– Tenho 2 cachorros. A Lolla que é fêmea e o Apollo que é fêmeo. Amo os dois.
(Geovana, 5 anos)
– Tenho 2 cachorros. A Lolla que é fêmea e o Apollo que é fêmeo. Amo os dois.
(Geovana, 5 anos)
Estávamos passeando no shopping, quando passamos em frente a uma loja de brinquedos e o meu filho disse:
– Mamãe, quero dar uma passeadinha ali dentro.
– Nossa, filho! Não te vejo mais interessado em brinquedos…
– Não estou interessado, mamãe. Só quero relembrar meu passado.
(Davi, 5 anos)
– E aí, meu amor, você já sabe o que quer ser quando crescer?
– Ah, Dinda, não sei. São muitas coisas, né?
– Mas você gosta mais do quê? De contas, português, história,…?
– Eu gosto mais de comer!
(Francesco, 8 anos)
– Sô, a titia está querendo arrumar um namorado, como faz?
– Ah, tia, primeiro você tem que parar de querer todo mundo, né?
(Sofia, 6 anos)
Bia viu alguns produtos da Coreia no meu quarto e perguntou:
– Tia, você foi pra Coreia?
– Não, Bia, a Thalita que trouxe pra mim de São Paulo.
– Ah, eles ficam misturando os mundos.
(Beatriz, 5 anos)
Sou professora e hoje uma criança da turma fez um vídeo a respeito de higiene bucal:
– Tem que escovar aqui, aqui, aqui e aqui. E aí, quando termina, passa o fio dental e chacoalha a boca assim com a água. E então, depois que termina, você vai lá e… come de novo.
(Mellize, 4 anos)
– A Chloe quer chocolate, tia Pri.
– Chloe, você tem que almoçar primeiro. Depois a tia Pri te dá o chocolate.
– Mas a Chloe quer…
– A tia Pri também quer um monte de coisa na vida.
– Mas a Chloe não quer uma monte coisa na vida. A Chloe só quer chocolate.
(Chloe, 2 anos)
– Enrico, olha que programa legal que tá passando!
– Ah, legal mesmo tia Neide. Eu conheço essa música!
– Conhece?
– Sim, é a “sanfoninha de Beethoven”!
(Enrico, 5 anos)
Levaram meu primo pra ver um cachorrinho. Ele brincou, pegou no colo e soltou:
– É de pilha?
(João, 3 anos)
É SÓ UM LOBINHO, TÁ OK!?
Eu estava deitada esperando a Bella tirar seu soninho da tarde quando o cachorro uivou no quintal. Na mesma hora, perguntei:
– Nossa, Bella, que barulho foi esse? Estou com medo.
– Tudo bem, mamãe, não fica preocupada. Foi só um lobo por aí.
(Bella, 2 anos)
Eu estava brincando de procurar os objetos escondidos pelo Arthur, quando ele disse:
– Mamãe, agora você está num berço sem saída!
(Arthur, 5 anos)
Eu estava triste e calada, um amigo querido havia falecido. Miguel veio saber o que eu tinha…
– Eu tô triste filho, às vezes não sei lidar com a tristeza.
– Eu sei lidar com a minha tristeza mamãe!
– Ah, é? Como você faz?
– Eu fico com ela até ela ir embora. Ela sempre vai.
(Miguel, 6 anos)
– Mamãe, quando eu fizer cinco anos eu vou mudar minha aparência? Porque se for mudar, não quero fazer cinco anos, quero só ganhar os presentes.
(Bernardo, 4 anos)
– Tô louco pra começar a trabalhar! Pra ter o meu dinheiro e comprar um monte de açaí.
(Brayan, 13 anos)
Depois de muitos meses sem receber ninguém em casa, uma amiga finalmente estava para chegar:
– Quando a titia chegar eu vou sentir ciúmes.
– Mesmo, meu filho? E você sabe o que é ciúme?
– É quando a gente gosta de uma pessoa, alguém chega perto e a gente acha que a pessoa não vai gostar mais de nós.
(Benício, 5 anos)
– “Eu vi o dois pilantra…”, canta mãe!
– Que música é essa, Benício?
– É o Hino do Brasil, ué.
(Benício, 4 anos)
Miguel ficou um tempo mexendo no meu cabelo e eu perguntei:
– Está fazendo carinho, filho?
– Não, mamãe, estou passando cuspe.
(Miguel, 4 anos)
– Mamãe, por que o mar não derrama?
(Malu, 6 anos)
Depois da oração para dormir:
– Em nome do pai, do filho de Silvio Santos, Amém.
(Ana Júlia, 6 anos)
– Papai, eu tenho 4 anos. A Luiza tem quantos?
– A Luiza tem 9.
– Depois eu vou fazer 9, né?
– Sim. Mas, quando você fizer 9, a Luiza já estará com 14.
Decepcionada, ela perguntou:
– Papai, por que ela sempre ganha?
(Lys, 4 anos)
Vendo o Bernardo fazer prova on-line, percebi que ele tinha errado uma questão:
– Bê, preste atenção. Está faltando algo.
– Eita, é mesmo.
– A mamãe nem podia te dizer isso.
– Mãe, todo mundo erra nessa vida!
(Bernardo, 7 anos)
Ela encostou a cabeça na minha barriga e disse:
– Mamãe, você é uma casa, sabia?
(Maria Flor, 2 anos)
Voltei da fisioterapia com algumas marcas nas costas por causa da sessão com ventosas. Ao ver, meu filho perguntou:
– Mãe, quem te machucou?
Respondi rápido:
– Foi o fisioterapeuta.
– Onde ele mora?
(Vitor, 3 anos)
– Tia, os animais que comem carne são carnívoros, né?
– Sim, Miguel.
– O Scooby come ração… então ele racional, né?
(Miguel, 6 anos)
– Vovó, é difícil ser mãe?
– É, João.
– E pai, é difícil ser pai?
– É, também é difícil ser pai.
– Ai… É por isso que eu nasci criança.
(João Lucas, 5 anos)
– O infinito é muito longe, fica quase perto da titia!
(Dante, 5 anos)
Kauane estava na piscina e a mãe dizia o tempo todo para a filha segurar na borda. Em certo momento, ela foi para o meio da piscina e sua mãe gritou:
– Kauane, segura!
– Eu tô segurando na água, mãe.
(Kauane, 3 anos)
Eu estava levando minhas duas irmãzinhas para passear no ônibus, quando a mais nova perguntou:
– Por que o ônibus abre a porta enquanto ainda está andando?
E a mais velha respondeu:
– “Deerr”, é pra quem quiser descer correndo.
(Rayanne, 6 anos e Raphaela, 8)
Meu pai, estava assistindo um desenho que ele via na infância, em francês, e chamou a Fê pra ver com ele.
– Olha, Fê, o vovô via esse desenho na sua idade.
– O que ele está falando vovô? Não entendo nada.
– É porque está em francês.
Depois de um tempo, o menino do desenho solta uma gargalhada e a Fernanda diz:
– Olha, vovô! A risada está em português. Eu consegui entender!
(Fernanda, 4 anos)
No avião, a Giulia pegou o cardápio de bordo e estava em dúvida sobre o que comer:
– O que posso comer, mamãe?
Como a viagem era longa, eu quis compensar um pouco e disse:
– Qualquer coisa, filha.
– Não pode ser, mãe! Proíba alguma coisa!
(Giulia, 9 anos)
A mãe estava lavando roupa quando o filho se aproximou, apontou para a própria barriga e perguntou como se chamava aquela parte do corpo:
– É o abdômen.
– Mãe, seu “abmulher” tá molhado.
(Helamã, 3 anos)
– O coronavírus não tem mãe, não? Pra mandar ele pra casa…
(Maria Flor, 5 anos)
– Mamãe, papai, eu já sei o que é medo! É a nossa cabeça inventando invenções.
(Gabriel , 6 anos)
Brincando com minha afilhada no pátio de casa em uma daquelas casinhas de madeira para crianças, ela disse:
– Dinda, entra! Vem brincar de cozinhar comigo.
– Depois, Dudinha, agora está muito quente dentro da casinha.
– Pode entrar, dinda. Eu to brincando que tem ar condicionado.
(Maria Eduarda, 3 anos)
Estávamos no Uber e o carro balançava muito por causa dos buracos na pista. Incomodada, a Bella reclamou:
– Moço, calma! Seu carro não é um pula pula.
(Bella, 2 anos)
Ao espirrar, a Miah posicionou o braço, espirrou, olhou pra mim e perguntou:
– Mamãe, tem que espirrar no braço pro vírus morrer com o cheiro do sovaco?
(Miah, 4 anos)
– Quem é o animal mais gentil que habita o reino animal?
Ele prontamente respondeu:
– É você, mamãe!
(Miguel, 7 anos)
Perguntei para meu irmão se ele sabia cantar o Hino Nacional e ele começou:
– Ouviram do Ipiranga as margens plácidas. De um coronel sagrado bem distante.
(Bruno, 9 anos)
1.
– Mamãe, o que você pediu de Natal?
– Um relógio, porque a mamãe perdeu o dela.
Ela me deu um abraço e disse:
– Mas vai ganhar um abraço, porque o Papai Noel só traz boneca.
(Maria Eduarda, 3 anos)
2.
Depois de ouvir uma conversa minha sobre política e suborno, Clara falou:
– Mãe, o presente do Papai Noel é tipo suborno, não é? Porque só ganha presente se ficar comportadinha e quietinha… Eu prefiro não ser subornada.
(Clara, 9 anos)
3.
– Mãe, o que são discípulos?
– Eram os seguidores de Jesus.
– Então Jesus tinha muitos likes?
(Pedro , 8 anos)
4.
– Lorenzo, vamos escrever uma carta para o Papai Noel?
– Mamãe, podemos mandar um áudio no WhatsApp?
(Lorenzo, 3 anos)
5.
Estava escrevendo a cartinha para o Papai Noel com o Enrico:
– Filho, vamos colocar na cartinha que você não brinca com seu irmãozinho, mas promete brincar com ele daqui em diante?
– Olha, pai… Veja bem, a gente não pode mentir.
(Enrico, 4 anos)
6.
Lendo a cartinha da minha filha para o Papai Noel, eu disse:
– Giulia, não é “lida” que se escreve. O certo é “linda”. Você esqueceu o “N”.
– É que meu nariz estava entupido.
(Giulia, 7 anos)
7.
Eu chamei meu filho para escrever uma carta para o Papai Noel e perguntei o que ele queria pedir. Ele pensou e disse:
– Queria não ter mais que usar máscara.
(Bernardo Henrique, 2 anos)
8.
Eu estava trabalhando em casa quando meu filho apareceu:
– Mãe, eu tô muito preocupado com o Natal.
– Por que, Bubu?
– O Papai Noel é do grupo de risco.
(Bruno, 5 anos)
9.
– Luíza, quando você vai parar de chupar essa chupeta?
– Eu vou entregar para o Papai Noel.
– Ah é? E o que você pediu para ele trazer em troca?
– Outra chupeta.
(Luíza, 3 anos)
10.
Estava corrigindo as atividades na minha mesa quando de repente escutei o Caio falar para um amigo:
– O Papai Noel não mora na Antártida, ele mora no “Paulo” Norte!
(Caio, 4 anos)
11.
– Thiti, o que você quer de Natal?
– Ah, eu queria só um cafezinho resfriado com açúcar. Brinquedo eu pego do meu irmão.
(Thiago, 3 anos)
– Mamãe, olha, uma abelha morrida! Não pisa nela senão ela vai morrer mais ainda.
(Luiza, 3 anos)
– Mamãe, olha, uma abelha morrida! Não pisa nela senão ela vai morrer mais ainda.
(Luiza, 3 anos)
– Mãe, posso baixar um jogo no seu celular?
– Não, filho. Esses jogos enchem o celular de vírus.
– Então coloca uma máscara nele pra eu baixar só um jogo, por favor.
(Pablo Miguel, 5 anos)
Helena, fazendo a sua atividade da escola, se deparou com a pergunta “O que é ser adulto?”. Ela respondeu:
– Ser adulto é viver cansado e procurar no Google como se faz tudo.
(Helena, 8 anos)
Minha irmã resolveu dar um videogame para o David. Quando ele abriu o presente e viu o que era, me chamou para ver:
– Mãe, olha! Um “vigodame”!
– Que massa, filho. Como que você diz para a tia?
– Uaau!
(David, 2 anos)
– Bom dia, filho, dormiu bem?
– Dormi, mamãe.
– Dormiu com os anjos?
– Não, não tinha cama para todo mundo.
(Murilo, 4 anos)
– Mamãe, quando eu crescer não vou me casar com a mulher mais linda do mundo. Sabe por quê?
– Não, filho.
– Porque você é a mulher mais linda do mundo!
(Daniel, 6 anos)
Meu sobrinho tem uma pequena fobia de sangue, mas mesmo assim disse que quer ser médico quando crescer. Comentei com ele:
– Mas, se você for operar, vai ter que ver sangue…
– Aí, eu fecho meus olhos.
(Renan, 6 anos)
– Denise, como é a musiquinha de Natal que você gosta de cantar?
– “Bate o sino, pequenino, sino de Belém. Já nasceu, Deus me livre, para o nosso bem…”
(Denise, 4 anos)
Theo voltou para casa chateado depois que uma amiguinha bateu nele enquanto brincavam:
– Mas do que vocês estávam brincando?
– Ela era a médica…
– Mas, médico não pode bater no paciente!
– Eu não era o paciente, eu era o vírus.
(Theo, 4 anos)
Estávamos conversando sobre o Natal e o Henrique nos perguntou o que pedir para o Papai Noel. Respondi que este ano ele não viria porque é do grupo de risco e ele disse:
– Não tem problema, mãe. O Papai Noel vai fazer as entregas por aplicativo e todas as crianças vão receber os presentes.
(Henrique, 4 anos)