Um videozinho pra variar um pouco. Aprenda a fazer cookies. A menina é hilária.
O nome da figura é Zaylee Jean e tem 3 anos de idade.
Enviado pelo Daniel Salles
Um videozinho pra variar um pouco. Aprenda a fazer cookies. A menina é hilária.
O nome da figura é Zaylee Jean e tem 3 anos de idade.
Enviado pelo Daniel Salles
O Guga perguntou:
– Mãe, a gente vamos pra onde?
E o Davi corrigiu:
– Não, Guga, é “nóis vai”!
(Guga e Davi, 3 anos)
Enviado pela Jamile Santana
– Ísis, o mundo não é feito só de queijo! – Disse isso para ela, que insistia em só comer a cobertura da esfiha.
– O mundo é feito de batata frita, pai. – Rindo ao mudar o prato.
(Ísis, 3 anos)
Enviado pelo Bruno Loturco
– Larissa, você está com sono?
– Não mãe, eu estou cansada.
– Você está muito cansada?
– Pelo menos.
(Larissa, 5 anos)
Enviado pela Lidiane
A professora do Daniel pediu para ele desenhar os irmãos e ele desenhou apenas o irmão do meio (somos em três). Minha mãe o questionou:
– Dani, mas você só tem um irmão??
– Sim!
– Mas e a Michele??
– Ela é minha irmã!
(Daniel, 5 anos)
Enviado pela Michele Lima
Fonte: blog Paiéquemcria!
Outro dia, em uma conversa dentro do carro, a avó fez um comentário sobre um assunto qualquer:
– Faz tempo que não ouço falar sobre isso.
Então, rapidamente a Julia corrigiu:
– Ô vó, por acaso você é cachorro pra falar “não osso”? O certo é “não ouvo”.
(Julia, 4 anos)
Enviado pela Jackeline Batista
– Mãe como é esse negócio de namorar?
Com muito cuidado eu respondi, que primeiro ele iria conhecer uma menina, depois ele se tornaria muito amigo dela, aí iria gostar mais dela do que das outras meninas e então iria na casa dos pais dela e pediria para namorá-la.
Depois disso tudo eu perguntei:
– Por que você quer saber isso, Samuel?
Então ele respondeu com ar de importante:
-É pra saber como eu vou fazer quando tiver que namorar a Ana Clara!
(Samuel, 6 anos)
Enviado pela Lu Cabral
– Mamãe, nós vamos assistir o filme com a luz acendada e ponto.
– Você está disbangunçando minha cama!
(Maria Eduarda, 4 anos)
Enviado pela Marcela Cecone
Enquanto levava o Gustavo para a escola, hoje cedo, comentei que amanhã é aniversário do papai e que precisávamos comprar o presente dele, mas eu não sabia o que iria comprar. Com cara de quem está pensando, ele responde:
– Compra uma maletinha.
– Pra que filho?
– Prás coisas de tomar banho dele.
(Gustavo, 2 anos)
Enviado pela Ligia
Estava passeando com o Lino numa loja de departamentos e, quando viu o ovo de páscoa do Homem Aranha, ele disparou:
– Mamãe, você gosta da Hannah Montana?
Eu não assisto a série, mas sei quem é. Respondi:
– Gosto filho, por quê?
– Porque assim eu te dou um ovo da Hannah Montana… E você já compra aquele alí do Homem Aranha pra mim.
(Lino, 03 anos)
Enviado pela Thaís
-Maria, entra logo no carro, por favor.
-Já tô entrada, mãe!
(Maria, 3 anos)
Enviado pela Tainã Onuki
O Felipe gritou na sala de aula porque não gostou do Pedro ter abraçado ele tão forte.
Eu disse:
– Lipe, na próxima vez, você não precisa gritar, é só dizer pro seu amigo que não gosta de abraço muito forte.
Virei as costas e ouvi a Olivia aconselhando, no mesmo tom em que eu disse:
– Lipe, na próxima vez, você não precisa gritar, é só bater nele.
(Lipe, Olivia e Pedro – 3 anos)
Enviado pela Isabella Ianelli
A Maria Clara estava com dor de barriga e foi ao banheiro. Vendo o que “se passava”, logo soltou:
– Papai! Estou fazendo cocô derretido!
(Maria Clara, 4 anos)
Enviado por Miriam Barreto
A Nina fez aniversário na semana passada. Passeando na casa da avó, ela quis contar a novidade.
– Vovó, antes eu tinha assim ó (fazendo 2 com os dedinhos) e agora eu tenho assim ó (erguendo, com dificuldade, o terceiro dedo).
– Que linda, Nina! Parabéns!
– E você, vovó, quantos anos você tem?
– Eu? Humm, eu tenho assim ó (a avó começou a abrir e fechar a mão várias vezes para somar a idade).
– Nossa, vovó, você já até perdeu a conta!
(Nina, 3 anos)
Fomos passear numa fazenda e ao ver uma vaquinha mastigando, a Gabriela perguntou:
– Mamãe, o que a vaca come?
– Feno, minha filha.
Comecei toda uma explicação sobre a digestão dos ruminantes:
– Você sabia, Gabriela, que quando a vaquinha come, a comida primeiro vai para o estômago, depois ela volta e…
Ao que Gabriela retrucou:
– Eu já sei, mamãe, eu vi num livro: é pança, barrete, folhoso e coagulador.
– …
(Gabriela, 5 anos)
Enviado pela Clarissa Machado
Estávamos no metrô, indo para a casa da minha mãe e o vagão estava um pouco cheio. E a Izadora mandou:
– Mamãe, todo mundo vai para a casa da vovó!? Não vai caber todo mundo lá…
(Izadora, 2 anos)
Enviado pela Daniela Correia
Estava lendo para o Vinicius e assim que acabei o livro do Rei Leão ele perguntou:
– Madrinha, eu posso ser rei?
– Depende, Vinicius, seu pai é rei?
– É…
(Vinicius, 4 anos)
Enviado pela Andrea Fregnani
Ceceu, na casa dos avós, atende o telefone.
– Alô, quem tá falando?
Do outro lado da linha:
– É o Jesus. Posso falar com o Seu Ângelo?
Ceceu tira o telefone da orelha e grita:
– Vovô! Papai do Céu quer falar contigo!
(Ceceu, 4 anos)
Enviado pela Carolina Ferreira
– Sabe, tia Deborah, eu tenho um sonho dentro do meu olho, um sonho da minha vida inteira…
– Ah é Chico, qual é seu sonho?
– Eu fecho os olhos e vejo pintinhos dentro de uma caixinha!
(Chico, 4 anos)
Enviado pela Melissa Sabo
Comprei o DVD do Charlie & Lola para meus filhos e eles a-do-ra-ram. Dia desses pela manhã escutei os passinhos do Chico bem cedo e, quando olhei para o lado, ele estava ao lado da minha cama.
– Que foi Chico?
– Mãe quero continuar vendo o Charlie e a Lola.
– A não Chico, toda hora, você já viu bastante. Vamos mudar um pouco.
– Ahhh mãe, mas eu quero!
– Mas Chico desse jeito o DVD vai furar!
– Não vai não, mãe, ele já tem um furo!
(Chico, 4 anos)
Enviado pela Melissa Sabo
Aproveitando a onda da notícia da parceria com o Bebê.com.br, gostaríamos também de reforçar os canais de interação que tentamos manter por aqui.
O blog, como sabem, é colaborativo. Tudo o que postamos aqui (com raras excessões) chega de pais, mães, tias, madrinhas, avós e tantos corujas que nos mandam por email.
Para participar do blog, envie sua pérola para o email frasesdecriancas@gmail.com – ficaremos muito felizes em receber e nos corresponder. Mas por favor, envie também seu nome, o nome da criança e a idade dela. E se quiser um link para seu site ou Twitter, envie o endereço junto.
Agora, temos também outros jeitos para você acompanhar o blog. E os links abaixo já são o caminho:
E se tiver alguma outra ideia, a caixa de comentários está aberta logo abaixo.
Grande abraço,
Manú e Henrique
– Vamos no supermercado, porque eu preciso comprar fralda XXG.
E o Antonio completa:
– E fralda cocôG também mamãe!
(Antonio, 2 anos)
Enviado pela Renata Beirouth
A Catarina estava pensativa, calada e com uma expressão um pouco preocupada.
– Catarina, por que você está com essa cara?
– Ué mãe, porque todas as outras caras “tão” pra lavar…
(Catarina, 3 anos)
Enviado pela Mariane Tichauer
Olás,
Começou oficialmente na última quinta-feira, mas a divulgação vale a partir de hoje.
Pois é que a tal da boa notícia que viria e fez com que ficássemos atrasados com posts, emails não respondidos e tuitadas finalmente pode ser divulgada.
Vocês devem ter notado (ou não) a referência aí ao lado. É que o Frases de Crianças – agora muito chique – é o primeiro blog parceiro do Bebê.com.br, site da Editora Abril, o maior do país dedicado a gestantes, mães e educação de filhos.
É engraçado pensar que a gente tem tanto orgulho dos nossos pequenos que – como bem serve o propósito dessa página – anotamos e gostamos de divulgar seus comentários espertos. E então, numa hora como essa, a gente fica orgulhoso também desse tipo de filhote, um blog, que não nasceu da gente mas que, mais hora, menos hora, vai se enchendo de autonomia e começa a andar com as próprias pernas.
Estamos muito felizes. Em tão pouco tempo tudo tem dado tão certo.
Vida longa ao blog e à parceria com o Bebê (nosso obrigado especial ao Kaio e à Ana, tão gentis desde sempre). E vida eterna às boas amizades que temos construído com cada coruja orgulhosa que nos envia frases por email, Twitter ou pelo Facebook. Obrigado a cada um de vocês.
Abraços,
Manú e Henrique
Eu chego e pergunto:
– Gabriel, você vai fazer natação hoje?
E ele responde:
– Só se a “pofessora” gatinha deixar.
(Gabriel, 3 anos)
Enviado pela Mayara Inghridy
Durante a aula de inglês, a professora ensinava:
– Pessoal, cat é gato; dog, cachorro; bird, pássaro; E mouse?
E o Matheus:
– Ué, é aula de inglês ou de tecnologia?
(Matheus, 6 anos)
Enviado pela Ana Carolina Silva
Passamos um final de semana com um casal de amigos muito especial e que gosta de brincar com as crianças.
Na segunda-feira, minha filha me diz:
– Mamãe, a Fina é muito legal, né? Por que a gente não compra ela?
(Izadora, 4 anos)
Enviado pela Daniela Correia
O Samuel, depois de brincar na rua com os coleguinhas, (temos ainda esse privilégio) veio todo eufórico:
– Mãe, eu conheci um amiguinho novo!
– Que legal, filho! E qual é o nome dele?
– Hiiiii, mãe! Nem me pergunta! Ele tem um nome muito confundível!
(Samuel, 6 anos)
Enviado pela Lú Cabral
Meu aluno Vinicius tem mania de pegar no rosto das pessoas enquanto fala. Com as duas mãos, chega perto e puxa o queixo para que a pessoa olhe para ele quando ele quer contar alguma coisa. É uma maneira inocente, que ainda não comecei a interferir porque ele tem menos de três anos de idade e ainda está se adaptando à escola. No entanto, depois de hoje, acredito que os pais já começaram a educá-lo em casa quanto a esta mania.
Eu estava com outras crianças sentada no chão conversando, quando o Vinicius puxou meu rosto. Me vi com o rosto praticamente colado no dele, com muitas crianças ao redor exigindo atenção. Mais seriamente que o comum, perguntei:
– O que foi, Vini?
Um pouco assustado, ele tirou as mãos e respondeu:
– Não foi nada.
– Por que você puxou meu rosto, então?
– Eu não puxei seu rosto!
– Não?
– Não… (pausa) Acho que foi minha mão.
– Ah… E por que ela fez isso?
– Não sei… (Um pouco desapontado) Acho que ela não sabe ser boazinha.
(Vinicius, 2 anos)
Enviado pela Isabella Ianelli
Estava eu conversando com uma amiga e minha sobrinha começou a me chamar insistentemente e eu fingi que não estava escutando.
Depois de umas 5 tentativas, ela virou-se e disse:
– Você não tem “escultor” não?
(Graciele, 4 anos)
Enviado pela Eliana Cerqueira
O Caio ganhou um filhote de marreco por uma semana, já que seria impossível deixá-lo no apartamento por muito tempo. Quando o pobre bicho partiu, foi revelado algo surpreendente sobre sua natureza.
– Caio, você não vai acreditar. Além do pato ser marreco, ele era na verdade uma ‘marreca’!
– Marreca? – o Caio exclama surpreso e com cara de nojo.
– Isso Caio, uma marreca.
– Se eu soubesse disso, tinha mandado ela embora no primeiro dia.
– Nossa Caio, porque isso?
– Tá explicado porque ela piava tanto.
(Caio, 6 anos)
Enviado pelo Sérgio Dantas
O artista Dave Devries reuniu desenhos feitos por crianças e resolveu “dar vida” à ideia dos pequenos. A partir dos originais, Dave arte-finalizou e tentou chegar à versão final imaginada pela criançada.
O projeto foi publicado no livro The Monster Engine e ganhou versão digital no site do artista.
Veja alguns exemplos, publicados aqui pelo pessoal do blog Byte Que Eu Gosto:
Enviado pelo Jr. Miranda
– O Osama Bin Laden não entende a América – diz o Caio sem mais nem menos.
– Por que isso Caio? – pergunto surpreso e já dando risada.
– É titie, assim como o pai não me entende.
(Caio, 6 anos)
Estávamos no carro com meu sobrinho, quando um homem em uma bicicleta pulou de repente na frente do carro. Minha mãe instintivamente gritou para meu pai:
– Joel, cuidado com o cavalo na bicicleta!
Meu sobrinho sem entender nada, pergunta rapidamente:
– Cadê? Cadê o cavalo, vó!?
Todos caímos na gargalhada e, sem entender nada novamente, ele dispara:
– Dããrrr vó, cavalo não anda de bicicleta!
(Gabriel, 3 anos)
Enviado pela Katy Leitner
O filho de um amigo meu tem pé chato. Ao saber disso, fui brincar com o menino:
– E aí Danilo, você tem pé chato!
E ele, bravo com a brincadeira, me respondeu de bate-pronto:
– Chato nada, meu pé é legal!
(Danilo, 6 anos)
Enviado pelo Junior Silva
– Mamãe, me dá doce-de-leite?
– Não, Nina, doce só depois do almoço.
– Por favor, só um pouquinho assim ó.
– Filha, eu já falei, agora não pode.
– Só pra abrir o apetite.
(Nina, 3 anos)
O Matheus estava fazendo o dever de casa e tinha que trocar a primeira letra da palavra “mala” por três vezes. Então ele escreveu “bala”, “sala” e me pediu:
– Mãe, me ajuda na outra?
Eu disse:
– Tala.
Ele me perguntou o que era “tala”. Então eu expliquei e ele respondeu:
– Não, melhor não… é muito hospitálico.
(Matheus, 6 anos)
Enviado pela Ana Carolina Leão
O Hermes queria que o ajudasse a levar o colchão da sua cama para a sala, mas não queria falar, só fazia gestos. Eu insistia:
– Hermes, fala o que você quer, não estou entendendo, por que você não quer falar?
Ele solta:
– É que eu quero economizar palavras!
(Hermes, 8 anos)
Enviado pela Bárbara Caretta, irmã do Hermes.
– Mamãe, eu já tô muito grande, né?
– É, filha, você já está uma moça.
– Como eu já sou grande, eu já posso tomar cerveja?
(Maria Luiza, 3 anos)
Enviado pela Roberta Lippi, do blog Meu projetinho de vida
– Ontem foi o dia do Rafael levar frutas na escola, né, filha? Ele levou laranja?
– Sim
– E você comeu?
– Não, chupei.
(Luísa, 2 anos)
Enviado pela Roberta Lippi, do blog Meu projetinho de vida
Estávamos na casa de uns amigos e, já era tarde, chamei a família:
– E aí gente, simbra?
Quando ouço:
– Simbóra pro bar. Beber… cair… e levantar!
(Maria Fernanda, 4 anos)
Enviado pelo Fernando Mattei
– Filha, como foi a escolinha hoje?
– Agora tem aula de inglês…
– Aula de inglês? Que linda! Mas, me conta, o que você aprendeu na aula de inglês?
– Aula de inglês.
– Eu sei, Nina. Mas me fala o que você aprendeu na aula.
– Mamãe, a-u-l-a d-e i-n-g-l-ê-s.
(Nina, 2 anos)
– Mãe, olha! Tem um tesouro* voando pela sala!
– Quem me dera filha…
*besouro
(Nina, 2 anos)
O Conrado estava sentado no cadeirão jantando e minha mãe, recém operada, estava deitada assistindo TV. De repente, ele pára de comer e solta:
– Mamãe, a puta da vovó tá cagada!
Na hora, minha mãe me olhou e nós duas começamos a rir sem parar. Ele, sem entender nada, se entregou às risadas também. Só quando nos acalmamos é que pude traduzir:
– Mamãe a fruta da vovó esta estragada.
(Conrado, 2 anos)
Enviado pela Cristiane Moura (@crisfonsecam)
(comentário da mãe coruja: o mais bonitinho foi a inocência dele de rir junto com a gente pelo simples fato de estarmos rindo sem saber o motivo)
– Maria, por que você bateu no seu amigo?
– Porque ele quebrou minha varinha e eu sou uma fada juvenil
(Maria 3 anos)
Enviado pela Fabiana Canda (@fabicanda)
Fonte: blog Meus desassossegosMostrar tudo
– Miguel, você sabe o nome do filho do Sandro?
– Hmm, deve ser Sandrinho.
(Miguel, 4 anos)
Enviado pela Edna Batista
Lá em casa, toda vez que a Nina passa do ponto nas birras ou apronta alguma coisa realmente muito grave, nós a chamamos para “uma conversa muito séria” lá no quarto (calma, antes que a polícia bata na porta de casa, quero deixar claro que “uma conversa muito séria” não passa de três minutos de bronca, a sós, olhando bem na bolinha nos olhos).
Pois bem, num sábado pela manhã estávamos no quarto assistindo TV, enrolando para levantar e a mãe fez o favorzão de trazer café na cama para nós. Bolo, pão com requeijão, iogurte, Nescau no copo, bolachas… só coisa boa. A certa altura, já quase satisfeitos, a Nina foi tentar virar de lado na cama e acabou dando um chute no meu copo de Nescau. Sim senhoras e senhores, lá foram 400ml de líquido marrom bem escuro sendo absorvidos por lençóis, edredon e pelo colchão.
Ela ficou preocupada.
– Pai, disculpa…
– Nina, não se preocupe, filha. Não tem problema, tá? Não foi culpa sua, foi sem querer.
Limpamos a cama, levamos a tralha para o tanque e eu fui para a sala terminar de dar o café da manhã para a Nina. Só havia sobrado o iogurte. Abri, lambi a “tampinha” de alumínio, me ajeitei no sofá e enquanto tentava pegar a primeira colheirada para servir minha filha, fiz alguma grande besteira e espirrei iogurte para todo lado. Sofá, almofadas, roupas e o piso, tudo devidamente afetado.
Eu fiquei preocupado.
Corri para providenciar minha segunda faxina em menos de uma hora e a Nina observava sentadinha no sofá. Quando voltei, meio ofegante, retomei o assunto.
– Ixi, Nina, você viu o que o papai fez?
– Derrubou tudo, né?
– É… aiaiai. Mas agora já está tudo pronto. Vamos tomar o seu danone?
– Mas… pai?
– Oi, Nina.
– E quem é que vai “conversar muito sério” com você?
(Nina, 2 anos)
Na semana em que o YouTube comemora 5 anos, postamos aqui o vídeo mais visto no site até hoje. Coincidência ou não, “Charlie, bit my finger” é uma cena hilária entre dois irmãos (o vídeo já teve mais de 163 milhões de visualizações).