-Vamos fazer alguma coisa útil, Leda?
-Vamos sim, Nina. O que é “útil”?
(Nina e Leda, 5 anos)
-Vamos fazer alguma coisa útil, Leda?
-Vamos sim, Nina. O que é “útil”?
(Nina e Leda, 5 anos)
-Pai, porque a gente não pode ficar de férias todos os dias? Aí, além de cair chuva, também cairia dinheiro do céu!
-Mãe, vou pentear seu cabelo!
Depois de estar toda descabelada, eu disse:
-Deixa eu ver no espelho… Tô bonita? Tô parecendo com quem?
-Tá linda, tá parecendo a Branca de Neve!
-Owmm… Obrigada! E o pai, tá parecendo com quem?
-Ele tá lindo. Tá parecendo com os sete anões!
(Joaquim, 4 anos)
O Victor estava com a mãe e a irmãzinha, quando a mãe lhe pediu um favor:
-Victor, espera um pouco que vou trocar a sua irmã.
E ele suplica:
-Troca não mãe, eu gosto muito dela.
(Victor, 5 anos)
– Nina, calma aí, você tá colocando muita cola nesse desenho!
– Hum, isso é arte, papai. É arte.
(Nina, 5 anos)
Comercial da rede sueca IKEA.
– A mãe não falou que a gente não deve aceitar coisas de estranhos?
– Sim, Dudu.
– Mas e o leite?
– O que tem o leite?
– Você conhece essa vaca, que deu o leite?
(Eduardo, 11 anos)
Aniversário da Nicolly, hora de cortar o bolo:
– Filha, de quem vai ser o primeiro pedaço?
– Meu.
Insisti para ela oferecer o primeiro pedaço, mas ela estava irrevogável:
– É meu.
Então expliquei que o bolo todo era dela, mas que ela tinha que dar o primeiro pedaço para alguém. E tentei uma alternativa:
– De quem é que você gosta mais?
Ela, sem exitar, respondeu:
– Do bolo!
(Nicolly, 3 anos)
O que acontece em casa quando a mamãe sai para trabalhar…
A mãe tinha um filho de 5 anos e filhos gêmeos de 8 meses. Ela costumava vesti-los com cores diferentes e os deixava um de frente para o outro no berço, com brinquedinhos no meio para se entreterem. Certa vez, ela foi ao banheiro e pediu ao mais velho que olhasse os irmãos. Quando saiu, um dos gêmeos, sem muita firmeza, perdeu o equilíbrio e caiu com a cabeça entre as pernas do outro, que então começou a bater no irmão. O garoto mais velho correu em pânico para avisar a mãe:
– Mãe, vem ligeiro porque o azul tá batendo no vermelho!
Enviado pela Michelle Freire
Apresentando a cidade:
– Olha, ali fica a igreja, mais pra frente tem um barzinho e ali é onde o meu pai trabalha.
– Que perto! Ele deve vir trabalhar à pé.
– Ah, quando não chove, ele vem tranquilo, sim.
– E quando chove, vem nervoso!?
(Vinícius, 3 anos)
– Nina, é pra você ir dormir filha. Já são dez horas.
– Mas papai, hum, sabe o que é, o que aconteceu… Não é que tá tarde, é que hoje escureceu cedo.
(Nina, 5 anos)
– Pai.
– Oi, filha.
– O que é preciso pra ser presidente?
– É assim: as pessoas que se acham capazes se candidatam, daí o Brasil inteiro vota. O que tiver mais votos será o Presidente.
– Eu queria que você e a mamãe fossem candidatos
– Ah, obrigado, filha!
– É porque daí a gente não ia precisar pagar por nada.
(Ellen, 6 anos)
Rock and roll!
O Daniel pegou o folder de uma loja na mão e começou a analisar:
– Mãe, eu já sei o que é isso.
– O que é, filho?
– É um fogão. E isso é uma geladeira, isso é um secador, isso é uma chapinha e… e isso aqui mãe?
– Isso é um jogo de panelas.
– Mas, mãe, como é que se joga um jogo de panelas?
(Daniel, 2 anos)
– Mamãe gosto tanto de deitar na sua cama!
– É, filho? Eu também gosto.
– É que quando deito no seu travesseiro só penso coisas boas.
(Vinicius, 8 anos)
Na piscina:
– Mãe, passa mais um pouco de protetor celular em mim?
(Pietra, 4 anos)
Enviado pela Gabrielle
Estávamos passeando de carro quando o Konrado perguntou:
– Mãe, carro fica doente?
– Doente, não! A gente diz que ele tá doente quando tá com algum defeito…
– Então por que naquela oficina de carro tá escrito “Injeção”?
(Konrado, 7 anos)
Li o livro “Lino” na escola e disse às crianças que quem o escreveu foi André Neves. No dia seguinte reli o livro e perguntei:
– Quem é o autor do livro?
E o Wenderson gritou todo animado:
– Branco… Branca… Branca de Neve!
(Wenderson, 5 anos)
Enviado pela Erica Bosi
Um gif engraçadinho tirado do blog do Alexandre Matias.
O Henrique sempre bebe um copo de leite antes de dormir, mas certa noite ele insistiu para tomar mais cedo:
– Mamãe, eu quero tetê
– Henrique, você tem que esperar o horário chegar
– Mas se o horário não chegar, você pode fazer a tetê por ele?
(Henrique, 2 anos)
O Murilo encontrou o cartão de vacinas da nossa cadela e veio perguntar:
– Tia, o quê é isso?
– É da Mel tomar vacina, Lilo.
– Hum… vacina de quê?
– De raiva.
– Mas e vacina de bonzinho?
(Murilo, 4 anos)
– Mamãe, por que o seu cachorro quente é o melhor e mais gostoso do mundo?
– Porque eu faço com amor, meu filho!
– Ah é? Mas e como faz pra colocar ele lá dentro?
(Gahel, 7 anos)
– Mãe, por que feijão tem ferro se ele é mole?
(Pedro, 5 anos)
Enviado pela Carina Bernardes
A Nina viu alguma cena na televisão e ficou impressionada.
– Mamãe, um dia você vai se separar do papai?
– Não, filha. Fique tranquila, a mamãe nunca vai se separar do papai.
– Até porque você ia sentir muito a minha falta, né?
(Nina, 5 anos)
Eu estava me arrumando para sair com meu marido e a Maria Luísa apareceu:
– Que bonita, mamãe. Onde você vai?
– Vou sair filha, mas é um passeio de adulto.
Então ela vira para o pai e diz:
– Papai, a mamãe vai sair num passeio de adulto. E a gente vai aonde?
(Maria Luísa, 2 anos)
Enviado pela Flávia Trigueiro
– Mãe, escova meus dentes?
– Filha, você já tem 5 anos e já aprendeu a escovar os dentes. Eu estou ocupada procurando a sua tarefa que, aliás, não estou encontrando.
– Não vai me dizer que você desistiu, mãe…
(Nina, 5 anos)
– Filha, quer um pedaço de queijo branco?
– Não, mamãe, obrigada. Prefiro rosa!
(Valentina, 2 anos)
Enviado pela Inês Gianni
A família toda estava reunida para o almoço num restaurante elegante e a mãe, preocupada com o comportamento dos quatro filhos, resolveu se prevenir. Dentre os conselhos, disparou:
– Por favor, mastiguem de boquinha fechada. Vocês sabem o que acontece com quem mastiga de boca aberta? Entra mosca!
O João, todo macho, emendou de peito estufado:
– Pode deixar que eu engulo a mosca!
(João, 3 anos)
Enviado pela Gabi Burcci
A Nina está passando o feriado no interior, na casa da avó. Acordou de manhã e avisou:
– Vovó, é bom você aproveitar muito bem esse dia, porque amanhã eu vou embora.
(Nina, 5 anos)
Eu estava deitado no sofá, assistindo tv e o João Victor chegou:
– Mãe, eu já tenho R$ 100,00 no meu cofrinho. Será que já dá pra comprar um tanque de guerra?
(Raphael, 7 anos)
Enviado pela Karina Piane
A Isabella jogou o celular da mãe no chão e acabou indo ficar de castigo. Trinta segundos depois, a mãe olhou para ela e questionou:
– Mãe, minha garganta tá doendo!
– É que ela está irritada.
– Ela tá brava, mãe?
(Marianna, 5 anos)
Enviado pela Daniela Zanelatto
A família toda no carro, a Nina chama lá de trás:
– Mamãe?
– Oi, filha.
– Você tem orgulho do seu pai?
– Tenho, sim, Nina. Tenho muito orgulho do meu pai. E você?
– Eu também.
E o pai, que dirigia, sorriu todo cheio.
– Mamãe?
– Oi.
– O que é orgulho?
(Nina, 5 anos)
– Mãe, lembra quando a gente saiu e eu disse pra você que vi alguns extraterrestres do outro lado da rua?
– Lembro.
– Então, era mentira. Só queria te assustar.
(Natália, 6 anos)
Enviado pela Katiusca Arruda
A mãe chega em casa à noite e encontra um bilhete:
“Mãe, o Rafa e a Ana não quiseram me falar que dia foi depois de amanhã.
Boa noite.
Beijos e abraços.
Natália”
(Natália)
Enviado pela Ana Julia Zecchin
– Papá, existem mais planetas?
– Sim filho, existem.
– Então porque é que as pessoas vivem todas no nosso?
Certa vez estava cuidando da minha priminha, Valentina. Como ela estava muito agitada resolvi achar uma brincadeira em que, ao menos, ela ficasse sentada. Chamei ela e disse:
– Vem cá, vou te contar um segredo.
Com a mão em concha me aproximei do ouvido e disse:
– Te amo.
Valentina riu muito e pediu para que contasse outro segredo. Repeti a frase:
– Te amo – e ela riu.
Assim foram algumas vezes. Ela pedindo para eu falar segredos e eu repetindo a frase. Num determinado momento, disse que era a vez dela me contar um. Ela se aproximou de minha orelha com a mãozinha em concha, e num sussurro disse:
– “Seguedo”
(Valentina, 2 anos)
Enviado pela Joyce Noronha
Estávamos numa livraria comprando um presente para a mamãe e eu resolvi checar o preço do livro num daqueles leitores de código de barras. Coloquei o livro, esperei e o preço apareceu na tela. Então, me dirigi à fila do caixa pra pagar. Quando olhei para trás, a Nina estava ali parada em frente ao equipamento passando a mãozinha pelo leitor.
– Vem, Nina, vem logo!
Desapontada, ela olhou pra mim e se lamentou:
– Puxa, minha mão não vale nem 1 real!?
(Nina, 5 anos)
– Nina, desce de cima do sofá, por favor!
– Você quis dizer “Majestade”, né mamãe?
(Nina, 5 anos)
Dia desses, houve uma conversa entre o Pedro e a Luiza, que estava curiosa sobre uma música que tocava no rádio.
– Não foi essa música que ganhou o Oscar?
– Oscar? Mas não é “Gremlin”?
(Pedro e Luiza)
Enviado pelo Jair
– Nossa, mamãe, eu tô rosa-escuro de fome!
(Nina, 5 anos)