Uma vizinha veio conhecer o Luan, com 5 meses e perguntou à sua irmã:
– Amelie, qual a idade do seu irmãozinho?
– Não sei.
– E qual o nome dele?
– Gostoso de mamãe.
(Amelie, 2 anos)
Uma vizinha veio conhecer o Luan, com 5 meses e perguntou à sua irmã:
– Amelie, qual a idade do seu irmãozinho?
– Não sei.
– E qual o nome dele?
– Gostoso de mamãe.
(Amelie, 2 anos)
– O que é empatia, Bernardo?
– Empatia é quando todo mundo ganha uma corrida e vira um empate.
(Bernardo, 4 anos)
Ganhar junto com alguém é sempre melhor. É para celebrar valores como amizade, companheirismo e empatia que no dia de hoje (20/7) comemoramos o Dia do Amigo em nosso país. E a frase desse ano é oferecida por Thomas & Seus Amigos. Se você acompanhava as histórias do trenzinho e seus colegas na tv, deve lembrar que esses valores estavam presentes em cada episódio. Nos perfis de @thomasandfriends e @fisherprice você pode acompanhar tudo sobre o lançamento da nova linha de brinquedos, agora mais realistas e expressivos.
*Sobre publicidade no Frases de Crianças: o blog não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de publicidade e parcerias é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. O valor arrecadado com essa campanha será doado para a Visão Mundial, instituição internacional com presença em 73 cidades do Brasil.
Minha mãe recebeu uns flertes de um senhor e eu comentei:
– É, mãe, seria bom arrumar um namorado. O que você acha, Bel?
E a Bel respondeu:
– Melhor adotar um gato, vovó.
(Isabel Luiza, 10 anos)
Fiquei totalmente rouca e uma de minhas alunas estranhou muito:
– Prô, sua voz está sem wi-fi.
(Chloe, 2 anos)
Beatriz perdeu mais um dente e estava colocando embaixo do travesseiro quando perguntou:
– Será que a fada do dente faz Pix?
– Mas, Bia, você tem conta no banco para fazerem o Pix pra você?
– Ué, mãe, você vive falando que é muito fácil e dá para abrir até pelo celular! – recentemente abri uma conta no Nubank para mim, para meu esposo e acabei indicando minhas sobrinhas e irmãos.
(Beatriz, 9 anos)
Clarice foi fazer um teste para uma gravação e a entrevistadora perguntou:
– Clarice, se você não conseguir o papel como vai se sentir?
– É a vida, né?
(Clarice, 8 anos)
– Mãe, qual a diferença de hotel para motel?
– As letras. Um começa com H e o outro com M.
– Não é possível que seja só isso. Pra quê mudar as letras para a mesma coisa?
(Gabriel, 9 anos)
Meu sobrinho dormiu com minha mãe na noite passada. Liguei hoje de manhã para saber como ele estava.
– Oi, Jota, dormiu bem?
– Não, titia, a vovó roncou igual a Peppa Pig.
(Jonata, 4 anos)
Na cama, antes de dormir, ele estava deitado no meu colo e disse:
– Mamãe, me abraça? Não me deixe cair desse penhasco.
(João, 3 anos)
– Mamãe, vamos brincar? A brincadeira é dizer três filmes de ação em dez segundos.
– Vamos. Mas, começa primeiro com você. Me diga três filmes de ação em dez, nove, oito…
– Velozes e Furiosos 1, 2 e 3!
(Kevin, 6 anos)
Ontem minha sobrinha observava minha pele despigmentada pelo vitiligo – com as bordas irregulares e esfumadas – e me disse:
– Teté, você tá muito branquinha! Tá parecendo uma nuvem.
(Lara, 4 anos)
PS: Não sei se foi pela brancura ou se pela fofura que ela me associou a nuvem, só sei que foi a coisa mais linda que já me disseram a respeito de minha aparência.
Em parceria com a @humanicorretora
Cadú vai ganhar um irmãozinho e disse:
– Vou dividir todos os brinquedos com ele e não vou brigar.
– Acredito em você, Cadú. Você não mente.
– Só às vezes.
(Cadú, 6 anos)
– Helena, o que você quer ser quando crescer?
– Veterinária que cuida de crianças. Porque eu amo as crianças.
(Helena, 4 anos)
(Samir, 5 anos)
(Alice, 5 anos)
Estávamos viajando pela primeira vez de avião. Quando finalmente pousamos, meu sobrinho olhou para a aeromoça e perguntou:
– Acabou a bateria?
(Pedro Henrique, 4 anos)
Estávamos brincando de fazer formatos de massinha:
– Mamãe, você gosta de cortar as formas?
– Na verdade, eu prefiro construir, filho.
– E na mentira, você gosta de cortar as formas?
(Bernardo, 4 anos)
Dia seguinte à 1a dose da vacina contra o COVID:
– Filho como está o bracinho?
– Mãe, só dói se eu dançar a macarena.
(Rafael, 8 anos)
Meu irmão por parte de pai, mora em outra cidade e perguntei:
– Lipe, você faz aula de natação?
– Não. Só de escreveção!
(Luiz Felipe, 4 anos)
Em parceria com a @humanicorretora
Eu dando aula e certo dia, por engano, colei o adesivo de uma aluna errado e pedi desculpas. Então ela me respondeu:
– Sempre que você errar, eu vou te perdoar.
(Malu, 5 anos)
Cartinha que recebi:
“Querida mamãe,
Gostaria de pedir que, por favor, não desperdice água.
Te amo. Beijos.
Yan”
(Yan, 6 anos)
Estava contando pra Juju sobre o nosso casamento. Que o Papai estava no altar da igreja esperando pela mamãe. E a mamãe entrou de noiva, com um vestido lindo. Então teve uma cerimônia e depois uma festa muito legal!
Ia contando e ela deitadinha escutando e prestando atenção. De repente, ela me olhou e começou a chorar.
– O que foi, minha filha, por que está chorando?! Você ficou emocionada?
– Não, mamãe. Estou triste porque vocês não me convidaram!
(Maria Júlia, 3 anos)
Estava brincando de perguntas e respostas com o Léo e questionei:
– Léo, o que é fotossíntese?
– Ah, Fafá, você sabe que eu ainda não sei inglês.
(Léo, 6 anos)
Como sempre, Vini é muito preocupado com tudo. O pai contou sobre algumas questões financeiras da empresa e ele veio me perguntar:
– Mãe, será que agora a gente vai afundar?
E o Lucas, mais novo, tentou acalmar:
– Não, irmão, eu tenho bóia.
(Vinícyus, 12 e Lucas, 3 anos)
Fernanda voltando de uma das suas primeiras aulas:
– Mãe, hoje eu tive aula com uma professora nova de inglês. Ela me ensinou a falar “hello”.
– Ah é? E como ela chama?
– “Pinscher” Carol.
(Fernanda, 4 anos)
– Mamãe, eu não quero ter filhos e nem casar… dá muito trabalho. Eu quero ser viúva.
(Lara, 6 anos)
Jorge estava na casa da avó, quando a vizinha apareceu e perguntou:
– Cadê seu pai?
– Está trabalhando.
– E a sua mãe?
– Está transando.
– O quê, menino?!
– Está “transando” o cabelo.
(Jorge Emanuel, 4 anos)
– Papai, sabia que agora tem um combinado que toda noite eu vou pra sua cama?
A mãe escuta e pergunta:
– Ah, é? E com quem você combinou isso?
– Ué, com o meu pé, com a minha perna…
(Helena, 4 anos)
Nosso cachorrinho Tobby faleceu há um mês e tem uma foto dele na proteção de tela do meu celular. Maria viu e falou:
– Olha, o Tobbynho! Mas, por que você tem uma foto dele no celular?
– Pra eu nunca me esquecer dele.
– Ah, eu nem preciso de foto. Eu vou lembrar dele pra sempre no meu coração.
(Maria Luiza, 4 anos)
Sempre que vamos ao shopping e passamos em vitrines de brinquedos o Victor pede para eu comprar alguma coisa e respondo:
– Na volta a gente vê.
Ele me olhou firme e falou:
– Só se for na volta de Jesus, né?
(Victor, 7 anos)
A festa de aniversário da Maria Luiza será da Patrulha Canina e perguntamos para ela:
– Malu, você gosta de cachorro?
– Gosto. Mas só de cachorro-quente.
(Maria Luiza, 3 anos)
– Mãe, a teacher fala “open the book” para mandar a gente abrir o livro.
– E para fechar, meu filho, como ela fala?
– Não sei… mas acho que é “desopen the book”.
(Davi, 5 anos)
Em parceria com a @humanicorretora
Cheguei na porta da sala de aula para buscar o Tom, depois de seu primeiro dia de aula, recebi um carinhoso abraço e perguntei:
– Como foi tua tarde?
– Um sucesso.
(Tomás, 3 anos)
Estava brincando com a Hanna quando ela começou a fazer uma lista de alimentos e ia adicionando os preços ao lado. Olhei e comentei:
– Nossa, esses preços estão muito caros!
– É. Igual no mercado!
(Hanna, 8 anos)
Conversando com minha sobrinha, comentei:
– Cecília, estou querendo comprar um cachorrinho pra Dadô.
– Ô tia, cachorro não se compra, se adota.
(Cecília, 4 anos)
(Letícia, 3 anos)
Meu marido, minha filha e eu estávamos conversando, quando ele me perguntou:
(Amanda, 8 anos)
– Filha, como foi na escola?
– Mamãe, mudou minha professora de inglês. E você acredita que essa também se chama teacher?!
(Luana, 5 anos)
Meu irmão é super chato com organização e estava reclamando com meu sobrinho porque os brinquedos estavam espalhados. Então eu falei:
– Até parece que você nunca foi criança! Deixa o menino brincar e pare de ser chato.
– Eu nunca tive esse tanto de brinquedo, esses trens, esses carros motorizados… Pra quê tudo isso?
Meu sobrinho, que até então estava sentado comendo sua pipoca, virou e disse:
– Papai, eu te empresto. Eu divido com você.
(Henrique, 3 anos)
Isis ganhou uma cachorrinha recentemente. Conversando com a avó, perguntou:
– Vó, cachorro é cadastrado?
– Cadastrada onde, Isis?
– Cadastrada em algum lugar. Ela é cadastrada?
– Não, cachorro não cadastra. Ela só tem aquele cartão de vacina que você viu.
– Ah, então ela pode ter filhotinho?
(Isis, 6 anos)
– Mãe, eu quero mamilo.
A mãe achou que por ver o irmão mais novo sendo amamentando, João escutou a palavra e associou a mamar. Então ela tirou o “mamilo” pra fora. Ele viu a cena e disse:
– Não, isso é peito! O que eu quero é “milo” (milho)! Eu quero “ma milo” (mais milho)!
(João Vicente, 2 anos)
– Filha, hoje será sua primeira aula de inglês.
– Mamãe, vou falar: hi, hello e thank you.
– Isso mesmo, filha. Fale para sua professora que você aprendeu essas palavras quando foi na casa da sua prima, Ellie, que é americana.
– Ah, mãe! Sabe quem também é americana? A alface! A alface é americana!
(Maria Fernanda, 3 anos)
– Bia, por que você não me falou que tinha sujado a cama inteira com slime?
– Pra você não ficar assim como você está agora.
Mais tarde, escutei um barulho enorme vindo do quarto dela, então perguntei
– Bia, o que foi isso?
– Um barulho!
(Bia, 4 anos)
Catarina estava contando que encontrou duas amiguinhas na missa e a avó perguntou:
– E você brincou com elas?
Ela virou para a mãe e perguntou:
– Pode brincar na missa?
– Não.
– Por quê? Jesus proíbe?
– Não, filha. É uma questão de respeito.
– Mãe, o respeito tem que durar a missa toda?
(Catarina, 4 anos)
Meu marido me deu flores e um cartão de presente. Joaquim, agora que sabe ler, ficou curioso e pegou o cartão. Leu atentamente por alguns segundos e exclamou:
– Nossa, que letra feia!
(Joaquim, 6 anos)
Estava dando aula, quando um aluninho levantou a mão e disse:
– Teacher, sabia que quando chove é porque o Papai do Céu tá lavando a casa dele com mangueira?
– Nossa, não sabia.
– Tá vendo? Você não é a única que sabe ensinar aqui.
(Rafael, 5 anos)
Jasmim, percebendo que a raiz do cabelo da professora estava crescendo e mostrando a cor natural, comentou:
– O seu cabelo está ficando preto. O cabelo da minha mãe era preto antes, agora está ficando branco.
Uma amiga da sala perguntou:
– Como a Elsa?
– Mais como a avó da Elsa.
(Jasmim, 6 anos)
A Lívia veio comer um bolinho no quarto e eu comentei:
– Vai comer na cozinha.
– Mas, por que?
– Pra não vir barata no quarto.
– Mas na cozinha tem barata?
(Lívia, 3 anos)
– Mamãe, o que é “sovia”?
– Onde você ouviu isso?
– É porque toda vez que você paga com o cartão, perguntam: quer sovia?
(João Marcelo, 6 anos)
Estava tentando acordar a Sophia mais cedo e ela reclamou:
– Mãe, eu não sou daquelas pessoas que acordam e vão seguir a vida. Eu sou aquela pessoa que acorda, vira para o outro lado e volta dormir umas 20 vezes.
(Sophia, 6 anos)