara do menino e disse com ironia:
– Nossa, Vitor! Medalha de bronze, hein, cara! Parabéns! – e o Vitor se sentindo importante – Quantos competidores tinham? 3?
– Não! 4… Eu e o terceiro ganhamos medalha!
(Vitor, 7 anos)
Pedro no banho:
– Mamãe, você sabia que eu tenho ovinhos?
– Eu sei filho.
– Mamãe, quando é que eles vão nascer?
(Pedro 5 anos)
– Mãe, posso assistir partos de bebê no YouTube?
– Para quê você quer assistir isso?
– Para saber como eu saí da sua barriga. Eu não me lembro…
(Ricardo 5 anos)
– Mãe, eu tive um sonho ruim.
– Nina, quantas folhinhas você já recorta?
– Hum, aqui tem 24.
– Mas eu só preciso de 12.
– 12 tem também.
(Nina, 6 anos)
A mãe espirrou bem alto. O filho, por perto, levou um baita susto e avisou:
– Mamãe eu não tenho medo de bicho. Tenho medo é de catarro.
(Gabriel, 3 anos)
– Nina, é pra você ir dormir filha. Já são dez horas.
– Mas papai, hum, sabe o que é, o que aconteceu… Não é que tá tarde, é que hoje escureceu cedo.
(Nina, 5 anos)
– Mãe, por que feijão tem ferro se ele é mole?
(Pedro, 5 anos)
Enviado pela Carina Bernardes
A Nina viu alguma cena na televisão e ficou impressionada.
– Mamãe, um dia você vai se separar do papai?
– Não, filha. Fique tranquila, a mamãe nunca vai se separar do papai.
– Até porque você ia sentir muito a minha falta, né?
(Nina, 5 anos)
Eu estava me arrumando para sair com meu marido e a Maria Luísa apareceu:
– Que bonita, mamãe. Onde você vai?
– Vou sair filha, mas é um passeio de adulto.
Então ela vira para o pai e diz:
– Papai, a mamãe vai sair num passeio de adulto. E a gente vai aonde?
(Maria Luísa, 2 anos)
Enviado pela Flávia Trigueiro
– Mãe, escova meus dentes?
– Filha, você já tem 5 anos e já aprendeu a escovar os dentes. Eu estou ocupada procurando a sua tarefa que, aliás, não estou encontrando.
– Não vai me dizer que você desistiu, mãe…
(Nina, 5 anos)
– Filha, quer um pedaço de queijo branco?
– Não, mamãe, obrigada. Prefiro rosa!
(Valentina, 2 anos)
Enviado pela Inês Gianni
A família toda estava reunida para o almoço num restaurante elegante e a mãe, preocupada com o comportamento dos quatro filhos, resolveu se prevenir. Dentre os conselhos, disparou:
– Por favor, mastiguem de boquinha fechada. Vocês sabem o que acontece com quem mastiga de boca aberta? Entra mosca!
O João, todo macho, emendou de peito estufado:
– Pode deixar que eu engulo a mosca!
(João, 3 anos)
Enviado pela Gabi Burcci
A Nina está passando o feriado no interior, na casa da avó. Acordou de manhã e avisou:
– Vovó, é bom você aproveitar muito bem esse dia, porque amanhã eu vou embora.
(Nina, 5 anos)
Eu estava deitado no sofá, assistindo tv e o João Victor chegou:
– Mãe, eu já tenho R$ 100,00 no meu cofrinho. Será que já dá pra comprar um tanque de guerra?
(Raphael, 7 anos)
Enviado pela Karina Piane
– Mãe, lembra quando a gente saiu e eu disse pra você que vi alguns extraterrestres do outro lado da rua?
– Lembro.
– Então, era mentira. Só queria te assustar.
(Natália, 6 anos)
Enviado pela Katiusca Arruda
A mãe chega em casa à noite e encontra um bilhete:
“Mãe, o Rafa e a Ana não quiseram me falar que dia foi depois de amanhã.
Boa noite.
Beijos e abraços.
Natália”
(Natália)
Enviado pela Ana Julia Zecchin
– Papá, existem mais planetas?
– Sim filho, existem.
– Então porque é que as pessoas vivem todas no nosso?
Certa vez estava cuidando da minha priminha, Valentina. Como ela estava muito agitada resolvi achar uma brincadeira em que, ao menos, ela ficasse sentada. Chamei ela e disse:
– Vem cá, vou te contar um segredo.
Com a mão em concha me aproximei do ouvido e disse:
– Te amo.
Valentina riu muito e pediu para que contasse outro segredo. Repeti a frase:
– Te amo – e ela riu.
Assim foram algumas vezes. Ela pedindo para eu falar segredos e eu repetindo a frase. Num determinado momento, disse que era a vez dela me contar um. Ela se aproximou de minha orelha com a mãozinha em concha, e num sussurro disse:
– “Seguedo”
(Valentina, 2 anos)
Enviado pela Joyce Noronha
A Maria Eduarda estava brincando com água e eu alertei:
– Vê se não molha o cabelo, hein?
Passados alguns minutos, ela volta com a franjinha toda molhada e se explicando:
– Mãe, eu molhei a franja sem querer. Mas eu já torci…
(Maria Eduarda, 6 anos)
Enviado pela Malu Almeida
– Mãe, hoje eu não vou fazer Pilates.
– Mas por que não, filha?
– Porque ele matou Jesus.
(Bella)
Enviado pela Fabi Canda
– Filho, agora você tem aulas de inglês, né? Me fala, como se chama a sua professora?
– Teacher, mãe, ela se chama Teacher.
(André, 6 anos)
Enviado pela Silvia Piva
Eu estava verificando meus e-mails, quando a máquina terminou de lavar a roupa. Minutos depois, vi uma cabecinha passando ao meu lado. Miguel, com uma bacia cheia de roupas na mão, se encaminhava para o varal. Parou, virou para mim e reclamou:
– Será possível que tenho que fazer todo o seu trabalho enquanto você passa a manhã aí no computador?!
(Miguel, 5 anos)
Meu marido e eu estávamos colocando um termômetro digital na nossa filha, Luísa, na época com 1 ano. Enquanto eu a segurava, meu marido tentava manter o termômetro nas axilas dela. Uma amiguinha da minha sobrinha que estava assistindo a cena, na maior inocência perguntou:
– Uai, porque vocês estão colocando esse pendrive na menina?
(Isabella, 7 anos)
Enviado pela Nayara Grosskopf
A Nina ganhou um radinho de presente. Ela ficou tão encantada que passava o dia todo com o aparelhinho, para cima e para baixo. Certa hora, estávamos no carro e ela, lá atrás, ouvia algo atentamente. Até que interrompeu nossa conversa e alertou:
– Gente, teve um acidente… Um caminhão bateu… num castelo!!*
*Castello Branco é uma rodovia em São Paulo
(Nina, 5 anos)
Estávamos indo dormir, eu, o Gui e a Bia e começamos nossa oração antes de deitar:
– Senhor cuide dos nossos pais, e primos. Sabemos que o Senhor consegue enxergar a todos nós…
Nesse instante, o Gui interrompeu a oração e perguntou:
– Tia, Deus consegue ver todo mundo, todo mundo mesmo, até quem mora lá no 15 (bairro onde vivem os primos dele)?
– Sim, Deus consegue.
– Nossa, Deus tem um óculos muito bom então.
(Guilherme, 4 anos)
Enviado pela Luciana Antão
– Filha, você é uma lady, precisa se comportar.
– Mas eu não sou lady. Eu só quero ser eu mesma.
(Ellen, 3 anos)
Enviada pelo Sérgio Centeno
– Pai, eu vou entrar na sua barriga!
– Não, na minha não!
– Então eu vou entrar sozinha na minha barriga!
(Ellen, 3 anos)
Enviada pelo Sérgio Centeno
No sábado passado, estávamos eu e Bia vendo umas fotos antigas e dentre elas estava a foto de um gatinho que eu tive antes dela nascer. Quando ela viu, parou tudo e com a foto em mãos foi procurar nosso atual gatinho:
– Floquinho! Floquinho! Vem ver a foto dos seus antepassados!
(Bia, 9 anos)
Enviado pela Luciana Luz
Miguel, brincando com seu dinossauro de pelúcia, comenta:
– Olha, mãe, como ele é fofinho…
– E você, meu filho, é fofo também?
– Não! Eu tenho esqueleto!!!
(Miguel, 3 anos)
Enviado pela Valéria Arauz
– Pai, de quem são os nomes das ruas?
– São nomes de pessoas que foram importantes.
– Ah… Pai, quem foi Marginal Pinheiros?
(Luiza, 6 anos)
Enviado pela Luiza Bizê