– Mãe, pega água pra mim beber?
– É para eu beber.
– Pega para nós dois, então.
(Miguel, 7 anos)
– Mãe, pega água pra mim beber?
– É para eu beber.
– Pega para nós dois, então.
(Miguel, 7 anos)

Estava no meu quarto lendo um livro enquanto meu irmão assistia o casamento real britânico na sala. Extasiado, resolveu me chamar:
– Pamela, vem ver! O casamento do Harry Potter tá passando na tv!
(Juan, 7 anos)
#publi Que tal montar um pouco dos encantos do universo de Harry Potter ou juntar os super poderes dos heróis em sua casa para comemorar o Dia do Orgulho Nerd, que acontece agora em 25/5? Com os quebra-cabeças 3D da Multikids, você – e seus pequenos, se precisar de um pretexto 🙂 – podem viver experiências formidáveis e nutrir a imaginação em um momento de descobertas e diversões. Corujas aqui do Frases de Crianças têm desconto de 20% nas compras pelo site da Multikids (www.lojamultikids.com.br) com o cupom CRIANCANERD20!
*Sobre anúncios no Frases de Crianças: o blog não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de publicidade e parcerias é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. O valor arrecadado com essa campanha será doado para a Visão Mundial.
Estávamos no carro brincado de falar palavras com uma determinada letra e o tema da cidade era com “J”. A Isadora falou:
– Jáu.
Eu falei:
– Jerusalém.
Gargalhando, a Isa confirmou:
– Jerusalém?
– Sim.
– Hum, achei que fosse Jesus Além.
(Isadora, 10 anos)
– Mamãe, eu queria ser índio.
– Que legal, amor. Por quê?
– Porque eles devem comer manga todo dia e eu adoro manga.
(Miguel, 4 anos)
– Mamãe. posso ajudar você a fazer o bolo?
– Claro, filho. Coloca o fermento.
– Mas, mamãe, se cair no meu dedo ele vai crescer?
(Arthur, 4 anos)
Ensinei para a Francielle que não podemos dizer que estamos “cheios” depois das refeições e que o correto era dizer que estamos “satisfeitos”. No dia seguinte, estávamos no ponto de ônibus, dei sinal para o ônibus e ele estava super cheio. Antes de entrar, Francielle disse:
– Mãe, por favor, não quero pegar este ônibus. Vamos esperar outro. Esse está muito satisfeito!
(Francielle, 3 anos)
Guilherme estava cantarolando garota de Ipanema:
– “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça… o Senhor é convosco…”
(Guilherme, 7 anos)
Sofia gosta muito de doce. Estávamos jantando e ela queria chocolate. Eu disse:
– Nem só de doce vive o homem minha filha!
– Mas eu sou garota, mãe.
(Sofia, 5 anos)
– Mãe, o que eu fiz de errado?
– Como assim, filha?
– Na oração, eles falam assim: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a Keila que nos tem ofendido.”
(Keila, 6 anos)
Enquanto Lara e eu brincávamos de fadinhas, ela me perguntou:
– Mãe, qual o seu desejo?
– Eu queria comer um bolo de chocolate inteiro sem ficar doente.
– Ah, não, mamãe! Não dá! Pede pra voar!
(Lara, 4 anos)
– Mãe, eu posso jogar estalinhos no chão da sala?
– Não. Estalinho é pra brincar no quintal ou na rua.
– Mamãe, eu vou jogar e você finge que não viu, tá bom?
(Fernanda, 5 anos)
Mostrei o pote de sorvete napolitano para Helena.
– Filha, qual sabor você quer?
– Quero morango, chocolate e amarelo…
– É creme, filha.
– Creme também.
(Helena, 3 anos)
Estávamos em uma festa de aniversário e minha avó de 89 anos começou uma conversa com um menino de 5 anos:
– Quantos anos você acha que eu tenho?
– Milhares?
(Emanuel, 5 anos)
Meu marido e eu estávamos conversando com meu filho:
– Mamãe, quantas pessoas existem no mundo?
– Sete bilhões, filho.
– Contando nós três?
(Santiago, 5 anos)
– Por que mulher não anda sem camisa na rua, mãe?
– Porque se andarmos vamos ser presas, Daniel.
– Ué, mas homem anda, mulher deveria andar também.
(Daniel, 7 anos)
Cheguei na sala e vi minha prima pintando a parede com canetinha:
– Helena, você não pode pintar a parede com canetinha!
– Mas casa que tem criança tem que ser colorida.
(Helena, 4 anos)
Depois que os catadores de lixo passaram pela rua, Micaela disse para a sua avó:
– Eu quero muito ser lixeira.
– Ah é? E por que você quer ser lixeira?
– Porque a roupa deles é muito legal. É muito bonita.
(Micaela, 3 anos)
Meu afilhado viu o pai fazendo capuccino e perguntou:
– Pai, o que é isso?
– Cravo da Índia.
– Pai, por que as índias te deram isso?
(Gustavo, 4 anos)
Papai e Juju estavam brincando de trava línguas:
– Juju, repete comigo: “O rato roeu a roupa do rei de Roma”.
– Mas eu não consigo.
– Tá. Vamos devagar então: “O rato roeu…”
– A unha!
(Júlia, 3 anos)
Depois de ter deixado meu filho durante o fim de semana com os avós pela primeira vez, perguntei:
– Quantos chocolates a vovó te deu?
Ele pensou um pouco e respondeu:
– Mais ou menos bastante, mãe.
(Vinícius, 4 anos)
– Mamãe, por que a senhora me chama de filho?
– Porque você é meu filho… Você quer que a mamãe te chame do quê?
– De tesouro.
(Augusto, 3 anos)
– Eu vou ser uma costureira muito famosa!
– Amei! Você fará os meus looks, né?
– Se você estiver viva, né? Aí eu faço.
(Ana Carolina, 8 anos)
– Pai, o que é isso?
– É macarrão, filha.
– Macarrão, pai?
– É, filha. Macarrão parafuso.
– Não é, pai. É macarrão “para Alice”.
(Alice, 3 anos)
Enquanto visitávamos um museu, Cecília enxergou uma pequena aranha no chão e gritou:
– Pai, olha a Dona Aranha!
(Cecília, 2 anos)
Ontem à noite, estava ensinando o Lucas a rezar. Ele juntou as mãozinhas, fechou os olhos e repetiu tudo o que eu disse. Ao terminar, ele abriu os olhos, virou e perguntou:
– Papai, não é verdade que eu mandei uma mensagem de voz pro Papai do Céu?
(Lucas, 4 anos)
Em parceria com a @humanicorretora 🙂
Eu desloquei meu joelho e gritei muito de dor. Meu filho ficou desesperado e também chorou demais. Depois, quando perguntei porque ele chorou tanto, ele me respondeu:
- É porque eu pensei que você ia partir dessa para uma pior.
(Gabriel, 5 anos)
Depois da prova, a Júlia soltou:
– Mamãe, qual o nome da esposa do cavalo?
– É a égua, filha.
– Ah, eu sabia que era um palavrão!
– Mas o que você colocou, meu amor?
– Puta.
(Júlia, 6 anos)
– Filha, qual é a primeira coisa que você quer fazer quando mamãe e papai puderem te levar para passear?
– Tomar sorvete de maravilha.
– Mas o que é esse sorvete?
– O sorvete marrom é o de chocolate e o branco é de maravilha (baunilha).
(Manuela, 2 anos)
Depois da prova, a Júlia soltou:
– Mamãe, qual o nome da esposa do cavalo?
– É a égua, filha.
– Ah, eu sabia que era um palavrão!
– Mas o que você colocou, meu amor?
– Puta.
(Júlia, 6 anos)
– Mamãe, como se escreve “tassi”?
– “Tassi”, filha?
– Sim. Vou enviar um WhatsApp para minha tia: “Queria que você tassi aqui.”
(Sara, 6 anos)
– Mãe, como chama mesmo a periquita?
– Que periquita, Beatriz?
Bia, aponta que a “periquita” dela e diz:
– Essa aqui. Não é Regina?
(Beatriz, 5 anos)
– Tchau, Ana, vou trabalhar agora.
– Ué, você trabalha professora?
(Ana, 7 Anos)
Uma pequena coletânea de pérolas em homenagem às corujas mais corujas do mundo <3
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– Mãe, eu te amo. Com todo o “custe o que custar”, eu sempre vou te amor.
(Cecília, 6 anos)
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Eu estava brincando de médico com o Arthur (em casa chamamos ele de Tutu). Então, no meio da brincadeira, eu disse:
– Tutu, põe a mão no coração da mamãe. Olha, ele faz tutu… tutu… tutu…
E com aquela carinha linda, ele vira para mim e diz:
– E o meu coração faz mamãe… mamãe… mamãe!
(Artur, 2 anos)
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– Mãe, você vai viver até que a morte nos separe?
– Com certeza, filha. Com certeza.
(Nina, 9 anos)
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– Dudu, você é o galã da mamãe.
– Ahhh, mamãe, você também é minha galinha.
(Dudu, 6 anos)
==
Mãe, se eu fosse um diamante queria ser seu anel.
(Sofia, 4 anos)
– A gente é criança, né?
– Mas por que você acha que eu sou criança?
– Porque você não faz bolo.
(Isabelle, 6 anos)
– Isabella, me dá um chiclete! Por favor, me dá!
– Toma, Matheus!
– Obrigado! Já estava ficando obcecado por esse chiclete…
Comecei a rir e ele perguntou:
– Isabella, obcecado é palavrão?
– Não, Matheus – eu disse rindo.
– Ah, já sei… É uma palavra só para os casados, não é? Eles dizem pro outro assim: “estou obcecado por você”.
(Matheus, 8 anos)
Estava levando meu filho ao médico e perdi o caminho. Então, comentei que não sabia onde eu estava:
– Mãe, eu sei onde nós estamos.
– Ah é? E onde nós estamos, filho?
– Nós estamos perdidos!
(Murilo, 6 anos)
Em um restaurante, a garçonete veio recolher os pedidos.
– Eu quero um whisky!
– Mas, Murillo, você não tem idade pra isso!
Ele apontou o cardápio e disse:
– Claro que tenho, mãe. Está escrito aqui: whisky 8 anos e whisky 12 anos. Eu quero o de 8!
(Murillo, 8 anos)

– Bento, sabia que a coisa que eu mais amo no mundo é você?
– Sabia, mamãe.
– E você, filho? O que você mais ama?
– Chocolate. Eu adoro chocolate, mamãe.
(Bento, 3 anos)
Esse post é uma parceria com a Lindt (@lindt_brasil) que ao longo das próximas semanas fará o patrocínio das pérolas mais saborosas aqui da página em homenagem ao Dia das Mães. Nessa data tão especial, demonstre seu amor com LINDOR.
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– A que horas nós vamos, Isabella? Vai lá e pergunta pra sua mãe.
– Tia, sabe aquele hora em que fica meio escuro e meio claro? E nessa hora que nós vamos.
(Isabella, 5 anos)
– Theo, vamos aproveitar as férias! Vamos na pracinha?
– Tá bom, mãe!
Ao sair, eu disse:
– Partiu pracinha!
– Não, mãe, deixa ela inteira. Metade eu não quero.
(Theo, 2 anos)
– Papai, amanhã você vai ter trabalho?
– Não, filho, amanhã é domingo e o papai não tem trabalho.
– Eba! Amanhã é meu dia de sorte.
(Miguel, 5 anos)
Estávamos voltando de viagem e passamos por um viaduto quando o Vitor perguntou para a mãe:
– Mamãe, como chama isso que a gente passou?
– Viaduto.
– Ah, sim. E quando vamos passar pelo “vicriança”?
(Vitor Gabriel, 4 anos)

Eu trouxe um chocolate para o meu filho:
– É meu, mãe?
– É, filho! Mas você vai dividir comigo, né? Porque é muito importante dividir!
Ele me deu um pedaço e disse:
– Esse pedaço é seu, mãe, mas você vai dividir comigo, né? Porque é muito importante dividir!
(Benicio, 4 anos)
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#DiaDasMaesLindt
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Eu estava tomando banho quando minha priminha entrou no banheiro, me olhou, deu uma risadinha e comentou:
– Que engraçado! Você tem uns pêlos na “pepeca”!
– Você também vai ter quando crescer.
– Vou não. Os meus não vão ser assim.
– E como eles vão ser?
– Cor-de-rosa!
(Helena, 6 anos)

Estava estudando com a Ana para uma provinha de Português e o assunto era verbos. Na tentativa de auxiliá-la a conjugar um verbo no futuro, resolvi criar um exemplo para que ela continuasse e comecei:
– Eu comi chocolate (no passado), eu como chocolate (no presente) e…
Depois de pensar por alguns instantes, ela falou em tom eufórico:
– Amanhã eu vou comer chocolate!
(Ana Beatriz, 6 anos)
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– Analice, você está feliz?
– Sim.
– O que é felicidade para você?
– Ai, mamãe… é igual aquilo que dá quando a gente come chocolate.
(Analice, 4 anos)
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– Mamãe, vou falar pro coronavírus me ajudar a cozinhar.
– Por que, filha?
– Porque você disse que ele te ensinou a cozinhar na quarentena. Então, eu também quero aprender.
(Melissa, 5 anos)
Lucas estava caminhando pelo mato com a sua avó Suzana e pediu:
– Vovó, me alcança aqueles dois gravetos de árvore? É para eu tocar bateria.
– Por que você quer isso, Lucas?
– É que eu preciso fazer uma live agora.
(Lucas, 2 anos)
Com essa quarentena, minha filha me pergunta todos os dias de quem estou com saudade. Para não alimentar a falta que ela está sentindo das pessoas, digo que não estou com saudade de ninguém.
Então, uma noite, ela disse:
– Mãe, você está com saudade de quem?
– De ninguém, filha.
– Nossa mãe, você é podre, né?!
(Sophia, 5 anos)
Minha filha estava orando:
– Papai do céu, abençoe que o vírus vá embora logo pra gente ir na casa “duzoto”. Amém.
(Helena, 2 anos)
Lucas, durante mais uma aula on-line, falou:
– Mãe, não quero mais assistir aula. Isso é muito chato.
– Filho, eu sei que as vezes é chato. Eu também já tive 6 anos e passei por isso, mas é importante continuar assistindo.
– E por acaso teve coronavírus quando você tinha 6 anos? Então, você não sabe.
(Lucas, 6 anos)
Um dia desses, Vittorio me perguntou o que é cativeiro e respondi que é um tipo de prisão.
– Alguns segundos depois ele soltou:
– A gente tá “cativado” há muitos dias, né mãe?
(Vittorio, 5 anos)
– Fê, pare de comer doce antes do jantar.
– Mamãe, eu não estou comendo doce antes do jantar… Estou comendo a sobremesa do almoço.
(Fernanda, 8 anos)
Em parceria com #TangEmFamília 🙂
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Na aula da escola, por videoconferência, a professora perguntou:
– Se nós temos uma pizza e duas pessoas para comer, o que fazemos?
– A gente briga.
(Bernardo, 7 anos)
O Lucas e eu estávamos vendo um filme e, como eu não tinha visto, não sabia que tinha uma cena meio assustadora.
Pedi pro Lucas para assistirmos outra coisa, e ele disse:
– Ufa! Ainda bem mãe, porque a minha coragem estava quase ficando com medo.
(Lucas, 5 anos)