Sou vegana e estava tentando explicar pro meu sobrinho quais os alimentos que não consumo.
– Leite pode?
– Não, porque vem da vaca.
– E ovo?
– Não, porque vem da galinha.
– Mas, carne de sol pode, né? Porque sol não é animal.
(Marcéu, 5 anos)
Sou vegana e estava tentando explicar pro meu sobrinho quais os alimentos que não consumo.
– Leite pode?
– Não, porque vem da vaca.
– E ovo?
– Não, porque vem da galinha.
– Mas, carne de sol pode, né? Porque sol não é animal.
(Marcéu, 5 anos)
Estava conversando com minha filha sobre como é maravilhoso ter filhos, mas que depois do terceiro não poderia ter mais.
– Mas, seria legal, mãe!
– Não, filha, tenho três filhos. Já tá bom.
– Não, mãe, você tem quatro filhos.
– Como assim?
– Eu, Alice, Derek e o papai.
– Malu, como assim?
– É que o papai às vezes se comporta como criança e você tem que educar!
(Malu, 8 anos)
Durante o jantar, o Luigi perguntou:
– Mãe, você já esteve em um relacionamento sério?
Um pouco assustada com a seriedade do assunto, respondi:
– Claro.
– Com quem?
– Com seu pai, oras.
– Ué, mamãe, mas você e o papai vivem rindo em casa.
(Luigi, 7 anos)
– Quando eu crescer, quero ser igual ao meu pai que gosta de livros e igual a você, mãe, que é interesseira!
– Ahn?! Como assim?!
– É, mãe, você é interesseira porque gosta de saber da vida dos outros.
– Ahn?! Como assim?! – de novo
– Mãe, você não é psicóloga? Então você gosta de saber da vida dos outros!
(Isadora, 9 anos)
Estávamos voltando da escola e Júlia me perguntou:
– Mamãe, o ladrão pula o muro da casa das pessoas para roubar?
– Sim, filha.
– Mas, roubar o quê? Dinheiro?
– Sim. Também, Ju.
– Ah, ufa! Ainda bem que a gente não tem!
(Júlia, 4 anos)
Estávamos almoçando e escutando Celine Dion, quando meus pais começaram a elogiar a cantora:
– Essa mulher é um espetáculo! Vocês, não tem ideia do que é show dela em Las Vegas! Incrível!
E eis que a minha sobrinha interrompe, respondendo:
– Ah… é porque vocês ainda não viram o show do palhaço Muçarela!
(Helena, 5 anos)
– Mamãe, amanhã eu tenho prova.
– Ah, tudo bem, você estará na escola.
– A “condenadora” da escola disse pra não faltar.
(João Pedro, 6 anos)
Estávamos fazendo a oração da noite e Sophia perguntou:
– Tia, se o papai do céu só vai nascer no Natal, como é que ele tá escutando a gente agora?
(Sophia, 5 anos)
– Tia, o que você está fazendo?
– Estou trabalhando.
– Mas, por quê?
– Pra ganhar dinheiro.
– Eu também quero.
– Trabalhar?
– Ganhar dinheiro.
(Bernardo, 3 anos)
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– Nina, deixe a mamãe te ajudar a tomar banho pra ir mais rápido.
– Não, você não pode me ajudar.
– Por quê?
– Ninguém pode mexer na minha parte “rítmica”.
(Nina, 5 anos)
Lucca estava brincando com o pai de massinha. Entregou a ele um pedaço e disse:
– Faça um trem com essa massinha. Se você achar difícil, peça a ajuda de um adulto!
(Lucca, 4 anos)
– Mamãe, quem colocou o Tobias na sua barriga?
Assustada com o rumo e o momento da conversa, eu respondi:
– Foi o seu pai, Maya.
Ela soltou uma gargalhada e acrescentou:
– Ai, mãe, você é muito engraçada! Eu sei que foi Deus.
(Maya, 4 anos)
– Mãe, preciso fazer uma apresentação na escola, mas ainda não sei o que fazer.
– Você pode contar uma piada ou cantar uma música. O que acha melhor?
– Não ir para a escola.
(Oscar, 5 anos)
Eu conversando com a Maria Clara e explicando que os meus pais não são de São Paulo:
– É que eles são mineiros.
– Ah! Como os 7 anões?
(Maria Clara, 8 anos)
– Filho, você prefere casa ou apartamento?
– Prefiro hotel, papai.
(Rocco, 4 anos)
– Clara eu vou tomar o seu xarope, estou tossindo muito.
– Tome, mãe. E sinta o gosto da maldade.
(Clara, 7 anos)
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– Pare de fazer bagunça senão você não vai para o céu.
– Eu não quero ir para o céu. Quero ir para a praia!
(Pedro, 3 anos)
Estou ensinando o Dominic a rezar. Certa noite, ele pediu para rezar sozinho e, quando chegou na Ave Maria, ele começou:
(Dominic, 5 anos)
Ví a Natália na janela olhando para a rua e perguntei:
– Está olhando o mundo?
– Não, mãe. Estou olhando a liberdade.
(Natália, 6 anos)
Em um restaurante, a garçonete veio recolher os pedidos.
– Eu quero um whisky!
– Mas, Murilo, você não tem idade pra isso! Ele apontou o cardápio e disse:
– Claro que tenho, mãe! Está escrito aqui: whisky, 8 anos e whisky, 12 anos. Eu quero o de 8!
(Murillo, 8 anos)
– Caio, quando crescer você quer trabalhar com o quê?
– Deixa eu pensar… testador de camas!
(Caio, 7 anos)
Levamos o Bernardo para cortar o cabelo. Quando a cabeleireira ligou a máquina e passou perto da orelha dele, ele disse:
– Cuidado com a minha orelha, porque eu preciso pendurar a minha máscara.
(Bernardo, 2 anos)
Estávamos numa festa e a Lavínia pediu para ir no pula-pula. Falei pra pular com cuidado porque tinha um garotinho menor no brinquedo.
– Tá bom, mamãe.
No final da brincadeira, ela voltou:
– Mamãe, pulei com tanto cuidado que quase tirei um cochilo!
(Lavínia, 7 anos)
Sentada no colo do pai, Catarina disse, com expressão dramática:
– Papai, tô com dor de cabeça.
– Onde dói, filha?
– Aqui no pé.
(Catarina, 4 anos)
– Mamãe não aguento mais!
– O quê, filha?
– Te amar tanto…
(Mellissa, 7 anos)
Estava contando para a Luísa que passaremos o Natal na casa dos bisavós dela, no sertão da Bahia. Ela escutou atenta e depois perguntou:
– Pai, porque lá é conhecido como sertão? É por que eles estão sempre certos?
(Luísa, 6 anos)
Estava ensinando a tarefa para a Maria Luiza quando ela perguntou:
– Mãe, caçador é com S ou SS?
– É com C, Malu.
– Ah, tá. Aquele C fazendo cocô, né?
(Malu, 8 anos)
PS: nunca mais vou enxergar o Ç da mesma forma.
Sou dentista e quando faço uma extração em crianças, costumo “prescrever” um sorvete. Depois de atender o Pedro, perguntei:
– Você ainda lembra o que não pode faltar depois da consulta?
– Sim.
– Um sor…
– Sorriso!
(Pedro, 8 anos)]
Em parceria com @humanicorretora
Gustavo estuda em um colégio bilíngue e já sabe algumas palavras em inglês. Por isso, fica perguntado como se traduz algumas delas:
– Mamãe, como é sol em inglês?
– É sun, filho.
– E como é lua?
– Lua é moon.
– Não, mamãe. Moon é vaca!
(Gustavo, 2 anos)
Estávamos pulando sete ondas no primeiro dia do ano. Na última onda, falei para meu filho fazer o pedido dele.
– Mamãe, quero açúcar na água do mar!
(Antônio, 2 anos)
– Filho, amanhã é dia de retornar para a creche, né?
– Sim
– Bem que podia ter creche para adultos…
– A creche dos adultos é o trabalho!
(Enzo, 3 anos)
Minha irmã contou para o Antonio que as coisas caiam por causa da Lei da Gravidade e falou sobre Isaac Newton. Certo dia, estávamos em casa, o brinquedo dele caiu no chão e eu perguntei:
– Antonio, por que o brinquedo caiu?
– Por causa da gravidade.
– Ah é? E quem descobriu?
– O Seu Ailton.
(Antonio, 3 anos)
Estávamos tomando lanche numa padaria enquanto esperávamos meu marido chegar. A certa altura, ela perguntou:
– Mãe, meu pai é seu marido?
– Sim.
– Seu marido está demorando demais!
(Alice, 4 anos)
– Mamãe, eu tentei segurar minha fome, mas ela fugiu da minha barriga e agora estou com fome de novo!
(João Lucas, 5 anos)
Meu filho estava sendo teimoso e, com tom de ameaça, falei:
– Marcus, eu só vou contar até três!
– Mas, tu não sabe contar até dez, mãe? Eu te ensino.
(Marcus, 3 anos)
– Titia, eu não gosto de mês de eleição porque eles colocam propaganda até no canal infantil e eu não tenho interesse. Eu não voto.
(Alice, 8 anos)
Fui fazer um macarrão e pedi a ajuda do meu filho que gosta de cozinhar. Quando fui colocar a massa na água, expliquei para ele que era só pra “dar um susto” na massa, para ela terminar de cozinhar no molho. Ele respondeu:
– Por quê? A massa com medo fica mais gostosa?
(Marcus, 5 anos)
Maria Luiza cantando o novo hit:
– Desembola! Bate! Joga gelatina!
(Maria Luiza, 3 anos)
Meu marido e eu sempre escutamos o noticiário no rádio pela manhã e, às vezes, reclamamos de políticos que são ladrões. Certo dia, estávamos estacionando o carro em uma rua sugeri que tivesse cuidado porque era um lugar perigoso. Atrás da gente, Enrico perguntou:
– Por que, mamãe? Aqui tem muitos políticos?
(Enrico, 3 anos)
Peguei a Helena no colo e disse:
– Nossa! Eu estou muito forte pra conseguir te carregar assim.
– É porque papai do céu está te dando forças.
(Helena, 4 anos)
Estava trabalhando em casa e, enquanto isso, Lucas e Letícia estavam gritando e correndo pelo quarto. Eu falei:
(Lucas, 6 anos e Letícia, 4)
Na escola, João tem mania de entrar dentro da caixa de brinquedos. Eu disse que a caixa não era forte o suficiente, mas dia desses ele entrou de novo e eu falei:
– João, lembra que a tia te pediu para não entrar mais dentro da caixa? Ela não aguenta você.
– Tia, eu te amo. Mas hoje tá muito difícil de continuar amando você.
(João Pedro, 3 anos)
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Humani. Há décadas cuidando dos seus planos.
#humanicorretora#CuidandoDosSeusPlanos
*Sobre publicidade no Frases de Crianças: o perfil não tem fins lucrativos. O lucro obtido com a veiculação de campanhas é revertido para iniciativas sociais que atuam na proteção da infância e apoio à educação. As marcas que patrocinam e apoiam nosso trabalho também apoiam, por consequência, esses projetos. Para saber mais, acesse o link .
Em celebração ao dia das receitas mais gostosas, dos colos mais fofinhos e das tarde inesquecíveis no sofá, segue aqui uma coleção de pérolas que celebram a avolescência. 👴🏼👵🏾🧓🏽
– Você vai tomar banho, vó?
– Vou.
– Deixa eu tomar banho com você?
– Não, Caíque, de jeito nenhum.
– Ah, vó… eu prometo que não vou rir.
(Caíque, 4 anos)
A vovó estava se trocando enquanto cantava e dançava para a neta antes de irem brincar no quintal. Então perguntou:
– Como sua vovó é maluquinha, né Nina?
– Não! Minha vovó é perfeitinha.
(Nina, 6 anos)
Meu pai estava atrasado para sair, quando a Angel lhe pediu:
– Vovô, brinca comigo?
– O vovô está atrasado agora. Mas quando voltar, eu brinco, tá?
Sem pensar muito, ela respondeu:
– Mas eu também tô atrasada pra brincar!
(Angel, 3 anos)
– Davi, essa semana você vai ver a vovó. Ela está com saudade.
– Eu também estou.
– Mas temos que tomar todos os cuidados: lavar as mãozinhas com água e sabão; passar álcool em gel; usar a máscara e, por enquanto, não pode abraçar e beijar a vovó, tá?
– Ué, mas como eu vou amar ela se eu não posso abraçar?
(Davi, 5 anos)
Ceceu, na casa dos avós, atende o telefone.
– Alô, quem tá falando?
Do outro lado da linha:
– É o Jesus. Posso falar com o Seu Ângelo?
Ceceu tira o telefone da orelha e grita:
– Vovô! Papai do Céu quer falar contigo!
(Ceceu, 4 anos)
Depois de ter deixado meu filho durante o fim de semana com os avós pela primeira vez, perguntei:
– Quantos chocolates a vovó te deu?
Ele pensou um pouco e respondeu:
– Mais ou menos bastante, mãe.
(Vinícius, 4 anos)
Helena mudou de cidade e foi morar longe da avó. Certo dia, fiz uma brincadeira com ela em que falava uma palavra e ela tinha que dizer a primeira coisa que lhe vinha à mente:
– Uma alegria…
– Oi, vovó!
– Uma tristeza…
– Tchau, vovó.
(Helena, 5 anos)
Chegou o aniversário do vovô e perguntei ao Miguel o que ele gostaria que eu comprasse para presenteá-lo:
– Quero dar um terno.
– Muito bom, filho. Só isso?
– Um sapato também.
– Ok. Um terno e um sapato.
– E uma caixa de bombom.
– Mas o vovô não come chocolate, filho.
– É, mas toda vez que ele ganha, ele dá pra mim.
(Miguel, 5 anos)
– Mamãe, corre aqui pra ver esse vídeo. Olha essa vovó dançando. Dá até vontade de chorar.
– Por que você vai chorar, filho?
– É o vídeo mais lindo que já vi. Dá uma coisa boa no coração.
(Heitor, 7 anos)
Estávamos brincando no quarto da Babi e ela disse que teríamos que atravessar um portal.
– Eu vou na frente e você fica aqui me esperando.
Ela começou a entrar no guarda-roupa e logo voltou correndo:
– Ah, fica com esse casaquinho aqui pra você porque pode esfriar.
(Bárbara, 5 anos)
Meu marido estava fazendo dever de casa com a Valentina, nossa filha mais velha, quando leu a pergunta:
– Havia 8 lápis na mesa de Mariana. Lucas colocou mais 6 lápis. Quantos lápis ficaram na mesa?
Alice, a mais nova, rapidamente respondeu:
– Vários!
(Alice, 3 anos)
Estávamos no carro e começou a tocar uma música que eu gosto. Aumentei o volume e disse pra minha filha escutar e prestar atenção. Comecei a cantar junto, toda empolgada, até que ela me olhou séria e disse:
– Ô, mãe, deixa a titia cantar sozinha.
(Rafaela, 2 anos)
Estávamos indo para uma festa, mas antes passamos no mercado e compramos duas garrafas de Coca-Cola. Meus filhos ficaram com os refrigerantes no banco de trás brincando que eram seus filhinhos: “Filhinho deita aqui, filhinho coloca o cinto, etc”. No caminho, passamos em frente a uma fábrica da Coca-Cola. Isadora pegou a garrafa, levantou-a e disse:
– Olha aqui, filhinho. Aqui é a maternidade onde você nasceu.
(Isadora, 8 anos e Miguel, 7)
Meu filho foi tomar a segunda dose da vacina contra Covid-19 com o pai. Quando voltou pra casa, a primeira pergunta que me fez foi:
– Mãe, quem tomou a duas doses da vacina já pode abraçar? Eu quero poder abraçar meus amigos.
(João Vinícius, 6 anos)
Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas ao mesmo tempo sem querer podar sua autonomia, comentei:
Olívia foi se trocar para ir à terapia e voltou calçando chinelos. Um pouco incomodada, mas ao mesmo tempo sem querer podar sua autonomia, comentei:
– Está pronta, filha? Não prefere colocar uma sandália? Acho que fica mais elegante…
– Mãe, a gente se veste elegante para passear, ir em uma festa ou no shopping, não para falar dos nossos sentimentos. Na terapia a gente vai vestido “da gente mesmo”.
(Olívia, 7 anos)
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Décimo dia de Guerra entre Rússia e Ucrânia. A TV estava ligada no noticiário e a Manu perguntou:
– Mãe, porque a Rússia está brigando com a Ucrânia?
– O presidente da Rússia é malvado e quer pegar o país da Ucrânia pra ele.
– Mas, se ele quer pegar pra ele porque que está destruindo tudo?
(Manu, 6 anos)