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O astro rei

O Hermes está aprendendo na escola sobre a terra, o sol e a lua. Há alguns dias, na prova, a professora colocou a seguinte pergunta:
– Como podemos nos orientar à noite quando não há a luz do Sol?
E ele respondeu:
– Pela energia elétrica

(Hermes, 8 anos)

Enviado pela Bárbara Caretta

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Encalhado

Fui ao casamento de uma amiga e meu filho, espantado, comentou:
– Mãe, que horror, sua amiga tá casando com um velhinho!!
Ela estava entrando com o pai na igreja…

(Igor, 7 anos)

Enviado pela Aline

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Violência doméstica

– Isabelly, a mamãe te bate?
– Bate sim!
– Que horas, minha filha? Que horas que a mamãe te bate!? – a mãe, espantada porque nunca havia batido na filha.
– Humm, eu não tenho relógio!

(Isabelly, 3 anos)

Enviado pela Ellen Moulin

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Colonizados vs. Colonizadores

Estávamos num churrasco e o Vinícius resolveu mostrar o seu álbum de figurinhas da Copa para uma de nossas amigas. Mostrou todo empolgado, passando por todos os países, até que perguntou:
– Você vai torcer para quem na Copa?
– Portugal!
– Por quê?
– Porque eu sou portuguesa!
Ele se encheu de raiva, olhou bem sério para ela e levantando os braços, disse enfurecido:
– Você me escravizooou!! Roubou o nosso ouro!

(Vinicius, 7 anos)

Enviado pela Renata Oliveira

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Muito axé

Quando eu estava grávida, fiquei muito emotiva e chorava por qualquer coisa. Um dia, voltando do consultório médico com minha mãe e minha sobrinha, comecei a receber uns conselhos da minha mãe:
– Filha, você não pode ficar assim, faz mal pra bebê! Pare de chorar, levanta esse astral!
Minha sobrinha deu um salto no banco de trás e mandou:
– É, Tata, extravasa!!!

(Rayane, 5 anos)

Enviado pela Thais Martins

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Inimiga íntima

Minha filha estava assistindo desenhos na TV quando, durante o intervalo, foram chamadas as machetes do noticiário que viria em seguida. O âncora anunciava: “Pai mata criança de X anos”, “Mãe agride filho…”, “Pai atira bebê na parede”… Atenta à televisão, a Rafaela olhou para avó e disse:
– Eu me cuido um monte pra minha mãe não me matar.

(Rafaela)

Enviado pela Leandra Fatima de Andrade

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Pesadelo com picanha

Era quase meia-noite quando o Gustavo saiu do quarto dele aos prantos e chamando o papai. Corremos os dois para acalmá-lo e perguntamos o que estava acontecendo. Entre lágrimas e soluços ele tentou dizer:
– O chuaco me pegou!
– O Tiago te pegou filho?
– Não! O chuaco!
Meio na dúvida, perguntei:
– O churrasco te pegou?
– É!!!
Depois de acalmá-lo (tentando não rir…), continuei:
– Filho, que sonho maluco. Churrasco não tem perna ou braço prá pegar ninguém…
– Tinha só uma perna, mãe.

(Gustavo, 2 anos)

Enviado pela Lígia

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Perdidinha

A Ana Carolina estava “arrumando” umas roupas na gaveta, quando me disse:
– Este short não dá mais em mim. Coloca no achados e perdidos?

(Ana Carolina, 5 anos)

Elke Abreu

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Direto pro confessionário

Minha mãe levou eu e minha irmã mais nova, na época com 3 anos de idade, à Igreja. Após a comunhão, enquanto ela fazia sua oração em silêncio, minha irmã insistentemente perguntava:
– Mãe, o que é isso que você está comendo? Mãe, é biscoito? Mãe, eu também quero esse biscoito que o padre tá dando…
Já irritada, minha mãe respondeu rispidamente:
– Não é biscoito, é hóstia, filha.
Foi quando em alto e bom som minha irmã gritou:
– Seu padre eu também quero essa “bóstia”!

(Claudine, na época com 3 anos, hoje com 25)

Enviado pela Maura Fischer

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Perigo no trânsito

Mamãe dirigindo, toca o celular.
– Mamãe, você não vai atender?
– Não, porque não pode falar no celular dirigindo.
– Por quê?
– Porque é perigoso e porque a mamãe pode levar uma multa.
O telefone toca de novo.
– Izadora, atende para a mamãe, por favor.
– Não mamãe, senão a puta pega a gente.

(Izadora, 4 anos)

Enviado pela Daniela Correia

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Raul no arraiá

O Raul estava ensaiando todos os dias para a quadrilha que iria dançar na escolinha. Um dia, quando fui buscá-lo perguntei:
– Dançou quadrilha hoje filho?
E ele prontamente:
– Não, mãe, dancei com a Antonia.

(Raul, 4 anos)

Enviado pela Juliana Lopes

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Por que você não brinca com alguém do seu tamanho?

Quando casei com meu marido, a Marina, minha enteada, perguntou se agora ela teria duas mães. Então, eu e meu marido explicamos que não, que eu seria a amiga dela. E ela disse:
– Você não pode ser minha amiga porque não tem a minha idade.

Agora estou grávida. E sempre que a Marina está conosco, ela coloca o ouvido na minha barriga e diz:
– Deixa eu escutar meu feijãozinho!

(Marina, 6 anos)

Enviado pela Juliana Kolbe

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Torcida

– Davi, canta assim ó: “Meeeeeeengo!”
Ele, na mesma hora, com tom e cara de bravo, me responde:
– Xxxuuu (gesticulando para eu ficar quieta)!! Ó, o papai biiiiga. É: “Vácooooo!”

(Davi, 2 anos)

Enviado pela Ju Barcellos

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Palavras mágicas

A Luanna aprontou e ficou de castigo. Depois de 2 minutos chorando, ela começou a gritar:
– Mamãezinha, eu te amo! Me tira daqui…
Sem obter resultado, ela continou:
– Mamãezinhaaaaaa… eu te amoo! Me tira daqui!

(Luanna, 2 anos)

Enviado pela Luciana Azevedo

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Na hora do bolo

Eu estava colocando uns materiais na mesa para preparar um bolo e minha afilhada ficava me olhando. Quando eu pus os ovos em cima da mesa, um deles rolou e caiu no chão. A Clarinha colocou as mãos na cabeça e exclamou preocupada:
– Ôh meu Deus do céu!

(Maria Clara, 2 aninhhos)

Enviado pelo Jenílton Junior

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Adeus, cheirinho de suor…

A Nicolly tinha chegado da creche e eu comentei que ela precisava de um banho. Mas depois, comecei a conversar com meu esposo e acabei me esquecendo. De repente, ela começou a me chamar:
– Mamãe, mamãe, mamãe!!
Como ainda assim eu não prestei atenção, ela deu um grito. Nós dois então olhamos curiosos, ela andou na minha direção, pegou no meu colarinho, olhou bem nos meus olhos e disse:
– Mamãe, BANHO!!!

(Nicolly, 1 ano)

Enviado pela Sabrina Soares do Nascimento

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Alô? Quem fala?

Estávamos todos em casa e o Henrique, como sempre, fazendo gracinha. Ele pegou o telefone e fingiu estar falando com alguém. Então, eu peguei um celular e disse:
– Filho, fala comigo.
E ele respondeu, ao telefone:
– Miguuuuuuuuu!

(Henrique, 1 ano)

Enviado pela Julia Mendes

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Árvore genealógica

Estava passeando com a Ísis quando ela, que adora bichos, abordou uma senhora passeando com três cachorrinhos. Enquanto ela brincava com os cãezinhos, a senhora, muito simpática, explicava:
– Esse branquinho é pai daquele cinza.
No mesmo instante a Ísis, estupefata, pára tudo o que está fazendo, se levanta, encara a dona dos cachorros e constata, travando a língua e trocando a ordem das palavras:
– Tem cachorro de pai!?

(Ísis, 3 anos)

Enviado pelo Bruno Loturco

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Na batida do… coração

Eu estava brincando de médico com o Arthur (em casa chamamos ele de Tutu). Então, no meio da brincadeira, eu disse:
– Tutu, põe a mão no coração da mamãe. Olha, ele faz tutu… tutu… tutu…
E com aquela carinha linda, ele vira para mim e diz:
– E o meu coração faz mamãe… mamãe… mamãe!

(Artur, 2 anos)

Enviado pela Luciana DeMichelli

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Primeiros socorros

Eu estava contando a história da Bela Adormecida para a Clara:
– … Aí, ela espetou o dedo, dormiu… e o Príncipe chegou, deu-lhe um beijo e foram felizes para sempre!
Então, ela reagiu imediatamente:
– Não! Aí, ele foi passar um gelinho!

(Clara, 2 anos)

Enviado por Sut-Mie e Carlos

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A moça do tempo

Certa vez, eu e a Bibi fomos a uma festinha em plena segunda-feira. Chegamos tarde da noite e no outro dia a Bibi levantou cedo para ir à escola. Como ela estava com muito sono, fiquei apressando ela a todo instante.
– Vamos logo! Estamos bem em cima da hora. Vamos, vamos!
– Eu não estou em cima da hora, não! Por acaso a senhora está vendo algum relógio debaixo dos meus pés?

(Gabrielle, 6 anos)

Enviado pela Andrea Santos

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Anexo

O Enzo estava brincando de virar cambalhotas na sala e disse:
– Má agora você vira “bacalhota”!
– Mas Enzo, eu não posso, tem o neném, lembra?
E ele com os olhos arregalados e deitando a cabecinha em direção ao ombro:
– Então tira ele e põe aqui (apontando para o armário).

(Enzo, 2 anos)

Enviado pela Aline Doná

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Papai elástico

– Pai, minha bexiga caiu – a Ísis avisa, sentada na cadeirinha, no banco de trás do carro.
– E você não consegue pegar?
– Não, meu braço não é muito esticado igual o seu. – ela constata.

(Ísis, 3 anos)

Enviada pelo Bruno Loturco

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Eu quero uma casa no campo…

Em um belo sábado eu e a minha família estávamos voltando do sítio. O lugar é muito bonito e tem alguns cupins espalhado pelos campos. De repente, meu sobrinho dispara:
– E aí piquim? – empolgado, ele estava cumprimentando o cupim.

(Gustavo, 8 anos)

Enviado pela Debora Júlio

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Negociando

Desde pequena, a Gabi gosta de comer coisas de sabor forte (como salame, por exemplo). Um dia, fazendo um lanche à noite, depois de se deliciar com algumas fatias, a mãe dela disse:
– Pára, Gabi, já comeu demais.
– Aahh, mãe…
– Tá bom, Gabi. Mas só mais um.
– Um em cada mão?

(Gabriela)

Enviado pela Silvana Monteiro

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Churrasco japonês

– Mãe, como se diz “obrigado” em japonês?
– Arigatô.
– E “de nada”?
– Não sei.
– E “churrasco”?
– Ih, piorou…
– Ai, tô com tanta vontade de comer piorô!

(Giulia, 3 anos)

Enviado pela Sueli Pequini

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1berto

Outro dia, a Julia chegou em casa com a tarefa da escola para fazer. O pedido era para que escrevesse nomes que começam com a letra H. Cheguei à noite em casa pra ver tarefa com ela e fui ditando os nomes enquanto ela escrevia.
– Heloísa, Heitor, Hugo, Humberto…
Depois fui ver o caderno e li que ela havia escrito “1berto” no lugar de Humberto. Quando perguntei o motivo, ela respondeu:
– É porque pode ter 2bertos, 3 bertos…

(Julia, 4 anos)

Enviado pela Jackeline Intrieri

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Studio W

O Hermes veio e começou a mexer no meu cabelo. Estava tudo bem até ele começar a puxar.
Então eu pedi pra parar e ele disse:
– Espera, tô pegando uma análise.

(Hermes, 8 anos)

Enviado pela Bárbara Caretta

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Dr. House

O Asafe estava brincando e de repente parou sentindo uma dorzinha na barriga. Fui logo preocupada, perguntar o que ele estava sentindo e se já havia melhorado. Ele, seriamente, me respondeu:
– Mamãe, não precisa ficar assim, eu tô bem. Se preocupe com a sua saúde.

(Asafe, 4 anos)

Enviado pela Márcia Cristina

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Muita véia

Eu estava conversando com a vizinha, quando o filho dela:
– Minha mãe come muita veia.
– O quê? – perguntou a mãe.
– Muita veia! Tem um pacotão.
– Aveia! Eu como aveia!!

(Linquinho, 6 anos)

Enviado por Sergio e Clara

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Cama do gato

Meu filho acordou muito cedo, justo numa segunda-feira e começou a insistir em pôr os pés em minha barriga e ficava reclamando. Por fim, resolvi me levantar, já que não tinha mais sossego pra ficar deitada. Quando me sentei na cama, ele falou:
– Milagre!

(Henzo Felipe, 2 anos)

Enviado pela Débora Julio

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Destra

A Yasmin estava brincando e escrevendo com a mãozinha direita. Então ela me pediu:
– Lena, olha aqui, veja se eu não sou CARIOCA*

*Canhota

(Yasmin, 7 anos)

Enviado pela Thais Priscila de Araujo

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Du iú spique portuguise?

Recebi uma amiga americana em casa e, enquanto estava ajudando na cozinha, as duas ficaram sozinhas na sala. Fiquei imaginando o que daria, pois a Yasmim nunca tinha tido contato com ninguém de fora do país.
Ela estava deslumbrada com a nova amiga e quando cheguei na sala, a Lauren me diz que aprendeu algumas palavras em português com a Yasmim. E foi apontando:
– Chão, mesa, flor… TELELISÃO.

(Yasmin, 5 anos)

Enviado pela Thaís Priscila de Araújo

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Sistema digestivo em ação

O Guilherme e a Antonia estavam se preparando para tomar banho, quando a Antonia me pediu para fazer cocô. Sentei-a na privada e ela mesma disse ao irmão:
– Guigui, vou fazer um cocô rosa – ela disse rosa porque é menina e menina usa rosa.
– Nããooooo, cocô rosa não! Só sai marrom!

(Guilherme, 4 anos e Antonia, 2 anos)

Enviado pela Paola Regino Rebelo