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Como é o feminino de homem?

Ontem eu cheguei do trabalho e perguntei para o meu filho:
– Caique o homem do aquário veio hoje?

Ele respondeu:
– Não mamãe, foi a homa.
– Homa!? Não entendi, filho.

E foi então que ele explicou:
– A mocha mamãe, a mocha!!

(Caíque, 3 anos)

Enviado pela Daiane.

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Dicionário do Humor Infantil (D a N)

DEUS – Um dia eu disse que Deus era muito distraído e todo mundo riu. Só não sei a graça que isso tem.
ELÉTRONS – São os micróbios da eletricidade.
ESPERANÇA – É um pedaço da gente que sabe que vai dar certo.
FÉ – É uma menininha, na praia, esvaziando o mar com um baldezinho de plástico furado.
FUTEBOL – É um jogo em que, às vezes, a trave joga melhor que o goleiro. Pega tudo.
FUTURO – É tudo que vem depois e, quando chega, já era.
INFERNO – É um lugar onde a gente morre muito mais.
MENTIRA – (ouve-se o estraçalhar de um vidro no banheiro e o menino grita) – “É mentira do barulho!”
MISTÉRIO – É uma coisa que a gente não sabe explicar direito e, quando explica, já não é.
NAMORADO – É uma pessoa que tem medo do claro.
NEVOEIRO – É poeira do frio.

Trecho do livro Dicionário do Humor Infantil, de Pedro Bloch, divulgado por Alexandre Inagaki.

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Tecla SAP

A Maria Fernanda foi viajar com os pais. Toda empolgada, acordou cedo, foi até a janela do quarto, olhou o tempo e falou:

– Mamãe, hoje o céu está “dublado”.

(Maria Fernanda, 4 anos)

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Me dá batata!

Já era noite quando o André chegou para o pai e disse que queria comer batata frita no “mc donts”. O pai calmamente explicou que já era muito tarde e que, naquela hora, o Mc já estava fechado. Ele ouve, pensa, vira para o pai e diz:

– Busca a chave e abre!

(André)

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Outro idioma

O Eduardo perguntou como se chamava a sobremesa que ele acabara de comer. A mãe então disse que se chamava Flan. O menino por várias vezes tentava pronunciar a palavra “flan” e depois de muitas tentativas frustadas, ele justifica:

– Eu não sei falá ingueis.
(Eduardo, 3 anos)
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Um olho no peixe e outro no gato

Paula andava na rua com a mãe quando passou por uma mulher e ficou intrigada. Ela esperou a moça se distanciar um pouco, cutucou a mãe e disse:

– Mãe, olha lá aquela moça. Ela é lésbica…
– Lésbica? Não, Paula, ela é estrábica!

(Paula, 9 anos)