No almoço, o Rafa estava enrolando pra comer. Então eu disse:
– Vai, Rafinha, detona esse brócolis!
De boca cheia e com cara de desespero, ele respondeu:
– Eu tô me próprio detonando…
(Rafael, 6 anos)
No almoço, o Rafa estava enrolando pra comer. Então eu disse:
– Vai, Rafinha, detona esse brócolis!
De boca cheia e com cara de desespero, ele respondeu:
– Eu tô me próprio detonando…
(Rafael, 6 anos)
Há uma tradição religiosa de que o “Pão do Divino” – que se ganha na Festa do Divino – deve ser guardado com os mantimentos, para nunca faltar comida em casa. O Mateus, nosso vizinho, estava na cozinha com o Eduardo e viu o pão guardado no açúcar. Ele então perguntou o que era aquilo. E o Dudu respondeu:
A mãe grávida. O Gustavo curioso:
– Mãe, o que meu irmãozinho está fazendo agora?
– Não sei, acho que ele está nadando.
– O quê? Que folgado! Eu aqui correndo para ir ao colégio e ele aí no paraiso!
(Gustavo 8 anos)
– Tia, eu assisti um filme muito legal hoje. Na historia tinha um macaco enorme!
– Ah é? E que filme é esse?
– Ping-pong.
(Davi, 5 anos)
Mais uma na sala de aula:
– E aí, gente, o que vocês vão querer ser quando crescer?
– Eu quero ser estilista!
– Eu vou ser bombeiro.
E as respostas seguiram até que a professora perguntou para o último:
– E você, Renan, o que vai ser quando crescer?
– Eu vou ser ninja!
(Renan, 7 anos)
Aula de educação sexual para pré-adolescentes, a professora não se deu conta da presença de alguns “não tão adolescentes na classe.
– Muito bem, turma. Se algum de vocês tiver alguma dúvida sobre sexo mas ficar com vergonha de perguntar, pode escrever um bilhete e eu respondo, está bem?
Discretamente, a Melissa levanta a mão e sussurra:
– Tia, o que é que é sexo?
(Melissa, 8 anos)
– André, você sabia todas as perguntas da prova?
– Não mãe, só sabia as respostas!
(André, 8 anos)
– Vó, amor selvagem é muito perigoso?
Meu sobrinho fez 5 anos e organizamos uma festinha para ele na escolinha, depois fizemos em casa e o pai dele fez na casa dele tambem. Quando voltou da última festinha, cansado e quieto, ele se jogou no sofá. A avó então perguntou:
– Oi lindo, como foi lá?
– Legal.
– Que bom! Aproveitou bastante?
– Sim.
– Está cansado?
– Estou. Só hoje eu fiz 3 aniversários! Já tô com 7 anos e ontem eu tinha 4.
(Juliano, 5 anos)
Outro dia, me observando escovar os dentes, o Heitor perguntou:
– Mamãe, qual é a forma da torneira?
Sem saber direito o que dizer de um modo que ele entendesse, respondi:
– Forma de cabo de guarda-chuva.
Ele deu as costas e saiu comentando:
– Hahah, que bobagem!
(Heitor, 3 anos)
– Nicolas, fecha logo esse chuveiro porque a água tá acabando!
– A culpa é dessa America Latina…
(Nicolas, 6 anos)
Mas para suas progenitoras 🙂
É propaganda, mas é bem bonitinha.
Feliz Dia das Mães!
– Eu sei dois palavrões em inglês.
– Ah, é? E quais são?
– Não posso falar. É palavrão.
(Rafael, 6 anos)
– Mãe, quem criou as árvores?
– Foi Deus, Pedro.
– E as casas?
– Quem criou a casa foi o homem. Mas quem deu sabedoria para o homem cria-la foi Deus também.
– Hum… e o cachorro?
– O cachorro também foi Deus quem fez. Tudo o que é da natureza foi obra do Senhor.
– Até os pernilongos? Mas por quê!?
(Pedro, 5 anos)
A Nicolle estava brincando em uma casinha de piscina de bolinhas, enquanto o meu cunhado tirava várias fotografias das crianças. Então ele a chamou e disse:
– Ni, olha o para cá. Isso! Fica assim. Olha o passarinho!
Depois que disparou o flash, ela meio sem entender, perguntou:
– Cadê o passarinho?
(Nicolle, 2 anos)
O Papai Noel foi nos visitar na sala de aula. Papo vai, papo vem, o bom velhinho ressalta que aceita doações de mamadeiras e chupetas que as crianças, por um super engano (já que, teoricamente, deram tudo ao Coelhinho da Páscoa), ainda tenham em casa. Conclui:
– Quem tiver chupeta, pode trazer aqui para a escola que as professoras me mandam.
O Pietro me olha preocupado e diz, sussurrando:
– Tia, eu tenho, mas é que eu ainda tô chupando.
(Pietro, 3 anos)
O Ben saiu com o pai e a mãe para comprar um presente. Mas andaram tanto que a certa altura ele resmungou:
– Pombas, a gente não vai chegar nunca? Daqui a pouco eu fico grande!
(Ben Vitor, 5 anos)
Era época de Natal e minha prima Maria Clara estava comigo no quarto, quando eu perguntei:
– Maria, onde está o seu espírito natalino?
Ela pensou bem e pra não dar o braço a torcer, respondeu:
– Não sei, deve estar na minha mochila.
(Maria Clara, 3 anos)
– Tia, quando eu crescer quero ser bonita assim igual você.
– Obrigada meu amor. Você será, sim. Será ainda mais bonita, minha princesa!
Ela arremata:
– Só que magra!
(Larissa, 6 anos)
– Mamãe, eu já sei falar mãe e pai em inglês.
– Puxa, minha linda, que legal! Como é?
– Mãe, é “móder” (mother) e pai é “fáder” (father).
– Caramba, que inteligente. E vovó, você sabe?
– É “vórer”.
(Giovanna, 7 anos)
– E aí, Nina, você vai viajar nas férias?
– Acho que não. O dinheiro tá muito caro.
(Nina, 5 anos)
– Mãe, praia cansa a gente?
– Cansa, filho.
– Eu quero ser cansado, mãe.
(João Antonio, 4 anos)
Linda ideia e produção do pessoal do Voa Flor. A história da Páscoa, contada por crianças. Merece cada instante (e um compartilhamento também).
Gustavo, fazendo a lição de casa e respondendo algumas perguntas:
Nome: Gustavo Rodrigues
Idade: 7 anos
O que gosta de fazer: jogar video-game
Sexo: nunca fiz
(Gustavo, 7 anos)
Boa sacada 😉
– Isabela, quer comer um milho verde cozido?
– Não, vovó. Pode ser milho amarelo mesmo!
(Isabela, 5 anos)
– Mãe, o retrovisor do carro mostra o passado, né?
(Caio, 8 anos)
-Vamos fazer alguma coisa útil, Leda?
-Vamos sim, Nina. O que é “útil”?
(Nina e Leda, 5 anos)
-Pai, porque a gente não pode ficar de férias todos os dias? Aí, além de cair chuva, também cairia dinheiro do céu!
-Mãe, vou pentear seu cabelo!
Depois de estar toda descabelada, eu disse:
-Deixa eu ver no espelho… Tô bonita? Tô parecendo com quem?
-Tá linda, tá parecendo a Branca de Neve!
-Owmm… Obrigada! E o pai, tá parecendo com quem?
-Ele tá lindo. Tá parecendo com os sete anões!
(Joaquim, 4 anos)
O Victor estava com a mãe e a irmãzinha, quando a mãe lhe pediu um favor:
-Victor, espera um pouco que vou trocar a sua irmã.
E ele suplica:
-Troca não mãe, eu gosto muito dela.
(Victor, 5 anos)
– Nina, calma aí, você tá colocando muita cola nesse desenho!
– Hum, isso é arte, papai. É arte.
(Nina, 5 anos)
Comercial da rede sueca IKEA.
– A mãe não falou que a gente não deve aceitar coisas de estranhos?
– Sim, Dudu.
– Mas e o leite?
– O que tem o leite?
– Você conhece essa vaca, que deu o leite?
(Eduardo, 11 anos)
Aniversário da Nicolly, hora de cortar o bolo:
– Filha, de quem vai ser o primeiro pedaço?
– Meu.
Insisti para ela oferecer o primeiro pedaço, mas ela estava irrevogável:
– É meu.
Então expliquei que o bolo todo era dela, mas que ela tinha que dar o primeiro pedaço para alguém. E tentei uma alternativa:
– De quem é que você gosta mais?
Ela, sem exitar, respondeu:
– Do bolo!
(Nicolly, 3 anos)
O que acontece em casa quando a mamãe sai para trabalhar…
A mãe tinha um filho de 5 anos e filhos gêmeos de 8 meses. Ela costumava vesti-los com cores diferentes e os deixava um de frente para o outro no berço, com brinquedinhos no meio para se entreterem. Certa vez, ela foi ao banheiro e pediu ao mais velho que olhasse os irmãos. Quando saiu, um dos gêmeos, sem muita firmeza, perdeu o equilíbrio e caiu com a cabeça entre as pernas do outro, que então começou a bater no irmão. O garoto mais velho correu em pânico para avisar a mãe:
– Mãe, vem ligeiro porque o azul tá batendo no vermelho!
Enviado pela Michelle Freire
Apresentando a cidade:
– Olha, ali fica a igreja, mais pra frente tem um barzinho e ali é onde o meu pai trabalha.
– Que perto! Ele deve vir trabalhar à pé.
– Ah, quando não chove, ele vem tranquilo, sim.
– E quando chove, vem nervoso!?
(Vinícius, 3 anos)
– Pai.
– Oi, filha.
– O que é preciso pra ser presidente?
– É assim: as pessoas que se acham capazes se candidatam, daí o Brasil inteiro vota. O que tiver mais votos será o Presidente.
– Eu queria que você e a mamãe fossem candidatos
– Ah, obrigado, filha!
– É porque daí a gente não ia precisar pagar por nada.
(Ellen, 6 anos)
Rock and roll!
O Daniel pegou o folder de uma loja na mão e começou a analisar:
– Mãe, eu já sei o que é isso.
– O que é, filho?
– É um fogão. E isso é uma geladeira, isso é um secador, isso é uma chapinha e… e isso aqui mãe?
– Isso é um jogo de panelas.
– Mas, mãe, como é que se joga um jogo de panelas?
(Daniel, 2 anos)
– Mamãe gosto tanto de deitar na sua cama!
– É, filho? Eu também gosto.
– É que quando deito no seu travesseiro só penso coisas boas.
(Vinicius, 8 anos)
Na piscina:
– Mãe, passa mais um pouco de protetor celular em mim?
(Pietra, 4 anos)
Enviado pela Gabrielle
Estávamos passeando de carro quando o Konrado perguntou:
– Mãe, carro fica doente?
– Doente, não! A gente diz que ele tá doente quando tá com algum defeito…
– Então por que naquela oficina de carro tá escrito “Injeção”?
(Konrado, 7 anos)
Li o livro “Lino” na escola e disse às crianças que quem o escreveu foi André Neves. No dia seguinte reli o livro e perguntei:
– Quem é o autor do livro?
E o Wenderson gritou todo animado:
– Branco… Branca… Branca de Neve!
(Wenderson, 5 anos)
Enviado pela Erica Bosi
Um gif engraçadinho tirado do blog do Alexandre Matias.