– Filho o que tem no seu coração?
– Chocolate!
(Davi, 3 anos)
– Filho o que tem no seu coração?
– Chocolate!
(Davi, 3 anos)
O Samuel estava assistindo um programa de competição cuja premiação era de 10 mil dólares. Quando ele ouviu o valor do prêmio, disse:
– Porque 10 mil dólares? É sempre assim, dólares, dinheiro… Será que não podiam ser 10 mil balinhas, carrinhos ou pirulitos? Bem melhor, né?
(Samuel, 5 anos)
Se tem uma coisa que move a gente ao trabalhar nessa página é pensar que cumprimos um propósito. Divulgamos aqui frases de crianças que estão cercadas por adultos que as amam e querem dividir com a gente e com o mundo as coisas engraçadas e fofas que elas dizem.⠀
Mas, é doloroso pensar que tem um monte de outras crianças em nosso país, milhões delas, cujas frases e momentos não são acompanhados e registrados. Tem sua infância reduzida, sua inocência roubada e deixam de poder desfrutar com dignidade algo que, de tão importante, é também um direito. Não deveria ser assim.⠀
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E todos nós podemos ajudar a mudar isso.⠀
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Gostaríamos de devolver frases para essas crianças. Por isso, além do esforço que fazemos ao reverter 100% dos lucros da página para causas, queremos inaugurar hoje uma parceria importante com a ONG Visão Mundial.⠀
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Essa é uma campanha de conscientização e também um convite. Se você tem um celular ou computador com acesso à internet para ler esse post, significa que você está entre os 10% de pessoas mais ricas no Brasil. E pode ajudar.⠀
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Fizemos uma conta aqui: imagine se cada seguidor do FDC no Instagram doasse com 1 real para uma causa. Só 1 real. Só aí já seria R$ 1.127.000 arrecadados e revertidos para crianças em situação de vulnerabilidade. Já pensou no tamanho da transformação que esse dinheiro pode realizar? Já pensou no impacto que podemos ter juntos?⠀
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Admiramos demais o trabalho da Visão Mundial. Pessoalmente, somos padrinhos da ONG já mais de 10 anos e sabemos do trabalho sério que fazem no país. Durante essa pandemia de COVID, a ONG já ajudou a proteger 2,7 milhões de pessoas no Brasil. O programa de apadrinhamento da ONG tem 70 mil crianças que, todos os meses, são apoiadas com educação, segurança e acesso às necessidades básicas.
Estamos entrando hoje no “mês das crianças”. Se você pensou em dar algum presente para uma criança nesse período, nosso pedido é: que tal dar para mais uma?
O link para saber mais e fazer sua doação está na nossa bio, no stories da página e também no site: www.visaomundial.org/frasesdecriancas⠀
Doe!
– Mamãe, nós precisamos cuidar do papai.
– Por quê?
– Ele parece criança.
(Helena, 4 anos)
– Davi, essa semana você vai ver a vovó. Ela está com saudade.
– Eu também estou.
– Mas temos que tomar todos os cuidados: lavar as mãozinhas com água e sabão; passar álcool em gel; usar a máscara e, por enquanto, não pode abraçar e beijar a vovó, tá?
– Ué, mas como eu vou amar ela se eu não posso abraçar?
(Davi, 5 anos)
– Primeiro vou focar nos estudos e depois vou procurar uma rainha… para completar o coração do rei aqui.
(Pedro, 11 anos)
Eu estava doente e minha filha estava no quarto, ajudando com meus cuidados. Ela pegou o termômetro e me perguntou:
– Mãe, precisa medir o temperamento?
(Manuela, 4 anos)
Eu tentando descobrir os apelidos do meu filho na nova escola:
– Como a tia da escola te chama?
– Léo.
– Como seus amigos te chamam?
– Leléo.
– E como a professora te chama?
– Léééooo, sentaaaa!
(Leonardo, 3 anos)
Eu estava assando pão de queijo e o meu filho reclamou da demora. Perguntei se ele queria comer alguma outra coisinha para enganar o estômago e ele respondeu:
– Não adianta, mãe. Meu estômago não acredita nessas coisas.
(João Vicente, 5 anos)
Estávamos assistindo o filme “O Pequeno Buda” e a minha irmã perguntou:
– Pai, então esse que é o Buda que Bariu?
(Giuliana, 4 anos)
O Thomas foi cortar o cabelo com o pai. Na volta, com o cabelinho super curto, eles chegaram em casa e eu comentei:
– Mas, gente, cadê o Thomás? Esse menino não é o meu filho. O meu tem outro cabelo!
– Mãe, calma, sou eu mesmo! Tô aqui!
(Thomas, 3 anos)
– Filho, você dormiu bem?
– Não, porque os passarinhos ficam cantando lá fora e não me deixam dormir direito. Aí o meu sonho fica dando ré.
(Igor, 4 anos)
– Acho que o Raul está com urticária.
– Mas, urticário não é perfume?
(Maria Flor, 6 anos)
Nina, num momento de reflexão:
– Mãe, você vai viver até que a morte nos separe?
– Com certeza, filha.
(Nina, 9 anos)
– Gabi, se eu não fosse sua mãe e você pudesse escolher em sua nova mãe algo que eu não tenho, o que você ia querer?
Ela pensou por alguns instantes e disse:
– Mãe, eu ia querer que essa nova mãe me colocasse no orfanato e que depois você me adotasse.
(Gabi, 9 anos)
Estava conversando com a minha priminha e perguntei:
– Raíssa, você gosta de mim?
– Sim.
– Muito ou pouco?
– Muito pouco.
(Raíssa, 2 anos)
– Mamãe, canta uma música?
– Canto, filho. Qual?
– Aquela do sobreviver.
– Sobreviver?
– Sim.
– Eu não sei qual é essa…
– Ai, mãe. É aquela em que o moço fala: “É preciso sobreviver… É preciso sobreviver….”
(Arthur, 4 anos)
Desde o início da quarentena, Lorenzo vem fazendo planos para quando esse momento passar. Dia desses, ele falou:
– Quando passar o coronavírus, eu vou ter barba.
(Lorenzo, 3 anos)
O Júnior foi para a primeira aula de inglês e quando ele chegou em casa, perguntei:
– Júnior, como foi a primeira aula? Aprendeu alguma coisa?
– Não aprendi nada, Tatá.
– Nem uma palavrinha em inglês?
– Nenhuma.
– E qual o nome da professora?
– Teacher.
(Júnior, 6 anos)
– Pra que falar “um dúzia” ao invés de “doze”? Adulto gosta de complicar a vida…
(Caique, 6 anos)
– Mamãe, eu ainda me lembro da época da minha infância.
(Helena, 6 anos)⠀
– Tia, o coronavírus tá na rua?
– Está, sim, Bianca. Ele é muito chato.
– É, mas a vida é melhor, né? A vida é uma delícia.
(Bianca, 3 anos)
– Papai, sabia que quando você faz cócegas em mim, primeiro eu rio no coração e só depois eu dou risada?
(Cecília, 5 anos)
Minha sobrinha me ligou para falar que tinha caído um dente dela e me contou toda animada:
– Eu tava comendo uma maçã e o dente ficou muito mole. Aí eu segurei ele e banguelei, banguelei, banguelei até ele sair na minha mão!
(Madalena, 6 anos)
– Pôxa, vida!
– O que foi, filha?
– Acabou o lenço recém-nascido!
(Liz, 1 ano)
– Nossa, filho, como você está barrigudo!
Ele, todo orgulhoso, respondeu:
– Igual você, né mamãe?
(Caio, 3 anos)
– Pai, eu não tenho medo de altura. Só de cair.
(Valentina, 4 anos)
– Mãe, você precisa ter muito cuidado, porque o vovô recebeu um trote da quadrilha.
– E você sabe o que é uma quadrilha, Bernardo?
– Sim, é aquele negócio da Festa Junina!
(Bernardo, 5 anos)
No meio de uma conversa com sua irmã, a Fernanda perguntou:
– Qual o animal mais perigoso do mundo?
– O homem, ué.
– Bruna, eu estava falando de um animal predador.
– Eu também.
(Fernanda e Bruna, 8 anos)
A Vovó ganhou um chinelo e foi prová-lo enquanto o Pedro Henrique olhou com cuidado e disse:
– Ficou certinho, vovó. Mas você quem sabe, porque serve só para esse ano.
(Pedro Henrique, 6 anos)
– Mãe, vou ter que me cuidar quando meus dentes de leite caírem.
– Por que, Dimi?
– Eu posso ser intolerante a lactose.
(Dimitri, 8 anos)
Após presenciar a cena de um pai jogando o filho dentro do carro, Catharina me disse:
– Acho que o menininho está com muito medo do pai dele.
Já em casa, ela me perguntou:
-Mamãe, por que os adultos não entendem as crianças e as crianças entendem os adultos?
(Catharina, 5 anos)
Ví a Natália na janela olhando para a rua e perguntei:
– Está olhando o mundo?
– Não, mãe. Estou olhando a liberdade.
(Natália, 6 anos)
– Cuidado com as minhas unhas, filha. Eu acabei de fazê-las.
– São só unhas, mãe. Você tem que se preocupar é com os dentes.
(Manuela, 6 anos)
Ao fazer a oração, eu pedi:
– Senhor, nos dê saúde, segurança e sabedoria.
O Miguel, com as mãozinha postas, completou:
– E presunto também, porque eu adoro.
(Miguel, 2 anos)
Fernanda, gêmea de Bruna, me perguntou:
– Mamãe, se a semente não tivesse se dividido formando dois bebês, quem existiria: eu ou a Bru?
(Fernanda e Bruna, 7 anos)
– Filho, foi tu que virou o vasinho da mamãe?
– Foi sim, mãe. Mas eu derrubei ele com muito cuidado!
(Egon Arthur, 3 anos)
Falei para a Giovana que a comida estava sem sal e ela me disse para colocar mais. Então, lembrei ela de que o sal faz mal para mim. Logo ela pontuou:
– Ah, é. Você e a mãe tem depressão alta.
(Giovana, 7 anos)
A boca da Cecília estava ressecada por causa do frio, então passei um hidratante antes de dormir. Quando o pai foi dar um beijo de boa noite, ela falou:
– A mamãe passou um rinoceronte na minha boca.
(Cecília, 5 anos)
– Filha, pega água para mim?
Depois de beber um gole, acrescentei:
– Nossa, essa água tá com gosto de álcool em gel.
– É para te defender do coronavírus, mamãe.
(Valentina, 6 anos)
Eu e meu priminho, João Vitor, nos perdemos no shopping. Depois de um tempo, tive a ideia de procurar um segurança e pedir ajuda. O segurança perguntou:
– Como chamam as mães de vocês?
E o João Vitor respondeu com convicção:
– Mãe e madrinha!
(João Vitor, 6 anos)
Durante o jantar, o Luigi perguntou:
– Mãe, você já esteve em um relacionamento sério?
Um pouco assustada com a seriedade do assunto, respondi:
– Claro.
– Com quem?
– Com seu pai, oras.
– Ué, mamãe, mas você e o papai vivem rindo em casa.
(Luigi, 7 anos)
Buscando a Laura na escolinha, eu perguntei:
– Filha, você se comportou?
– Mamãe, eu me descomportei só um pouquinho.
(Laura, 4 anos)
– O tio Tião não é tio da tia Cristina?
– Não, Dany. Ele é marido dela.
– Eu achei que tio Tião fosse tio de todo mundo .
(Gaby, 7 anos e Dany, 4)
– Mamãe, quem colocou o Tobias na sua barriga?
Assustada com o rumo e o momento da conversa, eu respondi:
– Foi o seu pai, Maya.
Ela soltou uma gargalhada e acrescentou:
– Ai, mãe, você é muito engraçada! Eu sei que foi Deus.
(Maya, 4 anos)
Buscando a Laura na escolinha, eu perguntei:
– Filha, você se comportou?
– Mamãe, eu me descomportei só um pouquinho.
(Laura, 4 anos)
– Filha, o que tem sido mais legal de ficar em casa?
– Quando a gente precisa sair!
(Alice, 5 anos)
– Filho, espero que você cresça muito abençoado e se torne um grande homem de…
Antes de dizer “Deus”, ele me interrompeu:
– Ferro!
(Levi, 2 anos)
– Arthur, você precisa ir dormir. Todos aí na sua casa já estão dormindo.
– Ah, titio! Mas eu não gosto de dormir.
– E por que você não gosta?
– Porque a gente perde uma parte da vida.
(Arthur, 5 anos)
– Só pode passear na casa da Alice quando passar o coronavírus?
– Isso, filha, tem que esperar o coronavírus ir embora.
– É difícil.
– O que é “difícil”?
– Esperar.
(Maria Flor, 2 anos)