– Evellyn, sabe qual é o signo da mamãe?
– É escorpião.
– Ah tá! Achei que era “sanitário”.
(Samira, 9 anos)
– Evellyn, sabe qual é o signo da mamãe?
– É escorpião.
– Ah tá! Achei que era “sanitário”.
(Samira, 9 anos)
Estávamos assistindo ao filme da Moana e, durante a cena em que a avó morre e vira uma arraia, eu comentei:
– Nossa, quando eu morrer quero virar um pássaro, para voar bem alto.
– Pra quê? Fantasmas já voam!
(Cecília, 6 anos)
– Quando eu crescer, eu quero trabalhar na NASA.
– Nossa, que legal! Você vai ser uma astronauta?
– Não, eu vou ser ET.
(Catarina, 3 anos)
Estava fazendo um bolo de chocolate quando o Bernardo chegou perto e perguntou:
– Mãe, o que você está fazendo?
– Papel de boba.
– Hum, eu adoro papel de boba.
(Bernardo, 3 anos)
– Eu não imaginava que a vida era tão difícil.
(Júlio, 4 anos)
– Álissy, o que você quer ser quando crescer?
– Médica, não… polícial, também não… Eu quero ser vendedora de picolé!
(Álissy, 5 anos)
– Evellyn, sabe qual é o signo da mamãe?
– É escorpião.
– Ah tá! Achei que era “sanitário”.
(Samira, 9 anos)
Estávamos na mesa conversando quando o assunto chegou em Covid-19 e a Alana me perguntou:
– Se a gente mata o vírus com álcool em gel, por que não usamos isso na vacina?
E a Lara rapidamente respondeu:
– Porque senão todo mundo vai ficar alcoolizado!
(Alana, 10 anos e Lara, 13)
– Mamãe, eu sou um cavalheiro.
– É, sim, meu filho. Um cavalheiro, o docinho da mam…
– E você é o dragão!
(Miguel, 2 anos)
A Bia me perguntou se a gente podia ser fã de alguém que não é famoso. Eu respondi que sim e ela, super feliz, disse:
– Que bom! Porque eu sou a sua maior fã, mamãe.
(Beatriz, 6 anos)
Estávamos conversando em família e falando das coisas que a Sara aprontava. Ela parou, respirou e disse:
– Gente, vamos mudar de açúcar?
(Sara, 4 anos)
Evelyn estava subindo um muro e a mãe alarmada chamou sua atenção:
– Filha, desce daí. É perigoso!
– Mãe, eu rio na cara do perigo!
(Evelyn, 4 anos)
Enquanto caminhávamos, João comentou:
– Vitória, ontem eu tive um pesadelo de terror.
– De terror?
– Foi… Eu preciso tirar esse costume dos meus sonhos.
(João, 4 anos)
Meu filho pediu uma casquinha de chocolate no McDonalds. Como não tinha a de chocolate, ele olhou para mim e falou:
– Tudo bem, mãe! Pode ser a de maionese.
(Leonardo, 9 anos)
Fui levar meu irmão para cortar o cabelo e disse:
– Vamos cortar seu cabelo social.
Então, quando chegou a vez dele, virou para o moço e disse:
– Moço, vou querer um corte sensual.
(Gustavo, 7 anos)
Estava no supermercado com a minha sobrinha quando ela me pediu um chocolate e eu deixei ela pegar. Já no carro, ela virou e falou:
– O que está escrito aqui, tia Duda?
– Chocolate de amendoim.
– Preciso aprender a ler… odeio chocolate de amendoim!
(Gabriela, 5 anos)
– Lore, sabia que Dona Lina tem um cachorro?
– É, mãe?!
– E ele é grandão!
– Hum… Como é o nome dele?
– Hulk.
– Ele é verde?
(Lorenzo, 3 anos)
Júlia estava super interessada em aprender as letras. Um dia, ela falou comigo:
– Mamãe, adivinha o que eu tenho aqui na minha mão? Vou te dar uma dica: é de comer com cu.
– O que?!
– Sim, mamãe. Veja: “culher”
(Júlia, 4 anos)
Eu dei três quadradinhos de chocolate para os meus filhos. Eles pediram mais e eu respondi:
– Não, era só um pouquinho pra adoçar a vida.
– Então deu algo errado. Porque a vida ainda não está adoçada.
(Noah, 5 anos)
– Filha, vem ver o céu. Está cheio de estrelas!
– Verdade, mãe. Mas também tá cheio de gente andando sem máscara por aí… Daqui a pouco não vai ter lugar no céu para tanta estrela!
(Valentina, 7 anos)
Durante a missa, no momento do ofertório, Vitor me chamou ao pé do ouvido e disse:
– Já sei porque Deus precisa de dinheiro. É pra comprar ossos e fazer mais pessoas.
(Vitor, 6 anos)
Estava preparando o jantar e meu marido estava para chegar do trabalho. Então pedi ajuda para meu filho:
– Filho, por favor, coloque a toalha do papai no banheiro e depois vem aqui ajeitar a mesa para ele.
Depois de fazer tudo, ele olhou para mim e disse:
– Mamãe, sabia que quando eu crescer quero ser assim igual meu pai?
– É? Assim como?
– Assim… muito folgado.
(Pedro Victor, 5 anos)
Cecília estava na aula de canto virtual quando a professora perguntou para as crianças:
– Alguém aí sabe a diferença entre grave e agudo?
– Eu sei! – ela disse, levantando a mão.
– Ah, você sabe, Cecília? Pode falar!
– Grave é quando alguém fala assim: “ahh não!”
(Cecília, 6 anos)
Eu dava aula em um centro de reforço e um dos alunos chegava todos os dias tomando um sorvete que comprava de um dos vendedores ambulantes. Um dia, perguntei:
– Esse sorvete é bom mesmo, hein? Tu toma todo dia…
– Tia, eu nem gosto de sorvete.
– Ué? Por que você compra então?
– Para ajudar o homem do sorvete, tia. Ele trabalha nesse sol quente.
(Arthur, 6 anos)
– Tata, você fala muito palavrão.
– Falo, é? O que eu tenho que fazer pra parar de falar?
– Você tem que esvaziar seu coração de raiva e encher de amor.
(João Rafael, 5 anos)
Cheguei em casa comendo um espetinho de carne e o Jorginho veio todo curioso:
– Ju, o que é isso ai que você está comendo?
– Espetinho de gato! Você quer?
– Eu quero.
Então levei a criança pra comprar o espetinho. O rapaz da barraquinha começou a falar:
– Tenho de kafta, de linguiça, frango, carne…
– Nããão! Quero um de gato mesmo, igual da minha irmã.
(Jorginho, 5 anos)
Estou trabalhando em home office e, enquanto trabalhava, Lucas e Letícia estavam gritando e correndo pelo quarto. Eu falei:
– Pelo amor de Deus, eu estou trabalhando!
Aí o Lucas:
– Lelê, vamos ficar quietos, senão a mamãe vai demitir a gente.
(Lucas, 6 anos e Letícia, 4)
Assistindo a um jogo de futebol na tv, a Yasmin notou que estávamos aflitos e falou:
– Eu tô achando que o problema é a bola.
(Yasmin, 4 anos)
Durante a oração antes de dormir:
– …e Deus, por favor, mude o coração dos vilões.
(Nina, 6 anos)
Meu irmão estava brincando de mágica com minha filha e tirando moedas da orelha dela enquanto ela corria e guardava no cofrinho. Depois de guardar algumas moedas, ela falou:
– Agora tira dinheiro de papel, tio.
(Gabrielly, 6 anos)
– Mãe, sabia que quando você fica brava pode ter um ataque encardido?
(Gael, 7 anos)
– Quando eu tiver 15 anos, vou sair dessa casa e vou… vou comer um pote de azeitonas sozinha!
(Manu, 6 anos)
– Eu vou comprar tudo o que eu quiser com meu dinheiro.
– Filha, você sabe que as coisas tem um preço, né?
– É… eu sei. E eu tenho todos os preços na minha bolsa.
(Cecília, 5 anos)
Fui à feira com minha filha e perguntei ao feirante:
– Moço, quanto custa a caixa de fruta do conde?
– Quinze reais.
Milha filha olhou para ele e perguntou:
– E sem a caixa?
(Laura, 6 anos)
– Tia, qual é o desenho mais bonito?
– Todos são bonitos. Está um mais bonito que o outro!
– Mas qual é o que está mais bonito que o outro?
(Marina, 5 anos)
Certo dia, estávamos jogando ludo e o Victor quis sair da brincadeira porque estava perdendo:
– Victor, volta para o jogo. Você tem que aprender a perder.
E ele, bravo e chorando, disse:
– Eu sei perder, sim. Eu perco toda hora. Eu não sei é ganhar.
(Vitor, 6 anos)
Cecília estava no parquinho e ajeitou sua boneca no colo para descer no escorregador:
– Prepare-se, Sarah! – ela disse.
No final da descida, virou pra boneca e perguntou:
– Você gostou?
E fez uma vozinha, como se a boneca estivesse respondendo:
– Uhuuu!
– Hum, acho que isso foi um “sim”.
(Cecília, 4 anos)
– Gregório, você está me enrolando!
– Mas é com corda de amor, mamãe.
(Gregório, 5 anos)
– Filha, você já vai fazer seis anos. Precisa começar a dormir na sua cama.
– Mamãe, você já tem trinta e ainda dorme com o papai.
(Rafaela, 6 anos)
Estive longe por um tempo. Quando voltei, perguntei para minha sobrinha se ela havia sentido saudades. Ela disse que sim e perguntei se ela sabia o que isso significava:
– Dinda, saudade é quando a gente quer dar um abraço na pessoa e não pode.
(Sofia, 4 anos)
A Fernanda é sapeca e apronta bastante. Depois de uma traquinagem, a irmã mais velha comentou:
– Isso não foi legal, Fernanda! Como a gente deve falar? Des…
– …pacito!
(Fernanda, 2 anos)
Davi sentou no meu colo enquanto eu via TV e fiquei beijando a cabecinha dele. Ele virou e falou:
– Nossa, como é bom o amor.
(Davi, 5 anos)
– Mãe, pega água pra mim beber?
– É para eu beber.
– Pega para nós dois, então.
(Miguel, 7 anos)
– Penultimo é uma coisa que é muito última.
(Oli, 5 anos)
– Para as comidas, a língua é uma mesa.
(Oli, 4 anos)

Estávamos só eu e o Arhur em casa. Ele, brincando fantasiado de Batman e eu vendo TV. Quando minha amiga telefonou, atendi e ela perguntou quem estava em casa:
– Eu e Arthur, respondi.
Ele, ouvindo isso, reclamou comigo:
– Não, mãe! Tá você e o Batman!
(Arthur, 3 anos)
#publi Que tal montar um pouco dos encantos do universo de Harry Potter ou juntar os super poderes dos heróis em sua casa para comemorar o Dia do Orgulho Nerd, que aconteceu na última terça-feira, e o Dia do Brincar, que é justamente hoje!? Com os quebra-cabeças 3D da Multikids, você – e seus pequenos, se precisar de um pretexto 🙂 – podem viver experiências formidáveis e nutrir a imaginação em um momento de descobertas e diversões. Corujas aqui do Frases de Crianças têm desconto de 20% nas compras pelo site da Multikids (www.lojamultikids.com.br) com o cupom CRIANCANERD20!
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Meu sobrinho e eu estávamos conversando sobre profissões:
– Dan, o que você quer ser quando crescer?
Sem pensar duas vezes, ele respondeu:
– Chefe.
(Daniel, 4 anos)
Tinha um cartaz na escolinha escrito: “Temos bife de fígado. Faça seu pedido.” A Ruth pegou um bife, olhou para o céu e disse:
– Eu quero entrar na escolinha de futebol.
(Ruth, 7 anos)
Cheguei em casa um dia depois do bolinho de 5 anos do João Diogo e ele comentou:
– Mamãe, eu já pensei na minha próxima festa de aniversário. Será no Mangueirão – maior estádio de futebol de nossa cidade – e a senhora vai ter que convidar bastante gente pra encher a arquibancada.
– João Diogo, tu tás pensando o quê?
– Grande!
(João Diogo, 6 anos)
– Gente, ninguém desiste da vida, hein?
(Cecília, 3 anos)