– Mamãe, posso te perguntar uma coisa que estou preocupada?
– Claro, Lú.
– Mamãe, a gente tem que pagar o coelho da Páscoa ou ele tem uma fábrica de chocolate de verdade?
(Luiza, 4 anos)
– Mamãe, posso te perguntar uma coisa que estou preocupada?
– Claro, Lú.
– Mamãe, a gente tem que pagar o coelho da Páscoa ou ele tem uma fábrica de chocolate de verdade?
(Luiza, 4 anos)
Estava estudando geografia com minhas filhas e perguntei:
– Meninas, quais são os movimentos da terra?
– Rotação e inflação.
(Helena, 6 anos)
Eu estava doente e minha filha estava no quarto, ajudando com meus cuidados. Ela pegou o termômetro e me perguntou:
– Mãe, precisa medir o temperamento?
(Manuela, 4 anos)
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– Primeiro vou focar nos estudos e depois vou procurar uma rainha… para completar o coração do rei aqui.
(Pedro, 11 anos)
Minha tia estava fazendo uma oração antes de dormir:
– Que Deus cuide da vó Marlene, do vô Geraldo…
E o Francisco completou:
– …e do “vô Verine”.
(Francisco, 7 anos)
– Deus criou o mundo em seis dias. E no sétimo dia, o que Ele fez?
– Ele morreu.
– Não, ele descansou.
– É a mesma coisa. Porque minha mãe falou que só vai descansar quando morrer.
(Laura, 6 anos)
– Minha filha, cadê seu pai e sua irmã?
– O papai tá colocando ela pra dormir, mãe.
– Ela chorou muito?
– Não, não se preocupe. O papai é uma boa mãe.
(Elza Sophia, 5 anos)
Eu estava ensinando meu afilhado a contar os números em inglês:
– Repita com a Dinda: thirteen (13), fourteen (14), fifteen (15)…
– Tortinho, fortinho, fifitinho.
(Bernardo, 3 anos)
– Mãe, quando alguém morre dormindo, ela acorda e morre ou ela vai no embalo?
(Jessica, 9 anos)
Era hora de dormir e eu disse:
– Filho, eu te amo daqui até a lua.
– Mamãe, eu te amo daqui até o ventilador.
– Como assim?
– A lua tá muito longe. Eu gosto de te amar de pertinho.
(Isaac, 5 anos)
A Duda vem correndo me mostrar a língua:
– Tia, minha língua tá roxa porque eu tomei suco de uva!
Logo em seguida, vem o Lipe:
– Olha, tia, eu tomei suco de maracujá!
O Vinicius observa tudo ao meu lado e decide mostrar a língua:
– E a minha, de que cor tá?
– De nenhuma cor, Vini. Você escovou os dentes?
– Sim! Ontem!
(Vinicius, 3 anos)
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– Mamãe, você é uma “procastinadora”.
– O certo é: procrastinadora. Por acaso sabe o que é isso?
– É quando a gente chama a mãe pra vir brincar e ela fala “já vou”, mas nunca vem.
(Luc, 6 anos)
Nossa família é formada pela adoção e fazia poucos meses que meu filho tinha chegado. Eu estava o colocando para dormir e, quando dei boa noite, ele ficou me olhando e disse:
– Sabe, mãe, você fez uma ótima escolha quando me escolheu!
(Jeferson, 7 anos)
Na aula de inglês, depois de encerrar uma atividade, disse para as crianças que elas poderiam “play dough” um pouco (fazendo a referência de que podiam brincar de massinha). Antonio, virou pra mim e disse:
– Tia Malu, quem “peidou”? Não fui eu, não!
(Antonio, 2 anos)
Na aula de inglês, a professora pediu para as crianças desenharem o que quisessem. Enrico desenhou uma pizza e foi mostrar para ela, que comentou:
– Olha, uma pizza. Delicious!
Furioso, ele respondeu:
– Não, tia, minha pizza não é “de lixo”!
(Enrico, 5 anos)
Ao fazer a oração, eu pedi:
– Senhor, nos dê saúde, segurança e sabedoria.
O Miguel, com as mãozinha postas, completou:
– E presunto também, porque eu adoro.
(Miguel, 2 anos)
Estávamos na casa dos meus pais e o Rafa, olhando atentamente para as mãos dos dois, disse:
– Vovô e vovó, vocês ficaram muito tempo com a mão na água?
(Rafael, 4 anos)
Em um dia chuvoso, com muitos raios e trovões, Lívia sentou na janela e ficou olhando para o céu. Assustada com aquele temporal todo, falei:
– Minha filha, saia da janela. Ela, encantada com os raios, respondeu:
– Não, mamãe. O papai do céu está tirando fotos de mim.
(Lívia, 2 anos)
Eu estava no banheiro quando o meu filho abriu a porta e eu disse:
– Poxa, Rudá, você não me dá paz!
– Eu dou amor, que é muito melhor!
(Rudá, 6 anos)
A amiga da minha filha foi dormir na nossa casa e quando apagamos as luzes, ela perguntou:
– Aqui tem monstros?
Minha filha respondeu:
– Não! Só espírito.
(Mariane e Olívia, 6 anos)
Há pouco, meu marido foi colocar nossa filha para dormir e perguntou:
– Malu, você sabe que feriado é amanhã?
– Eu sei, papai. Amanhã é a comemoração do 7 de setembro. É o dia em que São Pedro gritou “salve-se quem puder!”.
(Maria Luiza, 6 anos)
– Mãe, agora na escola eles ficam tocando música de comercial na hora da entrada.
– Como assim, filha? Que comercial?
– Aquela do posto Ipiranga. Eles falam “Ouviram do Ipiranga…”
(Laura, 5 anos)
– Mãe, me fale três desejos que você tem.
– Ah, Dani… uma casa, um sítio e uma viagem legal. E você? Fale três desejos.
– Que acabe a guerra da Ucrânia, que não desmatem a Amazônia e que ninguém passe fome.
(Daniel, 8 anos)
Lavínia estava fazendo uma tarefa da escola sobre o 7 de setembro onde deveria escrever três palavras para cada letra da palavra Brasil, que completasse a frase: “O Brasil que eu quero tem…”
– Com a letra B. O Brasil que eu quero tem: balada!
(Lavínia, 6 anos)
– Mãe, o que é “solesmãe”?
– Onde ouviu isso, Brunna?
– No Hino Nacional fala “solesmãe gentil, pátria amada Brasil”.
(Brunna, 7 anos)
– Filha, hoje a mamãe está de folga porque é feriado, é dia da Independência do Brasil.
– Nossa, mamãe, então hoje tenho que fazer tudo sozinha?
(Ana Beatriz, 5 anos)
João chegou da escola com um desenho sobre a Independência do Brasil e disse:
– Mamãe, sabe o que esse moço fez? Ele virou um cavaleiro e gritou bem alto: “o Brasil tá liberado!”
(João Miguel, 4 anos)
Meu filho, olhando a bandeira do Brasil, leu “Ordem e Progresso” e comentou:
– Não sei porquê, se o Brasil não tem nenhum dos dois.
(Danilo, 8 anos)
Pedi para que minha filha cantasse o Hino Nacional e ela:
– Ó Patria Amada, eu tô lascada, salve salve!
(Manu, 5 anos)
Eu estava na cozinha preparando o almoço e o Léo chegou perto da pia e me perguntou:
– O que está fazendo, mamãe?
– Estou limpando o frango, filho. Tirando os nervinhos…
– Ah, então pelo jeito esse frango era bem nervosinho, hein!
(Leonardo, 6 anos)
Vítor estava com tosse e a mãe comentou:
– Você já ficou muito doente esse ano…
– É que eu estou com alergia desse ano, mamãe.
(Vítor, 6 anos)
Helena deitou ao lado do irmãozinho na cama enquanto eu trocava a fralda dele. Ela pegou na sua mãozinha, olhou pra mim e disse:
– Olha, mamãe, a patinha!
(Helena 3 anos)
Estava levando minhas filhas para escola, quando começou a tocar uma música cujo início é “O meu combustível pra continuar…” e a Maria Alice comentou:
– Ah não! Até a música vai reclamar do aumento da gasolina!
(Maria Alice, 8 anos)
Certo dia, Louise e eu fomos ao correio. Na rua, nos deparamos com um cachorrinho. Louise virou para mim e falou:
– Mamãe, olha esse cãozinho. Ele está sozinho… precisamos comprar um dono para ele.
(Louise, 3 anos)
Chegou uma mensagem no celular e a Juju perguntou o que eu estava lendo.
– Recebi a notícia de que um paciente da mamãe morreu, Juju.
– Por que, mamãe?
– Porque o coraçãozinho dele não funcionava mais, tava muito fraquinho.
– Mas então ele não sentia mais amor?
(Juju, 5 anos)
Miguel quebrou um pedacinho do dente. Dei uma olhada e comentei:
– Será que esse dente ainda é de leite?
– Acho que não deve ser. Ele está bem duro!
(Miguel, 11 anos)
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– Mamãe, o Papai Noel existe há quanto tempo?
– Muitos anos…
– E ele morre?
– Acho que não.
– Uai, então vou pedir pra ser ele!
(Benício, 6 anos)
– Rafa, quer morango com leite condensado?
– Não, obrigada.
– Você não gosta mais de morango com leite condensado?
– Gosto, mas é que estou tentando dar uma reduzida no doce.
– Entendi… quer sorvete?
– Quero!
(Rafaela, 8 anos)
Estávamos no Uber e o Vitor começou:
– Mãe, eu quero um irmãozinho.
– Pede um pro seu pai.
– Ah, não pode ser pro Uber?
(Vitor, 3 anos)
Estêvão estava voltando às aulas depois da pandemia. A professora o recebeu na porta:
– Oi, Estêvão! Seja bem-vindo!
Ele saiu de trás de mim, olhou para a professora e disse:
– Estêvão, não. O meu nome é Sonic e eu sou muito rápido!
(Estevão, 3 anos)
O padrinho do Lucas é flamenguista fanático. Depois de uma derrota do time, a avó ligou por vídeo e falou:
– O Flamengo perdeu Lucas…
– Então tem que achar!
(Lucas, 3 anos)
– Vitor, o ouvido serve pra quê?
– Pra escutar!
– E o nariz, serve pra quê?
– Pra escorrer!
(Vitor, 3 anos)
Alice e Amarylis estavam na cozinha fazendo o próprio sanduíche. Depois de colocar o queijo, Alice perguntou para a irmã:
– Quer um peito de frango?
E Amarylis questionou:
– Sai leite?
(Amarylis e Alice, 7 anos)
Estava com a garganta inflamada e voz bem rouca. Durante o banho, minha filha perguntou porque minha voz estava tão baixa e eu disse que era porque estava doente. Ela respondeu:
– Ah, você está doente! Sua voz tá tão fraquinha que eu achei que estivesse sem sinal!
(Rafaela, 6 anos)
Todas as noites, leio para Lorenzo. Hoje ele escolheu o livro “Sinto o que Sinto” de Lázaro Ramos. Chegamos em uma parte da história em que uma professora pergunta ao aluno “Tito, se hoje eu lhe der três chocolates e, amanhã, quatro sorvetes, você vai ficar com… com?”. E o Lorenzo, antes que eu lesse a resposta do personagem, emendou:
– Com dor de barriga!
(Lorenzo, 4 anos)
Minha aluna foi mordida por um cachorro. Ao retornar para a escola perguntei se ela tinha tomado a vacina (antirrábica) e ela respondeu:
– Sim, já tomei. Vou tomar a segunda dose…
– Não falei da vacina contra Covid. Quis dizer a vacina da raiva!
– Ah, essa aí não! Mas eu preciso tomar porque fiquei com muita raiva!
(Julia, 7 anos)
– Nossa, tia, essa cama é a cara do Brasil.
– Por que, Laura?
– Porque tá muito bagunçada.
(Laura, 6 anos)
– Mamãe, queria que esse Covid fosse embora pra sempre. Estou com saudades dos tempos antigos e dos amigos que eu ainda não conheço.
(Isadora, 5 anos)
Estávamos fazendo compras para casa quando meu filho soltou:
– Mãe, antigamente as lojas colocavam promoção de “pague um e leve dois”, agora a gente paga como se fosse dois e leva só um…
(Luiz Felipe, 10 anos)
Oferecimento @humanicorretora
Enquanto a família se arrumava para sair, Analu olhou para o pai e disse:
(Analu, 2 anos)