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Obrigado pelo meteoro

Antes de dormir, o Gustavo estava conversando com Papai do Céu:
– Papai do Céu, obrigado pela minha família, pela minha irmã e pelo meteoro… Senão ia ter dinossauro pra comer a gente.

 (Gustavo, 5 anos)

 Enviado pela Luciana Muller

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Ching Ling

O Papai Noel apareceu durante as festas de fim de ano para a Malú. Depois, curiosa, a avó perguntou:
– Então, o Papai Noel foi lá na sua festinha, né?
– Mas não era o de verdade não, vovó… Aquele era da China!

 (Malú, 4 anos)

 Enviado pela Rafaela Celles

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Um tempo para refletir

A Mariana estava aprendendo sobre o cantinho do castigo. A mãe, muito paciente, explicou:
– Filhota, você não pode riscar o sofá, não pode fazer malcriação e não pode gritar… Não desobedeça a mamãe, se não eu vou ter que colocar no cantinho pra você refletir e pedir desculpa pelo que fez. Passados 10 minutos, a Mariana pegou uma caneta e riscou o sofá. Prontamente, me chamou e disse:
– Posso ir pro cantinho refletir?

(Mariana, 2 anos)

Enviado pela Marília Margotto

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Anotando o recado

O telefone estava tocando em casa e eu disse pra Isadora:
– Se for aquela tia que fala muito, diga que eu não estou.
Ela atendeu e na outra linha era a própria:
– Alô? Isa, sua mãe ta aí?
– Oi tia, ela saiu.
– E que horas ela volta?
E a Isa, bem alto:
– Mãeeeee, que horas você vai voltar?

(Isadora)

Enviado pela Débora Ruiz

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Manoel e Maria

Minha filha mais velha estava ensinando a mais nova sobre o masculino e o feminino das palavras. A Maíra dava o masculino e a Mariana respondia o feminino:
– Pato?
– Pata!
– Senhor?
– Senhora!
– Médico?
– Médica.
De repente, a mais velha perguntou:
– Português?
E sem pestanejar a Mariana respondeu:
– Matemática!

(Maíra, 8 anos e Mariana, 5 anos)

Enviada pelo Mauro Costa

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Moral da história

Nina e uma amiguinha jogando cartas na sala:
– Eu não gostei de perder! – choramingou.
– Mas, Nina, perder também é parte do ensino, sabia?
– Ahh, mas é a parte que ninguém gosta!

(Nina, 4 anos e Fefê, 6 anos)

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Com a bola toda

Pedro estava assistindo TV quando seu pai chegou do trabalho e disse “oi” para ele. Como ele estava muito concentrado no desenho, nem deu atenção. Assim que o pai voltou para a sala, perguntou:
– Filhão, hoje você nem vai dar bola para o Papai?
O Pedro levantou do sofá, foi até o quarto, voltou com uma bola e disse:
– Tó, papai, a minha bola.

(Pedro, 2 anos)

Enviado pela Nádia Domingos

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Consulta à distância

O Julio estava passando um tempo em nossa casa e cortou o dedo do pé. Mais tarde, quando a mãe dele telefonou,ele relatou o fato:
– Mãe, eu me machuquei.
– Nossa, filho, mas onde?
E ele, mostrando o pé pelo telefone, dizia:
– Aqui, mãe. Olha!

(Julio Cesar, 4 anos)

Enviado pela Sabrina Soares

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Nomes

– Filha, qual é o nome do papai?
– Idúúú (Edu)
– Muito bem! E o da mamãe?
(silêncio)
– Você não lembra o nome da mamãe?
– Éé… você não tem nome.
– Não!?
– É a mamãe, lembra?

(Rafaela, 2 anos)

Enviado pela Carol Marçal

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Show de bola

O Lincoln ganhou uma camiseta nova, de um personagem de histórias em quadrinhos. Quando a avó chegou, viu o presente e comentou:
– Nossa, que camiseta show de bola!
E ele:
– Não é show de bola, vó, é do Homem de Ferro.

(Lincoln 3 anos)

Enviado pela Sabrina Soares

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Não esqueça a minha Caloi

Meu marido e eu estávamos nos preparando para engravidar. Um dia, com nossa afilhada aqui em casa, perguntei a ela:
– Rafinha, o que tu achas de ter um priminho?
Ela continuou brincando, e disse:
– Legal.
Então me deu uma rápida olhada de lado e emendou:
– Mas eu queria uma bicicleta.

(Rafaela, 4 anos)

Enviado pela Natalia Massih

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Perneta

Dia desses, entrou um cisco no olho de meu marido, João. Como ele não conseguiu remover sozinho e estava sentindo muita dor, correu para o oftalmologista. Depois de eliminado o cisco, João teve que ficar 24h com um tampão no olho direito. Ao voltar, com o tampão no olho, riu muito quando a neta da vizinha disse para o irmãozinho:
– Veja só! O tio João tá perneta de um olho!

Enviado pela Karen Fernandes

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Carômetro

– Pai, se o vovô estivesse vivo, teria quantos anos?
– 65, Alice. Ele foi pro céu aos 39.
– Então agora ele deve estar velhinho lá no céu, né?
– Acho que sim.
– Como será que tá a cara dele?
– Não faço ideia, meu bem.
– Então por que você não acessa www.pessoasnoceu.com.br?

(Alice, 4 anos)

Enviado por João Basílio

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O meu, o seu, o nosso…

Saindo de casa hoje para levá-la na escola, passamos pela portaria do condomínio e apresentei à Luísa o porteiro novo:
-Lu, este é o seu Chico…
E ela:
– Não é “meu” Chico mamãe.

(Luísa, 2 anos)

Enviado pela Fernanda Piovezani

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Toy Story

O Matheus estava arrumando o quarto de brinquedos, quando veio me questionar:
– Ô mãe, cadê o capacete desse Max Steel? Eu gostava taaaanto deeele…
– Não sei, filho, já te falei, você não cuida dos seus brinquedos!
– Ô mãe, eu cuido sim, eles é que não se cuidam!

(Matheus, 6 anos)

Enviado pela Ana Carolina Leão Silva

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Em nome do pai

Brincando no quarto:
– Então, mocinha, como é seu nome mesmo?
– Nina.
– Hmm. Mas e o meu nome, você sabe?
– Sei, é Loizenrique!
– Hahah, isso aí. Mas são dois nomes, filha: Luiz e Henrique. Tem gente que me chama de Luiz, tem gente que chama Henrique, outros chamam de Rique…
– E tem gente que te chama de papai!

(Nina, 3 anos)

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Relax

A mãe estava toda envolvida nos trabalhos finais da faculdade e acabava passando muito tempo estudando com o grupo. Um dia, incomodado com a condição da mãe, o Vitor resolveu chamar sua atenção:
– Mãe, você não acha que está levando esse negócio muito a sério, não?

(Vitor, 8 anos)

Enviado pelo Sérgio Almeida

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Caçador de borboletas

A Samara brincava com uma amiguinha, que se gabava:
– Meu pai é muito forte! Ele mata leão, urso, tigre…
E minha querida Samara, pra não ficar pra trás, respondeu:
– Meu pai também é muito forte! #le mata borboleta, formiga e passarinho também!

(Samara, 3 anos)

Enviado pela Vanessa Haga

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Papai de jardim

– Pai, o senhor tá de jardim?
Meu marido olhou para mim e não entendemos a pergunta do Konrado. Pedi para que repetisse e ele fez a mesma pergunta. So depois, pensando um pouco, traduzimos a questão. Ele queria saber se meu marido estava de plantão!

(Konrado, 4 anos)

Enviado pela Kátia Bizan França

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Monossilábico

Eu estava com meu filho de um aninho no colo e, como ele ainda não sabe falar direito, quando quer alguma coisa fica dizendo “huumm… hummm…”. Numa dessas, a filha de uma amiga veio me perguntar:
– Por que seu filho só fica rosnando?

(Clara, 5 anos)

Enviado pela Flavia Ricardo

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Na palma da mão

Estávamos visitando a bisa e a Luísa ganhou uma bala. Depois de brincar com a bala, colocar na boca, tirar, colocar de novo, ela ficou com a mão toda melada. De repente, ela parou e ficou mexendo os dedinhos e observando. Eu pensei que pudesse ter um cabelo enroscado e perguntei:
– Luísa, tem cabelo na sua mão?
E ela, meio brava, me encarou e respondeu:
– Não. Tem de-do, mamãe!!

(Luísa, 2 anos)

Enviado pela Fernanda Piovezani

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Eu lavo minhas mãos

Outro dia, enquanto preparava o jantar, minha filha brincava com uma bexiga. O balão caiu no chão, ela correu para pegar e ameaçou levá-lo à boca. Mas antes deu uma paradinha, olhou para mim e disparou:
– Bactélia, mamãe! Bactélia…

(Ana Beatriz, 1 ano)

Enviado pela Tatiane Miashiro

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Estabelecendo prioridades

Precisei interromper a brincadeira do Matheus para pedir a ele que fizesse o dever de casa. Ele então alertou:
– Mãe, você acha, sinceramente, que eu vou gastar meu tempo fazendo dever de casa?”

(Matheus, 6 anos)

Enviado pela Ana Carolina Silva

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Enjoada

– Lia, sabia que eu passei mal na viagem e vomitei tudo no carro do meu pai?
– Ah é?
– É… mas ele deu um remedinho, branquinho, pequenininho assim ó e daí eu melhorei.
– Dramin?
– Não, pra mim.

(Nina, 3 anos)

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Uma boa alma

Estávamos no sofá vendo TV e a Nina veio correndo até a sala, mas deixou a luz do quarto acesa. Sentou numa almofada e ficou ali concentrada no que estava passando. Então perguntei:
– Nina, o que você está esperando para ir apagar a luz do seu quarto, que você deixou acesa?
Ela virou devagar, sorriu e respondeu:
– Mãe… estou esperando uma pessoa bem boazinha aparecer e ir lá apagar pra mim.

(Nina, 3 anos)

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Era engano

Certo dia, um tio-avô do João Víctor apareceu na porta de casa. Ele veio correndo, viu o tio pela janela e gritou:
– Vovó, tem visita!
O tio, se sentindo “de casa”, respondeu:
– E eu lá sou visita menino!?
O João, meio encabulado disse:
– Desculpe, tio! – e virou para a avó – Vó, é visito!

(João Víctor, 3 anos)

Enviado pela Enilde Santos

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Pizzaiolo

Estávamos jantando pizza. O Victor estava na casquinha da pizza e tendo trabalho para cortá-la, porque estava meio seca.
– Come com a mão de uma vez, filho.
– Não. Preciso aprimorar minhas habilidades com a faca.

(Victor, 9 anos)

Enviado pela Daise Ribeiro

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O infinito

Fui buscar meu afilhado na escola e ele me mostrou uma atividade que havia feito:
– Escrevi os números até 15.
– Nossa, Otávio, você já sabe escrever até 15! Que legal!
E ele mais que depressa:
– Eu sei escrever até infinito. Mas, não posso passar minha vida escrevendo números…

(Otávio, 5 anos)

Enviado pela Ana Paula Cornelio

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Se joga

– Tio, já sei o que é balada!
– O que é balada, Matheus?
– É um lugar onde todo mundo joga bala um no outro.

(Matheus, 7 anos)

Enviada pela Aline Candido

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Areia branca

– Filho, por que você jogou areia na máquina de lavar, junto com as toalhas de banho!?
– Ah, mamãe, elas estavam sujas e você falou que não era pra eu brincar com areia suja… Agora tá limpinha!

(Nicolas, 3 anos)

Enviado pela Dedéia (que até mandou a foto como prova do crime)

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Vamos salvar o mundo das cáries

A Duda vem correndo me mostrar a língua:
– Tia, minha língua tá roxa porque eu tomei suco de uva!
Logo em seguida, vem o Lipe:
– Olha, tia, eu tomei suco de maracujá!
O Vinicius observa tudo ao meu lado e decide mostrar a língua:
– E a minha, de que cor tá?
– De nenhuma cor, Vini. Você escovou os dentes?
– Sim! Ontem!

(Vinicius, 3 anos)

Enviado pela Isabela Ianelli

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Sonhando com o trono

Dia desses, de madrugada, eu estava na sala trabalhando no computador. Em casa, aquele silêncio, tudo escuro, minha esposa e a Nina dormindo tranquilas. De repente, ouço um resmungo vindo do quarto da minha filha. Paro o que estou fazendo e fico de ouvido alerta… passa um instante e ouço com clareza:
– Prooonto!!
É a típica expressão da Nina quando termina de usar o banheiro. Larguei tudo, corri para o quarto, a cama inteira molhada e ela, meio sem entender, só teve tempo de perguntar:
– Pai, o que vai acontecer agora?

(Nina, 3 anos)

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O fim da infância

Depois que acabava de fazer as tarefas da escola, o Eduardo descia para jogar futebol com os amigos no parque. Um dia, ao voltar, imundo, suado e com aquele cheirinho debaixo do braço, se jogou em cima da minha cama para ver TV. Então eu disse:.
– Filho, vai tomar um banho. E depois do banho, passa o desodorante do papai debaixo dos braços.
E ele respondeu:
– Ah, não mãe! Lá se foi minha infância!

(Eduardo, 11 anos)

Enviado pela Solange Lima

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Wonderbra

– Pronto, filha, vamos pra piscina?
– Mas, mãe, você esqueceu de colocar a parte de cima do meu biquíni.
– Nina, você tem 3 aninhos. Na sua idade, não precisa colocar a parte de cima.
– Mas, mãe, se não colocar meu peito vai afundar!

(Nina, 3 anos)

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Pescólica

Uma dia desses, estávamos no computador vendo vídeos no YouTube. Eu sentada na cadeira e ela no sofá ao lado, vendo o monitor meio de lado. Depois de vermos alguns, ela se virou para mim, colocou a mão no pescoço, fez uma cara de dor e disse:
– Meu pescoço tá doendo! Acho que é cólica…

(Bia, 9 anos)

Enviado pela Luciana Luz

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Fazendo a feira

Quando a Olívia tinha cerca de um ano, decidimos mostrar as frutas para ela e perguntar o nome, assim, quando mostravámos banana, ela dizia “nana”, quando mostramos maçã ela disse “maçã”. Mas a surpresa foi quando mostramos uma laranja e ela disse na maior felicidade:
– Suco!

(Olívia, 1 ano)

Enviado pela Thaís Stump

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Nana papai

São 19:00 e tento colocar a Lis para dormir. Coloco-a no berço e fico admirando sua vontade de brigar com o sono. Apoio minha cabeça nos braços e finjo estar dormindo para ver se a pequena dorme. Ela tenta a dormir uma, duas e na terceira vez, levanta-se, olha para mim, que ainda estou lá finjindo, e fala num tom de voz bem baixinho:
– Xiuuu, papai nanou, papai nanou. Nanou, papai?

(Lis 1 ano)

Enviado pelo Surrer Younes