Nina na Disney:
– Olha, mãe! Olha lá a Princesa das Neves!
– Filha…
– E a Bela Cida!
(Nina, 2 anos)
Nina na Disney:
– Olha, mãe! Olha lá a Princesa das Neves!
– Filha…
– E a Bela Cida!
(Nina, 2 anos)
Garotinho de 2 anos “sentindo” a música de Michael Jackson:
– Beijo não, pai! Beijo dói.
A dura sinceridade da pequena filha para seu pai barbado.
Enviada por João Moretti
Apesar de todos os avisos, alertas e comunicados em contrário, a Nina pegou uma bala do pacote e enfiou na boca. A mãe, desapontada, levou a Nina para o quarto e ela ficou ali “pensando” por 2 minutos.
Passado o tempo de castigo, a mãe voltou ao lugar e conversou seriamente com a pequena transgressora:
– Filha, você pensou direitinho no que fez?
– Ahãm.
– E o que você fez?
– “Disobedeci”. Peguei uma bala…
– Isso mesmo. Tá errado, não tá?
– Tá.
– Então, agora, o que é que você tem que pedir pra mamãe? – a mãe, confiante na sua firmeza, esperava pelo pedido de desculpas.
– Mãe?
– Oi, Nina.
– Me dá uma bala, por favor?
(Nina, 2 anos)
O Arthur chegou em casa todo empolgado, falando da formatura do ABC. Depois de me contar tudo o que a professora dele falou, tudo o que ensaiou, ficou triste e completou:
– Eu só fiquei chateado porque ela disse que a formatura era só do ABC. Eu queria que fosse do alfabeto todo…
(Arthur, 6 anos)
Enviado pela Lindsai Amaral
Numa manhã de sábado, assim que eu e Arthur acordamos, pedi a ele que fosse até a sala e ligasse o aparelho de som. Ele tentou, tentou e não conseguiu, pois a tomada não estava conectada. Então, de lá mesmo ele gritou:
-Ih, mamãe, acho que faltou gasolina no som!
(Arthur, 3 anos)
Enviado pela Lindsai Amaral
Dispensa comentários.
Olás,
Estela brincando com a bola no chão:
-Vamos jogar “chutebol”? Você é o “golzeiro” e eu sou a “chuteira”, tá bom?
(Estela, 4 anos)
Enviado pela Maria Cristina J. Peruzin em nossa comunidade no Facebook.
A avó entra no quarto e vê a Bia esparramada na cama, com ar de exaustão. Ela então pergunta porque ela está daquele jeito, no que ela responde na mesma hora:
– Estou morta de cansada!
A avó então lhe diz:
– Mas você não fez nada, Bia!
E ela, corrigindo:
– Fiz sim, vó! Olha a quantidade de bonecas que eu brinquei e de DVD’s que eu vi!
(Bia, 8 anos)
Enviado pela Luciana Franco
A família estava no carro, seguindo para São Paulo, quando a Vitória reclamou no banco de trás:
– Ai, mãe, tô com fome! Vamos parar num restaurante?
Nessa, o irmão mais velho interveio.
– Pra variar, né, Vitória?
– Pra variar não, é pra comer mesmo!
(Vitória, 4 anos)
Enviado pela Luzia
Estávamos só eu e o Arhur em casa. Ele, brincando fantasiado de Batman e eu vendo TV. Quando minha amiga telefonou, eu atendi e ela perguntou quem estava em casa:
– Eu e Arthur, respondi.
Ele, ouvindo isso, reclamou comigo:
-Não, mãe!! Tá você e o Batman!!
(Arthur, 3 anos)
Enviado pela Lindsai Amaral
Eu estava de shorts em casa, levando a Nina para escovar os dentes antes de dormir. Ela olhou para minha perna e começou a cantarolar:
– Papai, papai… tá peludinho.
(Nina, 2 anos)
O Arthur chegou da escola e me contou que, na hora do lanche, havia tomado refrigerante. Como não tinha mandado refrigerante no lanche dele, reclamei:
– Filho, não devemos aceitar nada de estranhos.
Ele disse que havia recebido o refrigerante da professora. E completou:
– E ela não é estranha. Ela é normal!
(Arthur, 4 anos)
Enviado por Lindsai Amaral
Minha filha me perguntou se eu sei como é a idade dos gatos, já que a dos cachorros é de sete anos para cada um ano do ser-humano. Eu disse a ela que não sabia direito, mas que os primeiros seis meses são a infância, entre seis meses e um ano o gato já estava na adolescência e que de um ano em diante ele já estaria na idade adulta.
Ela, então, disse na lata:
– Meu Deus, se ele tem 4 meses, então meu filho é um pré-adolescente! A pior fase!
(Bia, 8 anos)
Enviado pela Luciana Franco
A Elena é muito curiosa. Outro dia ela pediu que eu mostrasse num mapa onde fica o Rio de Janeiro. Então busquei na Internet imagens do mapa do Brasil e do mundo. Logo ela quis saber onde fica da Disney e fui mostrando cada cidade ou país que ela perguntava.
De repente ela afirma:
– Tem um país chamado Frango.
– Frango?
Então, meu marido, que estava acompanhando tudo, diz:
– É Peru!
(Elena, 5 anos)
Enviado pela Helen Hilário
Estou aqui no computador e a Bia se dirige ao banheiro. Fico com os ouvidos atentos, porque o banheiro é sempre um bom lugar para bagunças. Nisso, começo a escutar ela falando com o gatinho, que ela diz ser seu filho (eu sou a avó e a minha mãe é a bisa):
– Nossa, Floquinho, que lindo! Mamãe tá muito feliz por você, neném! Parabéns, meu filho!
Fico curiosa e vou até lá. Quando chego na porta, nem preciso perguntar o que houve, pois ela mesma, entusiasmada, foi logo dizendo:
– Mãe, sabe o que o Floquinho fez?
– Nem tenho idéia. O que ele fez?
– Caçou um mosquitinho de box!
(Beatriz, 8 anos)
Enviado pela Luciana Franco
Estava almoçando com o Caio, o menino falante de 5 anos. Ele, do nada, solta essa:
– Titie, sabe o que o João Pedro ensinou?
– Não, não sei.
– Olha – ele senta em postura de meditação budista, com as pernas cruzadas e dedos em gancho – Ahuummmmm… ahummmm…
– Que é isso, Caio?
– É pra “abaixar” Jesus.
(Caio 5 anos)
Enviado pelo Sérgio Dantas
Hoje pela manhã, eu estava lendo os noticiários on-line e deparei-me com a notícia do ganhador do Prêmio Nobel da Paz desse ano: o Barack Obama. Como a Bia o adora (sabe lá Deus porquê. Ela até vibrou quando ele ganhou a eleição), eu chamei-a para contar.
Depois de explicar à ela o que era o Prêmio Nobel, eu disse:
– E sabe quem ganhou o Nobel da Paz esse ano? O Obama!
Ela com aquele tom intelectualizado das crianças, de quem entende tudo do mundo dos adultos, disse:
– Ah, logo vi! Ele não é mercenário como os outros políticos.
(Beatriz, 8 anos)
Enviado pela Luciana Franco
– Titie, você sabia que fumaça é o fogo voando?
– O fogo voando?
– E é cinza!
– Quem te falou isso Caio?
– Deus – apontando o dedo pra cima.
– Deus te falou isso?
– É… Deus, e o João Pedro.
(Caio, 5 anos)
Enviado pelo Sérgio Dantas
Temos aqui em casa um cachorrinho de 4 anos e um gatinho ainda filhote, que é o novo xodó da casa. A Beatriz, que está com 8 anos, estava louca para ter esse gatinho há tempos e por isso fez o esperado: se afastou do cachorro e fica todo o tempo com o gato.
O cachorro sentiu a situação e começou a “implicar” com o gato. Agora de manhã, estávamos em mais uma cena da “Beatriz brincando com o gato e mandando o cachorro sair” quando, numa determinada hora, o cachorro, meio que tentando “forçar a barra”, entrou no meio deles, pegou o brinquedinho do gato e saiu correndo pro quintal.
Nisso, a Beatriz vai igual uma doida atrás dele gritando a todo som:
– Pega o ladrão canino! Pega o ladrão canino!
(Beatriz, 8 anos)
Enviado pela Luciana Franco
Minha filha tem um amiguinho chamado Francisco, com quem ela sempre se encontra no parquinho do Jardim Botânico. Lá tem um lugarzinho com muita areia, dedicado às crianças bem pequenininhas. Um dia o Francisco, que já tem 7 anos, enterrou lá uma tartaruguinha de brinquedo, e deixou-a lá.
– Quem é mãe desse bebê?
Uma moça, meio sem graça, respondeu à pergunta dele. E ele:
– A senhora podia avisar seu bebê que ele está atrapalhando o trabalho da ciência?
A mãe, já rindo, como todos nós, perguntou que trabalho era, e ele:
– Uma escavação arqueológica. Estou procurando os restos fossilizados de uma tartaruga pré-histórica! E seu bebê está me atrapalhando!
– Anda Murilo, toma banho logo!
– Eu sei que a água do mundo está acabando, mas eu quero tomar banho!
(Murilo, 4 anos)
Enviado pela Solange Santana
Chego em casa cansado e sou recebido pelo meu sobrinho de 5 anos. Quando adianto-me para abraçá-lo, ele me breca com uma grave acusação:
– Titie – é como costuma me chamar – você sabia que é o culpado pelo vôo 447 “Airfance” ter caído?
Admirado, pergunto o porque eu seria o culpado de tamanha tragédia.
– É que você jogo o lixo no lugar errado, isso tá estragando o planeta e por isso fica tendo muita tempestade no mar e aí, o avião caiu.
(Caio, 5 anos)
Enviado pelo Sérgio Dantas
– Nossa mãe, parece que tem um nenê na sua barriga… Mas não é não, né? Você é só gorda mesmo…
(Maria Eduarda, 4 anos)
Enviado pela Marcela
– Papai, coloca pa mim no Discovely Kids Basil ponto ponto bê érre?
(Maria Fernanda, 4 anos)
Enviado pelo Fernando Mattei
Minha filha amanheceu com febre. Meu marido, preocupado, me perguntou:
– Cadê o termômetro?
– Quebrou – eu disse.
Ela então comenta:
– Mãe, precisamos comprar um “premômetro”.
(Natália)
Enviado pela Ana Cardoso
Olá,
Bom fim de semana, com o Palavra Cantada.
Quando minha filha Isabelle nasceu, o meu filho Pedro Cesar tinha 4 anos e, então, o reinado do Pedrinho diminuiu. Naturalmente, ele demonstrou ciúmes, como faz toda criança nessa situação.
Dia desses estávamos passeando de carro e meu filho, Lyam, observou um detalhe inusitado no carro que estava à frente do nosso e disse:
(Lyam Benacon, 4 anos)
Enviado por Paula Benacon
– Mãe, você compra um pingolim para eu fazer xixi? É muito mais fácil fazer em pé, igual ao Paulinho…
(Luiza, 4 anos)
– Ih, mãe, só tem lençol do Bob Esponja retangular, não tem quadrangular.
Ouço o recado/aviso porque tinha dito que também queria um para a minha cama (de casal).
Enviado pela Vania Ferreira (via Twitter!)
Coloquei um DVD educativo para as meninas, que ensinava formas e cores em inglês… Acostumada com os da Xuxa, que são animados, com musiquinha e coisa e tal, a Carol me chama e fala:
– Mãe, esse “VDD” tá muito chato… vai demorar pra acabar… pode dar “paumo” (pause)?
(Carol, 3 anos)
Enviado pela Amanda
Outro dia estava no parque com meu filho e ele perguntou:
– Mamãe, você tem dinheiro?
Balancei a cabeça, afirmando que sim e ele emendou:
– Então, por favor, me compra um “bundão” doce (referindo-se ao
algodão-doce).
(Lyam, 4 anos)
Estava no Playground com minha enteada Maria, de seis anos, por quem sou apaixonado. Ela estava no cavalinho (chamado “Rê” – esse pelo menos não morre, ao contrário do peixe que ela também chamou de Rê e cuja morte causou muita confusão quanto a meu estado de saúde), e uma outra menina da mesma idade no outro cavalinho (chamado “Não Sei”).
Diálogo verídico:
(menina) – Você é o pai dela?
(eu) – Não, eu sou o padrasto. Namoro com a mãe dela.
(menina) – Ah. Eu tenho um monte de padrastos!
Enviada pelo Renato, do blog Diário de um grávido.
A Ana Júlia estava rezando a oração que tinha ouvido na igreja:
– Dona Maria, cheia de graça…
(Ana Júlia, 5 anos)
Tenho dois filhos. O Caio é o mais novo, com 1 ano e 4 meses, e o Chico, mais velho, tem 3 anos e meio. Dia desses estávamos em casa e eu avisei o mais velho:
– Chico, nós não vamos mais ao dentista, vou ter que desmarcar…
Ele estava assistindo a TV e acho que só entendeu “vamos ao dentista”. Então soltou:
– Vai levar o Cainho também? Para “ponhá” dente?
(Chico, 3 anos)
Enviado pela Melissa
Estava no supermercado e meu filho insistia para que eu lhe comprasse um carrinho. E eu lhe dizia que não e tentava explicar o porquê, quando aos prantos o menino gritou:
– É porque a gente é pobre, é mãe?
(Lyam, 4 anos)
Estava frio e minha esposa disse ao Pedro que ele precisava se agasalhar para não ficar resfriado. E ele respondeu:
– O que você sabe da minha vida?!
(Pedro, 7 anos)
Guiomar Gentili, mãe do humorista Danilo Gentili, revela que o filho fez a primeira “piada”com 5 anos, no velório do avô paterno, quando tentou consolar o pai, que chorava perto do caixão, e disse: “Não chora, pai. Um dia você vai morrer também”.
Frase extraída da revista Contigo!
O Caíque estava enrolando pra comer e eu resolvi dar uma “incentivada” nele:
– Filho, come tudo, hein! Você precisa de feijão, arroz, carninha e cenourinha pra ficar bem forte, tá bom?
– Tá bom, mamãe.
Ele obedeceu, comeu tudo e quando acabou disse:
– Mamãe, eu comi tudo! Olha como estou forte! Posso até matar uma borboleta!
(Caíque, 3 anos)
Enviado pela Daiane.
Podem nos chamar de brega, mas domingo aqui em casa nós assistimos ao programa do Silvio Santos (bem, assistíamos. Agora já não dá mais porque mudou o horário do programa).
Num domingo destes estávamos na igreja assistindo ao culto, o pastor estava dando os recados quando de repente a Stella vira para o meu marido e fala:
– Papai, aquele não é o “Filvio”!?
(Stella, 3 anos)
Enviado pela Luciana.
Passeava de carro com o Julio e ele quis saber a minha idade. “Quarenta anos”, respondi. E ele, preocupado, foi logo me dizendo: “Não conta pra ninguém, mamãe, porque já é muito!”
(Julio, 7 anos)
Fonte: Encarte “Papo de mãe”, da revista Claudia.
Como uma mãe zelosa, só deixo minhas filhas assistirem TV quando está chovendo, caso contrário, elas devem brincar no quintal, ler livros, enfim, qualquer coisa que estimule a mente.
Estávamos voltando do mercado numa bela tarde de sol, quando a Carol perguntou:
– Mamãe, tá chovendo?
– Não filhinha, está sol – respondi.
– Mas eu “quelo” que chove…
– Nossa, filha, mas é tão gostoso quando está sol. Vocês podem brincar no quintal, andar de bicicleta…
– Mas eu “quelo” ver desenho!
(Carol e Dani – 2 anos)
Enviado pela Amanda Cisoto.
Família (parcialmente) reunida na sala. O pai vendo TV, a avó lendo o jornal, a irmã folheando uma revista e o Pedro com cara de quem está pensando na vida. E estava. Foi quando perguntou a “quem possa interessar”:
(Pedro, 8 anos)
“Querido Jesus, por que você não está inventando nenhum animal novo nos últimos tempos? A gente vê sempre os mesmos.”
(Laura)
Fonte: Corriere della Sera
PACIÊNCIA – É uma coisa que mamãe perde sempre.
PIADA – É uma coisa engraçada que perde a graça quando a pessoa avisa que vai ser.
POLUIÇÃO – É sujeira do progresso.
REDE – É uma porção de buracos amarrados com barbante.
REFLEXO – É quando a água do lago se veste de árvores.
RELÂMPAGO – É um barulho rabiscando o céu.
SAUDADE – É quando uma pessoa que devia estar perto está longe.
SONO – É saudade de dormir.
SORTE – É a gente acordar, se preparar pra ir pra escola e descobrir que é feriado nacional.
STRIP-TEASE – É mulher tirando a roupa toda, na frente de todo mundo, sem ser pra tomar banho.
TRISTEZA – É uma criança com gesso no pé, sem assinatura.
VEIAS – São raízes que aparecem no pescoço das meninas que gritam.
VIDA – A vida de muita gente é só gol contra.
VIDA – A vida a gente não explica. Vive.
XINGAR – Quando eu xingo a minha avó, só xingo a metade que é do meu irmão.
Trecho do livro Dicionário do Humor Infantil, de Pedro Bloch, divulgado por Alexandre Inagaki.