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Moral da história

Nina e uma amiguinha jogando cartas na sala:
– Eu não gostei de perder! – choramingou.
– Mas, Nina, perder também é parte do ensino, sabia?
– Ahh, mas é a parte que ninguém gosta!

(Nina, 4 anos e Fefê, 6 anos)

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Com a bola toda

Pedro estava assistindo TV quando seu pai chegou do trabalho e disse “oi” para ele. Como ele estava muito concentrado no desenho, nem deu atenção. Assim que o pai voltou para a sala, perguntou:
– Filhão, hoje você nem vai dar bola para o Papai?
O Pedro levantou do sofá, foi até o quarto, voltou com uma bola e disse:
– Tó, papai, a minha bola.

(Pedro, 2 anos)

Enviado pela Nádia Domingos

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Consulta à distância

O Julio estava passando um tempo em nossa casa e cortou o dedo do pé. Mais tarde, quando a mãe dele telefonou,ele relatou o fato:
– Mãe, eu me machuquei.
– Nossa, filho, mas onde?
E ele, mostrando o pé pelo telefone, dizia:
– Aqui, mãe. Olha!

(Julio Cesar, 4 anos)

Enviado pela Sabrina Soares

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Nomes

– Filha, qual é o nome do papai?
– Idúúú (Edu)
– Muito bem! E o da mamãe?
(silêncio)
– Você não lembra o nome da mamãe?
– Éé… você não tem nome.
– Não!?
– É a mamãe, lembra?

(Rafaela, 2 anos)

Enviado pela Carol Marçal

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Show de bola

O Lincoln ganhou uma camiseta nova, de um personagem de histórias em quadrinhos. Quando a avó chegou, viu o presente e comentou:
– Nossa, que camiseta show de bola!
E ele:
– Não é show de bola, vó, é do Homem de Ferro.

(Lincoln 3 anos)

Enviado pela Sabrina Soares

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Não esqueça a minha Caloi

Meu marido e eu estávamos nos preparando para engravidar. Um dia, com nossa afilhada aqui em casa, perguntei a ela:
– Rafinha, o que tu achas de ter um priminho?
Ela continuou brincando, e disse:
– Legal.
Então me deu uma rápida olhada de lado e emendou:
– Mas eu queria uma bicicleta.

(Rafaela, 4 anos)

Enviado pela Natalia Massih

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Perneta

Dia desses, entrou um cisco no olho de meu marido, João. Como ele não conseguiu remover sozinho e estava sentindo muita dor, correu para o oftalmologista. Depois de eliminado o cisco, João teve que ficar 24h com um tampão no olho direito. Ao voltar, com o tampão no olho, riu muito quando a neta da vizinha disse para o irmãozinho:
– Veja só! O tio João tá perneta de um olho!

Enviado pela Karen Fernandes

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Carômetro

– Pai, se o vovô estivesse vivo, teria quantos anos?
– 65, Alice. Ele foi pro céu aos 39.
– Então agora ele deve estar velhinho lá no céu, né?
– Acho que sim.
– Como será que tá a cara dele?
– Não faço ideia, meu bem.
– Então por que você não acessa www.pessoasnoceu.com.br?

(Alice, 4 anos)

Enviado por João Basílio

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O meu, o seu, o nosso…

Saindo de casa hoje para levá-la na escola, passamos pela portaria do condomínio e apresentei à Luísa o porteiro novo:
-Lu, este é o seu Chico…
E ela:
– Não é “meu” Chico mamãe.

(Luísa, 2 anos)

Enviado pela Fernanda Piovezani

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Toy Story

O Matheus estava arrumando o quarto de brinquedos, quando veio me questionar:
– Ô mãe, cadê o capacete desse Max Steel? Eu gostava taaaanto deeele…
– Não sei, filho, já te falei, você não cuida dos seus brinquedos!
– Ô mãe, eu cuido sim, eles é que não se cuidam!

(Matheus, 6 anos)

Enviado pela Ana Carolina Leão Silva

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Em nome do pai

Brincando no quarto:
– Então, mocinha, como é seu nome mesmo?
– Nina.
– Hmm. Mas e o meu nome, você sabe?
– Sei, é Loizenrique!
– Hahah, isso aí. Mas são dois nomes, filha: Luiz e Henrique. Tem gente que me chama de Luiz, tem gente que chama Henrique, outros chamam de Rique…
– E tem gente que te chama de papai!

(Nina, 3 anos)

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Relax

A mãe estava toda envolvida nos trabalhos finais da faculdade e acabava passando muito tempo estudando com o grupo. Um dia, incomodado com a condição da mãe, o Vitor resolveu chamar sua atenção:
– Mãe, você não acha que está levando esse negócio muito a sério, não?

(Vitor, 8 anos)

Enviado pelo Sérgio Almeida

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Caçador de borboletas

A Samara brincava com uma amiguinha, que se gabava:
– Meu pai é muito forte! Ele mata leão, urso, tigre…
E minha querida Samara, pra não ficar pra trás, respondeu:
– Meu pai também é muito forte! #le mata borboleta, formiga e passarinho também!

(Samara, 3 anos)

Enviado pela Vanessa Haga

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Papai de jardim

– Pai, o senhor tá de jardim?
Meu marido olhou para mim e não entendemos a pergunta do Konrado. Pedi para que repetisse e ele fez a mesma pergunta. So depois, pensando um pouco, traduzimos a questão. Ele queria saber se meu marido estava de plantão!

(Konrado, 4 anos)

Enviado pela Kátia Bizan França

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Monossilábico

Eu estava com meu filho de um aninho no colo e, como ele ainda não sabe falar direito, quando quer alguma coisa fica dizendo “huumm… hummm…”. Numa dessas, a filha de uma amiga veio me perguntar:
– Por que seu filho só fica rosnando?

(Clara, 5 anos)

Enviado pela Flavia Ricardo

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Na palma da mão

Estávamos visitando a bisa e a Luísa ganhou uma bala. Depois de brincar com a bala, colocar na boca, tirar, colocar de novo, ela ficou com a mão toda melada. De repente, ela parou e ficou mexendo os dedinhos e observando. Eu pensei que pudesse ter um cabelo enroscado e perguntei:
– Luísa, tem cabelo na sua mão?
E ela, meio brava, me encarou e respondeu:
– Não. Tem de-do, mamãe!!

(Luísa, 2 anos)

Enviado pela Fernanda Piovezani

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Eu lavo minhas mãos

Outro dia, enquanto preparava o jantar, minha filha brincava com uma bexiga. O balão caiu no chão, ela correu para pegar e ameaçou levá-lo à boca. Mas antes deu uma paradinha, olhou para mim e disparou:
– Bactélia, mamãe! Bactélia…

(Ana Beatriz, 1 ano)

Enviado pela Tatiane Miashiro

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Estabelecendo prioridades

Precisei interromper a brincadeira do Matheus para pedir a ele que fizesse o dever de casa. Ele então alertou:
– Mãe, você acha, sinceramente, que eu vou gastar meu tempo fazendo dever de casa?”

(Matheus, 6 anos)

Enviado pela Ana Carolina Silva

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Enjoada

– Lia, sabia que eu passei mal na viagem e vomitei tudo no carro do meu pai?
– Ah é?
– É… mas ele deu um remedinho, branquinho, pequenininho assim ó e daí eu melhorei.
– Dramin?
– Não, pra mim.

(Nina, 3 anos)

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Uma boa alma

Estávamos no sofá vendo TV e a Nina veio correndo até a sala, mas deixou a luz do quarto acesa. Sentou numa almofada e ficou ali concentrada no que estava passando. Então perguntei:
– Nina, o que você está esperando para ir apagar a luz do seu quarto, que você deixou acesa?
Ela virou devagar, sorriu e respondeu:
– Mãe… estou esperando uma pessoa bem boazinha aparecer e ir lá apagar pra mim.

(Nina, 3 anos)

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Era engano

Certo dia, um tio-avô do João Víctor apareceu na porta de casa. Ele veio correndo, viu o tio pela janela e gritou:
– Vovó, tem visita!
O tio, se sentindo “de casa”, respondeu:
– E eu lá sou visita menino!?
O João, meio encabulado disse:
– Desculpe, tio! – e virou para a avó – Vó, é visito!

(João Víctor, 3 anos)

Enviado pela Enilde Santos

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Pizzaiolo

Estávamos jantando pizza. O Victor estava na casquinha da pizza e tendo trabalho para cortá-la, porque estava meio seca.
– Come com a mão de uma vez, filho.
– Não. Preciso aprimorar minhas habilidades com a faca.

(Victor, 9 anos)

Enviado pela Daise Ribeiro

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O infinito

Fui buscar meu afilhado na escola e ele me mostrou uma atividade que havia feito:
– Escrevi os números até 15.
– Nossa, Otávio, você já sabe escrever até 15! Que legal!
E ele mais que depressa:
– Eu sei escrever até infinito. Mas, não posso passar minha vida escrevendo números…

(Otávio, 5 anos)

Enviado pela Ana Paula Cornelio

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Se joga

– Tio, já sei o que é balada!
– O que é balada, Matheus?
– É um lugar onde todo mundo joga bala um no outro.

(Matheus, 7 anos)

Enviada pela Aline Candido

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Areia branca

– Filho, por que você jogou areia na máquina de lavar, junto com as toalhas de banho!?
– Ah, mamãe, elas estavam sujas e você falou que não era pra eu brincar com areia suja… Agora tá limpinha!

(Nicolas, 3 anos)

Enviado pela Dedéia (que até mandou a foto como prova do crime)

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Vamos salvar o mundo das cáries

A Duda vem correndo me mostrar a língua:
– Tia, minha língua tá roxa porque eu tomei suco de uva!
Logo em seguida, vem o Lipe:
– Olha, tia, eu tomei suco de maracujá!
O Vinicius observa tudo ao meu lado e decide mostrar a língua:
– E a minha, de que cor tá?
– De nenhuma cor, Vini. Você escovou os dentes?
– Sim! Ontem!

(Vinicius, 3 anos)

Enviado pela Isabela Ianelli

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Sonhando com o trono

Dia desses, de madrugada, eu estava na sala trabalhando no computador. Em casa, aquele silêncio, tudo escuro, minha esposa e a Nina dormindo tranquilas. De repente, ouço um resmungo vindo do quarto da minha filha. Paro o que estou fazendo e fico de ouvido alerta… passa um instante e ouço com clareza:
– Prooonto!!
É a típica expressão da Nina quando termina de usar o banheiro. Larguei tudo, corri para o quarto, a cama inteira molhada e ela, meio sem entender, só teve tempo de perguntar:
– Pai, o que vai acontecer agora?

(Nina, 3 anos)

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O fim da infância

Depois que acabava de fazer as tarefas da escola, o Eduardo descia para jogar futebol com os amigos no parque. Um dia, ao voltar, imundo, suado e com aquele cheirinho debaixo do braço, se jogou em cima da minha cama para ver TV. Então eu disse:.
– Filho, vai tomar um banho. E depois do banho, passa o desodorante do papai debaixo dos braços.
E ele respondeu:
– Ah, não mãe! Lá se foi minha infância!

(Eduardo, 11 anos)

Enviado pela Solange Lima

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Wonderbra

– Pronto, filha, vamos pra piscina?
– Mas, mãe, você esqueceu de colocar a parte de cima do meu biquíni.
– Nina, você tem 3 aninhos. Na sua idade, não precisa colocar a parte de cima.
– Mas, mãe, se não colocar meu peito vai afundar!

(Nina, 3 anos)

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Pescólica

Uma dia desses, estávamos no computador vendo vídeos no YouTube. Eu sentada na cadeira e ela no sofá ao lado, vendo o monitor meio de lado. Depois de vermos alguns, ela se virou para mim, colocou a mão no pescoço, fez uma cara de dor e disse:
– Meu pescoço tá doendo! Acho que é cólica…

(Bia, 9 anos)

Enviado pela Luciana Luz

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Fazendo a feira

Quando a Olívia tinha cerca de um ano, decidimos mostrar as frutas para ela e perguntar o nome, assim, quando mostravámos banana, ela dizia “nana”, quando mostramos maçã ela disse “maçã”. Mas a surpresa foi quando mostramos uma laranja e ela disse na maior felicidade:
– Suco!

(Olívia, 1 ano)

Enviado pela Thaís Stump

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Nana papai

São 19:00 e tento colocar a Lis para dormir. Coloco-a no berço e fico admirando sua vontade de brigar com o sono. Apoio minha cabeça nos braços e finjo estar dormindo para ver se a pequena dorme. Ela tenta a dormir uma, duas e na terceira vez, levanta-se, olha para mim, que ainda estou lá finjindo, e fala num tom de voz bem baixinho:
– Xiuuu, papai nanou, papai nanou. Nanou, papai?

(Lis 1 ano)

Enviado pelo Surrer Younes

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Listen and repeat

Quando se vive com filho pequeno em outro país, os idiomas sempre se misturam. Dia desses, estávamos no trânsito e:
– Olha, mãe, aquele carro é blue.
– Isso mesmo filho… e como se fala blue em português?
– Blue português, ué!

(Arthur, 2 anos)

Enviado pela Luciana DeMichelli

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São Paulo off-road

Parei meu carro em frente a uma papelaria, quando passou por mim um jipe daqueles antigos e desabafei:
– Vou trocar meu carro por um desses, só um desses pra andar nessa cidade…
E meu filho de pronto retrucou:
– Ah, mãe, compra logo uma carroça então!

(Enzo, 3 anos)

Enviado pela Fátima Mazzello

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Guarda de trânsito

Estava indo com meu filho para a praia e na nossa frente, havia um caminhão pipa com uma mangueira vermelha enrolada. Ele observou, acompanhou e disse:
– Olha, mãe, o caminhão da linguiça!

(Joaquim, 2 anos)

Enviado pela Caroline Pereira

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O herói

A Izadora não foi à escola e passou um dia inteiro com o papai. No dia
seguinte, depois de tomar banho, muito cansada e já quase dormindo,
começou a chamá-lo com aquele chorinho de manha. Aí eu perguntei:
– Filha, por que você quer o papai?
E ela arrematou:
– Porque ele me ajuda a ficar feliz.

(Izadora, 4 anos)

Enviado pela Daniela Benute

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O lugar mais frio do mundo

O Petrus e dois amigos estavam discutindo onde era o lugar mais frio do mundo, quando ele disse:
– Eu sei onde é. É na Brahma!
Algum adulto próximo perguntou:
– Ahn? Brahma? Como assim?
Ele pensou e disse rápido:
– Não, não! É a Antártica… eu que confundi o nome da cerveja!

(Petrus, 6 anos)

Enviado por Daiana Duarte

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Um chiqueiro!

A Isadora foi comigo, minha filha, minha mãe e meu marido em uma loja para trocar uma roupa. Quando entrei no carro, minha mãe falou:
– Nossa filha, amei seus óculos de sol! Você ficou mto chique!
Então, minha sobrinha respondeu:
– É verdade!
– Você gostou, Isa?!
– Gostei sim, ficou um chiqueiro!

(Isadora, 4 anos)

Enviado pela Flavia Freitas