– Juju, tem que comer tomate. Ele ajuda a não deixar a pele envelhecer.
– Vovó, quando você era criança não existia tomate?
(Juju, 5 anos)
– Juju, tem que comer tomate. Ele ajuda a não deixar a pele envelhecer.
– Vovó, quando você era criança não existia tomate?
(Juju, 5 anos)
#publicidade O Frases, aqui pra gente, é o espaço em que a criança assume o protagonismo da cena. As falas, atitudes descritas e o olhar de mundo que demonstram são revelações da forma como compreendem o mundo à sua volta. Elas estão no centro e a gente, de alguma forma, celebra essa inocência. Suas histórias tem descobertas, tem brincadeiras e tem o inusitado, que faz a gente rir e se sensibilizar.
A seleção de hoje, em parceria com Chamyto® da @aiogurterianestle, traz um pouco disso tudo e mostra que dá para cuidar e aprender enquanto a gente se diverte com quem mais ama.
*Sobre anúncios no Frases de Crianças: o blog não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de publicidade e parcerias é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. O valor arrecadado com essa campanha será doado para a Visão Mundial, instituição internacional com presença em 73 cidades do Brasil.
#Chamyto #OndeTemCriançaTemChamyto #frasesdecriancas



Eu estava deitada no sofá abraçando, beijando e apertando a Helena. Eu disse que a amava, fiz elogios e ficamos grudadas assim alguns minutos, quando eu disse:
– Tá bom, Helena, desce do meu colo que a mamãe precisa fazer umas coisas agora.
– Pronto, acabou o amor.
(Helena, 4 anos)
A psicóloga perguntou:
– Qual sua fruta preferida, Davi?
– Limão, tia.
– Sério, Davi?
– Sério, tia. Na Coca-Cola!
(Davi, 7 anos)
A frase de hoje é oferecida por Humani Corretora. Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um up grade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
Tharsus treinava caligrafia para melhorar escrita. Certa noite, estava lendo a Bíblia, como de costume e ele me perguntou:
– O que você está fazendo?
– Estou fazendo o meu devocional antes de dormir. Estou lendo a Bíblia que Deus escreveu.
Ele olhou para a página, virou pra mim e concluiu:
– A letra dele é bonitinha, né?
(Tharsus, 6 anos)
Eu dou aula de inglês para crianças e minha primeira turma era pequena. Tinha Elisa de 4 anos e a Amora de 5 anos. Numa aula de introdução ao “I’m” (eu sou) a Elisa me perguntou:
– Teacher, como eu digo meu nome em inglês?
– O nome não muda conforme o idioma. Elisa. Só o que muda é a pronúncia.
E a Amora indagou:
– É claro que não. Eu olhei no tradutor e meu nome em inglês é Blackberry.
(Elisa, 4 e Amora, 5 anos)
Francisco, legítimo goiano, experimentou leite condensado cozido na panela de pressão e disse:
– Mãe, esse trem é de Deus!
(Francisco, 8 anos)
A Amanda me chamou para contar que estão estudando sobre o corpo humano e órgãos reprodutores. Então me perguntou:
– Mãe, você e meu pai precisaram ter relação sexual para ter eu e minha irmã?
– Sim, filha.
– Ah não, mãe, que horror! Acabou com meu brilho. Agora já entendi tudo, os bebês não são feitos só de beijos e abraços.
(Amanda, 11 anos)
– Maria, a gente não pode chegar perto dos animais gritando ou fazendo alarde, temos que ir conversando com eles, dando carinho, ganhando a confiança.
No dia seguinte, de longe, vejo um ponto rosa no pasto fazendo carinho na barriga da égua. Com aquela cautela pra não assustar ambas, me aproximei:
– Maria, o que você está fazendo aí sozinha?
– Oi, Dinda. Ela está ganhando a minha confiança.
(Maria Helena, 3 anos)
– Bibi, você que é mais nova, pega a tesoura lá na cozinha pra vó?
– Ah vó, vai você que é mais bonita!
(Gabriela, 8 anos)
Meu filho ficou eufórico quando corri com ele no colo e alcançamos o carro da pamonha. Dias depois, quis repetir o feito, mas não deu tempo. Preocupada com ele, perguntei no meio da rua:
– E agora o que fazemos?
– Mamãe, com essa cara de cachorro que caiu do caminhão, a gente não vai conseguir nada. Vamos embora!
(Mathias, 3 anos)
Era o primeiro ano da Lavínia na escola e eu estava preocupada com sua adaptação:
– Filha, você acha que vai chorar quando for pra escola?
– Não, mamãe, quem vai chorar é você.
(Lavínia, 2 anos)
– Por que dizem que o sol tem milhões de anos, se ele nasceu hoje?
(Bruna Maria, 6 anos)
Cheguei do trabalho para almoçar em casa e dei vários abraços e beijos em Isabely. Ela olhou para mim e falou:
– Mamãe, meu cérebro precisa de você!
(Isabely, 4 anos)
– Mãe, você pode me dar um irmão de Natal?
– Ah, filha, precisamos pensar bem. Irmão é muito caro.
– E se você começar comprando só as pernas?
(Isadora, 7 anos)
Helena estava brincando na sala e de repente entrou no quarto, subiu na cama onde eu estava deitada e disse:
– Vovó, preciso de um abraço!
Eu a abracei bem apertado, ela me olhou e disse:
– Sabe o que é isso? É quando a pessoa fica carente!
(Helena, 4 anos)
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Estávamos assistindo às Olimpíadas de Tóquio e resolvi explicar sobre o movimento de rotação da Terra para que João entendesse o fuso horário:
– Então, enquanto lá é dia, aqui é noite. Entendeu?
– Entendi… Enquanto eles trabalham, a gente sonha.
(João Vicente, 4 anos)
Durante o almoço de domingo, Isadora e Miguel estavam conversando:
– Não é perereca que se fala, Miguel! É Virgínia!
Ah! E o do menino?
– Bem, deve ser Virgínio.
(Isadora e Miguel, 7 anos)
Eduardo foi a uma festinha de aniversário no paintball. Na volta perguntei:
– Como foi a festa, Edu?
– Teve lanche, coxinha, bolo, brigadeiro.
– Ok. E o paintball, em si?
– Não foi em si, mãe. Foi em grupo.
(Eduardo, 9 anos)
– Lara, o que é o amor?
– Amor é quando alguém te dá coxinha.
(Lara, 7 anos)
– Quando conheço pessoas mais novas que eu, significa que eu vou morrer primeiro que elas e isso é assustador.
(Analu, 5 anos)
Liguei por chamada de vídeo para o meu afilhado, mas quem atendeu foi seu irmão mais novo:
– Oi, Rodrigo, o que o Guilherme está fazendo que não me atendeu?
– Ah, madrinha, ele está fazendo a barba que ele acha que tem.
(Rodrigo 8 anos)
– Filha, já tá pronta pra fazer o exame de urina?
– Sim. Mas, é que eu tenho aflição de fazer xixi naquele potinho.
– É, eu sei. Eu também tenho.
– Mas, pai, você ainda tem a vantagem de que nasceu com uma mira, né?
(Cecília, 7 anos)
– Mãe, tem uma menina na minha sala que só me irrita, corta minha conversa e briga comigo. Tô vendo que vou ter que virar amiga dela para ela parar de fazer isso comigo.
(Maria Eduarda, 7 anos)
– Quando eu crescer quero ser igual ao meu pai que gosta de livros e igual a você, mãe, que é interesseira!
– Ahn, como assim?!
– É, mãe, você é interesseira porque gosta de saber da vida dos outros.
– Ahn, como assim?! – de novo
– Mãe, você não é psicóloga? Então você gosta de saber da vida dos outros!
(Isadora, 9 anos)
Ian sempre ouviu Elis Regina e um dia me perguntou:
– Mãe, como é uma pessoa mal passada?
– Como, Ian? Não entendi.
– É, mãe, fala na música: “Mas é você que é mal passado e que não vê, que o novo sempre vem…”
(Ian, 3 anos)
A tia explica para o Bruno a idade que ele precisa dizer que tem para não pagar a tarifa do ônibus:
– Se alguém perguntar, você tem cinco anos, ok?
Eis que o cobrador pergunta:
– Quantos anos você tem?
– Cinco.
– E quando você faz seis?
– Quando eu descer do ônibus.
(Bruno, 6 anos)
– Mamãe, corre! Eu sou uma Tiranossauro Sexy!
(Mariah, 4 anos)
– Mãe, por que “reunião de pais” se só vão às mães?
(Laura Helena, 5 anos)
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Certo dia, estávamos jogando ludo e o Victor quis sair da brincadeira porque estava perdendo:
– Victor, volta para o jogo. Você tem que aprender a perder.
E ele, bravo e chorando, disse:
– Eu sei perder, sim. Eu perco toda hora. Eu não sei é ganhar.
(Vitor, 6 anos)
– Mãe, é ruim ser adulto?
– Não, filho. Por quê?
– Por nada, tô pensando nas coisas.
– Que coisas?
– Coisas de adulto.
(Luca, 3 anos)
– Filha, você me ama?
– Tô analisando pai…
(Letícia, 3 anos)
Perguntei para o meu filho que tema de festa ele queria no seu aniversário. Ele disse:
– Quero uma balada!
– Balada, meu filho? Você não é muito pequeno para isso?
– Não, mamãe, eu adoro bala!
(Gabriel, 3 anos)
Estávamos em casa lanchando e tínhamos a opção de esquentar o lanche no micro-ondas ou na forminha de misto quente. Minha mãe perguntou e todos escolheram a forminha. O Hermes então virou pro micro-ondas, deu um tapinha nele e disse:
– É micro-ondas, você tá perdendo pra concorrência.
(Hermes, 8 anos)
– Paola, você assiste Big Brother?
– Não, a minha mãe não deixa. E você?
– Não, Big Brother é coisa do demônio.
Sem nenhum conhecimento “demoníaco”, a Paola rebate:
– Não, é da Globo. Mamãe, o Big Brother não é da Globo?
(Paola, 4 anos)
Estávamos no carro quando meu marido e eu começamos uma discussão a respeito de um assunto sobre o qual discordamos. No calor da conversa, vozes elevadas, o Pedro Henrique apareceu entre os bancos e apaziguou:
– Mãe, pai, vocês não sabem que cada um tem seu jeito?
(Pedro Henrique, 7 anos)
Tenho dois filhos. O Caio é o mais novo, com 1 ano e 4 meses, e o Chico, mais velho, tem 3 anos e meio. Dia desses estávamos em casa e eu avisei o mais velho:
– Chico, nós não vamos mais ao dentista, vou ter que desmarcar…
Ele estava assistindo a TV e acho que só entendeu “vamos ao dentista”. Então soltou:
– Vai levar o Cainho também? Para “ponhá” dente?
(Chico, 3 anos)
Oferecimento @humanicorretora
Estávamos passando o ano novo na casa da avó do Vinicius, quando ele entra na sala e grita, me olhando pela janela entreaberta:
– Madrrrriiiinha, vem aqui acender a árvore de Natal da minha vó!
– Mas Eu não sei, Vinicius.
– Vem que eu te “aprendo”.
(Vinicius, 3 anos)
– Mãe, você sabia que as meninas são mais fortes que os meninos?
– Filha, eu acredito que a força física de meninos e meninas seja diferente, na maioria das vezes.
– Sim! As meninas são mais fortes! Porque nós temos a força e a delicadeza e os meninos só a força.
(Cléo, 6 anos)
A Mel herdou do irmão uma fantasia do Super Homem. Um dia, ela perguntou se poderia ser o Super Homem e respondemos que ela poderia ser quem ela quisesse. Certa vez, ela vestiu a fantasia para ir ao supermercado comigo e uma pessoa a viu e comentou:
– Mas você é uma menina. Não deveria ser a Mulher Maravilha?
– A mamãe me disse que posso ser quem eu quiser.
(Mel, 5 anos)
Gabriela, terminava de comer, estufava a barriguinha e batia com as duas mãozinhas dizendo:
– Tô cheia!
Priscila, irmã mais velha, logo a corrigia, dizendo que aquilo não era coisa de mocinha. Mocinhas simplesmente diziam estar satisfeitas. Até o belo dia em que, passeando com o pai durante a noite ela disse:
– Papai! Olha, a lua tá grande!
– É filha. A lua tá cheia!
– Cheia não, papai. É feio! A lua tá “sfastifeita”!
(Gabriela, 4 anos)
O Guga perguntou:
– Mãe, a gente vamos pra onde?
E o Davi corrigiu:
– Não, Guga, é “nóis vai”!
(Guga e Davi, 3 anos)
A professora do Daniel pediu para ele desenhar os irmãos e ele desenhou apenas o irmão do meio (somos três). Minha mãe o questionou:
– Dani, mas você só tem um irmão??
– Sim!
– Mas e a Michele??
– Ela é minha irmã!
(Daniel, 5 anos)
Outro dia, em uma conversa dentro do carro, a avó fez um comentário sobre um assunto qualquer:
– Faz tempo que não ouço falar sobre isso.
Então, rapidamente a Julia corrigiu:
– Ô vó, por acaso você é cachorro pra falar “não osso”? O certo é “não ouvo”.
(Julia, 4 anos)
– Mãe, como é esse negócio de namorar?
Com muito cuidado eu respondi, que primeiro ele iria conhecer uma menina, depois ele se tornaria muito amigo dela, aí iria gostar mais dela do que das outras meninas e então iria à casa dos pais dela e pediria para namorá-la.
Depois disso tudo eu perguntei:
– Por que você quer saber isso, Samuel?
Então ele respondeu com ar de importante:
– É pra saber como eu vou fazer quando tiver que namorar a Ana Clara!
(Samuel, 6 anos)
Estava comentando com meu marido que o plano de saúde da Laura tem cobertura no Estado todo. Ela, ouvindo a conversa, perguntou:
– Eu tenho cobertura? Mas eu não sou bolo pra ter cobertura!
(Laura, 3 anos)
Oferecimento @humanicorretora
Enquanto levava o Gustavo para a escola, hoje cedo, comentei que amanhã é aniversário do papai e que precisávamos comprar o presente dele, mas eu não sabia o que iria comprar. Com cara de quem está pensando, ele responde:
– Compra uma maletinha.
– Pra que filho?
– Prás coisas de tomar banho dele.
(Gustavo, 2 anos)
Fomos passear numa fazenda e ao ver uma vaquinha mastigando, a Gabriela perguntou:
– Mamãe, o que a vaca come?
– Feno, minha filha.
Comecei toda uma explicação sobre a digestão dos ruminantes:
– Você sabia, Gabriela, que quando a vaquinha come, a comida primeiro vai para o estômago, depois ela volta e…
Ao que Gabriela retrucou:
– Eu já sei, mamãe, eu vi num livro: é pança, barrete, folhoso e coagulador.
– …
(Gabriela, 5 anos)
– Mãe, olha! Tem um tesouro voando pela sala!
– Quem me dera filha…
*besouro
(Nina, 2 anos)
O Conrado estava sentado no cadeirão jantando e minha mãe, recém operada, estava deitada assistindo TV. De repente, ele pára de comer e solta:
– Mamãe, a puta da vovó tá cagada!
Na hora, minha mãe me olhou e nós duas começamos a rir sem parar. Ele, sem entender nada, se entregou às risadas também. Só quando nos acalmamos é que pude traduzir:
– Mamãe, a fruta da vovó está estragada.
(Conrado, 2 anos)