– Eu não faço aula de natação, faço de nadação. Lá a gente só nada, nada…
(Paulinho)
Enviado pelo Jair Humber
– Eu não faço aula de natação, faço de nadação. Lá a gente só nada, nada…
(Paulinho)
Enviado pelo Jair Humber
– Pai, quié isso?
– É sal de frutas, filha.
– “Flutas”? Tem suquinho de uva?
– Não, é que…
– Com manga?
(Nina, 2 anos)
Mais um vídeo para o fim de semana.
Fonte: Canto do Jó
Meu filho está sentado no sofá todo esparramado (tomando conta mesmo) e eu chego para me sentar ao seu lado.
– Filho, dá um espacinho pra mamãe sentar aí com você?
E ele calmamente sem tirar os olhos da TV diz:
– Não…
– Por favor – digo eu novamente.
– Não – ele responde.
– Ah filho, deixa a mamãe sentar com você vai. Porque você não quer deixar?
– Porque eu sou “ingoísta” – diz ele em tom de brincadeira e se mata de rir.
(Enzo, 3 anos)
Enviado pela Simone Holanda
– Filha, hoje o papai vai chegar tarde. Você quer ir lá na sala jogar vídeo-game com a mamãe?
– Hmm, tá bom mamãe. Mas deixa eu pegar um jogo de criança porque esse do Panda é muito difícil pra você.
(Maria Fernanda, 4 anos)
Enviado pela Lilian Mattei
Fonte: Pavablog
A Fefê estva na cadeirinha do carro, quando viu pela janela uma escola municipal com o nome da escrito numa caixona de lápis coloridos gigantes. No mesmo momento ela gritou:
– Olha papai! Lápis cocolirus!
(Maria Fernanda, 2 anos)
Enviado pelo Fernando Mattei
A Maria Eduarda viu o vovô soltando um “pum” bem longo e em seguida comentou:
– Mãe, acho que o vô tomou a poção “peidando para sempre” do Shrek.
(Maria Eduarda, 4 anos)
Enviado pelo Fernando Mattei
– Não tem nada de bom pra fazer nessa casa, vou pro YouTube…
(Nicolas, 5 anos)
Enviado pela Katia Braga
Estávamos passeando de carro com nossos sobrinhos (são dois irmãos gêmeos) e começamos a falar sobre profissões. Eu disse:
– Acho que o Dani vai ser pediatra…
– É? Por que? – ele respondeu inocentemente.
– Por que você gosta de crianças.
– É verdade – ele respondeu mais inocentemente ainda.
Foi então que o Fê perguntou:
– Tio, e eu?
Como o Fê é mais racional que o Dan, eu disse:
– Administrador ou engenheiro.
Então ele pergunta de bate-pronto:
– Qual dá mais dinheiro?
Um dia eu estava em casa com a família do meu irmão e pedimos esfihas para o jantar. De repente, toca o interfone e o porteiro diz que já a encomenda já chegou. Como meu irmão estava dormindo no sofá, falei para o meu sobrinho:
– Dan, vamos descer com o tio para buscar as esfihas?
E ele foi comigo. No elevador, eu fui irônico:
– Pedimos “só” 200 esfihas, será que dá?
No que ele respondeu na lata:
– Acho que sim, meu pai tá dormindo.
(Danilo, 8 anos)
Enviado pelo Márcio Miqui
Minha filha, Beatriz, quando tinha 6 anos, estava entretida com um programa de TV onde algumas mulatas concorriam ao título de Musa do Carnaval. Chamou-me entusiasmada e eu fui atendê-la. Chegando no quarto ela diz:
– Mãe, já sei o que quero ser quando crescer!
– O que, filha?
– Quero dançar na TV igual essas mulheres aí!
Olho para a TV e vejo uma das representantes que rebolava freneticamente, praticamente sem roupa alguma e digo:
– Mas você vai ter coragem de aparecer com esses biquinis minúsculos na TV?
– Quero o meu rosa e com muito brilho!
(Beatriz, 6 anos)
Enviado pela Luciana Franco
Alguns amigos foram jantar em casa e, passando pela sala, resolvi brincar com o filho deles e fiz cócegas em sua barriga. Pra quê… o menino saiu correndo atrás de mim, pulou no meu pescoço e começamos uma “lutinha” ali mesmo. Passados alguns minutos, o tio aqui resolveu pedir “arrego” e eu soltei:
– Ufa! Mas você tá forte, hein!? Mas agora é hora de parar, né?
Ao que o menino devolveu:
– Não tio, não adianta. Eu não tenho limites. Eu nunca sei a hora de parar…
(Vitor, 7 anos)
Estávamos vendo o álbum de casamento do meu pai e o meu sobrinho começou a comentar:
-Aqui está a mamãe, a vovó, a Deza… mas cadê eu?
Minha irmã explicou que ele ainda morava no céu quando o vovô casou e que Deus ainda estava preparando o momento de sua chegada. Ele não falou nada.
Dois dias depois, a família estava sentada à mesa e ele soltou:
-Mamãe, faz teeempo que eu pulei do céu… o céu é lá looonge… tô com uma saudade!
(Fábio, 5 anos)
Enviado pela Helena
– Filha, você precisa aprender a falar inglês. Todas princesas falam, é muito lindo e blábláblá…
A Dani então vira pra mim, com aquela cara de coisa obvia, e fala:
– Inglês.
(Dani, 3 anos)
Enviado pela Amanda.
O tempo estava mudando e as crianças, no carro, observavam pela janela. Até que o Pedro resolveu se expressar:
– Nossa mãe, que ventania! Acho que vai chover granizo.
A Luiza, querendo corrigir imediatamente o irmão, deu sua “gafe”:
– Pedro, que eu saiba, é granito…
(Pedro, 11 anos e Luiza, 13)
Enviado pelo Jair
Para variar um pouco, segue hoje um vídeozinho:
A mãe falando com a Sofia:
– Sofia, não fale besteiras, vire essa boca prá lá!
– Já virei mamãe, que que eu faço agora?
(Sofia)
Enviado pela Elaine.
Depois que o Chico fez sua lição sobre alimentos, conversei mais um pouquinho com ele até que falei que precisava sair um minuto e ir ao banheiro.
– Fazer xixi, mãe?
– Não, cocô Chico.
– Mas mãe você é menina, menina não faz coco!
Dei risada e falei:
– Faz também Chico!
– Aaaahh – ele respondeu intrigado.
(Chico, 3 anos)
Enviado pela Melissa.
– Mamãe, faz aquele doce gostoso, com leite compensado…
O Vitor estava fazendo o dever de casa e começou a repassar a tarefa.
– A laranjeira dá…
– Laranja!
– A goiabeira dá…
– Goiaba!
– E a mangueira dá…
– Água!
Enviado pelo Jair.
Estávaos na casa de alguns amigos quando o Eduardo acenou para mim lá do banheiro. Eu levantei e fui ver o que ele queria. Ele disse baixinho:
– Mãe, olha ali… tem até ar-condicionado no banheiro!
Dei risada, ele estava se referindo ao exaustor. E então ele emendou.
– É, mas eu fiquei quietinho, não falei nada, né mãe? Eu tô sendo muito “descritivo”.
(Eduardo, 7 anos)
Enviado pela Magda.
Dia desses, eu estava na rua com meu filho, Antonio, quando um motoboy perguntou:
– E aí garotão, o que você quer ser quando crescer?
E ele, sem pestanejar:
– Presidente dos Estados Unidos.
(Antonio, 6 anos)
Enviado pela Fabiana.
Deitei com a Nina para ver um desenho na tv. Ela ali, encolhida, com a cabecinha recostada no meu peito. Momento de plena satisfação paterna e eu acreditando que, afinal, é das pequenas coisas que se fazem a vida e tal e tal.
– Filha? – falei sem tirar os olhos da tv.
Ela só me olhou com o canto dos olhos, sorrindo.
– Papai ama muito você, viu?
– Tá bom!
Não satisfeito, tocado pelo momento, emendei.
– O papai gosta muito de ficar aqui brincando com você, sabia?
Ela me olhou de novo, sorriu, voltou os olhos pra tv e comentou:
– Tá, papai. Mas não chola, tá?
(Nina, 2 anos)
A Elaine se machucou e estava em casa manhosa. A mãe observou o local da dor e viu que estava inchado.
– Ih, filha, vai ter que fazer compressa.
– Não, mamãe, com pressa não, devagar!
(Elaine)
Enviado pela Moacira.
– Eu não gosto dessas fotos em que eu saio assim, abstrata.
– Não seria estrábica, filha?
– …
“Querido Jesus, se não tivesse acontecido a extinção dos dinossauros, não ia ter lugar para nós, você fez muito bem.”
(Maurizio)
Fonte: Corriere della Sera
Era noite, todos cansados, a família toda deitada na cama de casal, as luzes apagadas e uma fresta da janela aberta mostrava o céu escuro com as poucas estrelas que a cidade grande permite ver. A Nina, como sempre, estava deitada no “meínho” (como gosta de dizer) e, contrariando o desejo dos pais, teimava em não dormir. Depois da bronca derradeira, ela silenciou por um instante e tentou o último diálogo:
– Mamãe?
– O que é, Nina?
– Tá esculo?
– Tá…
– Tá noite?
– Tá…
– O céu já tá dumindo?!
Quem resiste?
(Nina, 2 anos)
“Querido Jesus, talvez Caim e Abel não se matassem tanto se tivessem um quarto pra cada um. Com o meu irmão funciona.”
(Lorenzo)
Fonte: Corriere della Sera
“Querido Jesus, nós estudamos na escola que Thomas Edison inventou a luz, mas na igreja dizem que foi você. Pra mim, ele roubou a sua idéia.”
(Daria)
Fonte: Corriere della Sera
A mãe recebeu o diagnóstico do médico e foi conversar com o filho:
– Então filho, você vai precisar ir pro hospital e fazer uma cirurgiazinha de fimose.
– Fimose? O que que é isso, mãe?
– Isso que dizer que o seu pipi vai ficar igual ao do papai…
– Gigante!?!
(Pedro, 4 anos)
Fomos ao mercado comprar algumas coisas e quando passamos pelos salgadinhos, eu disse:
– Caíque, qual desses você quer?
– Quéio o cagadinho velelo*.
Tecla SAP: “quero o salgadinho vermelho”
(Caíque, 3 anos)
Enviado por Daiane Cristina
“Nããão, pai! Eu não sou feminina, sou feminino!”
(Pedro, 7 anos)
“Querido Jesus, obrigado pelo irmãozinho. Mas na verdade eu tinha pedido um cachorro.”
(Gianluca)
Fonte: Corriere della Sera
“Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?”
ADULTO – É uma pessoa que sabe tudo, mas quando não sabe diz logo: “veja na enciclopédia”.
ALEGRIA – É um palhacinho no coração da gente.
AMAR – É pensar no outro, mesmo quando a gente nem tá pensando.
BOCA – É a garagem da língua.
BONITA – “Se eu sou bonita ou inteligente? Se eu sou bonita, você vê na cara. E se eu sou inteligente, nem respondo a uma pergunta boba dessas”.
CABELO – É uma coisa que serve pra gente não ficar careca.
CALCANHAR – É o queixo do pé.
CHOCOLATE – É uma coisa que a gente nunca oferece aos amigos porque eles aceitam.
COBRA – É um bicho que só tem rabo.
CRIANÇA – Ser criança é não estragar a vida.
Trecho do livro Dicionário do Humor Infantil, de Pedro Bloch, divulgado por Alexandre Inagaki (ilustração de Mariana Massarani).
“A cor do céu depende da hora, do tempo e de quem olha. Quem diz que o céu é azul, nem desconfia que, de noite, ele pode ser preto e, quando vai anoitecendo, pode até ser rosa ou vermelho. Quem diz que o céu é azul é analfabeto de céu.”
Do livro “Criança diz cada uma” de Pedro Bloch, citado por Alexandre Inagaki.
b9gepnjx8r
Família no carro, um amigo na carona, todos animados indo jantar. A gente falando sobre os planos de ter um novo bebê e a Nina estava sentada na cadeirinha, só de butuca na conversa dos adultos. E então eu resolvi incluir a pequena herdeira no nosso papo:
– Filha, conta aí pro titio… quando a Nina tiver um irmãozinho, como é que ele vai chamar?
Ela nem pensou e já respondeu:
– Mamãããe, vem me limpar!
(Nina, 2 anos)
– Pai, me leva na igreja? Quero tomar ‘réstia’.
(Manú, 4 anos, querendo dizer ‘hóstia’)
O Caíque tem três priminhos, o Thiago, o Igor e o Pablo. Todas as noites, antes de dormir, ele ora assim: “Papai do céu, abençoa o Thiago, o Igor, o Pablo e o Tyrone (do Backyardigans). Em nome de Jesus, amém”.
(Caíque, 3 anos)
A gente acabava de chegar de viagem e meu filho caçula estava apertado para fazer xixi. Entrou em casa correndo, bateu a porta do banheiro e, algum tempo depois, apareceu na sala explicando: “Puxa, estava com a ‘gengiva’ cheia”.
(Gustavo, 4 anos)
Fonte: Encarte “Papo de mãe”, da revista Claudia.
Convidei minha filha para passear no shopping. E ela exclamou, feliz da vida: “Oba! Vamos jogar dinheiro pela janela”.
(Laura, 7 anos)
Fonte: Encarte “Papo de mãe”, da revista Claudia.
Do tempo em que tínhamos tempo… pensávamos em ter um bebê quando assistimos esse episódio de Friends. É hilário.
Eram 6:30 e a Nina estava na cama acordando enquanto eu trocava o pijama pelo uniforme da escolinha.
– Nina, vou te contar uma coisa… você sabe qual é o nome da sua escolinha??
– Eu sei!
– Ah, sabe? Como é?
– “Iscoínha!”
(Nina, 2 anos)
Fui fazer compras e levei o Guilherme comigo. Enquanto eu escolhia, ele quis saber da vendedora qual era o nome dela. A moça respondeu: “Socorro”. O menino ficou na dúvida, franziu a testa e arriscou: “A sua mãe não gostou de ter você?”.
(Guilherme, 6 anos)
Fonte: Encarte “Papo de mãe”, da revista Claudia.
Caio estava ao meu lado enquanto eu dava banho na irmã dele, recém-nascida. Surpreso, me perguntou: “Ela não tem pinto, mãe?”. Eu respondi: “Não, filho, ela é menina…”. Antes que pudesse explicar mais alguma coisa, ele acariciou meu rosto e disse: “Fica triste não, mãe, depois cresce, né?”.
(Caio, 2 anos)
Fonte: Encarte “Papo de mãe”, da revista Claudia.
“Pai nosso que estás no céu, ave-maria cheia de graça, santificado seja o ouviram do Ipiranga as margens plácidas…”
Enviado pela Simone Marinho