O Giovanni viu a irmã resfriada e, preocupado, saiu gritando para a mãe:
– Mamãe, a Natália tá soltando lágrima pelo nariz!
(Giovanni, 4 anos)
O Giovanni viu a irmã resfriada e, preocupado, saiu gritando para a mãe:
– Mamãe, a Natália tá soltando lágrima pelo nariz!
(Giovanni, 4 anos)
– Filha, você está indo com a mamãe para o trabalho, então, por favor, se comporte. Eu quero que você cumprimente e sorria para todo mundo. Combinado?
– Combinado, mamãe.
– Muito bem.
– É porque você quer que depois as pessoas comentem: “nooossa, como a sua filha é simpática!”, né?
(Nina, 6 anos)
– Mãe, a Marina hoje não quis me emprestar o brinquedo.
– E você fez o que, Isabella? Bateu nela?
– Nããããããooo! Eu pedi por favor!
– E ela deu?
– Deu.
– E se ela não tivesse dado?
– Aí eu batia nela.
(Isabella, 3 anos)
E viva o papai 😉
Quando o Davi começou a falar, eu queria que ele aprendesse o nome dele completo. Então eu falava:
– Filho, o seu nome é Davi Medeiros Rosa.
E ele, sério, me olhava e dizia:
– Rosa não, mãe. Azul!
(Davi, 2 anos)
– Mâe, você sabe o que são essas trovoadas?
– É que São Pedro está lavando a casa.
– Ah, mâe, num é nada disso! Você precisa estudar na minha escola…
(Márcio Vitor, 3 anos)
– Pai, o que você faria se um dia ligasse o rádio e todos os canais, todos, só tocassem assim: “PRE-PA-RA”?
As crianças na escola em que trabalho levam o tablet para brincar depois do almoço. Eu peguei um emprestado e estava bem concentrada jogando, quando falei:
– Esse jogo é tão legal! Vou pedir um tablet desse pro Papai Noel.
De repente a Maria me olha e diz:
– Profe, tens um celular quebrado que nem pagasse ainda. Como queres um tablet?
(Maria)
Na prova de ciências, havia a seguinte questão: “O movimento que a Terra dá em volta de si mesma. Escreva seu nome”. E a resposta:
– Tácito.
(Tácito, 8 anos)
– Rafa, por que é que eu amo tanto o teu pai?
– Porque você é linda.
– E por que é que eu te amo tanto?
– Porque eu sou lindo.
(Rafael, 4 anos)
– Mamãe, vou comer biscoito de maionese…
– Maizena, filha.
(Camila)
– Mamãe, conta uma história pra eu dormir?
– Conto, qual delas você quer?
– Antes vamos rezar, tá, mamãe?
– Vamos. Pai Nosso que estais no céu.
– Pai nosso quitá no céu.
– Santificado seja o vosso nome.
– Santitado sosso mone.
– Venha a nós o vosso reino.
– Vassueino.
– Mamãe…
– Oi, filha.
– Vamos rezar a ôta poque essa tá muito compicada?
(Luísa, 5 anos)
– Olha o jornal! Quem quer comprar o jornal velho?
– Mas, meu filho, esse jornal velho está muito caro!
– Mas, vó, é jornal velho de boas notícias!
(Felipe, 6 anos)
A Second a Day from Birth. from Sam Christopher Cornwell on Vimeo.
(via Blue Bus)
No almoço, o Rafa estava enrolando pra comer. Então eu disse:
– Vai, Rafinha, detona esse brócolis!
De boca cheia e com cara de desespero, ele respondeu:
– Eu tô me próprio detonando…
(Rafael, 6 anos)
Há uma tradição religiosa de que o “Pão do Divino” – que se ganha na Festa do Divino – deve ser guardado com os mantimentos, para nunca faltar comida em casa. O Mateus, nosso vizinho, estava na cozinha com o Eduardo e viu o pão guardado no açúcar. Ele então perguntou o que era aquilo. E o Dudu respondeu:
A mãe grávida. O Gustavo curioso:
– Mãe, o que meu irmãozinho está fazendo agora?
– Não sei, acho que ele está nadando.
– O quê? Que folgado! Eu aqui correndo para ir ao colégio e ele aí no paraiso!
(Gustavo 8 anos)
– Tia, eu assisti um filme muito legal hoje. Na historia tinha um macaco enorme!
– Ah é? E que filme é esse?
– Ping-pong.
(Davi, 5 anos)
Mais uma na sala de aula:
– E aí, gente, o que vocês vão querer ser quando crescer?
– Eu quero ser estilista!
– Eu vou ser bombeiro.
E as respostas seguiram até que a professora perguntou para o último:
– E você, Renan, o que vai ser quando crescer?
– Eu vou ser ninja!
(Renan, 7 anos)
Aula de educação sexual para pré-adolescentes, a professora não se deu conta da presença de alguns “não tão adolescentes na classe.
– Muito bem, turma. Se algum de vocês tiver alguma dúvida sobre sexo mas ficar com vergonha de perguntar, pode escrever um bilhete e eu respondo, está bem?
Discretamente, a Melissa levanta a mão e sussurra:
– Tia, o que é que é sexo?
(Melissa, 8 anos)
– André, você sabia todas as perguntas da prova?
– Não mãe, só sabia as respostas!
(André, 8 anos)
– Vó, amor selvagem é muito perigoso?
Meu sobrinho fez 5 anos e organizamos uma festinha para ele na escolinha, depois fizemos em casa e o pai dele fez na casa dele tambem. Quando voltou da última festinha, cansado e quieto, ele se jogou no sofá. A avó então perguntou:
– Oi lindo, como foi lá?
– Legal.
– Que bom! Aproveitou bastante?
– Sim.
– Está cansado?
– Estou. Só hoje eu fiz 3 aniversários! Já tô com 7 anos e ontem eu tinha 4.
(Juliano, 5 anos)
Outro dia, me observando escovar os dentes, o Heitor perguntou:
– Mamãe, qual é a forma da torneira?
Sem saber direito o que dizer de um modo que ele entendesse, respondi:
– Forma de cabo de guarda-chuva.
Ele deu as costas e saiu comentando:
– Hahah, que bobagem!
(Heitor, 3 anos)
– Nicolas, fecha logo esse chuveiro porque a água tá acabando!
– A culpa é dessa America Latina…
(Nicolas, 6 anos)
– Mãe, eu tive um sonho ruim.
Mas para suas progenitoras 🙂
É propaganda, mas é bem bonitinha.
Feliz Dia das Mães!
– Eu sei dois palavrões em inglês.
– Ah, é? E quais são?
– Não posso falar. É palavrão.
(Rafael, 6 anos)
– Mãe, quem criou as árvores?
– Foi Deus, Pedro.
– E as casas?
– Quem criou a casa foi o homem. Mas quem deu sabedoria para o homem cria-la foi Deus também.
– Hum… e o cachorro?
– O cachorro também foi Deus quem fez. Tudo o que é da natureza foi obra do Senhor.
– Até os pernilongos? Mas por quê!?
(Pedro, 5 anos)
A Nicolle estava brincando em uma casinha de piscina de bolinhas, enquanto o meu cunhado tirava várias fotografias das crianças. Então ele a chamou e disse:
– Ni, olha o para cá. Isso! Fica assim. Olha o passarinho!
Depois que disparou o flash, ela meio sem entender, perguntou:
– Cadê o passarinho?
(Nicolle, 2 anos)
O Papai Noel foi nos visitar na sala de aula. Papo vai, papo vem, o bom velhinho ressalta que aceita doações de mamadeiras e chupetas que as crianças, por um super engano (já que, teoricamente, deram tudo ao Coelhinho da Páscoa), ainda tenham em casa. Conclui:
– Quem tiver chupeta, pode trazer aqui para a escola que as professoras me mandam.
O Pietro me olha preocupado e diz, sussurrando:
– Tia, eu tenho, mas é que eu ainda tô chupando.
(Pietro, 3 anos)
– Nina, quantas folhinhas você já recorta?
– Hum, aqui tem 24.
– Mas eu só preciso de 12.
– 12 tem também.
(Nina, 6 anos)
O Ben saiu com o pai e a mãe para comprar um presente. Mas andaram tanto que a certa altura ele resmungou:
– Pombas, a gente não vai chegar nunca? Daqui a pouco eu fico grande!
(Ben Vitor, 5 anos)
Era época de Natal e minha prima Maria Clara estava comigo no quarto, quando eu perguntei:
– Maria, onde está o seu espírito natalino?
Ela pensou bem e pra não dar o braço a torcer, respondeu:
– Não sei, deve estar na minha mochila.
(Maria Clara, 3 anos)
A mãe espirrou bem alto. O filho, por perto, levou um baita susto e avisou:
– Mamãe eu não tenho medo de bicho. Tenho medo é de catarro.
(Gabriel, 3 anos)
– Tia, quando eu crescer quero ser bonita assim igual você.
– Obrigada meu amor. Você será, sim. Será ainda mais bonita, minha princesa!
Ela arremata:
– Só que magra!
(Larissa, 6 anos)
– Mamãe, eu já sei falar mãe e pai em inglês.
– Puxa, minha linda, que legal! Como é?
– Mãe, é “móder” (mother) e pai é “fáder” (father).
– Caramba, que inteligente. E vovó, você sabe?
– É “vórer”.
(Giovanna, 7 anos)
– E aí, Nina, você vai viajar nas férias?
– Acho que não. O dinheiro tá muito caro.
(Nina, 5 anos)
– Mãe, praia cansa a gente?
– Cansa, filho.
– Eu quero ser cansado, mãe.
(João Antonio, 4 anos)
Linda ideia e produção do pessoal do Voa Flor. A história da Páscoa, contada por crianças. Merece cada instante (e um compartilhamento também).
Gustavo, fazendo a lição de casa e respondendo algumas perguntas:
Nome: Gustavo Rodrigues
Idade: 7 anos
O que gosta de fazer: jogar video-game
Sexo: nunca fiz
(Gustavo, 7 anos)
Boa sacada 😉
– Isabela, quer comer um milho verde cozido?
– Não, vovó. Pode ser milho amarelo mesmo!
(Isabela, 5 anos)
– Mãe, o retrovisor do carro mostra o passado, né?
(Caio, 8 anos)