– O fim do horário de verão faz o relógio voltar?
– Pai, o Lula é dono do tempo?
(Theo, 6 anos)
Enviado pelo Ricardo Chester
– O fim do horário de verão faz o relógio voltar?
– Pai, o Lula é dono do tempo?
(Theo, 6 anos)
Enviado pelo Ricardo Chester
No final de semana passado, uma amiga minha veio em casa e queria que a Luísa pegasse o jogo novo que comprei, de cartas e cores. Então eu pedi a ela:
– Lu, mostra pra Elen como é que se joga esse jogo!
E ela, imediatamente jogou todas a cartas pra cima.
(Luísa, 2 anos)
Enviado pela Fernanda Piovezani
No dia do seu aniversário, o Miguel chegou e fez uma observação categorica:
– Mamãe, hoje é meu aniversário e você não pode brigar comigo!
Logo depois, quase no final da festinha, ele foi até uma convidada e a perguntou a ela se havia gostado da festa. Ao ouvir ela dizer que “sim”, ele me deu o troco:
– Então vai até a mamãe e dê um beijo nela.
Forma de agradecimento sublime.
(Miguel, 4 anos)
Enviado pela Edna Rosa Batista
O Matheus teve sua primeira aula de inglês esta semana. Quando perguntei o nome da professora, ele disse:
– My name is…
– “My name is” o quê, filho? Qual é o nome dela? O que ela disse, em inglês, foi “Meu nome é…”.
E ele, bravo que só, fechou a cara e me disse:
– Ai, mãe, eu já disse, é tia “My name is”.
Fui buscar a Luísa na escolinha e, querendo saber se ela já sabia o
nome da professora, perguntei:
– Lu, como chama a tia da escola?
E ela, mais que depressa, colocando as mãozinhas em volta da boca, grita:
– Tiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…..
(Luísa, 2 anos)
Enviado pela Fernanda Piovezani
Era cedo. Estávamos na cozinha e como todos os dias, eu preparava um copo de Nescau para a Nina. “Leitinho, papai, leitinho” é a fala matinal que me desperta, junto com a música do Louis Armstrong que toca no relógio.
Hoje ela foi atrás de mim. Enquanto eu ajeitava o lanchinho da escola, ela virava o copo de leite numa golada só. Depois, não satisfeita, pediu:
– Pai, eu quero também aquele outro. O amarelo.
– Que amarelo, filha?
– Aquele, pai. Abre o armário.
Bom, eram seis da manhã, eu estava com sono e você precisa me desculpar pela falta de paciência com minha pequena.
– Ah, filha, isso não é hora de olhar o armário. Não é hora de doce. E você já comeu.
– Nããão, pai. Eu quero aquele amarelo. Eu esqueci o como chama…
– Nina, eu não sei o que você está querendo. Você já tomou seu leite, agora é hora de se arrumar e ir pra escola.
– Ah, pai… por favoooor! (ela agora está com essa mania de dizer “por favoooor” pra qualquer coisa que queira mesmo, como se fosse um apelo em última instância. Funciona).
– Tá. Eu vou abrir o armário.
Abri a porta e só via pacotes de biscoito, o açucareiro, Nescafé, sal, Ovomaltine, uma lata amarela de leite Ninho… Opa, amarelo!? Leite Ninho?
– Nina, é isso aqui que você quer? Um grudinho*?
Ela sorriu. Ficou um tempo sem dizer nada. Eu, com a cara amassada de sono ainda esperava retomar a rotina. E ela arremata:
– Viu como você aprende?
Realmente.
(*Grudinho é um troço que minha sogra inventou e a Nina adora. A receita é simples: duas colheronas de leite em pó e uns 10 ou 20 mililitros de água. Vira uma pasta grudenta e, segundo dizem, deliciosa – há paladar para tudo)
(Nina, 2 anos)
Estávamos na casa de uma tia e a Nina abusava da condição de sobrinha-neta lá na cozinha. Quando entrei para ver o que estava aprontando, vi minha filha chupando cubinhos de gelo. Ela se deliciava.
– Humm, é geladinho! Humm, tem um gostinho de água!
(Nina, 2 anos)
Ainda no parque… (continuação do post anterior).
Fomos ao parque com as crianças e, numa pausa entre as brincadeiras, ficamos observando o lago e mostrando coisas para elas. Tudo corria em paz, quando o Vitor, espantado, apontou para a água e exclamou:
– Filha, você ganhou tudo o que pediu para o Papai Noel?
– Não… a gente não terminou a carta!
(Bruna, 4 anos)
Enviado pela Fabiana, via Twitter
Vejam o talento, a habilidade e o jeito desse pai com novíssimas técnicas para fazer sua princesa parar de chorar e, finalmente, dormir.
Enviado por Nélio Matos
– Pai, o carro ia reto pela rua, aí foi seguindo e, de repente, ele “curvou” para o outro lado.
(Pedro, 9 anos)
Enviado pelo Jair.
Estávamos numa festa de casamento, sentados à mesa, quando o garçom passa e oferece:
– O senhor aceita um uísque?
– Não, obrigado.
Quando ele sai, a Nina alerta indignada:
– Ei, eu quero um sanduísque!
(Nina, 2 anos)
Estávamos numa loja, aguardando na fila do caixa. A vendedora, querendo ser simpática, puxou assunto com a Nina:
Hora do jantar. A mãe insistia para a Leda comer. A filha, já cansada, apontou o garfo na direção da mãe e ameaçou:
Pai e filho no shopping:
– Pronto, Dudu, pode brincar com meu celular.
– Hmmm, tem jogo da velha!
– Tem sim. E esse você sabe.
– Acho que esse não dá pra jogar com a vovó.
– Mas porque?
– Jogo da velha, ué. Ela ganha…
(Eduardo, 8 anos)
Enviado pelo Anésio
As duas declarações “apaixonadas” do garoto:
– Eu só gosto de você quando você me dá biscoitos.
– Eu também te amo, mas eu não gosto de você o tempo todo.
Vídeo indicado pela coruja Gabriela Rampazo, que junto com o link fez o comentário: “Depois de 9 meses na barriga, é essa a consideração que uma mãe recebe”.
No último fim de semana, estávamos na estrada quando passamos por uma comunidade com casas bem simples, algumas de madeira, outras de tijolos. No banco de trás, o Eduardo estava atento à paisagem. De repente, ele fala:
– Mamãe, mamãe, estou vendo as casas dos três porquinhos!
(Eduardo, 4 anos)
Enviado pela Luciana Vargas Borba
Sexta-feira, dia de ir menos formal para o trabalho (bem, rotineiramente já não vou, então o “nível de relaxo” estava mais evidente), acordei cedo e me aprontei para o trabalho. Depois, acordei a Nina e a vesti com o uniforme da escola. Quando, depois de meia-hora, ela se deu conta de que já estava acordada, ela me olhou, me mediu e perguntou:
– Você vai trabalhar?
– Ahãn.
– Vai nada.
– Vou sim, filha. Porque você tá falando isso?
– Então vai colocar roupa de trabalho! Essa nem tem botão!
Ah, se minha chefe resolve pensar igual…
(Nina, 2 anos)
Nina fazendo mágica:
Estava na casa de um tio da minha esposa, ajudando a instalar alguns programas. Por alguma razão que não sei explicar, fiquei sabendo depois que o Skype parou de funcionar. Ele me avisou do problema, eu fiquei de ir até lá corrigir e reinstalar o programa, mas o dia passou e eu esqueci.
– E aí, quem quer ir pra praia!?
Maria Fernanda vê a vovó tomando remédio e faz um alerta:
– Isso vovó, fica aí tomando um monte de remédio que você vai morrer igual o Michael Jackson.
(Maria Fernanda, 4 anos)
Enviado pelo Fernando Mattei
Esta semana o Caio descobriu algo surpreendente:
– Titiê, sabia que eu sou uma criança especial?
– Especial? Por que você é especial? – curioso para descobrir qual virtude o torna tão especial.
– É que eu descobri que minha cabeça é amassada.
(Caio, 6 anos)
Enviado pelo Sérgio Dantas
Acabei de chegar na praia e minha filha manda:
– Pai, vai pegar daquela água molhada pra mim? Essa aqui é seca.
(Maria Fernanda, 4 anos)
Enviado pelo Fernando Mattei
O filho de uma amiga foi à missa e, curioso, perguntou:
– Mãe, o AMÉM é a mesma coisa que o ENTER do computador?
Enviado pelo Jr. Miranda (via twitter)
Eu estava no banheiro me aprontando para ir trabalhar e a Nina ficou no quarto bebendo seu leitinho na cama. De repente, naquele intervalo de silêncio preocupante, eu a ouço fazendo uma oração. Curiosa, estico o pescoço pela porta e a vejo com as mãozinhas juntas, sussurrando algo. Ela percebe que estou ali, pára e fica me olhando quieta. Então eu pergunto:
– Filha, que oração é essa?
E ela responde de pronto:
– Cinco e meia.
(Nina, 2 anos)
Com pronúncia invejável, garotinho canta a popular canção “I’m yours” de Jason Mraz – com direito e ukulele e tudo!
Para quem não reconheceu a faixa, veja a versão o original (na voz do adulto, éca!) no YouTube. Prefiro o garotinho :o)
(Fonte: Blog Sedentário & Hiperativo)
Nina na Disney:
– Olha, mãe! Olha lá a Princesa das Neves!
– Filha…
– E a Bela Cida!
(Nina, 2 anos)
Garotinho de 2 anos “sentindo” a música de Michael Jackson:
– Beijo não, pai! Beijo dói.
A dura sinceridade da pequena filha para seu pai barbado.
Enviada por João Moretti
Como todo pai que se preze, sempre esperei que a primeira palavra de meu filho recém nascido fosse o bom e velho “papa” (bem, eu até aceitaria um mísero “pa”). Mas, em casa, depois de incentivar meu filho por muito tempo, a primeira palavra que ele falou na vida foi:
– Coca!
(Mateus)
Enviado por Silas de Oliveira
– Filha, você gosta do papai?
– Ahâm
– Ele é divertido?
– Ele não é divertido, ele é papai…
(Nina, 2 anos)
Postado pelo Jorge Oliveira no blog Canto do Jó.
Apesar de todos os avisos, alertas e comunicados em contrário, a Nina pegou uma bala do pacote e enfiou na boca. A mãe, desapontada, levou a Nina para o quarto e ela ficou ali “pensando” por 2 minutos.
Passado o tempo de castigo, a mãe voltou ao lugar e conversou seriamente com a pequena transgressora:
– Filha, você pensou direitinho no que fez?
– Ahãm.
– E o que você fez?
– “Disobedeci”. Peguei uma bala…
– Isso mesmo. Tá errado, não tá?
– Tá.
– Então, agora, o que é que você tem que pedir pra mamãe? – a mãe, confiante na sua firmeza, esperava pelo pedido de desculpas.
– Mãe?
– Oi, Nina.
– Me dá uma bala, por favor?
(Nina, 2 anos)
O Arthur chegou em casa todo empolgado, falando da formatura do ABC. Depois de me contar tudo o que a professora dele falou, tudo o que ensaiou, ficou triste e completou:
– Eu só fiquei chateado porque ela disse que a formatura era só do ABC. Eu queria que fosse do alfabeto todo…
(Arthur, 6 anos)
Enviado pela Lindsai Amaral
Numa manhã de sábado, assim que eu e Arthur acordamos, pedi a ele que fosse até a sala e ligasse o aparelho de som. Ele tentou, tentou e não conseguiu, pois a tomada não estava conectada. Então, de lá mesmo ele gritou:
-Ih, mamãe, acho que faltou gasolina no som!
(Arthur, 3 anos)
Enviado pela Lindsai Amaral
Dispensa comentários.
Olás,
Estela brincando com a bola no chão:
-Vamos jogar “chutebol”? Você é o “golzeiro” e eu sou a “chuteira”, tá bom?
(Estela, 4 anos)
Enviado pela Maria Cristina J. Peruzin em nossa comunidade no Facebook.
A avó entra no quarto e vê a Bia esparramada na cama, com ar de exaustão. Ela então pergunta porque ela está daquele jeito, no que ela responde na mesma hora:
– Estou morta de cansada!
A avó então lhe diz:
– Mas você não fez nada, Bia!
E ela, corrigindo:
– Fiz sim, vó! Olha a quantidade de bonecas que eu brinquei e de DVD’s que eu vi!
(Bia, 8 anos)
Enviado pela Luciana Franco
A família estava no carro, seguindo para São Paulo, quando a Vitória reclamou no banco de trás:
– Ai, mãe, tô com fome! Vamos parar num restaurante?
Nessa, o irmão mais velho interveio.
– Pra variar, né, Vitória?
– Pra variar não, é pra comer mesmo!
(Vitória, 4 anos)
Enviado pela Luzia
Estávamos só eu e o Arhur em casa. Ele, brincando fantasiado de Batman e eu vendo TV. Quando minha amiga telefonou, eu atendi e ela perguntou quem estava em casa:
– Eu e Arthur, respondi.
Ele, ouvindo isso, reclamou comigo:
-Não, mãe!! Tá você e o Batman!!
(Arthur, 3 anos)
Enviado pela Lindsai Amaral
Eu estava de shorts em casa, levando a Nina para escovar os dentes antes de dormir. Ela olhou para minha perna e começou a cantarolar:
– Papai, papai… tá peludinho.
(Nina, 2 anos)
Família pronta pra sair de casa, todo mundo se arrumando. Pegue as chaves. Leve a nina pra fazer xixi. Não esquece a chupeta. Você viu meu celular? Achei. E a carteira, tá por aí? Anda logo, filha, venha que estamos atrasados!
Então, a Nina e eu já estávamos no hall do elevador esperando a mãe chegar. Quando ela saiu do quarto, com a roupa trocada e o perfume passado, a Nina a mediu da cabeça aos pés e sugeriu:
– Mamãe, você tem que trocar esse pijama.
(Nina, 2 anos)
O Arthur chegou da escola e me contou que, na hora do lanche, havia tomado refrigerante. Como não tinha mandado refrigerante no lanche dele, reclamei:
– Filho, não devemos aceitar nada de estranhos.
Ele disse que havia recebido o refrigerante da professora. E completou:
– E ela não é estranha. Ela é normal!
(Arthur, 4 anos)
Enviado por Lindsai Amaral
A família de férias em NY e nós, num típico programa de turista, fomos ao Central Park levar a Nina para brincar. Enquanto ela balançava num dos brinquedos, viu uma garotinha americana correndo atrás de uma bola.
– Menininha! Ei, menininha! – ela chamava insistentemente.
E, por razões obvias, a garotinha não olhava.
– Menini-nhaaa!
Nada.
– Pai, acho que ela não sabe ouvir.
(Nina, 2 anos)