– Pai, sabia que já tô virando adulta?
– Como assim?
– É que eu tô com dor nas costas.
(Sofia, 6 anos)
– Pai, sabia que já tô virando adulta?
– Como assim?
– É que eu tô com dor nas costas.
(Sofia, 6 anos)
– Mamãe, o que você faz?
– Sou psicóloga, Alice.
– No caso, você acalma as pessoas, certo?
E completou:
– E quem acalma você?
(Alice, 7 anos)
A frase de hoje é um oferecimento de Humani Corretora.
Se você precisa reduzir seus custos com plano de saúde ou fazer um upgrade, a Humani pode te ajudar no processo de pesquisa e escolha da melhor opção para atender as necessidades de sua família ou negócio.
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#humanicorretora #CuidandoDosSeusPlanos
*Sobre #publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link na bio.
#frasesdecriancas
Estudando para a prova de Geografia, vi uma foto com cactos e falei:
– Esses são cactos. Eles ficam em lugares mais secos. Qual o nome desse tipo de vegetação?
– Nhaca!
– Como assim “nhaca”, Mari?
– Nhaca é o nome desse tipo de vegetação, ué.
– Mari, o certo é caatinga!
– Ahhh, eu sabia que era um cheiro ruim!
(Mariana, 8 anos)
Henrique e o irmão adoram ouvir rock. Ultimamente ele não pára de cantar bem alto uma música que adora:
– “Churrasquei ou churrascou!”*
(*Should I stay or should I go, The Clash)
(Henrique 5 anos e Felipe, 2)
Uma vendedora nos abordou no shopping oferecendo perfumes. Eram muito bons e perguntei o valor.
– O preço é regressivo. Quanto mais comprar, mais barato fica.
Ele olhou para ela e comentou:
– E se não comprar nenhum, a economia é maior ainda.
(Felipe, 9 anos)
– Mamãe, vou te contar um segredo: eu tenho um pouco de medo do escuro. Mas o escuro também tem medo de mim!
(Isis, 4 anos)
– Mãe, o que é faculdade?
– É onde a gente estuda depois da escola. Quando a gente decide fazer algo na vida e quer ser muito bom naquilo. Por exemplo, o que você quer ser quando crescer?
– Eu quero ser pai!
(Bernardo, 4 anos)
Sabendo que a escola estava ensaiando uma música em homenagem ao Dia dos Pais, perguntei:
– Filho, qual música você está ensaiando pro dia do papai?
– Ah, eu não quero cantar agora.
– Mas a mamãe queria saber…
– Mas eu não quero cantar agora. Eu não sou Alexa!
(Noah, 4 anos)
– Amor, o que você quer dar de presente pro papai no Dia dos Pais?
– Um banho.
(Bernardo, 2 anos)
– Mamãe, depois do dia das Mães e dos Pais é o dia dos filhos?
– Sim, filho. Tem o Dia das Crianças.
– Aí a mãe e o pai vão cantar música para os filhos?
(Gabriel, 4 anos)
Domingo, dia dos Pais, ao fazer a oração da noite, Milena soltou essa:
– Deus, já que você é o pai de todos nós: feliz dia dos pais!
(Milena, 5 anos)
Uma cachorrinha aqui na rua pariu essa semana, então brinquei com o Antônio perguntando:
– Será que os filhotes são do Ross? – nosso cachorro.
– Claro que não, mamãe. Se os filhos fossem do Ross ele estaria lá ajudando a Zozo cuidar deles.
(Antônio, 9 anos)
No Dia dos Pais, acordei com minha filha me dando parabéns.
– Obrigada! Mas, filha, hoje é o Dia dos Pais…
– Dia dos Pais também é o dia das mães, porque quando tem “reunião de pais” na escola, a mãe também pode participar.
(Maria Júlia, 5 anos)
Vítor tinha que escrever uma frase na escola sobre “o que sua família significa para você”. No dia da reunião de pais, a professora me entregou o bilhete, já rindo. Abri e estava escrito:
– Família é amor. E é a única forma de sobreviver, porque família te dá comida.
(Vítor, 7 anos)
Ana Luiza estava brincando com um amiguinho da creche, quando escutei:
– Bate, vai! Me bate que você vai ver o tamanho do meu pai!
Na hora, perguntei o que estava acontecendo e ela prontamente:
– Nada. Estou só avisando!
(Ana Luiza, 3 anos)
– Filha, o que vamos comprar de presente pro papai no Dia dos Pais?
– Uma Hello Kitty!
– Mas, o que ele vai fazer com uma Hello Kitty?
– Brincar comigo, ué!
(Rafaella, 2 anos)
Em clima de Olimpíadas, uma seleção de pérolas que valem ouro pra celebrar o esporte 🙂
Estava passando uma luta de judô na tv em razão das Olimpíadas. Do nada, Miguel comentou:
– Esse moço já não tá grande pra ficar brincando de ninja?
(Miguel, 4 anos)
Estávamos assistindo às notícias das Olimpíadas, quando apareceu o atleta de boxe dando entrevista e a Manu perguntou:
– Mamãe, como é essa competição de boxe? É pra ver quem termina o banho primeiro?
(Manuela, 6 anos)
Jogo de vôlei passando na tv e a Julieta:
– Pai, é basquete?
– Não, Ju. É vôlei.
– Vôlei futebol?
– Não, só vôlei. Joga com a mão.
– Ah, então é todo mundo goleiro, né?
(Julieta, 5 anos)
– Como foi a aula de natação?
– É “nadação”, tia. Porque vem de nadar.
(Cecilia, 5 anos)
Estávamos deitados na cama assistindo atletismo nas Olimpíadas, quando a Ana Luisa comenta:
– Mamãe, eu acho tão bonito esse esporte. Quando eu crescer quero fazer o pulo com graveto.
(Ana Luisa, 8 anos)
Estávamos assistindo o vôlei de praia nas Olimpíadas e a Amanda perguntou:
– Com quantos pontos acaba?
– São 21 pontos em cada set.
– Mãe, mas se acaba em 21 porque chama 7?
(Amanda, 8 anos)
– Filho, nas Olimpíadas existem vários esportes e os melhores atletas ganham medalhas.
– Eu acho que devia ter “fazer comida” nas Olimpíadas porque aí a vovó ia ganhar a medalha de ouro muito fácil.
(Davi, 6 anos)
– Filho, olha essa corrida com obstáculos, que difícil!
– Por que eles não passam por baixo, papai?
(Olavo, 5 anos)
Estávamos conversando sobre as Olimpíadas. Ele concluiu:
– Primeiro lugar é número um, de ouro. O segundo lugar é número dois, de prata. E o terceiro lugar é número três, de “brownie”!
(Davi, 3 anos)
– Filho, vou te colocar numa aula de atletismo para você ir para as Olimpíadas. Já pensou se você ganha uma medalha?
– Mamãe, não precisa! Você já é minha medalha!
(Miguel, 6 anos)
Na hora do lanche, a professora percebeu duas crianças discutindo e foi ver o que era.
– Por que vocês estão brigando?
Então a criança, lendo o rótulo do salgadinho, perguntou:
– Tia, não é que glúten é bunda?
(Letícia, 6 anos)
Estava abraçadinha com meu filho quando perguntei:
– Filho, você me ama?
E ele:
– Sim e não. É uma mistura.
(Henrique, 4 anos)
Os priminhos estavam brincando na sala da madrinha e quebraram uma ampulheta de vidro que estava de enfeite na estante. Ao perguntar para o meu filho o que havia acontecido, ele respondeu em tom de piada:
– Então, mamãe, o tempo acabou!
(Joaquim, 5 anos)
Estou grávida e com a memória fraca. Eu tinha duas coisas pra contar pra minha mãe, mas esqueci as duas. Perguntei pro meu filho:
– Joaquim, o que eu ia falar mesmo?
– Sei lá. Eu não sou os divertidamente da sua cabeça.
(Joaquim, 8 anos)
– Eu não entendo a mãe! Quando eu falo que não quero mais comer a comida “normal”, a senhora diz: come tudo agora! Mas quando eu falo que não quero mais meu pedaço de pizza, a senhora fala: então me dá!
(Alice, 6 anos)
Maitê ao provar uma mexerica azeda:
– Mamãe, essa está muito azeda. A gente comprou uma mexerica de limão.
(Maitê, 3 anos)
Estava brincando com meu filho no parquinho e ele achou um graveto de árvore:
– Olha, papai, uma varinha!
– Que legal, filho! Que magia você vai fazer?
– Vou fazer você ficar bonito.
(Leonardo, 4 anos)
Chegando na escola em um dia com muito trânsito:
– Que bom! Chegamos ao nosso intestino.
(Benício, 4 anos)
Na aula de inglês, falávamos sobre nossos sentimentos quando um dos alunos perguntou à professora:
– How are you feeling today?
– Good… – ela respondeu.
Ele ficou em dúvida, mas logo um amigo ajudou:
– Ela está se sentindo gostosa.
Todos congelaram. Até que ele continuou:
– Minha mãe fala “very good” toda vez que come algo muito gostoso.
(Pietro, 6 anos)
Já eram onze da noite e nossos dois filhos e o cachorro ainda estavam com muita energia. O pai estava com a mão na cabeça pedindo para que parassem e já sem paciência. Minutos depois, a Maria parou repentinamente, olhou para ele e o chamou:
– Pai, dois é difícil, né?
(Maria Clara, 5 anos)
Otávio voltou para a escola e comentou:
– Padrinho, eu tenho duas notícias: uma boa e uma ruim. Qual você quer ouvir primeiro?
– As duas. Me conta?
– A ruim é que minha mãe achou um piolho na minha cabeça e ele estava vivo. A boa é que ela achou outro e ele estava morto.
(Otávio, 5 anos)
Meu sobrinho vivia pedindo para ter um coelho de estimação. Certo dia, ele insistiu tanto que a explicação da mãe para não comprar o coelho foi:
– O coelho vai dar muito trabalho. Vai fazer cocô, vai querer brincar, precisa tomar banho…
Um tempo depois, ele voltou:
– Mãe, coelho tem mãe?
– Tem, Pedro, claro.
– Então compra a mãe dele também.
(Pedro, 4 anos)
Meu esposo estava conversando com o Rafael sobre amar e cuidar das pessoas:
– E se um dia a vovó ficar doente, o que você vai fazer?
– Vou levar ela no veterinário, ué.
(Rafael, 3 anos)
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#frasesdecriancas
Um carrossel especial para lamen… celebrar a volta às aulas.
– Bê, e qual a parte que você mais gosta da escola?
– As férias.
(Bernardo, 7 anos)
– Gui como foi na escola?
– Muito legal. Tenho uma professora nova.
– Que bom, filho. Como ela se chama?
– Hum… É o mesmo nome quando queremos contar algo… Lembrei! É Notícia.
– O nome da professora é Letícia?
(Guilherme, 7 anos)
– Theo, o que você vai falar que fez nas férias quando a professora perguntar?
– Nada, mãe, senão ela vai ficar com vontade.
(Theo, 7 anos)
Estava explicando para o meu filho que as aulas iriam retornar e ele comentou:
– Mas eu não posso ir. Tô doente.
– Doente de quê? Qual a sua doença?
– Férias.
(Vitor, 2 anos)
Conversando com o Theo sobre a volta às aulas:
– Theo, essa semana vou conhecer sua professora. Quer saber quem é?
– Não, mãe. A coordenadora disse que é surpresa, então é assim que deve ser.
Em seguida ele retoma o assunto:
– Mãe, quando conhecer, só me diz uma coisa?
– Claro, filho, o que você quer saber?
– Me conta se ela é feliz? Quero muito que ela seja feliz.
(Theo, 6 anos)
No meio das férias, a seguinte conversa:
– Davi, quando voltarem as aulas a gente volta a rotina.
– É verdade, eu estou desrotinado mesmo, nem sei mais que dia da semana é hoje.
(Davi, 7 anos)
Minha mãe comprou alguns presentes de volta as aulas para os netos. Clara ganhou uma mochila, mas minha mãe não encontrou do personagem que o Samuel gosta e perguntou:
– Qual mochila você gostaria de ganhar?
– Ah, vó, não precisa comprar mochila pra mim, não.
– Então o que você quer, Samuel?
– Pode ser um PlayStation.
(Samuel, 7 anos)
– Como foi seu primeiro dia de aula?
– Foi tão bom que eu nem lembrei que você existia!
(Lionel, 5 anos)
Meu primo insistia em dizer que não queria ir pra escola, porque queria dormir um pouco mais. Certa vez, eu disse:
– Dormir é para os fracos, os fortes estudam!
– Então eu durmo com os fracos.
(Guilherme, 4 anos)
Volta às aulas e perguntei:
– E aí, Caetano, você encontrou o Miguel hoje?
– Ah não, ele agora tá na outra cela.
(Caetano, 3 anos)
Lucas soltou um pum muito alto. Na sequência, ele deu risada e falou:
– Ah, eu fico muito feliz quando eu faço isso!
(Lucas, 5 anos)
Meu sobrinho faz cara feia ao ver o avõ molhando o pão com manteiga no café com leite antes de comer.
– Eca, vovô!
– Faz igual pra tu ver como é bom.
Resistente, mas curioso, ele molhou o pão no leite com chocolate, comeu e com cara de surpresa respondeu:
– Vovô! Isso é tão bom que parece que o mundo está se partindo!
(Miguel, 4 anos)
– Vovô, qual é o nome dessas árvores?
– Eucalipto.
João ficou mudo e o vovô falou:
– Vamos lá, repita a palavra para você aprender: eu-ca-lip-to.
E o João:
– Vo-cê-ca-lip-to.
(João, 3 anos)
À noite, antes de dormir, Luara falou para o pai:
– Eu te amo, pai.
– Que lindo, Luara! Mas o que é o amor pra você?
– Ah, pai. É aquilo que eu sinto quando você lava a louça pra mamãe.
(Luara, 6 anos)
– Mamãe, o que é chantagem?
– É quando você só faz uma coisa por estar interessado em ganhar algo em troca.
– Ah, entendi. Igual a um ter um emprego.
(Bernardo, 7 anos)
Helena mudou de cidade e foi morar longe da avó. Certo dia, fiz uma brincadeira com ela em que falava uma palavra e ela tinha que dizer a primeira coisa que lhe vinha à mente:
– Uma alegria…
– Oi, vovó!
– Uma tristeza…
– Tchau, vovó.
(Helena, 5 anos)
Fomos em uma festa de aniversário e a Isabela conheceu duas amiguinhas gêmeas. Na volta, comentando sobre o evento com o pai, ela disse:
– Papai, sabe aquelas amigas de vestido vermelho? Elas vieram repetidas.
(Isabela, 3 anos)
– Filho, vamos dormir com o papai?
– Sim!
Nessa hora, a mãe estava no banho. Quando ela saiu, o Raul virou para o pai e disse:
– Papai, eu acho que quero dormir com a mamãe.
– Poxa, filho, por que? Você é meu amigão, meu melhor amigo…
– Você também é meu melhor amigo. Mas você é duro e a mamãe é macia e confortável.
(Raul, 3 anos)
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#frasesdecriancas #DiaDosAvos #Vô #Vó #Vovô #Vovó
No final da oração:
– Ah, e traga minha avó de volta…
Então pensou um pouco e continuou:
– Mas só se ela voltar normal. Se for como zumbi, pode deixar ela aí.
(Manoel, 4 anos)
– Gustavinho, vamos levantar para tomar café.
– Não vou tomar café, vovó.
Meu pai disse que vem me buscar depois do café.
(Gustavo, 5 anos)
Cecília pediu a chupeta, insistiu. A contragosto, a avó deu. Depois perguntou:
– Cecília, o que tem nessa chupeta? Ela é gostosa?
– Sim.
– Sei… e que gosto tem essa chupeta?
– Tem gosto de vovó.
(Cecília, 2 anos)
– Mãe, quando o dente cai, a Fada dos Dentes traz dinheiro, né?
– Traz, filho.
– Ah! Então meu avô é rico.
(Miguel, 5 anos)
A avó do Carlos chegou em casa, viu ele comendo e disse:
– Mastigue direitinho para poder engolir, igual a vovó. A vovó mastiga direitinho.
– Com a sua dentadura?
– Quem disse que eu uso dentadura?
Tentando contornar, ele respondeu:
– Mas toda moça bonita da sua idade usa dentadura.
(Carlos, 6 anos)
Toda terça e quinta a avó vai buscar o Bento na escola.
Certa quinta, vovó teve de viajar e apenas o avô foi buscá-lo.
Indignado com a ausência da avó no compromisso, Bento pediu para que o avô ligasse para ela.
Feliz com a ligação do neto, a avó explicou calmamente o porquê da sua ausência…
Com voz firme e pouco amigável, Bento questionou:
– Vó, onde você está?
– Meu querido, a vovó teve de viajar à trabalho, mas nos veremos no final de semana.
– Você não foi me buscar na escola hoje, é isso que você quer da sua vida?
(Bento, 4 anos)
O brinco da Esther havia caído durante uma brincadeira com seu avô. Ele tentando procurar o brinco no chão, sentiu a neta muito ansiosa e perguntou:
– O que foi, Esther?
– Vai logo, vô. Se você demorar mais um pouco o buraquinho fecha e eu viro menino.
(Esther, 3 anos)
Caio olha para seu bisavô sentado na poltrona e pergunta:
– Por que seu braço tá murcho?
O bisavô começa a chorar e diz:
– Tô velho. Tem que jogar fora, no lixo…
– Nããão. Eu gosto de braço murcho.
(Caio, 4 anos e seu bisavô 89)
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#frasesdecriancas #DiaDosAvos #Vô #Vó #Vovô #Vovó
– Mamãe, por que eu amo a vovó?
– Não sei, meu filho. Você que tem que saber. Eu não sei, não.
– Mas eu já nasci assim… com ela dentro de mim!
(Ruy, 5 anos)
A Nina está passando o feriado no interior, na casa da avó. Acordou de manhã e avisou:
– Vovó, é bom você aproveitar muito bem esse dia, porque amanhã eu vou embora.
(Nina, 5 anos)
Vovó, finge que você é uma pessoa normal.
(Gustavo, 7 anos)
– Angelina, cadê sua avó?
– Foi para a igreja e depois ela vai sair com as amigas para beber cerveja sem álcool.
(Angelina, 5 anos)
Iago não via os avós há uma semana, então pediu pra dormir na casa deles.
Logo que chegou, o avô falou:
– Iago, vá comer alguma coisa.
– Não quero, vô.
– Você veio pra cá para passar fome, é?
– Não, vô. Eu vim para passar a saudade.
(Iago, 6 anos)
– Tia, a bisavó é maior chata, né?
– Por que a bisa é chata, Matheus?
– Por que eu pedi benção para ela.
– E o que ela respondeu?
– Deus te abençoe.
(Matheus, 4 anos)
A avó chegou em casa cansada, cheia de coisas para fazer e falou consigo mesma:
– Meu Deus, nem sei onde estou.
A Laura de longe, ouvindo tudo, chegou perto e disse olhando nos olhos dela:
– Tá difícil! Você está em casa! Esta aqui é a sua casa!
(Laura, 5 anos)
Rafaella foi à missa com sua vó. A avó decidiu tomar a hóstia e foi para a fila. Rafaella foi junto pois estava muito curiosa sobre o que estava acontecendo. Após ver a avó receber a hóstia, ela perguntou:
– Vó, o que é isso que está comendo?
– É o corpo de Cristo.
A Rafaella ficou brava e disse:
– Vó, você é vegetariana. Não pode!
(Rafaella, 7 anos)
Minha avó morreu e eu herdei um anel dela. Maria viu e perguntou:
– Mamãe, por que você está com o anel da bisa?
– Porque para onde ela foi não se usa joia.
– Porque lá ela é que é a joia, né?
(Maria Heloísa, 4 anos)
Estávamos assistindo o comercial de um supermercado quando apareceu: “Patinho resfriado por R$ 28,90”. Murilo comentou:
– Tadinha da carne, mãe. Tá doente! Existe médico para carne?
(Murilo, 5 anos)
O Gabriel e o Tito estavam tocando o terror no avião, quando encontraram uma garotinha igualmente bagunceira, que perguntou:
– Qual seu nome?
Silêncio…
– Eu sou Gabriel, o forte. E este é o Tito, o veloz!
(Tito, 1 ano e Gabriel, 6)
– Daniel, o que você quer de sobremesa?⠀
– Uma coisa que começa com A.⠀
– Abacate? Abacaxi?⠀
– Não, vovó. A-bre a caixa de BIS!⠀
⠀
(Daniel 4 anos)
– Ana, quando o seu primo nascer, você vai ajudar a trocar a fralda?
– Cada um com seus BO, tia.
(Ana Clara, 4 anos)
Estava sentada com Léo brincando de perguntas e respostas e questionei:
– Léo, o que é fotossíntese?
Ele imediatamente respondeu:
– Ah, Fafá! Você sabe que eu ainda não sei inglês!
(Leonardo, 6 anos)
– Tito, qual é o seu brinquedo favorito do mundo todo?
– Qualquer um que você brinque comigo.
(Vitor, 2 anos)
Estava preparando meu filho para dormir e, como ele ainda usa fralda à noite, perguntei:
– Quando você vai deixar de usar fralda?
– Amanhã, quando eu virar o meu pai… Aí eu vou ter um pezão, uma pernona e uma cabeça oca.
(Felipe, 3 anos)
– Mamãe, o que você tem?
– Cólica! Geralmente sinto essa dorzinha todo mês.
– Mas que azarada você é, né?
(Gael, 5 anos)
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#frasesdecriancas
– Poxa, Marina! Outra anotação na agenda. Por que isso?
– Porque eu sou desatentada?
(Marina, 10 anos)
– Guilherme, venha aqui para a mamãe lhe dar um beijo, meu primogênito!
– Mãe, o que é primogênito?
E antes que eu respondesse, meu caçula falou:
– Guilherme, primogênito é o primeiro nojento!
– Filho, primogênito é o primeiro filho.
– Então se o Guilherme é o primeiro nojento eu sou o segundo nojento!
(Guilherme, 8 anos e Henrique, 5)
Eu estava falando com a minha filha:
– A maternidade às vezes é cansativa, por isso as mães ficam nervosas. Quando você crescer e quiser ser mãe, você vai ver.
– Quando crescer, eu nem quero ser mãe. Quero ser pai!
(Luiza, 4 anos)
Paramos na farmácia pra comprar meu anticoncepcional e o Arthur perguntou:
– Mãe, meu pai vai comprar o quê?
– Meu remédio.
– Remédio pra quê?
– Pra não ter filho.
Segundos de silêncio…
– Então eu vou morrer, mãe!?
(Arthur, 5 anos)
Fomos em uma loja e meu filho me ajudou a escolher um colar. Mais tarde, em casa, coloquei o colar e perguntei:
– O que você achou, filho? Ficou bonito na mamãe?
– Uau, mamãe! Eu amei sua coleira!
(Anael, 3 anos)
Minha filha estava brincando com suas panelinhas, quando virou pra mim e disse:
– Mamãe, estou fingindo que aqui é a minha cuzão!
Olhei perplexa pra ela, mas resolvi perguntar:
– E o que é uma cuzão?
– Uma cozinha bem grande, ué! Não tá vendo que eu sou uma chef?
(Maria Isabella, 4 anos)
– Mãe, como a senhora gosta de tapioca, vou pedir para o papai comprar uma tapiocaria para a senhora. De um lado vai ter o setor das tapiocas e do outro vai ser de formatura.
– Formatura?
– É, a formatura das tapiocas. Forma de jacaré, dinossauro, elefante…
(Benício, 6 anos)
Voltando da escola, Malu me perguntou:
– Mamãe, que palavra você acha mais bonita?
– Ah, filha gosto de tantas. Mas as que mais gosto são: amor, fé, gratidão, amizade! E você, que palavra você acha mais bonita?
– Ah, mamãe, eu gosto da palavra “bosta”. É tão bom falar “ai que bosta!”.
(Maria Luiza, 7 anos)
Todas as noites, antes de ir dormir, fazemos nossas orações juntas. Dessa vez, Mariana pediu para fazer sozinha. Rezou tudo bonitinho, até que:
– Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no príncipe encantado sempre, amém!
(Mariana, 3 anos)
Estávamos na mesa e o papai pediu para o Bernardo fazer uma oração:
– Senhor, abençoe quem não tem comida. Amém.
– Ô loco, Be, só isso? Ora mais.
– Não posso. Estou fazendo oração curta para não gastar a voz.
(Bernardo, 5 anos)